RCC Viçosa – Renovação Carismática Católica de Viçosa
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ENTENDA O SIGNIFICADO DO TRÍDUO PASCAL

Padre Paulo Ricardo
 
Padre Paulo Ricardo
“No Tríduo Pascal o sentimento de uma única celebração é tal que fazemos o sinal da cruz no início da Missa do Lava-pés e só vamos torná-lo a fazer no final da Vigília Pascal”
 
 
 
Estamos na Semana Maior do Cristianismo e a Igreja nos convida para celebrarmos bem o mistério da nossa salvação: a Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. “O Tríduo Pascal são os três dias fundamentais dos quais se deu o mistério da nossa salvação. Liturgicamente corresponde a uma única celebração, que percorre três dias”, afirma padre Paulo Ricardo, reitor do Seminário Cristo Rei da Arquidiocese de Cuiabá (MT), que explica, nesta entrevista, a dinâmica da celebração do Tríduo Pascal.
Padre Paulo: O ano litúrgico está todo centrado no ministério pascal. A Páscoa é uma festa que acontece todos os anos no domingo e as pessoas sempre se perguntam por que ela [Páscoa] sempre muda de data. É porque se trata de um cálculo feito a partir da primavera lá na terra de Jesus. Quando se inicia a primavera na terra onde Cristo viveu nós olhamos no calendário e procuramos a primeira lua cheia, no domingo seguinte é a Páscoa. É assim que se faz o cálculo dessa festa. Uma vez fixada a festa pascal, daí é que decorre o resto do ano litúrgico. Assim como os planetas giram ao redor do sol, o ano litúrgico gira ao redor da Páscoa, que é o foco da vida cristã.
cancaonova.com:Por que a Páscoa é a festa mais importante para a Igreja Católica e não o Natal, por exemplo?
Padre Paulo: Porque é na Páscoa que nós celebramos o grande mistério da nossa salvação. É evidente que não haveria Páscoa sem o Natal, não haveria redenção sem a encarnação, mas a Páscoa é a finalidade pela qual Jesus se encarnou. Na verdade, é a encarnação que está em função da Páscoa e não o contrário. Cristo se torna homem para descer até o pecado da humanidade. É sempre o mesmo fenômeno de descida, o mesmo dinamismo de descida. Como diria São Paulo, na Carta aos Filipenses no capítulo 2, é um esvaziamento. O Senhor desce e o apóstolo dos gentios descreve esse movimento dizendo: “Ele se fez servo, se esvaziou assumindo a figura de servo, se fez obediente até a morte. E uma morte na cruz”. Nós vemos que degraus vamos descendo, o Senhor se faz homem em forma de servo, obediente e morre na cruz. É o mecanismo de descida até os infernos dos nossos pecados, para, então, de lá nos resgatar para que possamos ir para Deus. São Paulo descreve essa saída do abismo da morte dizendo: “E por isso Deus o exaltou e deu a Ele o nome que está acima de qualquer nome para que todo o joelho se dobre e proclame para glória de Deus Pai que Jesus Cristo é o Senhor”. Este hino de Filipenses, capítulo 2, descreve esta dinâmica pascal, que é a nossa salvação. Portanto, Páscoa e encarnação não são dois conceitos contraditórios, mas, na verdade, são a mesma dinâmica de descida de Cristo ao inferno do nosso pecado para dali nos resgatar e levar para Deus.
“A Páscoa é a finalidade pela qual Jesus se encarnou”
Foto: Wesley Almeida/CN
cancaonova.com: O senhor pode explicar um pouco sobre o Tríduo Pascal? Padre Paulo: Se nós olharmos dentro da história, nos envolvimentos no ano litúrgico, o que havia inicialmente eram dois domingos, o Domingo da Paixão e o Domingo da Páscoa. É por isso que ainda hoje nós chamamos o Domingo de Ramos de Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, porque naquele domingo celebramos a Morte de Nosso Senhor Jesus. O Evangelho que é lido nesse dia é o Evangelho da Paixão, no domingo seguinte celebramos, então, a Ressurreição. São estes dois domingos que, inicialmente, eram o ciclo de celebração da passagem da morte para a vida, do pecado para a vida nova. Porém, as pessoas começaram, por devoção, a imitar, nas celebrações, a última semana de Jesus e foi sendo criada a ideia de Semana Santa. Durante essa semana nós temos o Tríduo Pascal, que são aqueles três dias nos quais se deram o mistério da nossa salvação e da nossa redenção. Vamos aprender a contar o Tríduo Pascal: Primeiro dia: Os judeus começavam as contagens dos dias a partir do aparecer da primeira estrela, ou seja, no pôr do sol quando aparece a primeira estrela, ali começou o dia. Isso quer dizer que, na quinta-feira à noite, quando apareceu a primeira estrela, Jesus estava no cenáculo celebrando a Eucaristia com os discípulos. A instituição da Eucaristia na quinta à noite, na verdade, não é na quinta, pois, de acordo com o comportamento do judeu, já estamos da sexta-feira. Ou seja, Jesus instituiu a Eucaristia no mesmo dia em que Ele morreu na cruz. Naquele mesmo dia em que Jesus a instituiu Ele morreu e foi sepultado na Sexta-feira [Santa]; este é o primeiro dia. Segundo dia: O sábado, que é o grande dia do silêncio, é um dia alitúrgico por não existir nenhuma celebração para ser feita nesse dia. O sábado é o dia do silêncio, porque é o dia em que a pedra rolou sobre o túmulo. É então, quando o sol se põe no sábado à noite, ao aparecer da primeira estrela, que nós já estamos no Domingo de Páscoa, que é o terceiro dia. Então a Vigília Pascal é o momento em que nós celebramos a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ficou uma linguagem um pouco antiquada chamar o sábado de “Sábado de Aleluia”. Antes da reforma litúrgica, que foi realizada pelo Papa Pio XII, na década de 50, a Vigília Pascal era celebrada no sábado de manhã, por causa do escrúpulo que as pessoas tinham em função do jejum, pois havia uma lei afirmando que o jejum Eucarístico precisava ser guardado desde a meia-noite até a hora da comunhão. Então é evidente que se o jejum começava meia-noite seria muito difícil as pessoas celebrarem uma Santa Missa na noite do sábado, porque significariam quase 24 horas de espera sem comer nada. Por isso, a Missa era celebrada no sábado de manhã. Pio XII mudou esta lei e transferiu a Missa da Vigília Pascal para a noite entre o sábado e o domingo, que é a noite na qual Jesus ressuscitou, porque não tinha sentido nenhum fazer uma Vigília Pascal e entrar na igreja cantando: “Eis a luz de Cristo” em pleno sábado de manhã com o sol brilhando lá fora. Então foi uma reforma que veio em boa hora. Este é o Tríduo Pascal, são estes três dias em que nós celebramos a Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Estes três dias coincidem com esses três dias em que Cristo permaneceu no túmulo. No primeiro dia o Senhor institui a Eucaristia, morre na cruz e é sepultado. No segundo dia é o dia em que Ele fica completamente no túmulo. No terceiro dia é o dia em que Jesus ressuscita, Ele estava no túmulo, mas sai ressuscitado para a nossa salvação. :.Confira a programação do Acampamento de Semana Santa cancaonova.com: Poderíamos dizer então que o Tríduo constitui uma única celebração da Páscoa? Padre Paulo: Sim. Liturgicamente o Tríduo Pascal é uma única celebração. É preciso também recordar uma outra realidade canônica: a Igreja pede que nós estejamos na Missa todos os domingos, portanto, a obrigação canônica de guardar os domingos e os dias santos é a obrigação de ir à Santa Missa no Domingo de Páscoa. É importante que os fiéis saibam que não existe obrigação canônica de ir à celebração da Sexta-feira Santa ou da Quinta-feira Santa, ou mesmo à celebração da Vigília Pascal. A obrigação canônica é de ir à Santa Missa no Domingo de Páscoa, no entanto se a pessoa parcicipou da Missa da Vigilia Pascal o Domingo está guardado.  Agora, a realidade litúrgica e espiritual diz que é muito importante participar das celebrações litúrgicas do Tríduo Pascal. Não é uma obrigação canônica, mas nós não fazemos somente aquilo que é obrigatório, nós aquilo que nos faz bem e é bom para nós. Nós iniciamos o Tríduo com a Missa de Quinta-feira Santa, a instituição da Eucaristia e de lava-pés, quando este [Tríduo] começa. É importante notar que fazemos o sinal da cruz no início da celebração da Quinta-feira Santa e só vamos fazer esse sinal outra vez no final da Santa Missa da Vigília Pascal, como se fosse realmente uma única celebração, que começou com o sinal da cruz na Quinta à noite e termina com esse sinal na Missa da Vigília na noite de Sábado para Domingo. Neste intervalo de tempo, no missal, não está previsto nenhum sinal da cruz, porque a Missa de lava-pés termina em silêncio e sem bênção final. A celebração da adoração da santa cruz, na Sexta-feira Santa, começa e termina sem traçar o sinal da cruz. A Vigília Pascal, no Sábado à noite, começa sem o sinal da cruz e, então, somente no final desta [Vigília] é que se recebe a bênção pascal, a bênção do Ressuscitado. É interessante ver que existe uma grande harmonia nestas várias celebrações, estão todas ligadas umas com as outras. Estamos falando de celebrações litúrgicas, é evidente que existem celebrações paralitúrgicas e devocionais como as procissões do Senhor morto, as Vias-sacras, procissões do encontro em que a Virgem Maria se encontra com Jesus, que carrega a cruz, etc. Todas essas celebrações são celebrações paralitúrgicas e devocionais. Fonte: www.cancaonova.com
Estamos na Semana Maior do Cristianismo e a Igreja nos convida para celebrarmos bem o mistério da nossa salvação: a Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. “O Tríduo Pascal são os três dias fundamentais dos quais se deu o mistério da nossa salvação. Liturgicamente corresponde a uma única celebração, que percorre três dias”, afirma padre Paulo Ricardo, reitor do Seminário Cristo Rei da Arquidiocese de Cuiabá (MT), que explica, nesta entrevista, a dinâmica da celebração do Tríduo Pascal.
cancaonova.com: O ano litúrgico é igual ao ano civil? Qual a diferença?

UNIVERSITÁRIOS CATÓLICOS ESCREVEM LIVRO SOBRE EXPERIÊNCIA DE EVANGELIZAÇÃO

Entre os dias 17 e 23 de agosto do ano passado, os participantes do Ministério Universidades Renovadas (MUR) participaram da primeira Semana Nacional Missionária (SNM). A idéia era levar o amor aos campi universitários, através da experiência “Eu quero mais é deixar o Amor amar”. Assim, orientados por sete palavras: amor, unidade, abraçar a cruz, ousadia e radicalidade, alegria, gratuidade, missão; os jovens saíram anunciando a Palavra de Deus pelas universidades de todo o Brasil. Dentre as atividades sugeridas pela apostila de formação, estavam shows católicos, luau, experiência de oração, calouradas, grupos de oração em espaços abertos e tudo o mais que o Espírito inspirasse. Cada estado, cada diocese se preparou para organizar as atividades de evangelização. Esta semana de evangelização foi denominada Ruah, sugerindo que o sopro do Espírito Santo se espalhasse por todos os cantos do Brasil e em cada espaço das universidades.  Essa movimentação universitária comoveu e tocou o coração de cada integrante do MUR, e por isso, houve a inspiração de um registro concreto dessa experiência. A Renovação Carismática Católica (RCC) fez o convite à escrita de um livro, possibilidade de cada um partilhar sua experiência e deixar gravada toda a história deste tempo de evangelização para o qual o MUR foi convidado. O convite da Comissão nacional de Formação é bastante claro: “Esperamos pelo seu testemunho, luquinha [como são conhecidos os integrantes do MUR] para deixarmos na memória, em um livro testemunhal, as grandes maravilhas que o Senhor fez no meio de nós nesta primeira Semana Missionária Nacional! Com certeza, será um livro magnífico, pois contará não uma história de ficção, mas a história real da ação de um Deus vivo no meio de seus jovens”. No livro, haverá espaço para fotos e partilhas, sendo todo o conteúdo dividido em oito capítulos temáticos. Os dois primeiros capítulos, terão 9 testemunhos de pessoas que participaram do RUAH em Palmas-TO e pessoas da Equipe Nacional de Serviço. Outros cinco capítulos terão aproximadamente 30 testemunhos de luquinhas de cada região do Brasil. O último capítulo trará orientações sobre como fazer o Ruah, mostrando passos concretos para quem deseja realizá-lo. Já a seleção dos testemunhos será feita pela Comissão Nacional de Formação do MUR, juntamente com as Coordenações do MUR de cada Estado. Alguns pontos serão observados: Expressividade e profundidade evangélica do testemunho; representatividade de todas as regiões do Brasil; diversidade de temáticas abordadas no livro. Os testemunhos serão enviados por regiões. Para o sudeste, o endereço é o seguinte: testemunhosudeste@universidadesrenovadas.com O prazo para envio de fotos e de testemunho é 31 de março. Mais orientações estão disponíveis no site do MUR: www.universidadesrenovadas.com Fonte: www.rccminas.com.br

O CONGRESSO NACIONAL DA RCC SERÁ EM MINAS GERAIS

MINAS JÁ SE PREPARA PARA O CONGRESSO NA CAPITAL

Por: Roseli Lara e Gerlice Rosa   Os mineiros estão de caravana formada para o Nacional. Organize você também a sua!Minas te espera.   Neste ano, de 14 a 18 de julho, em BH, os carismáticos do Brasil vão celebrar a Palavra de Deus “Proclama a Palavra, Anuncia a Boa Notícia” (II TIm. 4,1-5). Minas Gerais acolhe toda a diversidade brasileira no Congresso Nacional e, com certeza, os mineiros marcarão presença na cidade sede, Belo Horizonte. Uma programação ungida está sendo preparada e o Brasil será incendiado. Você não pode ficar alheio às grandes graças que vão ser derramadas, pois o Congresso é a manifestação nacional da Cultura de Pentecostes. As inscrições já estão abertas, no valor de R$30,00. Para quem quitar a inscrição até o dia 15/05: R$ 30,00; - De 16/05 até 06/07: R$ 40,00; - Após esse prazo, o valor será de R$ 50,00. Cada diocese já se organiza, pensando a melhor forma de levar os participantes dos grupos de oração para a capital mineira. A diocese de Uberaba, ciente da importância do evento para os membros da RCC, já se organiza e prioriza a presença de cada participante do Movimento. A caravana está sendo formada e já existe uma forma de parcelamento do frete do ônibus para os interessados, de forma a facilitar e estimular a participação. Organize você também a sua caravana. Acolhamos todo o Brasil na nossa casa (Minas Gerais). Acompanhe a movimentação de Minas e do Brasil para o Congresso Nacional acessando o portal RCC Minas: www.rccminas.com.br e o hotsite /congressowww.rccbrasil.org.br

CRISTO É SHOW 2010: NO COLO DA MÃE

Há dois anos a TV CANÇÃO NOVA  leva ao mundo o que Minas tem de melhor: o povo mineiro. Neste contexto, a TV Canção Nova Minas e Mundo Novo apresentam: CRISTO É SHOW 2010, no dia 08 de maio, às 19 horas, no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte, cujo tema é: NO COLO DA MÃE. Presenças confirmadas de: Pe. Zezinho, Anjos de Resgate, Diácono Nelsinho Corrêa e Eros Biondini. Organize a sua caravana e participe!! Informações: (31)3568-3732

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DE SEMANA SANTA DA TV APARECIDA: VALE A PENA CONFERIR!

O espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém é o destaque da programação especial que também transmitirá celebrações ao vivo, filmes e musicais
 
O drama vivido por Jesus Cristo e a alegria de sua ressurreição serão revividos durante a Semana Santa na TV APARECIDA. Celebrações, filmes, documentários e musicais fazem parte da programação especial que promete emocionar e levar o telespectador a viver intensamente esse período de reflexão e santificação.
Além das celebrações transmitidas, ao vivo, direto do Vaticano e do Santuário Nacional de Aparecida, a emissora exibirá filmes e documentários que retratam as mais belas histórias do catolicismo e musicais que traduzem a fé em música e poesia.
A programação especial tem ainda, como destaque, a exibição do maior espetáculo teatral ao ar livre do mundo: a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, onde o ator Murilo Rosa revive os últimos passos, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo e emociona o público com sua interpretação, em uma das mais importantes passagens da história da humanidade. No elenco do espetáculo, que será exibido na Quinta e na Sexta-feira Santa, também estão Emanuelle Araújo, no papel de Maria Madalena e Oscar Magrini, como Pilatos.
Assista ao vídeo de divulgação da programação: http://www.youtube.com/watch?v=LmmSFmmckN8
 
SERVIÇO
 
Celebrações – Santuário de Aparecida
28/03 – Missa de Ramos, às 07h30 e às 18h;
01/04 – Missa do Crisma, às 9h;
01/04 – Missa da Ceia do Senhor, às 20h;
02/04 – Celebração da Paixão, às 15h;
03/04 – Vigília Pascal, às 20h.
 
Celebrações – Vaticano
02/04 – Via-sacra no Coliseu, às 20h;
04/04 – Missa de Páscoa, às 05h15;
04/04 – Benção Urbi Et Orbi, às 12h.
 
Documentários
01/04 – Jordânia – Passado e presente, às 19h15 e 02/04, às 22h30;
02/04 – Sinos e silêncios, às 13h45.
 
Filmes
31/03 – Madre Teresa, às 21h;
01/04 – Mateus, às 23h15;
02/04 – Santa Rita, às 18h15;
03/04 – Francesco, às 17h30;
04/04 – A Travessia da Serra que Chora, às 15h30.
 
Musicais
02/04 – Canções ao pé da cruz – Coro sinfônico do Conservatório de Tatuí, às 21h30;
02/04 – Palavras que não passam – Pe. Zezinho, às 23h;
03/04 – Adriana, às 23h30.
 
Paixão de Cristo de Nova Jerusalém
Com Murilo Rosa, Emanuelle Araújo e Oscar Magrini
01/04, às 21h30;
02/04, às 16h30.
 
 
TV APARECIDA
Você em boa companhia
www.tvaparecida.com.br
relacionamento@tvaparecida.com.br

A propósito da Semana Santa

Padre Paulo Dionê Quintão
Pároco do Santuário Santa Rita de Cássia. Jubileu de Prata Sacerdotal 1984 - 2009
E-mail: santuariosrc@lince.tdnet.com.br
Site: http://www.rccvicosa.com

O mistério de Cristo, celebrado intensamente na Páscoa, nos faz pensar se temos sido capazes de mudar nossa cruz de cada dia em ressurreição definitiva. Ao pé da cruz redentora do Senhor encontramos força e razão para seguir à frente. Faz-nos bem reconhecer o testemunho de quantos nos legaram o exemplo da fidelidade à Cruz. Isto nos dá coragem para assumir, com audácia e ternura, a obra da evangelização nesta aldeia global, onde o amor não recebe atenção adequada.

O símbolo da cruz torna sagrados os ambientes, manifestações sociais e particulares. Para não ser excluído ou manipulados em seu autêntico sentido, é importante ter sempre em conta os “crucifixos” de sempre: os idosos, doentes, pobres, explorados e as “minorias” em geral. No altar da Missa, a Cruz não só evoca a figura bíblica da serpente de bronze que Moisés elevou no deserto, (olhando para ela os hebreus picados pelas serpentes eram curados), mas prossegue para nós como o símbolo da fé dos que entendem que sem Deus a vida nem pode ser vivida de verdade. Que todos digam a nosso respeito, ao transformar a cruz em luz: “Alegraram-se os discípulos ao verem o Senhor” (Jo 20,20).

Aproxima-se a Semana Santa e vamos ter diante dos olhos os grandes sofrimentos de Cristo. Prenderam-no e escarraram em seu rosto, deram-lhe bofetadas, rasgaram seu corpo com um terrível chicote e coroaram-no com espinhos, isto é: colocaram em sua cabeça uma espécie de capacete com fortes espinhos que, furando a pele, tentavam penetrar em seu crânio. Mas, apesar de tudo, Jesus levou a sua cruz até o alto do Calvário. Lá, com as mãos e os pés traspassados, após três horas de terrível agonia, expirou.

E nos perguntamos: por que Jesus sofreu? E vem logo a resposta da Bíblia: para obter para a humanidade o perdão dos pecados. O pecado é de uma gravidade terrível, de uma malícia sem limites. É a ofensa a um Deus imensamente santo, é revolta contra o criador que nos cumulou de bens. A Cruz de Cristo foi a reparação necessária pelos nossos pecados.

Entretanto, tantas pessoas pensam que Nosso Senhor sofreu simplesmente para que pudéssemos afastar de nossas vidas os constrangimentos, problemas e dores. A Religião seria uma espécie de pára-raios, a garantia de uma existência suave, sem maiores transtornos. E, se lhes parece uma doença ou outra dificuldade, logo multiplicam promessas, novenas, velas acesas, etc. E, se o sofrimento não desaparece logo, perdem a Fé. Vão logo afirmando: “Para que rezar? Deus não ouve as minhas preces. Não adianta orar”.

Ó, como gostaria de deixar bem clara esta verdade! Cristo sofreu não para arrancar toda a cruz de nossas vidas, mas para dar-nos a força de levar esta cruz. Jesus não é uma espécie de seguro contra as dificuldades da existência, mas sim alguém que leva conosco a nossa cruz. Dá-nos a força de carregá-la, mas não a arranca, deixa-nos com ela. É o Cireneu ao nosso lado. Diz a Sagrada Escritura: “Era necessário que o Filho do Homem sofresse muito, mas depois ressuscitasse” (Mc 8,31). Para cada um de nós, com toda a verdade, podemos repetir as palavras da Bíblia. E como Jesus é claro neste ponto. Ele diz: “Se alguém quiser ser meu discípulo, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Mt 16,24).

Mas então não posso pedir a Deus que me cure desta doença, resolva para mim este problema ou afaste aquele sofrimento? É claro, Deus é Pai. Ama-nos com um amor imenso, infinito. Está sempre pronto a socorrer-nos. Jesus também, no Jardim das Oliveiras, suplicou ao Pai que o livrasse da Paixão. Orou assim: “Meu Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice”, (na linguagem aramaica, esta expressão significa livrar do sofrimento). Mas logo acrescentou: “Todavia não se faça o que eu quero, mas, sim, o que tu queres” (Mt 26,39). Entregou-se completamente aos desígnios divinos. Como Jesus acrescentemos às nossas preces sempre um ato de aceitação do plano de Deus.

Muitas vezes, os sofrimentos são necessários, indispensáveis em nossa vida. Desapegam-nos dos prazeres mundanos, mostram-nos as realidades celestes, satisfazem pelos nossos pecados, iluminam as estradas da nossa vida e são preciosas oportunidades de méritos para a vida futura. Nunca Deus permite um sofrimento à toa em nossa vida, Deus quer sempre o nosso bem. Se, depois de nossas preces, não afasta do nosso caminho uma doença ou outra dificuldade é porque deseja a nossa verdadeira felicidade. Confiemos sempre em seu amor de pai. Abracemos, portanto, com generosidade a nossa cruz.

Caráter teândrico da Igreja


Diante do alvoroço com que as notícias que afetam a imagem da Igreja são divulgadas com grande sensacionalismo na Imprensa, é de bom alvitre que se tenha em consideração o caráter teândrico do Corpo Místico de Cristo. A Igreja é uma realidade divina e humana. Pio XII na Encíclica Mystici Corporis Christi explicava que, quando nesta Instituição se descobre algo que argüi a debilidade de nossa condição humana não há que se atribuir isto à sua constituição jurídica, senão à deplorável inclinação dos indivíduos ao mal, a qual o seu Fundador permite ainda nos mais altos membros da hierarquia eclesiástica, para que se prove a virtude das ovelhas e dos pastores e para que em todos nós se aumentem os méritos da fé cristã. Como dizia o Apóstolo Paulo, Jesus amou esta Igreja “e por ela se entregou a si mesmo para a santificar, purificando-a no batismo da água pela palavra da vida para apresentar a si mesmo esta Igreja gloriosa sem mácula, sem ruga ou coisa semelhante, mas santa e imaculada” (Ef 5, 24-27).

O divino que há na Igreja brilha, precisamente, com maiores fulgores no meio das sombras. Deus respeita sempre a vontade livre do homem. A melhor prova da indestrutibilidade da Igreja é, exatamente, o fato de que, apesar das múltiplas faltas dos homens, clero e fiéis, ela não pereceu e nem perecerá nunca. O próprio papa Adriano VI, em plena ofensiva luterana ordenou em 1522 a seu legado na dieta de Nuremberg: “Havereis de dizer: reconhecemos que Deus permitiu esta provação à Igreja por causa dos pecados dos homens, particularmente dos sacerdotes e prelados”. Muitas vezes se esquece que entre apenas doze Apóstolos um traiu vilmente a Jesus, o qual na hora de sua morte só pôde contemplar aos pés da Cruz, o evangelista São João. São Pedro que seria constituído Chefe de Sua Igreja, antes, O negou lamentavelmente diante das autoridades judias.  Nos Evangelhos deparamos diversas recriminações do Mestre divino a seus discípulos. A própria Igreja mostra seu caráter teândrico ao rezar se dizendo “santa e pecadora”. Diante dos pecados cometidos pelos cristãos cumpre orar, e orar muito, para que Deus proteja a todos contra o Inimigo, como Jesus ensinou: “Não nos deixeis cair em tentação”. A verdade é que medidas disciplinares têm sempre sido prudentemente tomadas pelas autoridades da Igreja, através dos tempos, com muita firmeza, mas com suma caridade, diante de toda atitude condenável por parte de qualquer elemento do Clero. Ela jamais transigiu, condescendeu compactuou com a imoralidade seja ela qual for.  É o caso, porém, de se dizer aos que se julgam impolutos, o que falou Jesus aos fariseus:  “Quem dentre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra”.

Cumpre que se lembre o está no Salmo: “Se tiverdes em conta nossos pecados, Senhor, Senhor, quem poderá subsistir diante de vós?” (Sl 129,3). Que se oponha a virtude ao sensacionalismo rancoroso e odioso. Cumpre execrar o pecado e criar condições para que não haja o desprezo ao Decálogo, mas que cada ser humano procure primeiro, ele mesmo, estar de acordo com o Mandamentos sagrados da Lei divina. A virtude é mais luminosa que o vício. Quanta beleza há no jardim da Igreja, flores perfumadas com as ações mais gloriosas de santos eminentes. O erro e seus comparsas contam, porém, com as forças do mal para não dar ênfase ao que há de heróico na vida de milhares de batizados, leigos e Ministros ordenados.

PROGRAMA – SEMANA SANTA EM VIÇOSA

As Comunidades Paroquiais de Viçosa se unem para as celebrações do mistério da Páscoa do Divino Salvador. Vamos rememorar, através da Semana Santa, a entrega total de Cristo pela salvação da humanidade. 26 DE MARÇO – SEXTA-FEIRA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: 19h – Missa e Setenário das Dores – Matriz de Fátima; 20h30 – Acolhida da imagem de Nossa Senhora das Dores. PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA: 19h – Missa e Setenário das Dores – Comunidade Santa Terezinha (Vale do Sol). PARÓQUIA SÃO SILVESTRE: 7h – Celebração Eucarística na Igreja Matriz; 9 às 11h – Confissões em Silvestre; 15h – Confissões em São José do Triunfo; 19h – Celebração Eucarística em São José do Triunfo. PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA: 19h – Depósito de Nossa Senhora das Dores: Missa e Procissão do Santuário para a Igreja Matriz de Nossa Senhora de Fátima (Trajeto: Praça Silviano Brandão, Travessa João Carlos Belo Lisboa, Praça Marechal Deodoro, Rua Sebastião Lopes de Carvalho, Rua Francisco Machado, Avenida Olívia de Castro Almeida, Rua Maria das Neves, Matriz de Fátima). 27 DE MARÇO – SÁBADO PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: 19h – Missa – Matriz de Fátima. PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA: 19h – Missa – Comunidade São Francisco de Assis (Vau-Açu). PARÓQUIA SÃO SILVESTRE: 18h – Celebração Eucarística na Comunidade João Braz; 19h 30- Celebração Eucarística na Matriz de Silvestre. PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA: Missas: 8h 30 – Mosteiro Mãe de Deus; 17h: Santuário (Litúrgia a cargo do JSC e ASC); 19h: Santuário e Cantinho do Céu (bairro Santo Antônio); 19h 30: São Paulo Apóstolo. 28 DE MARÇO – DOMINGO DE RAMOS: Coleta da Solidariedade: Campanha da Fraternidade 2010 “Deus abençoe Aquele que vem em nome do Senhor” (Mt 21,9) PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: 7h e 10h – Missas – Matriz de Fátima; 8h30 – Bênção dos Ramos (Escola de Posses), Procissão e Missa – Setor Nova Viçosa; 17h – Bênção dos Ramos (antiga Escola do Palmital), Procissão e Missa – Setor Romão dos Reis; 18h – Bênção dos Ramos (final da Rua das Estrelas), Procissão para a Matriz de Fátima e Missa – Setor Fátima. PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA: 8h – Procissão saindo da Escola Padre Álvaro para a Igreja Matriz de São João Batista onde haverá a Missa de Ramos; 16h – Missa na Comunidade de São Geraldo (Piúna); 19h – Missa na Escola Padre Álvaro. PARÓQUIA SÃO SILVESTRE: 8h – Benção e Procissão de Ramos em São José do Triunfo; 8h – Bênção dos Ramos (saída em frente a Univiçosa) para a Matriz de São Silvestre; 9h – Benção e Procissão de Ramos em Cachoeirinha; 17h – Benção e Procissão de Ramos em Buieié e Novo Silvestre. PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA: Benção, Procissão de Ramos e Missas: 7, 10, 15, 18 e 19h 30 – Santuário; 8h30 – Nossa Senhora de Lourdes e São Vicente de Paulo; 9h – Santo Antônio; 10h30 – Santa Clara; 17h – Mosteiro; 17h – Início na Igreja de Passos, seguindo para o Santuário. 29 DE MARÇO – SEGUNDA-FEIRA: PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: 19h – Missa – Matriz de Fátima; 19h – Celebração da Palavra e Via Sacra nas comunidades; 20h – Confissões – Matriz de Fátima; 9h às 12h; 14 às 17h: Confissão e Unção dos Enfermos. (Obs.: os padres irão às casas): PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA: 19h – Missa na Escola Padre Álvaro; 19h30 – Via Sacra: saindo da Escola Padre Álvaro em direção às Comunidades Divino Espírito Santo (Laranjal) e N. Sra. Aparecida (Amoras); Confissões: Secretaria Paroquial – 9h às 11h, 14h às 17h e na Escola Padre Álvaro após a Missa. PARÓQUIA SÃO SILVESTRE: 19h – Celebração Eucarística na Comunidade João Braz; 19h – Celebração Eucarística na Comunidade de Cachoeirinha; 9h às 12h; 14 às 17h: Confissões em Cachoeirinha. PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA: 17h – Missa no Mosteiro; 19h – Via Sacra (Igreja de Passos – Bairro Fuad Chequer); 15 e 19h – Missas no Santuário. 30 DE MARÇO – TERÇA-FEIRA: PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: 7h e 19h – Missas – Matriz de Fátima; 19h – Celebração da Palavra em Nova Viçosa e Posses e Procissão do Encontro; 20h – Procissão de Nossa Senhora das Dores; 9h às 12h; 14 às 17h: Confissões – Matriz de Fátima. PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA: 19h – Missa na Escola Padre Álvaro, seguida da Procissão do Encontro em direção a Praça Silviano Brandão; Confissões: Secretaria Paroquial – 9h às 11h, 14h às 17h. PARÓQUIA SÃO SILVESTRE: 7h – Celebração Eucarística na Matriz de São Silvestre; 19h – Via Sacra em São José do Triunfo; 20h – Reflexão sobre o encontro em São José do Triunfo ; 9h às 12h; 14 às 17h: Confissões em São José do Triunfo. PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA: 7, 15 e 19h – Missas no Santuário; 17h – Missa no Mosteiro. 20h30 – Cerimônia do Encontro: - Nossa Senhora das Dores: da Igreja Matriz Nossa Senhora de Fátima para a Praça Silviano Brandão. - Nosso Senhor dos Passos: da Paróquia de São João Batista a Praça Silviano Brandão. - Sermão do Encontro: Praça Silviano Brandão. 31 DE MARÇO – QUARTA-FEIRA: PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: 7h – Missa e Via Sacra – Matriz de Fátima; 19h – Caminhada (da Matriz de Fátima para o Colégio Equipe) e Missa da fraternidade; 20h – Procissão de Nossa Senhora das Dores; 9h às 12h; 14 às 17h: Confissões – Matriz de Fátima. PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA: 19h – Missa na Escola Padre Álvaro; 19h30 – Celebração Penitencial na Escola Padre Álvaro; Confissões: Secretaria Paroquial – 9h às 11h, 14h às 17h e na Escola Padre Álvaro após a Missa. PARÓQUIA SÃO SILVESTRE: 7h – Celebração Eucarística na Matriz de São Silvestre; 8h às 11h30 ; 14 às 17h: Confissões em Silvestre. 19h – Celebração Eucarística na comunidade de Paula. PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA: 7, 15 e 19h – Missas no Santuário; 17h – Missa no Mosteiro. 20h – Procissão de Nosso Senhor dos Passos do Santuário à Igreja dos Passos. À chegada, Ofício Divino das Comunidades. 1 DE ABRIL – QUINTA-FEIRA SANTA TRÍDUO PASCAL “Isto é o meu Corpo” (Mc 14,22) MISSA IN COENA DOMINI PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: 8h – Ofício Divino das Comunidades – Matriz de Fátima; 19h – Missa da Ceia do Senhor. Vigília Eucarística até meia-noite: Matriz de Fátima e Nova Viçosa; 9h às 12h; 14 às 17h: Confissões – Matriz de Fátima. PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA: 19h – Missa da Ceia do Senhor, Mandamento do Amor e Cerimômia do Lava-Pés na Escola Padre Álvaro. Vigília Eucarística até 22 horas; Confissões: Secretaria Paroquial – 9h às 11h, 14h às 17h e na Escola Padre Álvaro após a Missa. PARÓQUIA SÃO SILVESTRE: 7h – Celebração da Ceia do Senhor, transladação ao Santíssimi Sacramento; 19h Matriz de São Silvestre, Cachoeirinha e São José do Triunfo; 8h às 11h30: Confissões em São José do Triunfo. PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA: Missa in Coena Domini, Mandatun e lava-Pés; 17h – Missa no Mosteiro, Santo Antônio e São Paulo Apóstolo. 18h – Santuário: Pregação sobre eucaristia, sacerdócio, e Mandamento do Amor. Rito do Lava-pés de 12 recuperandos da AAPC. Trasla, desnudamento a adoração ao Santíssimo Sacramento. 2 DE ABRIL – SEXTA-FEIRA SANTA SIC DEUS DO LEXITCO Jejum: 18 a 59 anos completos Abstinência de Carne: 14 anos até o fim da Fadade. PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: 6, 9, 14h – Momentos de Oração – Matriz de Fátima 7h – Via Sacra – Jardim dos Vales para Romão dos Reis;; 13h – Via Sacra – Nova Viçosa para Juquinha de Paua; 15h – Ação Litúrgica – Matriz de Fátima, Romão dos Reis e Juquinha de Paula. 19h – Cerimônia do Descendimento e Procissão do Enterro – Sermão do Descendimento. PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA: 6h – Caminhada Penitencial – Saindo da Igreja Matriz de São João Batista em direção a Comunidade São Sebastião (Inácio Martins) 13h – Sermão das Sete Palavras na Escola Padre Álvaro; 15h – Celebração da Paixão do Senhor – Ação Litúrgica, na Escola Padre Álvaro PARÓQUIA SÃO SILVESTRE: Celebração da Paixão do Senhor: 6h – Procissão Penitencial com Via Sacra do campo até o Cruzeiro no bairro Silvestre; 15h Matriz de São Silvestre, Cachoeirinha e São José do Triunfo; 20h – Descendimento da Cruz em São José do Triunfo. PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA: 5h – Procissão da Penitência; 12h – Sermão das Sete Palavras; 15h – Celebração da Paixão do Senhor – Ação Litúrgica: Santuário e Cantinho do Céu: Adoração da Cruz, Oração Universal e Comunhão; 15h – Solene Ação Litúrgica no Mosteiro. 21h – Acolhida da Procissão do Enterro – Santuário Santa Rita de Cássia. 3 DE ABRIL – SÁBADO SANTO PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: 8h – Ofício Divino das Comunidades – Matriz de Fátima, Nova Viçosa e Paraíso; 20h – Vigília Pascal e Procissão da Ressurreição – Nova Viçosa; 21h – Vigília Pascal e Procissão da Ressurreição – Matriz de Fátima. 9h30 às 12h; 14 às 17h: Confissões – Matriz de Fátima. PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA: 20h – Vigília Pascal e Procissão da Ressurreição na Escola Padre Álvaro; Confissões na Escola Padre Álvaro de 9h30 às 11h30. PARÓQUIA SÃO SILVESTRE: 20h – Matriz de São Silvestre, Cachoeirinha e São José do Triunfo; PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA: 9h – Ofício Divino das Comunidades; Solene Vigília Pascal: Bênção do Fogo Novo e do Círio Pascal, canto do “Exultet”, Litúrgia da Palavra, Litúrgia Bstismal e Litúrgia Eucarística: 17h – Mosteiro; 19h – Santo Antônio e São Paulo Apóstolo; 21h – Santuário Santa Rita de Cássia. 4 DE ABRIL – DOMINGO DA RESSURREIÇÃO “Que a Paz esteja com vocês!”(Jo 20, 19) PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: 7h, 10h e 19h – Missas – Matriz de Fátima; 8h30 – Missa – Juquinha de Paula; 16h – Missa e Procissão da Ressurreição – Paraíso. PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA: 8h30 – Missa – São Judas Tadeu (Barrinha) ; 16h – Missa na Comunidade de São José (Nobres); 19h – Missa na Escola Padre Álvaro. PARÓQUIA SÃO SILVESTRE: 8h – Novo Silvestre; 9h30 – João Brás; 18h30 – São José do Triunfo. PARÓQUIA SANTA RITA DE CÁSSIA: 7, 10, 15, 18 e 19h 30 – Missas no Santuário; 8h30 – Nossa Senhora de Lourdes e São Vicente de Paulo; 9h – Santo Antônio; 10h30 – Santa Clara; 17h – Mosteiro; 16h – Procisão da Ressurreição (À chegada, canto do Te Deum, Benção do Santíssimo e homenagens a Nossa Senhora da Ressurreição). 7 DE ABRIL – QUARTA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA 19h – Celebração do Lucernário e confraternização das comunidades, pastorais, movimentos e dimensões. FELIZ PÁSCOA!

Evangelho da Semana (Lucas 22,14-23)


— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

14. Chegada que foi a hora, Jesus pôs-se à mesa, e com ele os apóstolos.

15. Disse-lhes: Tenho desejado ardentemente comer convosco esta Páscoa, antes de sofrer.

16. Pois vos digo: não tornarei a comê-la, até que ela se cumpra no Reino de Deus.

17. Pegando o cálice, deu graças e disse: Tomai este cálice e distribuí-o entre vós.

18. Pois vos digo: já não tornarei a beber do fruto da videira, até que venha o Reino de Deus.

19. Tomou em seguida o pão e depois de ter dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.

20. Do mesmo modo tomou também o cálice, depois de cear, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado por vós…

21. Entretanto, eis que a mão de quem me trai está à mesa comigo.

22. O Filho do Homem vai, segundo o que está determinado, mas ai daquele homem por quem ele é traído!

23. Perguntavam então os discípulos entre si quem deles seria o que tal haveria de fazer.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Jesus não queria o sofrimento, mas não fugiu dele. Tinha saltado das alturas do Pai para o seio de sua santa Mãe. Mas, havia chegado o momento de partir outra vez para o Pai. Só tinha feito uma coisa durante a travessia: amar. E agora, no fim de sua vida, dispunha-se a lançar sua suprema ofensiva de amor: “Tenho desejado ardentemente comer convosco esta Páscoa, antes de sofrer”.

Não procurava a morte. Nunca tinha saído ao encontro dos que não o aceitavam para desafiá-los, dizendo: estou aqui, façam de mim o que quiserem. Pelo contrário, tratara de esconder-se quanto fora possível. Arriscou uma ou outra vez a sua vida, mas não queria a morte; só queria a conversão de Israel. O resto havia entregado nas mãos do Pai.

Jesus tinha um objetivo a alcançar e sabia que o sofrimento fazia parte dele. Todavia, o seu relacionamento com o Pai era de uma profundidade a toda prova e ele tinha certeza de que não estava sozinho: “Eis que vem a hora em que sereis espalhados, cada um para o seu lado, e me deixareis sozinho. Mas não estou só, porque o Pai está sempre comigo” (Jo 16, 32).

Esta foi, sem dúvida, uma fantástica lição de vida que Jesus nos deixou: precisamos ter com Deus um relacionamento tal de intimidade que nos permita perceber se a nossa caminhada está de acordo com sua vontade ou não. Quando permitimos que o Senhor manifeste em nossa vida os seus desígnios, não precisamos ter medo dos sofrimentos, incompreensões, solidão, que fazem parte da caminhada de todo ser humano, mas que é possível suportar e superar quando se tem a certeza da presença de Deus.

Na noite que antecedeu a paixão e morte de Jesus, Ele convidou seus amigos para cear. Não se tratava, porém, de uma ceia simplesmente para matar a fome, mas uma demonstração suprema do amor que Ele tinha pela humanidade. Não queria deixar-nos sós, porque sabia que não daríamos conta de sermos os continuadores de sua missão, se Ele mesmo não permanecesse conosco todos os dias, curando, libertando, renovando as forças na caminhada. Por isto disse que desejava ardentemente comer aquela ceia com os discípulos.

Por sua presença no pão e no vinho, ele se constituía companheiro inseparável de toda solidão humana até o fim dos tempos. A Eucaristia iria garantir sua presença nos corações habitados pela dor, garantiria o sono tranqüilo aos órfãos, pois se sentaria à sua sombra com coração de mãe. Seria o consolo e a fortaleza para as mães que choram seus filhos mortos. Para os feridos à beira do caminho seria o remédio, bem como um firme amparo para os encurvados sob o peso da idade.

Enfim, pela Eucaristia, seria uma ilha no oceano da solidão e um oásis no deserto da humanidade. A partir daquela noite, ninguém teria o direito de se lamentar de sua solidão ou de sua orfandade, porque Ele é para todos presença ressuscitada no pão e no vinho.

Quando perdemos alguém que amamos muito, tudo o que a pessoa fez ou falou nos momentos finais de sua existência, tem para nós uma importância toda especial. Considerando que esta pessoa é o próprio Deus no meio de nós, ao participarmos da procissão para receber a Eucaristia, instituída por Jesus pouco antes de sua morte, dobremos o nosso coração em louvor e agradecimento por esse amor que foi às últimas conseqüências com o objetivo de nos trazer plenitude de vida. LSNSJC!

Todo pecado tem perdão?

Professor Felipe Aquino
Doutor em Física pela UNESP e pelo ITA; há trinta e cinco anos é professor universitário e foi Diretor Geral do Instituto de Engenharia de Lorena - da USP-SP.
E-mail: felipeaquino@cancaonova.com
Site: http://www.cleofas.com.br/
D. Zita Coutinho

A Igreja ensina que qualquer pecado pode ser perdoado se a pessoa se arrepender, se Confessar e mudar de vida. Também o pacto demoníaco. Veja o que diz o Catecismo:

§982. Não há pecado algum, por mais grave que seja, que a Santa Igreja não possa perdoar. “Não existe ninguém, por mau e culpado que seja, que não deva esperar com segurança a seu perdão, desde que seu arrependimento seja sincero.” Cristo que morreu por todos os homens, quer que, em sua Igreja, as portas do perdão estejam sempre abertas a todo aquele que recua do pecado.

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