RCC Viçosa – Renovação Carismática Católica de Viçosa
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Não sei perder

Denis Duarte
Professor, escritor e pesquisador, Denis Duarte possui graduação em Letras, licenciado em Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa. É especialista em Literatura Bíblica na área de Tradição Profética. É também mestre em Ciências da Religião na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico.
E-mail: denisufv@yahoo.com.br
Site: http://www.denisduarte.com/

Quando criança praticava os mais variados tipos de esportes. Sempre gostei de disputar, competir, e claro, de vencer. Isso me trouxe um problema, pois detestava perder. Lembro-me de minha mãe dizendo, várias vezes, quando me via reclamando de uma derrota no jogo de bolinhas de gude, por meu time ter perdido no futebol ou por qualquer outra derrota: – “Menino, você precisa aprender a perder!” É verdade. Eu preciso aprender a perder!

A vida é uma constante de vitórias e de derrotas. Faz parte da dinâmica da nossa existência. E nesse movimento de alegrias e tristezas, de conquistas e de ruínas, em fevereiro de 2007, tive minha pior derrota: perdi meu pai.

Na morte do meu pai senti falta de não ter aprendido a perder. Nessa perda, a maior da minha vida, tive vontade de desistir de tudo, de me revoltar com Deus, de brigar e reclamar, como fazia quando perdia qualquer disputa na minha infância, mas uma situação interessante aconteceu. No momento do enterro tudo foi muito doloroso. Só quem já passou por essa situação sabe como é. Eu estava de braços cruzados e de repente uma mão se enfiou por debaixo do meu braço e segurou a minha mão.

Não olhei para ver de quem era aquela mão. Na verdade, nem sabia ao certo quem eram as pessoas daquela multidão que acompanhava o enterro. O que importava é que alguém me deu a mão, alguém segurava a minha mão no momento em que eu perdi, no momento da derrota. Assim que terminou o enterro aquela mão se soltou e a pessoa voltou-se para trás. Depois fui saber quem me dera o apoio, mas na hora nem pensei em procurar o dono daquela mão, pois sabia que aquela era a mão de Deus.

Ainda não aprendi a perder. Ainda sofro com as derrotas. Mas essa experiência tem me feito buscar nas derrotas a presença de Deus, que não me deixa só. A mão de Deus que me ampara. A presença de Deus que me faz crer que depois da morte vem a ressurreição. E a ressurreição é vida nova. Mudanças positivas acontecem. Novidades aparecem…

De lá para cá continuei perdendo, mas por meio dessas derrotas, tenho tentado permitir que Deus, com sua mão, não somente me ampare, como fez no dia do falecimento do meu pai, mas que também me conduza pelos caminhos que Ele tem para mim. Afinal: “Somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou” (Rm 8,37).

O que significa conversão?

Denis Duarte
Professor, escritor e pesquisador, Denis Duarte possui graduação em Letras, licenciado em Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa. É especialista em Literatura Bíblica na área de Tradição Profética. É também mestre em Ciências da Religião na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico.
E-mail: denisufv@yahoo.com.br
Site: http://www.denisduarte.com/
Denis Duarte

Neste tempo especial, que é a Quaresma, devemos aproveitar ao máximo para fazer uma renovação espiritual em nossa vida. E neste ano, a Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil [CNBB], por intermédio da Campanha da Fraternidade [CF], nos convida, de modo especial, para fazermos essa nossa renovação espiritual e, sobretudo, nos convertermos em relação ao nosso dinheiro.

E o que significa conversão? Quem dirige automóveis entende bem esse termo: quando se está no carro e vemos uma placa indicando que só podemos seguir à direita, precisamos fazer uma conversão à direita, ou seja, precisamos mudar de direção, tomar um outro caminho. E essa é a proposta desse tempo quaresmal. Isso é conversão. Mudarmos o caminho. Tomarmos a direção proposta pelo próprio Cristo. Pois Ele mesmo é o caminho, a verdade e a vida.

E especificamente, nesta Campanha da Fraternidade, que nos convertamos, que mudemos de direção em relação ao uso do nosso dinheiro. Que sigamos as propostas de Jesus em relação à nossa vida econômica. E se dermos uma olhada mais cuidadosa nos Evangelhos, perceberemos que Cristo muito nos ensinou sobre dinheiro, sobre economia e sempre, como nos convida o tema da CF: uma economia para favorecer a vida! Exemplo disso é o próprio lema da CF: “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro”. Versículo 24, retirado do capítulo 6 do Evangelho de São Mateus. Esse trecho é entendido como um alerta sobre os bens materiais nos tornarem escravos da riqueza e, assim, retirarem a nossa comunhão com Deus. Por isso, existe aí uma proibição em tentar conciliar o serviço a Deus e o serviço à riqueza, pois não é possível viver dividido.

Ao personificar as riquezas, o texto mostra que o gosto pelos bens materiais pode nos dominar. E que isso não pode acontecer, pois maior deve ser o compromisso com Deus, que direciona as ações da vida diária. E, assim, se aprende a não desejar o acúmulo, mas a utilizar de modo justo o dinheiro que se tem.

Conciliar o acúmulo e a fidelidade a Deus é impossível. São projetos distintos. E projeto aqui é entendido como aquilo que temos como direção e prioridade na vida. Ambos os projetos – de acúmulo de riqueza e de Reino dos Céus – são opostos, pois tanto um quanto o outro ocupam todas as dimensões da existência. E não se pode investir a vida em duas propostas distintas.

O Evangelho é taxativo: Não podeis servir a Deus e às riquezas (Mt 6,24). A vida centrada em Deus e a vida centrada no dinheiro têm dinâmicas muito distintas. Enquanto uma se preocupa com a solidariedade e a partilha, a outra se consome na ambição desenfreada e insaciável de acumular. O Evangelho alerta sobre esta tentação.

Escolhamos o caminho, que é Jesus. Ele nos garante que, se colocarmos o Seu Reino em primeiro lugar, a Providência Divina cuidará em tudo! Pois nos diz: “Buscai primeiro o Reino dos Céus e sua justiça que tudo o mais vos será dado em acréscimo” (Mt 6,33).

Vamos falar de dinheiro?

Denis Duarte
Professor, escritor e pesquisador, Denis Duarte possui graduação em Letras, licenciado em Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa. É especialista em Literatura Bíblica na área de Tradição Profética. É também mestre em Ciências da Religião na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico.
E-mail: denisufv@yahoo.com.br
Site: http://www.denisduarte.com/
Denis Duarte

A Quaresma, como sabemos, é um tempo propício para a nossa conversão, um período de renovação espiritual. Um tempo para “rever a vida”, abandonar o que nos faz mal e viver o que Jesus recomendou: “Vigiai e orai, porque o espírito é forte, mas a carne é fraca”.

Para nos ajudar ainda mais nesse período de conversão, revisão e renovação, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) incorporou, na Quaresma, a Campanha da Fraternidade (CF). Para aproveitarmos esse tempo forte de espiritualidade de forma melhor, a CF nos apresenta um tema específico para que, dessa forma, colhamos frutos bem práticos desse período de penitência e de conversão.

Neste ano a Campanha da Fraternidade nos propõe o tema: “Economia e Vida”. E o lema: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”. Um assunto fundamental e que precisa ser colocado em pauta, não somente por causa das crises econômicas no mundo, mas por causa das propostas de mercado existentes e também para refletirmos como nós cristãos lidamos com nosso dinheiro no dia a dia.

Para muitas pessoas é um drama relacionar a vida de fé com a vida financeira. E para nos ajudar, a CNBB, juntamente com as demais Igrejas do CONIC, nos apresenta estratégias para trabalharmos esse assunto de modo mais eficiente, especialmente nesse período quaresmal. Vamos a elas.

Denunciar: mostrar abertamente os modelos econômicos que visam acima de tudo o lucro e não levam em consideração a vida das pessoas. É preciso denunciar as situações nas quais o interesse econômico se sobrepõe à defesa da vida.

Educar: é preciso colocar a vida em primeiro lugar. A economia deve ser colocada à disposição das pessoas e não as pessoas a serviço da economia. E uma educação também no âmbito pessoal. Para lidarmos com dinheiro é preciso responsabilidade e para isso é necessária a educação financeira.

Conclamar: que quer dizer agir. Espalhar essa notícia e convidar a outros tantos para participarem conosco dessa iniciativa. Promover também, por meio de ações políticas, sociais e pessoais situações que favoreçam a solidariedade nas propostas econômicas e o equilíbrio no uso pessoal do dinheiro.

Depois de perceber e demonstrar o que há de errado (denunciar); aprender a como lidarmos corretamente com o dinheiro (educar); resta-nos convidar a outros e agir da melhor maneira em relação à questão financeira (conclamar). Não é difícil. A Campanha da Fraternidade já nos dá as dicas de que passos seguir para entendermos de forma mais profunda e vivermos a nossa relação com o dinheiro segundo a perspectiva da fé cristã.

Que o Espírito Santo nos conceda o dom da coragem para vivermos a penitência quaresmal e ressuscitarmos com Cristo na Páscoa para uma vida nova, inclusive no âmbito financeiro.

Como aconteceu o nascimento de Jesus

Denis Duarte
Professor, escritor e pesquisador, Denis Duarte possui graduação em Letras, licenciado em Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa. É especialista em Literatura Bíblica na área de Tradição Profética. É também mestre em Ciências da Religião na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico.
E-mail: denisufv@yahoo.com.br
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Neste epsódio veremos – por intermédio do Evangelho de Mateus 1,18-25 – por que o evangelista cita um texto do profeta Isaías para falar no nascimento de Jesus; o que significavam os esponsais entre Maria e José; qual a diferença entre repudiar publicamente e fazê-lo de modo privado; qual o significado dos nomes “Jesus” e “Emanuel”; entre outros. Com a Bíblia em mãos, clique para ouvir o podcast sobre o tema apresentado.


O que é uma genealogia na Bíblia

Denis Duarte
Professor, escritor e pesquisador, Denis Duarte possui graduação em Letras, licenciado em Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa. É especialista em Literatura Bíblica na área de Tradição Profética. É também mestre em Ciências da Religião na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico.
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Comecemos nosso estudo pelo primeiro texto do Evangelho de São Mateus: Mt 1, 1-17, que diz respeito à Genealogia de Jesus. Nesse episódio veremos o que é uma genealogia na Bíblia, por que as genealogias nos Evangelhos de Mateus e de Lucas são diferentes, por que a ênfase nos nomes de Abraão e Davi, por que a inclusão do nome de Maria, entre outras coisas.

Com o texto logo abaixo, acompanhe o podcast e aprenda um pouco mais sobre a genealogia de Jesus.


Acompanhe a leitura em Mt, 1, 1-17

1- Livro da origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

2- Abraão gerou Isaac, Isaac gerou Jacó, Jacó gerou Judá e seus irmãos,

3- Judá gerou Farés e Sara, de Tamar, Farés gerou Esrom, Esrom gerou Aram,

4- Aram gerou Aminadab, Aminadab gerou Naasson, Naasson gerou Salmon,

5- Salmon gerou Booz, de Raab, Booz gerou Jobed, de Rute, Jobed gerou Jessé,

6- Jessé gerou o rei Davi. Davi gerou Salomão, daquela que foi mulher de Urias,

7- Salomão gerou Roboão, Roboão gerou Abias, Abias gerou Asa,

8- Asa gerou Josafá, Josafá gerou Jorão, Jorão gerou Ozias,

9- Ozias gerou Joatão, Joatão gerou Acaz, Acaz gerou Ezequias,

10- Ezequias gerou Manassés, Manassés gerou Amon, Amon gerou Josias,

11 – Josias gerou Jeconias e seus irmãos por ocasião do exílio na Babilônia.

12- Depois do exílio na Babilônia, Jeconias gerou Salatiel, Salatiel gerou Zorobatel,

13- Zorobatel gerou Abiud, Abiud gerou Eliacim, Eliacim gerou Azor,

14- Azor gerou Sadoc, Sadoc gerou Aquim, Aquim gerou Eliud,

15- Eliud gerou Eleazar, Eleazar gerou Matã, Matã gerou Jacó,

16- Jacó gerou josé, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus chamado Cristo.

17- Portanto, o total de gerações é: de Abraão até Davi, quatorze gerações; de Davi até o exílio na Babilônia, quatorze gerações; e do exílio na Babilônia até Cristo, quatorze gerações.

(Bíblia de Jerusalém. 3a. Impressão. Paulus 2004.)

Faça seu estudo e compartilhe conosco o que aprendeu, quais são suas dúvidas e comentários. Participe do grupo Por trás das palavras na rede de relacionamentos Gente de Fé.

A relação entre o Antigo e o Novo Testamento

Denis Duarte
Professor, escritor e pesquisador, Denis Duarte possui graduação em Letras, licenciado em Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa. É especialista em Literatura Bíblica na área de Tradição Profética. É também mestre em Ciências da Religião na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico.
E-mail: denisufv@yahoo.com.br
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Denis Duarte

A Constituição Dogmática Dei Verbum, sobre a revelação divina nas Sagradas Escrituras nos ensina que: … Deus, inspirador e autor dos livros dos dois Testamentos, dispôs tão sàbiamente as coisas, que o Novo Testamento está latente no Antigo, e o Antigo está patente no Novo.

Isso indica que há uma relação viva entre o Antigo e o Novo Testamento. E é também por isso que, às vezes, encontramos na Bíblia, palavras ou expressões que parecem estar soltas, sem sentido naquele texto. Nessa hora é preciso entender que existe uma ligação entre os textos e ficar atentos ao campo semântico a que essas palavras e expressões talvez pertençam.

Mas o que é campo semântico? É um grupo de palavras que se relacionam entre si, pois se ligam pelo sentido que representam. Por exemplo, quando dizemos um grupo de palavras como: multa, semáforo, pedestres, saberemos que essas palavras fazem parte do campo semântico do trânsito, pois aí elas se relacionam e adquirem sentido.

A ligação entre os textos acontece porque muitas expressões em uma dada cultura possuem um sentido específico, que em geral, não são compreendidas por pessoas de outro meio cultural. Por exemplo: em Minas Gerais se você disser a palavra trem, um mineiro vai entender que essa palavra é utilizada para fazer referências a várias coisas e não só ao meio de transporte com locomotiva e vagões. Se um estrangeiro chega a Minas e não conhece a cultura local, dificilmente vai entender o uso amplo que essa palavra possui nessa região do Brasil.

Da mesma maneira acontece com os textos bíblicos que possuem essas chamadas tradições lingüísticas. Algumas vezes, para entender uma passagem, precisamos recorrer a outro livro bíblico, a outro texto no qual teremos a explicação de alguma palavra, trecho ou expressão que não entendemos. Essa ligação entre os livros bíblicos faz com que o autor de um texto utilize um conhecimento prévio que já foi citado em outro livro, e que por isso, a compreensão total de uma passagem depende de outra.

Mas como identificar e entender essas tradições e ligações literárias na Bíblia?
Nossas traduções, em geral, nos dão condições de encontrar essas passagens que se relacionam e explicam o texto que estamos lendo. Em algumas Bíblias essas referências vêem na lateral da página, em letras miúdas, indicando outras passagens bíblicas. Em outras traduções essas referências estão na nota de rodapé.

Você pode ainda, consultar uma Chave ou Concordância Bíblica. Esses são livros que apresentam determinadas palavras e em quais lugares elas aparecem na Bíblia. Você pode adquirir essas obras ou, de maneira mais prática, conferir se no final de sua Bíblia existe uma espécie de glossário bíblico, que muitas vezes, trazem a palavra a ser explicada, juntamente com algumas passagens nas quais essa mesma palavra se encontra.

Para entendermos as Sagradas Escrituras é necessário termos essa visão de unidade entre o Antigo e Novo Testamento e, sabendo disso, a Igreja orienta que nossas traduções nos dêem esse aparato para melhor compreendermos a Bíblia.

Concluindo, completo a citação que abriu este artigo sobre a unidade de ambos os Testamentos: Pois, apesar de Cristo ter alicerçado à nova Aliança no seu sangue (cfr. Lc. 22,20; 1 Cor. 11,25), os livros do Antigo Testamento, ao serem integralmente assumidos na pregação evangélica adquirem e manifestam a sua plena significação no Novo Testamento (cfr. Mt. 5,17; Lc. 24,27; Rom. 16, 25-26; 2 Cor. 3, 1416), que por sua vez o iluminam e explicam.

Denis Duarte no podcast da Redação Canção Nova

Denis Duarte
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Dicas para melhorar a leitura bíblica

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Professor, escritor e pesquisador, Denis Duarte possui graduação em Letras, licenciado em Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa. É especialista em Literatura Bíblica na área de Tradição Profética. É também mestre em Ciências da Religião na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico.
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Denis Duarte

O Especialista em Bíblia e Mestre em Ciências da Religião, Denis Duarte, nesse programa dá dicas de ferramentas que facilitam a leitura bíblica.


Formação de pregadores RCC

Aconteceu nos dias 15 e 16 de agosto o curso formação de pregadores promovido pela RCC da cidade de Viçosa MG.

Denis Duarte trabalhou no curso, as ferramentas práticas para estudos bíblicos, na intenção de dar aos participantes subsídios para que pudessem se aprofundar na leitura e aplicação das Sagradas Escrituras. Na segunda parte do curso foram apresentadas técnicas de argumentação que auxiliam os pregadores na transmissão da mensagem anunciada.

Formação Para Pregadores

Formação de Pregadores com Denis Duarte

Local: Estação Cultura em frente ao Banco Itaú – Viçosa – MG

Horário: Sábado (15/08/2009) de 8:00 às 12:00 e de 14:00 às 18:00. Domingo (16/08/2009) de 08:00 às 12:00

Entrada Liberada para todos