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RCC Viçosa – Renovação Carismática Católica de Viçosa
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"Feliz o homem a quem educas, Javé, a quem ensinas com a tua Lei, dando-lhe descanso nos dias maus, enquanto para o injusto se abre uma cova."(Salmo 94)

15 anos do Grupo de Oração Fonte de Vida e Ministério Universidades Renovadas

Neste momento especial (de ação de graças), o Grupo de Oração Fonte de Vida e o Ministério Universidades Renovadas elevam seus corações ao alto para bendizer a Deus pelos seus 15 anos de existência.

Voltando o olhar para sua história, esses dois grupos e toda a Renovação Carismática Católica de Viçosa se rejubilam em Deus e dizem juntamente com o salmista: “Que poderei retribuir ao Senhor por tudo aquilo que Ele nos fez?” (Sl 115, 3).

Agradeçamos ainda a Deus, neste Ano Sacerdotal, pela vida de nosso Santo Padre, o Papa, de todos os bispos, padres, seminaristas, religiosos e religiosas que são convidados a renovar seu ardor missionário e seu chamado à santidade.

De maneira especial, bendigamos a Deus pelo Jubileu de Prata do Pe. Paulo, esse dedicado ministro de Cristo que tem oferecido sua vida para o bem de Viçosa. Agradeçamos ainda a Jesus pela vida de nosso diretor espiritual, Pe. Walter e também pelos 26 anos de vida sacerdotal do nosso Capelão, Pe. Sebastião.

As mãos ungidas de cada sacerdote nos trazem o mais belo presente que podemos ter – Jesus Sacramentado – e só isso já deve ser motivo de grande alegria para toda a Igreja, que é essencialmente Eucarística!

Por fim, queremos agradecer ao Espírito Santo, terceira pessoa da Santíssima Trindade, por toda a renovação espiritual que Ele tem operado na sua Igreja. Como dizia o Cardeal Suenens, grande protetor e partidário da Renovação Carismática, o destino da Renovação Carismática Católica é desaparecer na medida em que essa corrente de graça tiver contagiado toda a Igreja.

Bendigamos e celebremos a Deus, pois Ele tem feito muitas maravilhas entre nós!

Parabéns, Pe. Paulo Dionê Quintão!

Parabéns, Ministério Universidades Renovadas e Grupo de Oração, Fonte de Vida!

Parabéns, Renovação Carismática Católica!

Entrevista com a Ana Maria coordenadora do Grupo de Oração Fonte de Vida

Entrevista com o Bruno Vinícius Santos Valiate

Entrevista com a Kiara Zancanaro Motter

Entrevista com a Maria Aparecida

Fotos do Encontro

15 Anos do Grupo de Oração Fonte de Vida e Ministério Universidades Renovadas

Entrevista: Maria Aparecida – 15 anos do GO Fonte de Vida e MUR



Entrevista: Kiara Zancanaro Motter – 15 anos do GO Fonte de Vida e MUR


Ministério Universidades Renovadas
E-mail: quiara@rccvicosa.com
Site: http://www.rccvicosa.com
Maria Aparecida Duarte Gonçalves


Entrevista: Bruno Vinícius Santos Valiate – 15 anos do GO Fonte de Vida e MUR


Ministério Universidades Renovadas
E-mail: bruno@rccvicosa.com
Site: http://www.rccvicosa.com
Kiara Zancanaro Motter


Evangelho da semana: Mt 16, 13-19


Um dos precursores do Ministério Universidades Renovadas e conselheiro da Equipe Nacional de Serviço do MUR.
E-mail: fmococa@uol.com.br
Site: http://www.rccvicosa.com
Bruno Vinícius Santos Valiate

Antes da nossa leitura deste domingo rezemos:

Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que “só Tu Senhor tens palavras de vida eterna”.

E VÓS QUEM DIZEIS QUE EU SOU?

Evangelho de 28/06/09 – Mt 16, 13-19
— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

13. Chegando ao território de Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou a seus discípulos: No dizer do povo, quem é o Filho do Homem?

14. Responderam: Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas.

15. Disse-lhes Jesus: E vós quem dizeis que eu sou?

16. Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!

17. Jesus então lhe disse: Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus.

18. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

19. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Amados, ao ler a primeira vez o evangelho desta semana, minha cabeça já foi logo tomada de algumas lembranças relacionadas a minha conversão e história de vida, as quais narro duas a vocês: 1) Ao preencher a minha ficha de inscrição do primeiro encontro de oração carismática da minha vida (Experiência de Oração) havia uma pergunta: Quem é Jesus para você? E para a minha alegria, havia refletido nesta leitura naqueles dias e a resposta de Pedro estava vivíssima em minha mente – naturalmente respondi como Pedro, é bem provável que na ocasião eu nem tinha muita consciência do meu ato. Mas o coordenador do “meu” grupo de oração destacou depois a minha resposta e se disse muito feliz com a mesma, pois ainda jovem e de pouca caminhada eu apresentei uma resposta Petrina. Confesso que, na ocasião, não entendi bem a alegria do meu coordenador por esta resposta. Até mesmo por que esta pergunta era utilizada para ver o “ibope” de Jesus junto aos participantes do encontro, ou ainda a “tendência religiosa”.

Anos depois, um segundo episódio referente a esta passagem, me fez lembrar-se deste fato. Estava em Uberaba e me hospedei na casa do arcebispo, Dom Benedito Ulhoa Vieira, por ocasião de outro evento da RCC – e nos momentos de folga conversava bastante. Ele, o vice-presidente da CNBB, na ocasião, possuía suas reservas com os carismáticos (estou falando de 1984) e eu, extremamente “carismático” para não dizer “carisfanático”. Perguntei o que ele achava de Chico Xavier, pois afinal, estava em sua diocese possivelmente o maior foco espírita do Brasil. Então Dom Benedito respondeu-me dizendo que o Chico Xavier era uma pessoa boa, de boa vontade em suas ações, não o desmereceu, mas disse que o que desejava vê-lo dizer era que JESUS É O FILHO DE DEUS VIVO. Ele diz que Jesus é um grande homem, um grande profeta, um espírito evoluído, MAS O QUE JESUS É MESMO ELE NÃO DIZ, OU SEJA, O FILHO DE DEUS VIVO. Naquele dia compreendi ainda mais a importância da resposta de Pedro.

Agora, minha tradicional auscultação nos escritos do pregador da casa pontifícia, frei Raniero Cantalamessa sobre o tema de hoje. DEGUSTEM !

E vós, quem dizeis que eu sou?1

Existe, na cultura e na sociedade de hoje, um fato que pode nos introduzir na compreensão do Evangelho deste domingo, e é a pesquisa de opinião. Ela é praticada em todos os âmbitos, mas, sobretudo no político e comercial. Também Jesus um dia quis fazer uma pesquisa de opinião, mas com fins, como veremos muito diferentes: não políticos, mas educativos. Chegado à região da Cesaréia de Filipo, ou seja, a região mais ao norte de Israel, em uma pausa de tranqüilidade, na qual estava a sós com os apóstolos, Jesus lhes dirigiu, à queima-roupa, a pergunta: «Quem dizem os homens ser filho do Homem?».

É como se os apóstolos não esperassem outra coisa para poder finalmente falar sobre todas as vozes que circulavam a propósito dele. Respondem: «Uns afirmam que é João Batista, outros que é Elias, outros, ainda, que é Jeremias ou um dos profetas». Mas para Jesus não interessava medir o nível de sua popularidade ou seu índice de simpatia entre o povo. Seu propósito era bem diferente. Então Ele lhes pergunta: «E vós, quem dizeis que eu sou?».

Esta segunda pergunta, inesperada, deixa-os desconcertados. Entrecruzam-se silêncio e olhares. Se na primeira pergunta se lê que os apóstolos responderam todos juntos, em coro, esta vez o verbo é singular; só “respondeu” um, Simão Pedro: «Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo!».

Entre as duas respostas há um salto abismal, uma “conversão”. Se antes, para responder bastava olhar ao redor e ter escutado as opiniões das pessoas, agora é preciso olhar para dentro, escutar uma voz bem diferente, que não vem da carne nem do sangue, mas do Pai que está nos céus. Pedro foi objeto de uma iluminação “do alto”.

Trata-se do primeiro autêntico reconhecimento, segundo os evangelhos, da verdadeira identidade de Jesus de Nazaré. O primeiro ato público de fé em Cristo, da história! Pensemos no sulco deixado por um barco: vai se movimentando até perder-se no horizonte, mas começa com uma ponta, que é a ponta do barco. Assim acontece com a fé em Jesus Cristo. É um sulco que foi movimentando-se na história, até chegar aos “últimos confins da terra”. Mas começa com uma ponta. E esta ponta é o ato de fé de Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Jesus usa outra imagem, vertical, não horizontal: rocha, pedra. “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja”.

Jesus muda o nome de Simão, como se faz na Bíblia quando se recebe uma missão importante: chama-o de “Cefas”, Rocha. A verdadeira rocha, a “pedra angular” é, e continua sendo ele mesmo, Jesus. Mas, uma vez ressuscitado e ascendido ao céu, esta “pedra angular”, ainda que presente e operante, é invisível. É necessário um sinal que a represente, que torne visível e eficaz na história este “fundamento firme” que é Cristo. E este será precisamente Pedro, e, depois dele, aquele que o substituir, o Papa, sucessor de Pedro, como cabeça do colégio dos apóstolos.

Mas voltemos à idéia da pesquisa. A pesquisa de Jesus, como vimos, desenvolve-se em dois momentos, comporta duas perguntas fundamentais: primeiro, “quem dizem os homens ser o filho do Homem?”; segundo, “quem dizeis vós que sou eu?”. Jesus não parece dar muita importância ao que as pessoas pensam dele; interessa-lhe saber o que pensam seus discípulos. E o faz com esse “e vós, quem dizeis que sou eu?”. Não permite que se escondam atrás das opiniões dos outros, mas quer que digam sua própria opinião.

A situação se repete, quase identicamente, nos dias de hoje. Também hoje, “as pessoas”, a opinião pública, têm suas idéias sobre Jesus. Jesus está na moda. vejamos o que acontece no mundo da literatura e do espetáculo. Não passa um ano sem que saia uma novela ou um filme com a própria visão, torcida e dessacralizada, de Cristo. O caso do Código Da Vinci, de Dan Brown, foi o mais clamoroso e está tendo muitos imitadores.

Depois estão os que ficam a meio caminho. Como as pessoas de seu tempo, crêem que Jesus é “um dos profetas”. Uma pessoa fascinante, que se encontra ao lado de Sócrates, Gandhi, Tolstoi. Estou certo de que Jesus não despreza estas respostas, porque se diz dele que “não apaga a chama fumegante e não quebra o caniço rachado”, ou seja, sabe valorizar todo esforço honesto por parte do homem. Mas há uma resposta que não se enquadra, nem sequer na lógica humana. Gandhi ou Tolstoi nunca disseram “eu sou o caminho, a verdade e a vida”, ou também “quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim não é digno de mim”.

Com Jesus não se pode ficar na metade do caminho: ou é o que diz ser, ou é o maior louco exaltado da história. Não há meio termo. Existem edifícios e estruturas metálicas (creio que uma é a torre Eiffel de Paris) feitas de tal maneira que se traslada certo elemento, se derruba tudo. Assim é o edifício da fé cristã, e esse ponto neurálgico é a divindade de Jesus Cristo. Mas deixemos as respostas das pessoas e vamos aos não-crentes. Não basta crer na divindade de Cristo, é necessário também testemunhá-la. Quem o conhece e não dá testemunho dessa fé, mas a esconde, é mais responsável diante de Deus do que quem não tem essa fé. Em uma cena do drama “O pai humilhado”, de Claudel, uma moça judia, linda, mas cega, aludindo ao duplo significado da luz, pergunta a seu amigo cristão: “Vós que vedes, que uso fizestes da luz?”. É uma pergunta dirigida a todos nós que nos confessamos crentes.

Tu és Pedro

A entrega das chaves a Pedro. Sobre isso, a tradição católica sempre foi baseada em fundar a autoridade do Papa sobre toda a Igreja. Alguém poderia dizer: mas o que tem a ver o Papa com tudo isto? Eis a resposta da teologia católica. Se Pedro deve funcionar como “fundamento” e “rocha” da Igreja, continuando a existir a Igreja deve continuar a existir também o fundamento. É impensável que as prerrogativas quase solenes (“a ti darei as chaves do reino dos céus”) se referissem somente aos primeiros vinte ou trinta anos da vida da Igreja e que elas seriam cessadas com a morte do apóstolo. O papel de Pedro se prolonga, portanto em seus sucessores.

Por todo primeiro milênio, este ofício de Pedro foi reconhecido universalmente por todas as Igrejas, ainda que interpretado de forma diversa no Oriente e no Ocidente. Os problemas e as divisões nasceram com o milênio há pouco terminado. E hoje, também nós católicos, admitimos que não são nascidos todos por culpa dos outros, dos considerados “cismáticos”: antes os orientais, depois os protestantes. A primazia instituída por Cristo, como todas as coisas humanas, foi exercitada ora bem ora menos bem. Ao poder espiritual se mesclou, pouco a pouco, um poder político e terreno, e com isso os abusos. O próprio Papa João Paulo II, na carta sobre o ecumenismo, Ut unum sint, indicou a possibilidade de rever as formas concretas com as quais é exercida a primazia do Papa, de modo a tornar novamente possível em torno a isso a concórdia de todas as Igrejas. Como católicos, não podemos não desejar que se prossiga com sempre maior coragem e humildade sobre esta estrada da conversão e da reconciliação, de modo a incrementar a colegialidade desejada pelo Concílio.

Aquilo que não podemos desejar é que o próprio ministério de Pedro, como sinal e fator da unidade da Igreja, seja menor. Seria uma forma de nos privar de um dos dons mais preciosos que Cristo deu à sua Igreja, além de contradizer sua vontade precisa. Pensar que basta à Igreja ter a Bíblia e o Espírito Santo com o qual interpretá-la, para poder viver e difundir o Evangelho, é como dizer que bastaria aos fundadores dos Estados Unidos escreverem a constituição americana e mostrar em si mesmos o espírito com o qual devia ser interpretada, sem prever algum governo para o país. Existiria ainda os Estados Unidos?

Uma coisa que podemos fazer para aplainar a estrada de reconciliação entre as Igrejas é reconciliar-nos com a nossa Igreja. “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”: Jesus disse a “minha” Igreja, no singular, não as “minhas” Igrejas. Ele pensou e quis uma só Igreja, não uma multiplicidade de Igrejas independentes ou, pior, em luta entre igrejas. “Minha”, além de singular, é também um adjetivo possessivo. Jesus reconhece, portanto a Igreja como “sua”; disse “a minha Igreja” como um homem diria: “a minha esposa”, ou “o meu corpo”. Identifica-se com ela, não se envergonha dela. Sobre os lábios de Jesus, a palavra “Igreja” não tem nenhum daqueles significados negativos que acrescentamos.

Naquela expressão de Cristo, um forte chamado a todos os crentes a reconciliarem-se com a Igreja. Renegar a Igreja é como renegar a própria mãe. “Não pode ter Deus por pai – dizia São Cipriano – quem não tem a Igreja por mãe”. Seria um belo fruto da festa dos santos apóstolos Pedro e Paulo se começássemos a dizer também nós, da Igreja Católica à qual pertencemos: “a minha Igreja!”

Reflexão Final

Na universidade, onde muitos dizem de Jesus muitas coisas e têm muitas idéias, nós que buscamos a vida no Espírito vamos dizer o que sobre Jesus?

Que toda a Universidade saiba com a maior certeza que o Jesus que muitos matam, difamam, insistem em negar a sua divindade, esse mesmo Jesus o senhor Deus o constituiu Cristo.

A universidade precisa saber realmente qual a “minha” igreja, qual é a minha fé, quem é meu “pastor”, a universidade precisa saber da minha adesão ao sucessor de Pedro, da minha crença de que a ele, somente a ele foi dado o poder de ligar e desligar na terra, em nome do céus.

Devemos manifestar abertamente a nossa adesão ao magistério da igreja, em nossas dioceses representada pelos nossos bispos. Eis um lindo testemunho, o da UNIDADE com os nossos pastores.

VEM ESPÍRITO SANTO, VEM!

1 Reflexão retirado do site: www.cantalamessa.org/pt/omelieView.php?id=368

2 Reflexão sobre São Pedro retirado do site: www.cantalamessa.org/pt/omelieView. php?id=347

Tenho algumas dúvidas sobre a questão do idolatrismo, estes dias atrás tivemos uma visita de uma imagem de nossa senhora que percorre o mundo, isso não é idolatrismo? Porque existem muitos católicos que acabam acreditando muito mais em uma imagem que até mesmo no nosso próprio JESUS?


Doutor em Física pela UNESP e pelo ITA; há trinta e cinco anos é professor universitário e foi Diretor Geral do Instituto de Engenharia de Lorena - da USP-SP.
E-mail: felipeaquino@cancaonova.com
Site: http://www.cleofas.com.br/
Fernando Galvani

Venerar as imagens não é idolatrismo; Deus proibe “adorar idolos”; isto é, deuses falsos, isso nada tem a ver com imagens de anjos, santos, Nossa Senhora e Cristo; essas apenas representam essas pessoas que estão no céu e intercedem por nós sem cessar. Deus mandou que Moisés fizesse as imagens de dois grandes Querubins e colocá-los sobre a Arca a Aliança. Veja essas passagens:

* Ex 25,17-22 – Deus manda Moisés colocar 2 querubins de ouro na Arca da Aiança, onde Javé falava com seu povo.

* 1Rs 6,23-28 – No Templo construído por Salomão foram colocados querubins de madeira junto à Arca da Aliança. E as paredes do templo tinha imagens de querubins. Tudo feito com ordem de Deus, conforme vemos em 1Cr 22,6-13, e em Ex 31,1-11.

* 1Rs 7,25.29 – No Templo de Salomão havia também bois de metal, leões, touros e querubins.

* Nm 21,8-9 – Deus ordenou a Moisés que fizesse uma serpente de bronze, e quem olhasse para ela seria salvo.

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Usar ou não Bíblia protestante?


Professor, escritor e pesquisador, Denis Duarte possui graduação em Letras, licenciado em Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa. É especialista em Literatura Bíblica na área de Tradição Profética. É também mestre em Ciências da Religião na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico.
E-mail: denisufv@yahoo.com.br
Site: http://www.denisduarte.com
Professor Felipe Aquino

Denis Duarte, especialista em Bíblia e Mestre em Ciência da Religião, fala a respeito sobre como proceder a respeito das Bíblias católicas e protestantes. Veja!


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Evangelho da semana: Mc 4, 26-34


Um dos precursores do Ministério Universidades Renovadas e conselheiro da Equipe Nacional de Serviço do MUR.
E-mail: fmococa@uol.com.br
Site: http://www.rccvicosa.com
Denis Duarte Web TV

Antes da nossa leitura deste domingo rezemos:

Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que “só Tu Senhor tens palavras de vida eterna”.

AMADOS, SEMEEMOS A PALAVRA DE DEUS!

Evangelho de 14/06/09 – Mc 4, 26-34

— O Senhor esteja convosco!
Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
Glória a vós, Senhor!

26. Dizia também: O Reino de Deus é como um homem que lança a semente a terra.
27. Dorme, levanta-se, de noite e de dia, e a semente brota e cresce sem ele o perceber.
28. Pois a terra por si mesma produz, primeiro a planta, depois a espiga e, por último, o grão abundante na espiga.
29. Quando o fruto amadurece, ele mete-lhe a foice, porque é chegada a colheita.
30. Dizia ele: A quem compararemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o representaremos?
31. É como o grão de mostarda que, quando é semeado, é a menor de todas as sementes.

32. Mas, depois de semeado, cresce, torna-se maior que todas as hortaliças e estende de tal modo os seus ramos, que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra.
33. Era por meio de numerosas parábolas desse gênero que ele lhes anunciava a palavra, conforme eram capazes de compreender.
34. E não lhes falava, a não ser em parábolas; a sós, porém, explicava tudo a seus discípulos.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

LANÇA A SEMENTE

Nesta semana somos chamados a refletir sobre a importância da palavra de Deus em nossa vida e em nossa missão.

Nossa missão é lançarmos a semente, pois será o Espírito Santo quem agirá sobre a semente lançada e a fará germinar, nascer, crescer, se tornar uma bela árvore e produzir frutos.

De modo especial na universidade ou no universo do trabalho a palavra deve ser anunciada, semeada com zelo, carinho e amor.

A responsabilidade de fazê-la se transformar em frutos é do Espírito de Deus. São Paulo já exortou “prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir”.

A universidade e o meio do trabalho ardem pela palavra de Deus assim como o deserto arde pela água. Então todo esforço será pouco no sentido de que a palavra seja semeada.

Uma coisa bonita no reino de Deus é que precisamos apenas semear. A semente (palavra) irá produzir o seu fruto por si, ou melhor, pela graça de Deus, pela ação do Espírito Santo. É PRECISO ACREDITAR NISSO.

Ao lançarmos nosso olhar para a universidade, percebemos quantas sementes de desamor, destruição, injustiça e morte estão sendo semeadas, muitas vezes até por quem se diz cristão. Existem semeadores semeando contra o Reino, contra a vida, contra a justiça, contra a própria palavra de Deus. Então eis aí um grande campo de missão. Nunca estive tão seguro de que a universidade é um tremendo e desafiador campo de missão.

A palavra de Deus nos impõe um grande desafio: sermos os semeadores da palavra de Jesus. “Tu tens as palavras da vida eterna” [2]. Então amados, se Jesus tem as palavras de vida eterna, é nosso dever como batizados, fazermos esta palavra chegar aos nossos amigos, irmãos, professores, aos servidores e pesquisadores das nossas universidades.

Desejo ainda exortá-los a serem ousados em nossos planejamentos de evangelização. Organizamos a partir desta semana o Retiro das setas, o Ruah, as experiências de oração, os acampGOUs e outras tantas formas de evangelização.

Não pense pequeno, pois o tamanho de um homem/mulher é o tamanho dos seus sonhos. Usar toda oportunidade para semear a semente da boa nova é sinal de vida carismática, sinal de PENTECOSTES. Muitos de nós seremos curados do medo, da insegurança ao darmos passos na semeadura da boa nova.

Desejo finalizar esta parte da reflexão propondo um desafio: Ao ler este texto escolha um momento para a reflexão e oração com esta palavra e pergunte a Deus onde você deve semear esta semana, uma pessoa, um ambiente. Peça a Deus que crie a oportunidade e exercite-se na dependência do socorro do Espírito Santo. Seja um semeador da boa nova.

O GRÃO DE MOSTRADA

Devemos ter a simplicidade, a humildade em nosso coração de semeador e da nossa pequenez se formará uma grande e formosa árvore, onde até os pássaros do céu virão repousar. Consigo imaginar como as pequenas atitudes/atividades de evangelização realizadas pelos GOUs/GPPs, deste nosso Brasil afora, podem se tornar grandes árvores, onde a comunidade acadêmica, ou ainda, os companheiros de trabalhos vêm buscar repouso.

Algumas atividades de evangelização acabam não produzindo frutos, por que não se semeia realmente a palavra de Deus, que é simples como o grão de mostarda. Ao contrário colocam muitos apêndices na semeadura e a semente acaba sufocada e não germina, nasce, cresce,..É PRECISO SIMPLICIDADE NA SEMEADURA!

Um coração humilde e acolhedor recebe a semente. Simples e pequena, a palavra de Deus cresce dentro deste coração e se torna uma grande árvore, tornando este coração posteriormente um repouso, amparo, acolhida para muitos.

Na realidade universitária muita gente procura abrigo, pois são muitos os feridos, os assaltados ao longo do caminho como encontramos na parábola do bom samaritano.

Ao se encontrarem com jovens, que foram seduzidos pela palavra de Deus e permitiram que ela crescesse e se tornasse uma grande árvore, encontrarão aí um grande Oásis e terão a oportunidade de receber a salvação, o alívio, o amor de Jesus.

Desejo testemunhar o quanto a presença de irmãos que tinham a palavra de Deus em suas vidas foi importantes para a minha formação, evangelização e também para a minha recuperação enquanto homem, pessoa e filho de Deus.

Por isso é fundamental que nós ao nos dispormos à evangelização estejamos seduzidos pela força da palavra de Deus e ao levá-la o façamos com compromisso.

Reflexão Final

Precisamos ter consciência de que lançar a semente da palavra de Deus é uma das nossas mais nobres missões como batizados e devemos fazê-lo com simplicidade.

Usar toda a oportunidade de semear, como forma de deixar cumprir em nossa vida o texto Paulino.

No mundo acadêmico, repleto de semeadores de palavras/culturas anti-Reino, se torna imperativo que nós, principalmente os membros da nossa família das universidades renovadas sejamos estes arautos da semeadura da palavra de Deus.

E que o façamos com a simplicidade da semente da mostarda e com a certeza de que quem faz a semente germinar, crescer, frutificar é o Espírito Santo. POR ISSO TAMBÉM É IMPERATIVO QUE SEJAMOS UM POVO DEVOTO, DEPENDENTE, AMIGO DO ESPÍRITO SANTO.

Jesus usava das parábolas para anunciar o Reino e assim fazia com que todos compreendessem a sua mensagem. Podemos pedir a Deus que nos inspire, assim como o fez a Jesus, dando-nos uma linguagem de forma que toda a universidade possa compreender a riqueza da palavra de Deus e serem curados, libertados, como deseja o Senhor.

1 II Tm 4, 2
2 Jo 6, 68

Sagrado Coração de Jesus


Jesus, filho de Deus, Verbo que existia antes da criação do mundo (Gn 1,3.6; Jo 1,1-4), por amor se fez carne e veio habitar em nosso meio (Jo 1,14). É a ele que pertence o Sagrado Coração que a Igreja celebra no mês de junho. Ele mesmo é quem revela “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos” (Jo 15,13). Sabemos que o coração é reconhecido como o “local dos sentimentos”, ou seja, se sentimos raiva, medo, felicidade, amor, compaixão, o nosso coração reage batendo forte, dizendo que existe sentimento.

Na Idade Média já começaram a considerar o Coração de Jesus como modelo de amor e paciência, em 1670 S. João Eudes introduziu a primeira festa pública em Sua honra. Em 1673, Santa Margarida Maria Alacoque, começou a ter uma série de revelações de Nosso Senhor, o que incrementou este culto e a partir daí adquiriu a feição como hoje é conhecida. O fato levou-a a formar uma equipe de apóstolos desta devoção, que cresceu rapidamente e nós conhecemos como Apostolado de Oração.

Em 1856 Pio XII estendeu a sua festa a toda a Igreja, ele salientava que é o próprio Jesus que toma a iniciativa de nos apresentar Seu Coração como fonte de restauração e de paz: “Vinde a mim, todos vós, que estais cansados e oprimidos, que Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11,28-30). Em 1899, Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus, sendo que em 1874 o Equador já havia se consagrado.

O culto ao Sagrado Coração de Jesus é uma das mais belas expressões de amor e devoção Àquele que ofereceu tudo ao homem, derramando o seu sangue na cruz, tendo o coração transpassado ofereceu todo o resto: “Sangue e Água” (Jo 19,34). Ele apresenta a Santa Margarida Maria Alacoque o seu coração em chamas, chamas de amor e diz: “Eis aqui este Coração que amou tanto aos homens, que não omitiu nada até esgotar-se e consumir-se para manifestar-lhes seu amor, e por todo reconhecimento, não recebe da maior parte mais que ingratidão, desprezo, irreverências e tibieza que têm para mim neste sacramento de amor”. Foi então que Jesus encarregou-a de tributar culto ao seu Coração e a missão de enriquecer o mundo com os tesouros desta devoção.

Santa Margarida Maria Alacoque ainda nos apresenta as promessas feitas por Jesus àqueles fiéis que honram o seu Sagrado Coração consagrando-se a Ele e propagam esta devoção:

1. Às almas consagradas a meu Coração, lhes darei as graças necessárias para seu estado.
2. Darei paz às famílias.
3. As consolarei em todas suas aflições.
4. Serei seu amparo e refúgio seguro durante a vida, e principalmente na hora da morte.
5. Derramarei bênçãos abundantes sobre seus projetos.
6. Os pecadores encontrarão em meu Coração a fonte e o oceano infinito de misericórdia.
7. As almas tíbias se tornarão fervorosas.
8. As almas fervorosas serão rapidamente elevadas a grande perfeição.
9. Abençoarei as casas em que a imagem de meu Sagrado Coração estiver exposta e for honrada.
10. Darei aos sacerdotes a graça de mover os corações empedernidos.
11. As pessoas que propagarem esta devoção, terão escrito seu nome em meu Coração e jamais será apagado dele.
12. A todos os que comungarem nove primeiras Sextas-feiras do mês contínuos, o amor onipotente de meu Coração lhes concederá a graça da perseverança final.

Entre as práticas que compreende esta devoção, sobressai a da Comunhão das nove primeiras sextas-feiras do mês, que além da graça acima descrita, Jesus revelou a Santa as seguintes palavras:
“Eu te prometo, na excessiva misericórdia de meu Coração, que meu amor todo poderoso concederá a todos os que comungarem nove primeiras sextas feiras do mês seguidos a graça final da penitência; não morrerão em pecado nem sem receber os sacramentos, e meu divino Coração lhe será asilo seguro naquele último momento”.

Este ano, no dia 1º de junho, o Papa Bento XVI no momento do Ângelus lembrou a necessidade das famílias serem consagradas ao Sagrado Coração de Jesus, fonte de bênçãos e de amor. Lembremos também nós, de que este Coração arde em chamas de amor, ainda hoje, e está próximo de nós. Como Pio XII tenhamos a certeza de que é Ele que nos chama e se aproxima de nós, que o Sagrado Coração de Jesus possa nos dá a graça de perseverar neste caminho, nos consagrando a Ele e oferecendo orações e penitências em desagravo as ofensas recebidas.

Vem aí o Encontro de oração com a IRMÃ ZÉLIA

NÃO PERCAM!!!!!!!!

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Muita música, pregações e momentos de louvor!

Venha comemorar conosco os 15 anos do Grupo de Oração “Fonte de Vida” e do MUR – Ministério Universidades Renovadas

Local: Ginásio da ASAV

Domingo – 28/06/2009

A partir das 08:30

Outras informações pelo tel.: 31-3891-5349

Promoção: RCC – Renovação Carismática Católica de Viçosa