O que tenho feito com o que ganhei?

Oi gente! Estamos encerrando nosso primeiro mês do ano. Para muitos foi um tempo de descanso em família ou, como nos diz a expressão popular, um tempo de “recarregar as baterias”, para outros se tratou, também, de uma época de planejamento para iniciar, de fato, um novo ano e é nesta perspectiva de planejamento que lhe convido à leitura deste texto.

Iniciemos nossa reflexão sob a inspiração de um texto bíblico que nos aponta para a generosidade de Deus em nos confiar talentos (Mt 25, 14-30). Sim, um dia Deus olhou para cada um de nós e, segundo a capacidade de cada um, nos confiou os Seus talentos para que os administrássemos da melhor forma possível.

Ainda neste contexto, gostaria de enfatizar o fato de que Deus, ciente da capacidade de cada um de nós dá a todos, sem exceção, dos Seus talentos. Isso mesmo, todos nós recebemos das mãos de Deus um ou mais talentos. Sendo mais práticos podemos dizer, por exemplo, que a um Deus cumulou de criatividade, a outro deu o acolhimento, a outros encheu de alegria, liderança, comunicação, musicalidade, arte e a lista segue infinitamente.

A mesma Palavra de Deus, igualmente, nos ordena: “Tudo o que tua mão encontra para fazer, faze-o com todas as tuas faculdades” (Ecle 9, 10). Ao agirmos assim estejamos certos de que os talentos recebidos irão render de tal forma, que todos os que se aproximarem de nós serão também enriquecidos.

Assim sendo, o fato é que cada um de nós recebeu talentos e, portanto, devemos trabalhar com eles de maneira que possamos multiplica-los, a fim de que transborde em nós a alegria, a criatividade, a liderança, o acolhimento, dentre tantos outros.

Diante disso, aproveitando essa reflexão para o início deste ano, penso que poderíamos verificar em nossa caminhada em família, em sociedade, assim como em nosso serviço na Igreja, como coordenadores e servos de Grupos de Oração e Ministérios da Renovação Carismática Católica, o modo como temos administrado os talentos que Deus nos confiou. Será que temos feito uso de toda a nossa capacidade para fazê-los multiplicar ou temos sido como aquele que, por medo, o enterrou?

Independente da resposta encontrada, que possamos incluir em nossos planos para este novo ano o reconhecimento dos talentos recebidos, assim como, o empenho por sua multiplicação. É hora de arregaçarmos as mangas e, auxiliados pela graça divina, seguirmos multiplicando nossos talentos. Mesmo que para alguns, seja necessário cavar para desenterrar o talento escondido tenha coragem, ainda há tempo. Nada de medo, pois Deus nos confiou Seus talentos e, além disso, colocou em nós toda força necessária para fazê-los multiplicar.

Forte abraço! Seguimos…

Claudete de Freitas
Coordenadora da RCC Viçosa