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	<title>RCC Viçosa - Renovação Carismática Católica de Viçosa &#187; Cristo</title>
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	<description>RCC Viçosa - Renovação Carismática Católica de Viçosa</description>
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		<title>Evangelho da Semana (João 20,19-31)</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 23:28:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele da Silva Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
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		<description><![CDATA[— O Senhor esteja convosco! — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João. — Glória a vós, Senhor! 19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong></p>
	<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor! </p>
	<p></strong></p>
	<p><em><br />
<sup>19</sup>Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. <br />
<sup>20</sup>Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. </p>
	<p><sup>21</sup>Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”.<br />
<sup>22</sup>E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. <sup>23</sup>A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”. <br />
<sup>24</sup>Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. <sup>25</sup>Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” <br />
Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. <br />
<sup>26</sup>Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. </p>
	<p><sup>27</sup>Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. <br />
<sup>28</sup>Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!”<br />
<sup>29</sup>Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”<br />
<sup>30</sup>Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. <sup>31</sup>Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.<br />
</em></p>
	<p><strong></p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor. </p>
	<p></strong></p>
	<p>Páscoa é tempo de ressuscitar. Esse é o convite para nós a cada dia: morrer para o mundo e renascer em Cristo!<br />
<p/>
	<p>O Evangelho deste segundo domingo da Páscoa apresenta o que aconteceu oito dias após a ressurreição de Cristo: os discípulos estavam trancados no Cenáculo, com medo&#8230; apesar de tudo que já tinham visto, vivido e ouvido do próprio Cristo e de alguns irmãos, ainda não acreditavam de fato.<br />
<p/>
	<p>Mas Jesus continua a se manifestar e aqui se destaca a pessoa de Tomé com sua fé limitada, que na verdade só existiria se ele pudesse ver e tocar Naquele em quem deveria acreditar&#8230; para ele não bastavam o anúncio e os testemunhos que já tinha ouvido. Para surpresa de Tomé, Jesus aparece de novo a todos os discípulos e se dirige de maneira particular a ele&#8230; Jesus vem e diz diretamente a Tomé, e assim, lhe dá aquilo que ele disse ser necessário para crer que Jesus estava vivo.<br />
<p/>
	<p>Com certeza, o Senhor não fez isso para atender aos caprichos de Tomé, mas para deixar uma mensagem aos discípulos (e também a nós): “Não sejas incrédulo, mas homem de fé” (v.27b) e para anunciar: “Felizes aqueles que crêem sem ter visto” (v.29b).<br />
<p/>
	<p>Caríssimo e caríssimas vamos abrir os nossos olhos às diversas manifestações do Senhor&#8230; a cada instante somos contemplados com milagres Seus, afinal de contas, “Ele está no meio de nós”.<br />
<p/>
	<p>Precisamos parar com o que é supérfluo, com o que tapa os nossos olhos e ouvidos a Essa presença. Precisamos viver, dizer SIM à vida e dizer NÃO a toda cultura de morte, que nos paralisa no sepulcro frio e escuro e não nos abre a Vida e Ressurreição.<br />
<p/>
	<p>Creiamos nisso, creiamos que “Jesus Cristo é o Filho de Deus , para que crendo, tenhamos a vida em seu nome” (v.31).<br />
<p/>
	<p>A paz esteja convosco!!!!!<br />
<p/>
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		<title>CRISTO É SHOW 2010: NO COLO DA MÃE</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 13:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RCC Viçosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[RCC Viçosa]]></category>
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		<description><![CDATA[Há dois anos a TV CANÇÃO NOVA  leva ao mundo o que Minas tem de melhor: o povo mineiro. Neste contexto, a TV Canção Nova Minas e Mundo Novo apresentam: CRISTO É SHOW 2010, no dia 08 de maio, às 19 horas, no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte, cujo tema é: NO COLO DA MÃE. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Há dois anos a TV CANÇÃO NOVA  leva ao mundo o que Minas tem de melhor: o povo mineiro.

Neste contexto, a TV Canção Nova Minas e Mundo Novo apresentam: CRISTO É SHOW 2010, no dia 08 de maio, às 19 horas, no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte, cujo tema é: NO COLO DA MÃE.

Presenças confirmadas de: Pe. Zezinho, Anjos de Resgate, Diácono Nelsinho Corrêa e Eros Biondini.

Organize a sua caravana e participe!!

Informações: (31)3568-3732]]></content:encoded>
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		<title>A propósito da Semana Santa</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 01:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Padre Paulo Dionê Quintão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
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		<description><![CDATA[O mistério de Cristo, celebrado intensamente na Páscoa, nos faz pensar se temos sido capazes de mudar nossa cruz de cada dia em ressurreição definitiva. Ao pé da cruz redentora do Senhor encontramos força e razão para seguir à frente. Faz-nos bem reconhecer o testemunho de quantos nos legaram o exemplo da fidelidade à Cruz. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O mistério de Cristo, celebrado intensamente na Páscoa, nos faz pensar  se temos sido capazes de mudar nossa cruz de cada dia em ressurreição  definitiva. Ao pé da cruz redentora do Senhor encontramos força e razão  para seguir à frente. Faz-nos bem reconhecer o testemunho de quantos nos  legaram o exemplo da fidelidade à Cruz. Isto nos dá coragem para  assumir, com audácia e ternura, a obra da evangelização nesta aldeia  global, onde o amor não recebe atenção adequada.</p>
	<p>O símbolo da cruz torna sagrados os ambientes, manifestações sociais e  particulares. Para não ser excluído ou manipulados em seu autêntico  sentido, é importante ter sempre em conta os “crucifixos” de sempre: os  idosos, doentes, pobres, explorados e as “minorias” em geral. No altar  da Missa, a Cruz não só evoca a figura bíblica da serpente de bronze que  Moisés elevou no deserto, (olhando para ela os hebreus picados pelas  serpentes eram curados), mas prossegue para nós como o símbolo da fé dos  que entendem que sem Deus a vida nem pode ser vivida de verdade. Que  todos digam a nosso respeito, ao transformar a cruz em luz:  “Alegraram-se os discípulos ao verem o Senhor” (Jo 20,20).</p>
	<p>Aproxima-se a Semana Santa e vamos ter diante dos olhos os grandes  sofrimentos de Cristo. Prenderam-no e escarraram em seu rosto, deram-lhe  bofetadas, rasgaram seu corpo com um terrível chicote e coroaram-no com  espinhos, isto é: colocaram em sua cabeça uma espécie de capacete com  fortes espinhos que, furando a pele, tentavam penetrar em seu crânio.  Mas, apesar de tudo, Jesus levou a sua cruz até o alto do Calvário. Lá,  com as mãos e os pés traspassados, após três horas de terrível agonia,  expirou.</p>
	<p>E nos perguntamos: por que Jesus sofreu? E vem logo a resposta da  Bíblia: para obter para a humanidade o perdão dos pecados. O pecado é de  uma gravidade terrível, de uma malícia sem limites. É a ofensa a um  Deus imensamente santo, é revolta contra o criador que nos cumulou de  bens. A Cruz de Cristo foi a reparação necessária pelos nossos pecados.</p>
	<p>Entretanto, tantas pessoas pensam que Nosso Senhor sofreu simplesmente  para que pudéssemos afastar de nossas vidas os constrangimentos,  problemas e dores. A Religião seria uma espécie de pára-raios, a  garantia de uma existência suave, sem maiores transtornos. E, se lhes  parece uma doença ou outra dificuldade, logo multiplicam promessas,  novenas, velas acesas, etc. E, se o sofrimento não desaparece logo,  perdem a Fé. Vão logo afirmando: “Para que rezar? Deus não ouve as  minhas preces. Não adianta orar”.</p>
	<p>Ó, como gostaria de deixar bem clara esta verdade! Cristo sofreu não  para arrancar toda a cruz de nossas vidas, mas para dar-nos a força de  levar esta cruz. Jesus não é uma espécie de seguro contra as  dificuldades da existência, mas sim alguém que leva conosco a nossa  cruz. Dá-nos a força de carregá-la, mas não a arranca, deixa-nos com  ela. É o Cireneu ao nosso lado. Diz a Sagrada Escritura: “Era necessário  que o Filho do Homem sofresse muito, mas depois ressuscitasse” (Mc  8,31). Para cada um de nós, com toda a verdade, podemos repetir as  palavras da Bíblia. E como Jesus é claro neste ponto. Ele diz: “Se  alguém quiser ser meu discípulo, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e  siga-me” (Mt 16,24).</p>
	<p>Mas então não posso pedir a Deus que me cure desta doença, resolva para  mim este problema ou afaste aquele sofrimento? É claro, Deus é Pai.  Ama-nos com um amor imenso, infinito. Está sempre pronto a socorrer-nos.  Jesus também, no Jardim das Oliveiras, suplicou ao Pai que o livrasse  da Paixão. Orou assim: “Meu Pai, se é possível, afaste-se de mim este  cálice”, (na linguagem aramaica, esta expressão significa livrar do  sofrimento). Mas logo acrescentou: “Todavia não se faça o que eu quero,  mas, sim, o que tu queres” (Mt 26,39). Entregou-se completamente aos  desígnios divinos. Como Jesus acrescentemos às nossas preces sempre um  ato de aceitação do plano de Deus.</p>
	<p>Muitas vezes, os sofrimentos são necessários, indispensáveis em nossa  vida. Desapegam-nos dos prazeres mundanos, mostram-nos as realidades  celestes, satisfazem pelos nossos pecados, iluminam as estradas da nossa  vida e são preciosas oportunidades de méritos para a vida futura. Nunca  Deus permite um sofrimento à toa em nossa vida, Deus quer sempre o  nosso bem. Se, depois de nossas preces, não afasta do nosso caminho uma  doença ou outra dificuldade é porque deseja a nossa verdadeira  felicidade. Confiemos sempre em seu amor de pai. Abracemos, portanto,  com generosidade a nossa cruz.
</p>
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		<title>O episódio em Jericó</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 01:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cristo se dirigia pela última vez a Jerusalém, onde iria consumar a obra redentora. Possivelmente por isto os Sinóticos, ou seja, os Evangelhos de S. Mateus, S. Marcos e S. Lucas, registram o estupendo milagre realizado em Jericó pelo Filho de Deus. O relato de São Marcos (10,46-52) indica o nome do cego, Bartimeu, nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Cristo se dirigia pela última vez a Jerusalém, onde iria consumar a obra redentora. Possivelmente por isto os Sinóticos, ou seja, os Evangelhos de S. Mateus, S. Marcos e S. Lucas, registram o estupendo milagre realizado em Jericó pelo Filho de Deus. O relato de São Marcos (10,46-52) indica o nome do cego, Bartimeu, nome aramaico que significa Filho de Timeu. Cada detalhe deste acontecimento merece atenção especial. Aquele cego, mendigo, assentado à beira do caminho ouviu dizer que Jesus de Nazaré estava por ali passando. Percebeu Bartimeu que sua hora da graça chegara, pois Jesus significa “Javé salva” e o fato dele ser da cidade de Nazaré o distinguia bem dos demais personagens que traziam este nome bendito! Ele, porém acrescenta: “Filho de Davi, tem piedade de mim”. Trata-se de um título profundamente messiânico, mormente naquele momento da vida do Salvador da humanidade. Ele era descendente do Rei Davi, o sucessor que Deus havia prometido ao grande monarca de Israel (2 Sm 7,12-16). Antes Jesus solicitava aos Apóstolos que não divulgassem que Ele era o Messias, mas agora que se aproximava a hora de sua imolação, não recrimina o cego pela sua tão solene proclamação que era proferida em altos brados. Jesus havia empregado, anteriormente, esta designação apenas uma vez quando esteve conversando com a Samaritana (Jo 4, 26). Ele preferia se dizer “o Filho do homem”. Naquele momento, porém, convinha que todos soubessem que aquele que iria morrer crucificado era o Messias prometido e que a morte faria parte integrante de sua missão como elemento essencial (Is 53). É de se notar o modo como foi feito o pedido a divino Taumaturgo: “Tem piedade de mim”. O cego foi bem objetivo no que ele queria, isto é, desejava não um simples gesto de comiseração, mas a cura total. Ele sabia que a causa de sua pobreza era o fato de não enxergar e ele almejava trabalhar. Ver para agir e sair daquela situação constrangedora. Tal a sua ânsia pela recuperação visual que ele soltava clamores veementes a ponto de ser censurado pelos circunstantes. Sabia, entretanto, Bartimeu o que aspirava e tinha consciência de que por ali transitava o Médico divino e não parava de gritar. Então Jesus para. Certamente, o meigo Rabi se lembrou que, na parábola do Samaritano, ele dissera que alguém foram assaltado vindo de Jerusalém para Jericó. Deixado quase morto, um sacerdote e um levita passaram para o outro lado e o ignoraram. Um habitante, porém, da Samaria parou, cuidou dele e o levou para uma estalagem, salvando-o. Ali esta o verdadeiro Samaritano que não poderia passar e menoscabar aquele que por Ele implorava. Que gesto de delicadeza e de sensibilidade da parte do Filho de Deus, quando mandou chamar aquele pobre homem que imediatamente foi até Ele. Para firmar sua sinceridade na busca da cura Cristo lhe pergunta o que ele queria e veio logo a resposta: “Mestre, que eu veja”! Jesus o cura e dá o motivo: “Tua fé te salvou”. Bartimeu formulou com clareza o seu pedido e tinha certeza absoluta de que ali estava quem era o Filho do Deus onipotente. Não trepidou e isto tocou o coração de Cristo. Na ceguicidade física do filho de Timeu, porém, estava figurada uma outra cegueira muito mais danosa: a cegueira do espírito que não é capaz de vislumbrar as verdades que salvam. Uma fé profunda no Redentor é a solução, abrindo-se os olhos para as realidades celestiais. O coração então se volta para Deus e o ser humano passa a contemplar verdades esplendorosas. Há um modo humano de olhar os dons divinos, sabendo ler os acontecimentos como ocorreu com Bartimeu. É a correspondência à graça que lhe penetra o ser e faz observar além do que é sensível, meramente terreno. É sempre um erro de conseqüências nocivas a rejeição da luz do Alto. A opção consciente e livre feita por cada um propicia uma feliz busca da proteção de Jesus, único e verdadeiro refúgio do cristão. As diversas formas de comportamento que constatamos no cego de Jericó mostra que não há automatismos espirituais, mas, sim, um esforço humano necessário para receber as dádivas celestes. Nas circunstancias mais diversas da vida cumpre estar atento às oportunidades que Deus oferece e não deixar escapar a hora da sua intervenção. É preciso, como Bartimeu, clamar, pedir, insistir e relatar com sinceridade e propriedade o que se espera de Jesus, poderoso Senhor. doador de todos os favores.</p>
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		<title>A salvação eterna</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 23:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ensinamentos práticos para entrar na vida eterna deixou Cristo em toda sua pregação e desceu, muitas vezes, a detalhes como se lê no Evangelho de São Marcos (9, 38-48). Cumpre se evite tudo que compromete a salvação da alma. Vem à baila a célebre advertência de Santo Agostinho: “Aquele que te salvou sem ti, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Ensinamentos práticos para entrar na vida eterna deixou Cristo em toda sua pregação e desceu, muitas vezes, a detalhes como se lê no Evangelho de São Marcos (9, 38-48). Cumpre se evite tudo que compromete a salvação da alma. Vem à baila a célebre advertência de Santo Agostinho: “Aquele que te salvou sem ti, não te salvará sem ti”. Cumpre total, absoluta correspondência à graça. Aos Filipenses São Paulo admoestou: “Trabalhai com tremor e temor na realização da vossa salvação”. É a fé no Filho de Deus de que fala a Carta aos Romanos: “Porque nele se revela a justiça de Deus, que se obtém pela fé e conduz à fé, como está escrito: O justo viverá pela fé (Rm 1,17), ou seja, praticando aquilo em que se crê. Com efeito, o mesmo Apóstolo alertou a Timóteo: “Empenha-te em ser constante, pois, em assim procedendo, salvar-te-ás a ti e aos teus ouvintes” (1 Tm 4,16). De sua parte Deus oferece gratuitamente a salvação num gesto de bondade, de amor, de misericórdia. É preciso ao homem aceitar este presente. A incredulidade, o desinteresse e a prática do mal bloqueiam a maravilhosa dádiva divina. Foi dito aos Gálatas: “Os que pertencem a Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e os seus desejos” (Gl 5,24). Sem passar pela cruz, pelo sacrifício, fazendo morrer o velho homem é impossível ressuscitar e revestir o homem novo e dar fruto para a vida eterna. Lembra o conselho paulino: “Considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus em Cristo Jesus (Rm 6,11). Fica, deste modo, comprovado que Jesus não salva sem a cooperação humana. Claras as palavras do Filho de Deus: “Se tua mão te leva pecar, corta-a! É melhor entrar na vida sem uma das mãos do que, tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga. Se teu pé te leva a pecar, corta-o! É melhor entrar na vida sem um dos pés do que, tendo os dois, ser jogado no inferno. Se teu olho te leva a pecar, arranca-o! É melhor entrar no reino de Deus com um olho só do que, tendo os dois, ser jogado no inferno, onde o verme deles não morre e o fogo não se apaga” (Mc 9, 43-48). O que Ele queria, evidentemente, dizer é que é necessário fugir das ocasiões de pecado. Já o livro Eclesiástico ensinava: “Quem ama o perigo nele perecerá” (Ecl 3,27). O verdadeiro cristão que quer se salvar é prudente e evita tudo que possa macular, enodar sua consciência. É mister, além disto, seguir à risca o preceito de Cristo: “Vigiai e orai, para não sucumbir à tentação” (Mt 26,41). A vigilância dos sentidos inclui o cuidado em escolher os programas televisivos, os filmes, e jamais entrar em sites pornográficos; a mortificação da língua, não se empregando um palavreado obsceno; o controle da imaginação que não deve ser alimentada com pensamentos e leituras impudicas e, mormente, a guarda do coração o qual se extravia com tanta facilidade. A tudo isto se acrescente a freqüência dos sacramentos, o viver na presença de Deus e do Anjo da guarda. A invocação contínua da Virgem Maria e demais jaculatórias que conduzem à prática das virtudes. Tudo isto é necessário porque Cristo deixou claro que “não é aquele que diz Senhor, Senhor que entrará no reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade do Pai” (Mt 7,21). Isto significa corresponder às inspirações divinas, como alertou São Paulo: “Exortamo-vos a não receberdes em vão a graça de Deus. Pois ele diz: “No tempo favorável, te escutei, e no tempo da salvação, te socorri”. Ei-lo agora o tempo favorável; ei-lo agora, o dia da salvação” (2 Cor 1-2). De todas as verdades teológicas e filosóficas uma das mais complexas é a conciliação da liberdade humana com a onipotência e a onisciência divinas. Regulando nossos destinos por um sistema de sabedoria que ultrapassa a capacidade cognoscitiva da razão humana, o Todo-Poderoso assiste o desenrolar dos atos humanos e só Ele sabe até que ponto pode chegar a malícia de cada um para fechar definitivamente as vias do perdão e da clemência. Portanto, enquanto temos tempo, façamos o bem (Gl 6,10).</p>
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		<title>Irlanda sediará Congresso Eucarístico Internacional</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 22:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RCC Viçosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dublin, na Irlanda sediará o próximo Congresso Eucarístico Internacional. O evento, acontecerá de 10 a 17 de junho de 2012 e terá como tema “A Eucaristia: Comunhão com Cristo e entre nós”. “Foi um momento de renovação e de aprofundamento do ensinamento da Igreja e da sua autocompreensão como corpo de Cristo e Povo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Dublin, na Irlanda sediará o próximo Congresso Eucarístico Internacional. O evento, acontecerá de 10 a 17 de junho de 2012 e terá como tema “A Eucaristia: Comunhão com Cristo e entre nós”. 
 “Foi um momento de renovação e de aprofundamento do ensinamento da Igreja e da sua autocompreensão como corpo de Cristo e Povo de Deus”, disse o arcebispo da capital Irlandesa, dom Diarmuid Martin, sobre a formulação do tema que, segundo ele, nasce da coincidência da celebração do 50º Congresso com os 50 anos da inauguração do Concílio Vaticano II.&#8221;Esperemos que a reunião da Igreja em Dublin em 2012 ajude a compreender a Eucaristia como verdadeira e pessoal comunhão com Jesus Cristo e redescobrir a fisionomia essencialmente eucarística de toda comunidade cristã&#8221;, sublinhou ainda o arcebispo. ]]></content:encoded>
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		<title>Evangelho da Semana: Marcos 8,27-35</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 10:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RCC Viçosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Filho de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[identidade de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos]]></category>
		<category><![CDATA[Messias]]></category>
		<category><![CDATA[Tu és o Messias]]></category>

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		<description><![CDATA[— O Senhor esteja convosco! — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo São Marcos. — Glória a vós, Senhor! Naquele tempo, Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesareia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?” Eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>— O Senhor esteja convosco! <br />
— Ele está no meio de nós. <br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo São Marcos.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
	<p><i>
<p>Naquele tempo, Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesareia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?”</p>
	<p>Eles responderam: “Alguns dizem que tu és João Batista; outros que és Elias; outros, ainda, que és um dos profetas”. </p>
	<p>Então ele perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Messias”. </p>
	<p>Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a respeito. </p>
	<p>Em seguida, começou a ensiná-los, dizendo que o Filho do Homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei; devia ser morto, e ressuscitar depois de três dias. </p>
	<p>Ele dizia isso abertamente. Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo. </p>
	<p>Jesus voltou-se, olhou para os discípulos e repreendeu a Pedro, dizendo: “Vai para longe de mim, Satanás! Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”. </p>
	<p>Então chamou a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. </p>
	<p>Pois, quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho, vai salvá-la”. </p>
</i></p>
	<p>Estamos hoje exatamente no coração do Evangelho de Marcos. E de novo, aparece a o tema da identidade de Jesus, Cristo, Filho de Deus. Ele tem uma identidade rica e misteriosa, que, desde o início ao fim, o evangelista Marcos quer revelar gradualmente a todos nós. O texto de hoje, no capítulo 8, contém a resposta radiante de Pedro, que se destaca das opiniões correntes entre a gente: as grandes figuras religiosas do passado são superadas, visto que Jesus de Nazaré é o Messias, o Cristo. Na sua simplicidade e brevidade, Marcos condensa a revelação de Jesus nas palavras de Pedro: «Tu és o Messias». </p>
	<p>Para Marcos, Jesus entrou numa etapa nova: deixa as multidões da Galileia, quer dedicar mais tempo à formação dos seus discípulos e começa com a revelação da sua dupla identidade de Messias e de Servo sofredor, duas realidades inalcançáveis pela mente humana por si mesma. Pedro com dificuldade consegue colher a verdade de Jesus Messias-Cristo, mas tropeça totalmente na realidade do Messias-Servo que «devia sofrer muito… ser morto e ressuscitar». Pedro arma-se inclusive em mestre de Jesus, repreende-o por aquele tipo de discurso, a ponto de Jesus o censurar duramente, convidando-o a tomar o lugar que lhe compete, atrás de Jesus: o discípulo caminha atrás do Mestre, segue os seus passos. Sobre o tema do sofrimento e da cruz, Pedro é prisioneiro da mentalidade corrente. Pensa «segundo os homens»; só mais tarde, quando vier o Espírito, chegará a pensar «segundo Deus».</p>
	<p>«Tu não compreendes segundo Deus, mas segundo os homens»: é a advertência severa de Jesus a Pedro e aos discípulos de então e de todos os tempos. Uma advertência que petrifica qualquer forma de religiosidade acomodada e retórica. Um convite desconcertante a percorrer o caminho estreito da humildade e da austeridade: deixar de pensar apenas em si mesmos, tornar-se responsáveis pelos outros, partilhar a opção de Jesus que aceitou, por amor, a própria morte, para que todos tenham a vida em abundância (Jo 10,10). </p>
	<p>Você e eu somos chamados ao discipulado e a missão. Mas isso só será possível se como Pedro reconhecermos e compreendermos a verdadeira identidade de Jesus. Ele nos propõe as “coisas de Deus”, a comunicação da vida sem limites. Não nos podemos ater às “coisas dos homens” à exemplo de Pedro, à preservação do poder e à paz da ordem iníqua estabelecida. Jesus está nos chamando e nos apresenta a proposta de seu seguimento. A vida de cada um, ao ser doada em comunhão com outras vidas, em ações concretas nos alcançará a salvação, isto é, se insere e permanece no seio de Deus, na eternidade. Senhor Jesus, revela-me sempre mais tua face de Messias Servo, para que eu não me engane no caminho do teu seguimento.</p>
	<p><strong>Fonte:</strong> http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/index.php?dia=13&#038;mes=9&#038;x=9&#038;y=11</p>
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		<title>É preciso que Cristo cresça em mim e eu diminua</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 01:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Antônio dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[cresça]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[diminuir]]></category>
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		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[João Batista]]></category>
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		<description><![CDATA[João Batista, por meio do Evangelho de São João, capítulo 3, 30, afirma que “é preciso que Cristo cresça em mim e eu diminua”. A grande verdade deste versículo é a vontade de João Batista minimizar a influência da carne em sua vida e aflorar a presença do Cristo. Quando João Batista fala em “Cristo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>João Batista, por meio do Evangelho de São João, capítulo 3, 30, afirma que “é preciso que Cristo cresça em mim e eu diminua”. A grande verdade deste versículo é a vontade de João Batista minimizar a influência da carne em sua vida e aflorar a presença do Cristo. Quando João Batista fala em “Cristo crescer” ele está, na verdade, abrindo mão de toda a sua convicção e vontade humana, deixando assim, o caminho livre para Jesus ir em direção ao seu coração.</p>
	<p>Pregando dessa forma, João Batista exorta em nós, a vontade de também vivermos assim, com o coração aberto à Cristo. É interessante analisarmos aquela frase visualizando a palavra “cresça”; veja bem, João Batista com a sua inteligência e simplicidade nos mostra que Cristo não entra e cresce em nossa vida de qualquer forma ou de uma hora pra outra; é necessário que eu dê o primeiro passo e dizer sim a Ele, para que dessa forma Cristo comece a crescer dentro de mim. Não existe, de forma alguma, a possibilidade de eu querer abrir mão de toda a minha limitação humana sem antes aprender a doar parte de mim aos poucos ao próprio Cristo. É bonito pensar que Cristo nos aceita da forma que nos encontramos hoje, limitados por nossa essência humana, e por isso pecadores. O meu coração se enche de alegria quando penso que mesmo pecando todos os dias, o tempo todo, Cristo, ainda assim quer crescer e viver em mim.</p>
	<p>Não posso dizer que viver essa experiência de abrir mão dos meus limites para viver em Cristo seja fácil, porque na verdade é muito difícil. No entanto sabemos que somos sacrários vivos, levando o Criador em nosso ser, em nossas mentes e no nosso coração e por isso sabemos que habita em nós o Santo Espírito. E é com essa verdade que consigo caminhar, uma vez que sozinho é impossível abrir mão de meus pecados, porém com a ajuda do Espírito Santo essa tarefa se torna; eu poderia dizer: “mamão com açúcar”.</p>
	<p>Outro ponto importante em pensar que “Cristo cresce em mim” é pensar que devo nascer de novo. Jesus nos ensina isso: “Em verdade, em verdade te digo que quem não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (João 3: 3). Nascer de novo, SIM, mas não por meio de um segundo nascimento biológico, e sim por um nascimento espiritual, por meio do Espírito Santo, uma vez que é impossível compreender o Reino de Deus e entrar nele, sem um renascimento pelo Espírito Santo. E é com essa convicção no coração que entendemos o que João Batista nos mostra: “é preciso que Cristo cresça em mim e eu diminua”, pois só assim morrerá o homem velho que existe em mim, um homem limitado que só consegue enxergar o pecado, e consequentemente um novo homem surgirá, completamente transformado, renovado e reavivado pelo poder do Espírito Santos. Então posso afirmar que vivendo assim estaremos prontos pra ver o reino de Deus.</p>
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		<title>Evangelho da semana: Mt 16, 13-19</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 00:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galvani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Elias]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Galvani]]></category>
		<category><![CDATA[Jeremias]]></category>
		<category><![CDATA[João Batista]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: </p>
	<p>Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que &#8220;só Tu Senhor tens palavras de vida eterna&#8221;.</p>
	<h1>E VÓS QUEM DIZEIS QUE EU SOU?</h1>
	<p>Evangelho de 28/06/09 – Mt 16, 13-19<br />
— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
	<p>13. Chegando ao território de Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou a seus discípulos: No dizer do povo, quem é o Filho do Homem?</p>
	<p>14. Responderam: Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas.</p>
	<p>15. Disse-lhes Jesus: E vós quem dizeis que eu sou?</p>
	<p>16. Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!</p>
	<p>17. Jesus então lhe disse: Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus.</p>
	<p>18. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.</p>
	<p>19. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.</p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
	<p>Amados, ao ler a primeira vez o evangelho desta semana, minha cabeça já foi logo tomada de algumas lembranças relacionadas a minha conversão e história de vida, as quais narro duas a vocês: 1) Ao preencher a minha ficha de inscrição do primeiro encontro de oração carismática da minha vida (Experiência de Oração) havia uma pergunta: Quem é Jesus para você? E para a minha alegria, havia refletido nesta leitura naqueles dias e a resposta de Pedro estava vivíssima em minha mente &#8211; naturalmente respondi como Pedro, é bem provável que na ocasião eu nem tinha muita consciência do meu ato. Mas o coordenador do “meu” grupo de oração destacou depois a minha resposta e se disse muito feliz com a mesma, pois ainda jovem e de pouca caminhada eu apresentei uma resposta Petrina. Confesso que, na ocasião, não entendi bem a alegria do meu coordenador por esta resposta. Até mesmo por que esta pergunta era utilizada para ver o “ibope” de Jesus junto aos participantes do encontro, ou ainda a “tendência religiosa”.</p>
	<p>Anos depois, um segundo episódio referente a esta passagem, me fez lembrar-se deste fato. Estava em Uberaba e me hospedei na casa do arcebispo, Dom Benedito Ulhoa Vieira, por ocasião de outro evento da RCC &#8211; e nos momentos de folga conversava bastante. Ele, o vice-presidente da CNBB, na ocasião, possuía suas reservas com os carismáticos (estou falando de 1984) e eu, extremamente “carismático” para não dizer “carisfanático”. Perguntei o que ele achava de Chico Xavier, pois afinal, estava em sua diocese possivelmente o maior foco espírita do Brasil. Então Dom Benedito respondeu-me dizendo que o Chico Xavier era uma pessoa boa, de boa vontade em suas ações, não o desmereceu, mas disse que o que desejava vê-lo dizer era que JESUS É O FILHO DE DEUS VIVO. Ele diz que Jesus é um grande homem, um grande profeta, um espírito evoluído, MAS O QUE JESUS É MESMO ELE NÃO DIZ, OU SEJA, O FILHO DE DEUS VIVO. Naquele dia compreendi ainda mais a importância da resposta de Pedro.</p>
	<p>Agora, minha tradicional auscultação nos escritos do pregador da casa pontifícia, frei Raniero Cantalamessa sobre o tema de hoje. DEGUSTEM !</p>
	<p>E vós, quem dizeis que eu sou?1</p>
	<p>Existe, na cultura e na sociedade de hoje, um fato que pode nos introduzir na compreensão do Evangelho deste domingo, e é a pesquisa de opinião. Ela é praticada em todos os âmbitos, mas, sobretudo no político e comercial. Também Jesus um dia quis fazer uma pesquisa de opinião, mas com fins, como veremos muito diferentes: não políticos, mas educativos. Chegado à região da Cesaréia de Filipo, ou seja, a região mais ao norte de Israel, em uma pausa de tranqüilidade, na qual estava a sós com os apóstolos, Jesus lhes dirigiu, à queima-roupa, a pergunta: «Quem dizem os homens ser filho do Homem?».</p>
	<p>É como se os apóstolos não esperassem outra coisa para poder finalmente falar sobre todas as vozes que circulavam a propósito dele. Respondem: «Uns afirmam que é João Batista, outros que é Elias, outros, ainda, que é Jeremias ou um dos profetas». Mas para Jesus não interessava medir o nível de sua popularidade ou seu índice de simpatia entre o povo. Seu propósito era bem diferente. Então Ele lhes pergunta: «E vós, quem dizeis que eu sou?».</p>
	<p>Esta segunda pergunta, inesperada, deixa-os desconcertados. Entrecruzam-se silêncio e olhares. Se na primeira pergunta se lê que os apóstolos responderam todos juntos, em coro, esta vez o verbo é singular; só “respondeu” um, Simão Pedro: «Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo!».</p>
	<p>Entre as duas respostas há um salto abismal, uma “conversão”. Se antes, para responder bastava olhar ao redor e ter escutado as opiniões das pessoas, agora é preciso olhar para dentro, escutar uma voz bem diferente, que não vem da carne nem do sangue, mas do Pai que está nos céus. Pedro foi objeto de uma iluminação “do alto”.</p>
	<p>Trata-se do primeiro autêntico reconhecimento, segundo os evangelhos, da verdadeira identidade de Jesus de Nazaré. O primeiro ato público de fé em Cristo, da história! Pensemos no sulco deixado por um barco: vai se movimentando até perder-se no horizonte, mas começa com uma ponta, que é a ponta do barco. Assim acontece com a fé em Jesus Cristo. É um sulco que foi movimentando-se na história, até chegar aos “últimos confins da terra”. Mas começa com uma ponta. E esta ponta é o ato de fé de Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Jesus usa outra imagem, vertical, não horizontal: rocha, pedra. “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja”.</p>
	<p>Jesus muda o nome de Simão, como se faz na Bíblia quando se recebe uma missão importante: chama-o de “Cefas”, Rocha. A verdadeira rocha, a “pedra angular” é, e continua sendo ele mesmo, Jesus. Mas, uma vez ressuscitado e ascendido ao céu, esta “pedra angular”, ainda que presente e operante, é invisível. É necessário um sinal que a represente, que torne visível e eficaz na história este “fundamento firme” que é Cristo. E este será precisamente Pedro, e, depois dele, aquele que o substituir, o Papa, sucessor de Pedro, como cabeça do colégio dos apóstolos.</p>
	<p>Mas voltemos à idéia da pesquisa. A pesquisa de Jesus, como vimos, desenvolve-se em dois momentos, comporta duas perguntas fundamentais: primeiro, “quem dizem os homens ser o filho do Homem?”; segundo, “quem dizeis vós que sou eu?”. Jesus não parece dar muita importância ao que as pessoas pensam dele; interessa-lhe saber o que pensam seus discípulos. E o faz com esse “e vós, quem dizeis que sou eu?”. Não permite que se escondam atrás das opiniões dos outros, mas quer que digam sua própria opinião.</p>
	<p>A situação se repete, quase identicamente, nos dias de hoje. Também hoje, “as pessoas”, a opinião pública, têm suas idéias sobre Jesus. Jesus está na moda. vejamos o que acontece no mundo da literatura e do espetáculo. Não passa um ano sem que saia uma novela ou um filme com a própria visão, torcida e dessacralizada, de Cristo. O caso do Código Da Vinci, de Dan Brown, foi o mais clamoroso e está tendo muitos imitadores.</p>
	<p>Depois estão os que ficam a meio caminho. Como as pessoas de seu tempo, crêem que Jesus é “um dos profetas”. Uma pessoa fascinante, que se encontra ao lado de Sócrates, Gandhi, Tolstoi. Estou certo de que Jesus não despreza estas respostas, porque se diz dele que “não apaga a chama fumegante e não quebra o caniço rachado”, ou seja, sabe valorizar todo esforço honesto por parte do homem. Mas há uma resposta que não se enquadra, nem sequer na lógica humana. Gandhi ou Tolstoi nunca disseram “eu sou o caminho, a verdade e a vida”, ou também “quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim não é digno de mim”.</p>
	<p>Com Jesus não se pode ficar na metade do caminho: ou é o que diz ser, ou é o maior louco exaltado da história. Não há meio termo. Existem edifícios e estruturas metálicas (creio que uma é a torre Eiffel de Paris) feitas de tal maneira que se traslada certo elemento, se derruba tudo. Assim é o edifício da fé cristã, e esse ponto neurálgico é a divindade de Jesus Cristo. Mas deixemos as respostas das pessoas e vamos aos não-crentes. Não basta crer na divindade de Cristo, é necessário também testemunhá-la. Quem o conhece e não dá testemunho dessa fé, mas a esconde, é mais responsável diante de Deus do que quem não tem essa fé. Em uma cena do drama “O pai humilhado”, de Claudel, uma moça judia, linda, mas cega, aludindo ao duplo significado da luz, pergunta a seu amigo cristão: “Vós que vedes, que uso fizestes da luz?”. É uma pergunta dirigida a todos nós que nos confessamos crentes.</p>
	<h1>Tu és Pedro</h1>
	<p>A entrega das chaves a Pedro. Sobre isso, a tradição católica sempre foi baseada em fundar a autoridade do Papa sobre toda a Igreja. Alguém poderia dizer: mas o que tem a ver o Papa com tudo isto? Eis a resposta da teologia católica. Se Pedro deve funcionar como “fundamento” e “rocha” da Igreja, continuando a existir a Igreja deve continuar a existir também o fundamento. É impensável que as prerrogativas quase solenes (“a ti darei as chaves do reino dos céus”) se referissem somente aos primeiros vinte ou trinta anos da vida da Igreja e que elas seriam cessadas com a morte do apóstolo. O papel de Pedro se prolonga, portanto em seus sucessores.</p>
	<p>Por todo primeiro milênio, este ofício de Pedro foi reconhecido universalmente por todas as Igrejas, ainda que interpretado de forma diversa no Oriente e no Ocidente. Os problemas e as divisões nasceram com o milênio há pouco terminado. E hoje, também nós católicos, admitimos que não são nascidos todos por culpa dos outros, dos considerados “cismáticos”: antes os orientais, depois os protestantes. A primazia instituída por Cristo, como todas as coisas humanas, foi exercitada ora bem ora menos bem. Ao poder espiritual se mesclou, pouco a pouco, um poder político e terreno, e com isso os abusos. O próprio Papa João Paulo II, na carta sobre o ecumenismo, Ut unum sint, indicou a possibilidade de rever as formas concretas com as quais é exercida a primazia do Papa, de modo a tornar novamente possível em torno a isso a concórdia de todas as Igrejas. Como católicos, não podemos não desejar que se prossiga com sempre maior coragem e humildade sobre esta estrada da conversão e da reconciliação, de modo a incrementar a colegialidade desejada pelo Concílio.</p>
	<p>Aquilo que não podemos desejar é que o próprio ministério de Pedro, como sinal e fator da unidade da Igreja, seja menor. Seria uma forma de nos privar de um dos dons mais preciosos que Cristo deu à sua Igreja, além de contradizer sua vontade precisa. Pensar que basta à Igreja ter a Bíblia e o Espírito Santo com o qual interpretá-la, para poder viver e difundir o Evangelho, é como dizer que bastaria aos fundadores dos Estados Unidos escreverem a constituição americana e mostrar em si mesmos o espírito com o qual devia ser interpretada, sem prever algum governo para o país. Existiria ainda os Estados Unidos?</p>
	<p>Uma coisa que podemos fazer para aplainar a estrada de reconciliação entre as Igrejas é reconciliar-nos com a nossa Igreja. “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”: Jesus disse a “minha” Igreja, no singular, não as “minhas” Igrejas. Ele pensou e quis uma só Igreja, não uma multiplicidade de Igrejas independentes ou, pior, em luta entre igrejas. “Minha”, além de singular, é também um adjetivo possessivo. Jesus reconhece, portanto a Igreja como “sua”; disse “a minha Igreja” como um homem diria: “a minha esposa”, ou “o meu corpo”. Identifica-se com ela, não se envergonha dela. Sobre os lábios de Jesus, a palavra “Igreja” não tem nenhum daqueles significados negativos que acrescentamos.</p>
	<p>Naquela expressão de Cristo, um forte chamado a todos os crentes a reconciliarem-se com a Igreja. Renegar a Igreja é como renegar a própria mãe. “Não pode ter Deus por pai – dizia São Cipriano – quem não tem a Igreja por mãe”. Seria um belo fruto da festa dos santos apóstolos Pedro e Paulo se começássemos a dizer também nós, da Igreja Católica à qual pertencemos: “a minha Igreja!”</p>
	<h1>Reflexão Final</h1>
	<p>Na universidade, onde muitos dizem de Jesus muitas coisas e têm muitas idéias, nós que buscamos a vida no Espírito vamos dizer o que sobre Jesus?</p>
	<p>Que toda a Universidade saiba com a maior certeza que o Jesus que muitos matam, difamam, insistem em negar a sua divindade, esse mesmo Jesus o senhor Deus o constituiu Cristo.</p>
	<p>A universidade precisa saber realmente qual a “minha” igreja, qual é a minha fé, quem é meu “pastor”, a universidade precisa saber da minha adesão ao sucessor de Pedro, da minha crença de que a ele, somente a ele foi dado o poder de ligar e desligar na terra, em nome do céus.</p>
	<p>Devemos manifestar abertamente a nossa adesão ao magistério da igreja, em nossas dioceses representada pelos nossos bispos. Eis um lindo testemunho, o da UNIDADE com os nossos pastores.</p>
	<p>VEM ESPÍRITO SANTO, VEM!</p>
	<p>1 Reflexão retirado do site: www.cantalamessa.org/pt/omelieView.php?id=368</p>
	<p>2 Reflexão sobre São Pedro retirado do site: www.cantalamessa.org/pt/omelieView. php?id=347</p>
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		<title>As Hóstias estragam?</title>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2009 03:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Professor Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perguntas e Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Hóstias]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Professor Felipe Aquino]]></category>

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		<description><![CDATA[A Igreja ensina que se o pão da Hóstia, ou seja a espécie, se estraga completamente,então, já não há mais ali a Presença real de Cristo. Esta não se estraga, simplesmente deixa de estar presente pois falta a espécie do trigo. Neste caso, o que se deve fazer é colocar as Hostias em água até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A Igreja ensina que se o pão da Hóstia, ou seja a espécie, se estraga completamente,então, já não há mais ali a Presença real de Cristo. Esta não se estraga, simplesmente deixa de estar presente pois falta a espécie do trigo. Neste caso, o que se deve fazer é colocar as Hostias em água até que se dissolvam completamente; e depois pode-se colocar esta água em algum vaso de planta.
</p>
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