
Novas descobertas não contradizem sua origem divina
ROMA, 06 Mai. 10 / 05:07 pm (ACI).- As últimas descobertas sobre o Santo Sudário realizados pelos cientistas da Agência Nacional para as Novas Tecnologias, a Energia e o Desenvolvimento da Itália (ENEA) “não contradizem a teoria da Ressurreição” de Jesus Cristo, conforme declarou o diretor da equipe que realizou a investigação, o professor Paolo Di Lazzaro.
Em uma entrevista à agência Europa Press, Di Lazzaro explicou as conclusões do estudo, que duraram quatro anos e cujo objetivo era descobrir o modo em que foi realizada a enigmática imagem do Santo Sudário de Turim (ao norte da Itália), o linho que, segundo a tradição, cobriu o corpo morto de Jesus Cristo depois da crucificação.
Este manto se converteu em um dos objetos mais estudados do mundo. A principal interrogação que este expõe à ciência é sobre o modo em que foi realizada a imagem, cujas características químicas e físicas são virtualmente impossíveis de replicar, tanto ontem como hoje.
“Pelo momento, não foi possível reproduzi-la com nenhuma técnica conhecida”, já que “embora macroscopicamente pode que não se notem as diferenças, estas resultam evidentes quando se observa a malha em nível microscópico”, detalhou Di Lazzaro.
A particularidade da imagem original reside na “profundidade da coloração”, que foi impressa “de modo muito superficial, unicamente nos estratos mais externos da malha”. Depois de observá-la bem, sua equipe percebeu que “a imagem do Santo Sudário se parecia com as que realizam algumas indústrias têxteis através do laser”, por isso decidiram investigar o fato.
Depois de anos de experiências, a equipe conseguiu, pela primeira vez, “colorir uma malha de linho com a mesma sutil espessura com que foi colorida o Santo Sudário” através de “impulsos de luz ultravioleta extremamente breves mas muito intensos emitidos com um laser especial”.
Mas contudo, os investigadores só conseguiram reproduzir uma parte pequena do Santo Sudário, já que “para colori-la inteira seriam necessários 14 mil lasers, algo que no momento é impossível”, admitiu.
Não obstante, isto não tira valor à descoberta, com a que, pelo menos, “foi possível indicar o mecanismo físico que poderia ter estado na origem da imagem”. Do mesmo modo, ao ser perguntado a respeito, Di Lazzaro considerou que tal mecanismo “não contradiz a teoria religiosa do milagre ou da ressurreição”, já que esta poderia ter sido a causa da descarga de energia que originou a imagem, embora “este é um âmbito do que não podemos nos ocupar como cientistas”, precisou.
Nos últimos dias, Di Lazzaro organizou um seminário em Frascati (centro da Itália) no qual 48 peritos de todo o mundo se reuniram para falar das imagens chamadas acheiropoietos, quer dizer, que “não foram feitas com as mãos”.
O seminário, que terminou esta quinta-feira, contou com a participação de cientistas especializados procedentes de 16 nações. Além do Santo Sudário, foram analisadas a imagem da Virgem do Guadalupe o manto de Juan Diego e o Véu do Manoppello, que segundo a tradição, seria a imagem que teria deixado gravada Jesus no lenço com o que Santa Verônica secou o seu rosto durante a Paixão.
Ninguém viu a Deus em plenitude, isso é impossivel nesta vida; a nossa natureza não aguentaria a experiencia; Moisés teve visões veladas de Deus.
Cremos pela luz da fé que há um só Deus em três pessoas. Em Deus não há senão uma natureza, uma só essência, apenas uma substância, que subsistem em três pessoas, três centros de atribuição. São três centros de consciência, três modos de existir, três hipóstases ontologicamente relacionadas e não apenas em plano meramente dinâmico.
Tríade divinal que patenteia o Pai, o Filho e o Espírito Santo eternamente unidos no mesmo nome, no idêntico poderio e glória, numa inefável reciprocidade de conhecimento e afeição profunda. Foi preciso que o Filho, que se encarnou no seio da Virgem Maria, viesse a este mundo para expor esta realidade divina. Aos Apóstolos ele ordenou: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28,19. Quando Filipe pediu “Senhor, mostra-nos o Pai e isso nos basta. Respondeu Jesus: Há tanto tempo que estou convosco e não me conheceste, Filipe!
Aquele que me viu, viu também o Pai. Como, pois, dizes: Mostra-nos o Pai (Jo 14,8-9). É que Ele já havia dito aos Apóstolos: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10,30). Prometeu a seus discípulos: “O Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito (Jo 14,26). No Antigo Testamento este mistério não foi revelado, mas insinuado. Quando Deus criou Adão ele disse: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”, o que denota várias pessoas em Deus (Gn 1,26).
Quando da destruição de Sodoma ele enviou três Anjos revestidos da figura humana, os quais se hospedaram com Abraão que lhes falava como a um só. Santo Agostinho diz que o Patriarca via três e que não adorou senão um, porque os três representavam as três Pessoas da Santíssima Trindade que não são senão um Deus. O Profeta Isaías nos diz que teve uma visão na qual os Serafins que estavam perto do trono de Deus cantavam em coro: “Santo, Santo, Santo”, repetição que indica bem as três Pessoas da Trindade. Muitos filósofos antigos provaram pela razão a existência de Deus, mas não falaram da Trindade divina.
Foi preciso, de fato, que pessoalmente Cristo viesse ensinar esta sublime verdade que não é um absurdo para a razão humana. Desde toda eternidade o Pai se conhece. Este pensamento é eterno, substancial, é a imagem de toda vida divina igual a sua origem. Eis a segunda pessoa, o Filho, o Verbo eterno. O Pai e o Filho eternamente se amam. Este amor é essencial, intemporal, é o Espírito Santo, Terceira Pessoa, que procede do Pai e do Filho.Cumpre, portanto, agradeder a Deus a graça que fez aos homens de revelar-lhes este mistério. Daí uma fé inabalável nesta verdade porque Deus mesmo a fez chegar até nós e a Igreja sempre a ensinou e a propôs como o primeiro e maior mistério da fé.
Cumpre, além disto, estar o cristão consciente de que é o templo da Santíssima Trindade. Nunca se recordam demais as palavras de Jesus: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e nós viremos a ele e nele faremOS morada” (Jo 14,23). Eis por que se deve consagrar às três Pessoas da Trindade as três faculdades da alma: o entendimento, a memória e a vontade, que são de certo modo imagem deste mistério. O entendimento, intuindo nos acontecimentos e nas maravilhas espalhadas pelo mundo o poder e majestade do Ser Supremo. A memória, agradecendo continuamente tantos benefícios de cada instante.
A vontade ininterruptamente unida à vontade divina à qual se deve inteiramente aderir. Para isto nada melhor do que se lembrar deste hóspede lá no íntimo de cada um, saudando-o com o “Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo”! Nem se pode esquecer que o domingo é o dia da semana dedicado à Santíssima Trindade. Nele se rende a ela o melhor de todos os louvores que é o Sacrifício da Missa com os seus quatro fins. Culto latrêutico, isto é de adoração, pois ao Ser infinitamente poderoso, devemos prestar uma reverência total.
Instante de propiciação, isto é, de reparação. Deus somente é infinitamente perfeito. Todos os homens têm suas falhas, sendo algumas graves, outras leves. Que felicidade, entretanto para o cristão, pois apesar das fraquezas e negligências humanas, durante a Missa ele pode se purificar e oferecer ao Senhor Onipotente uma reparação cabal de seus erros. Momento eucarístico, ou seja, de ação de graças por tudo que se recebe do Deus Uno e Trino.
Instantes de súplica, pois a Missa é também uma oblação impetratória, a mais excelsa das preces. Por tudo isto à Trindade Santa toda honra e toda glória: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus do universo ”.
Nos dias 15 e 16 de maio de 2010 os servos do Grupo de Oração Resgate estiveram, a convite do Pe. Luiz Cláudio Vieira, conduzindo uma Experiência de Oração na comunidade Samarco. O encontro foi aberto com a acolhida do Coordenador Regional – Mariana Norte – da RCC, José Martins, e também do Padre.
Aproximadamente 60 pessoas participaram do encontro, todos, desde o momento de abertura até o final do evento, estavam com o coração aberto para os momentos de oração, animação e pregação.
Um dos momentos mais marcantes foi o de Adoração ao Santíssimo, logo após a pregação de Senhorio de Jesus, onde todos se reuniram ao redor do Santíssimo e de joelhos faziam seu momento de entrega.
O encontro terminou no domingo, 16 de maio, após a Missa celebrada com muita animação pelo Pe. Luiz Cláudio.