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RCC Viçosa – Renovação Carismática Católica de Viçosa
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Bem aventurados sois todos vós!


Tem um compositor/poeta da Igreja Presbiteriana, Stênio Marcius que compôs uma música chamada Senhor do Tempo, ele conseguiu traduzir o perigo que nos ronda por causa do tempo que está sempre passando e que pode nos desanimar, afastar de Deus, ao final da letra diz assim: “mestre fala neste homem que se emocione, vá recomeçar. Faz-me correr e assim, retornar ligeiro ao primeiro amor. Deixa-me ver novamente o meu nome escrito nas santas mãos do Senhor do tempo.

Esta expressão nos remete aos ensinamentos de Jesus sobre as bem aventuranças, somos bem aventurados, quero dizer, bem aventurado é todo aquele que vai recomeçar, retornando ligeiro ao primeiro amor e assim pode rever o seu nome escrito nas santas mãos do Senhor que é por excelência o Senhor do tempo.

Bem aventurados são todos os pobres no coração; os mansos; os que têm fome e sede de justiça; os misericordiosos; os puros de coração; os amigos da paz; os perseguidos por causa da justiça; os que ouvem a palavra de Deus e a põe em prática, porque deles é o reino dos céus.

Bem aventurados são todos aqueles que cavam muito para retirar de todo o sofrimento e alegria a felicidade de cada tempo da vida, pois este sabe viver,mas também sabe morrer.

Poderíamos perguntar também? O que mais Deus precisa nos dar? Ele já deu tudo, por isso somos bem aventurados, porque a Salvação já nos foi alcançada.

Podemos chamar também de Bem Encaminhado todo aquele que retorna ligeiro ao primeiro amor, aquele que enxerga seu nome escrito nas santas mãos do Mestre. Bem encaminhado é aquele que acorda todo o dia na ânsia por encontrar o específico de sua missão, de sua história e no caminho se põe a trilhar.

Bem encaminhado é aquele que cai, despedaçado e infeliz como muitas vezes nos mostra o salmista, grita ao mestre e assim com humildade pode escutar “hoje mesmo estará comigo no Paraíso” Lc 23:43.

Bem encaminhado, aventurado, somos todos nós que ao nos enxergarmos humanos, vamos nos unindo e por isso passamos a construir o Reino dos Céus!

Serás inteiramente do Senhor teu Deus

A segunda pregação de Gilson Paixão no Seara 2010 e que também deu início as atividades na parte da tarde desta segunda-feira (15-02) utilizou-se da palavra de Deuterômio 18,9, que tem como foco de reflexão questões atinente ao profetismo e a advinhação. Entre as crenças em outros deuses e de diversas naturezas há uma lista de práticas que são abomináveis aos cristãos. Nesse sentido, Gilson orientou a pregação na perspectiva da defesa de nossa fé, enfatizando, que isto não seria uma denúncia, mas, apenas, tomar posse da terra em que o Senhor preparou a nós. Outro momento foi marcado por indagações e afirmações a assembléia. Dentre eles, o pregador questionou “quem é o rei da sua vida” e, em outro, afirmou que muitos têm perdido o céu por desobediência á Deus. Por fim, fechou com uma oração de renúncia.

Por que o sofrimento nosso tem valor diante de Deus?

Professor Felipe Aquino
Doutor em Física pela UNESP e pelo ITA; há trinta e cinco anos é professor universitário e foi Diretor Geral do Instituto de Engenharia de Lorena - da USP-SP.
E-mail: felipeaquino@cancaonova.com
Site: http://www.cleofas.com.br/
Flaviane Ferreira

Mortificação é qualquer penitência oferecida a Deus: um jejum, deixar de beber algo, de comer alguma coisa, etc. Jesus fez do sofrimento a matéria prima da salvação da humanidade e São Paulo disse que “completo na minha carne o que falta para a paixão de Cristo no seu corpo que é a Igreja”. (Cl 1, 24). Assim, todo sofrimento é salvífico desde que Cristo morreu na cruz; como estamos unidos a ele por nosso Batismo; nosso sofrimento se junta ao dele na salvação do mundo. Dai o seu valor.

Artigos de Professor Felipe Aquino

Quaresma, a luta contra o pecado 25/02/2010
A situação da Igreja no Brasil 24/02/2010
Existe mesmo maldição de ou em família? 20/02/2010
Por que o sofrimento nosso tem valor diante de Deus? 16/01/2010
Fora da Igreja não há salvação 20/11/2009
Anglicanos querem vir para a Igreja Católica 21/10/2009
Há diferença entre Rezar e Orar? 04/10/2009
O que é jejuar? Qual o efeito do jejum em nossa vida e quais as formas de jejum? 19/09/2009
O que dizer da vasectomia e laqueadura? 30/08/2009
O que a Igreja fala sobre o sexo no casamento? 16/08/2009
Jesus Sinal de Contradição 02/08/2009
O que dizer sobre a Opus Dei? 14/07/2009
Tenho algumas dúvidas sobre a questão do idolatrismo, estes dias atrás tivemos uma visita de uma imagem de nossa senhora que percorre o mundo, isso não é idolatrismo? Porque existem muitos católicos que acabam acreditando muito mais em uma imagem que até mesmo no nosso próprio JESUS? 20/06/2009
O que são pecados graves(mortais) e pecados leves(veniais)? 14/06/2009
Católico pode casar com protestante? 09/06/2009
A Igreja proibiu o ensino na Idade Média? 23/05/2009
A Igreja excluiu livros da Bíblia? 16/05/2009
Qual o significado de Kairós? 03/05/2009
Por que só Comungamos a Hóstia e não bebemos o Vinho consagrado? 01/05/2009
Perguntas e Respostas com Prof. Felipe Aquino 30/04/2009
As Hóstias estragam? 30/04/2009
Espiritualidade 06: O Homem em Perigo 29/03/2009
A penitência da quaresma 15/02/2009
Espiritualidade 05: Construir o homem e o mundo 17/01/2009
Espiritualidade 04: Lições da Natureza 01/01/2009
Espiritualidade 03: "Tu és a alegria do Senhor teu Deus" (Is 62,5) 18/12/2008
Espiritualidade 02: Bênção e maldição 30/11/2008
Espiritualidade 01: Fidelidade a Deus 30/11/2008
Caminhando com Prof. Felipe Aquino... 15/11/2008

O Jovem e Deus


Não tem sido incomum escutar mães dizendo que depois que seus filhos cresceram e se tornaram adolescentes ou jovens, já não querem ir mais à missa, frequentar a Igreja, catequese ou outras atividades religiosas.

Fico pensando o quanto isto é ruim, o quanto fará mal a este ser humano em desenvolvimento, pois, ao abandonar suas práticas religiosas, ele vai aos poucos minando sua fé, e em breve Deus não passará de uma ideia vaga e distante, sem qualquer incidência prática em sua vida.

Acontece, porém, que todo ser humano precisa de Deus para conferir sentido mais profundo à sua vida; toda pessoa possui um recôndito tão intimo no seu ser que ninguém pode penetrar a não ser Deus. E chegará um momento em que ele precisará de uma presença que lhe preencha aquela solidão que todo ser humano possui, aquele lugar dentro de nós onde estamos absolutamente sós, de tal modo, que nem aqueles que mais nos amam podem estar conosco, ninguém além de nós e Deus, se o permitirmos.

Chega uma hora na vida em que as tribulações são tão intensas, como uma doença terrível de alguém que amamos, um acidente, medos, etc., nas quais estes meninos e meninas terão que recorrer a Deus como última instância e não conseguirão fazê-lo, pois o expulsaram, sutilmente, de suas vidas. Fecharam de tal modo suas portas a Ele, o ignoraram ou relativizaram sua importância que já não conseguirão encontrá-lo com a facilidade e a urgência que a necessidade requeria. Não que Deus os tivesse deixado de amar, mas é que eles, há muito, deixaram de amar a Deus, que agora lhes parece um estranho com quem não têm a menor familiaridade.

O que farão então nessa hora? Conseguirão acreditar para ver Deus agir? Quererão ainda tentar? Se entregarão ao desespero?

É verdade que Deus nos ama tanto e tem mil caminhos de se achegar a nós, mas às vezes colocamos tantas barreiras entre Ele e nós que o que nos chegaria facilmente pela via de amor, muitas vezes só nos chegará pela via da dor.

Meu caro jovem, não exclua Deus da prática da sua vida, pois fora da fé tornada prática de vida, só resta ao adulto que você será mais tarde um caminho árduo e sofrido, do qual Deus lhe deseja poupar.

O Banquete da Vida

Padre Paulo Dionê Quintão
Pároco do Santuário Santa Rita de Cássia. Jubileu de Prata Sacerdotal 1984 - 2009
E-mail: santuariosrc@lince.tdnet.com.br
Site: http://www.rccvicosa.com
Pe Walter

O olhar de Deus sobre a história humana é sempre um olhar de esperança. O coração de Deus é tecido com músculos replenos do ágape que jorra incessante em direção à obra criadora. O colírio da fé purifica nossos olhos e nos dá uma abordagem alvissareira do futuro da humanidade. Nossa mística é o aprendizado da pedagogia divina.

Olhemos com esperança para o novo ano que abre as cortinas de novas oportunidades. Tudo só continuaria a mesma coisa se nos acomodássemos. Se nos deixarmos contagiar pelo espírito de partilha descobriremos claramente o que nos realiza como seres humanos. O altruísmo é a elucidação do projeto de Deus para nós. Uma comerciária certa vez me disse: “Em meu trabalho, durante o ano inteiro, cada funcionário cede uma parcela de seu salário para formar mensalmente cestas básicas que socorrem pessoas desempregadas”. Este testemunho demonstra consciência da extensão dos problemas sociais.

A cidadania é o despertador que libertou tanta gente da sonolência do indiferentismo. Tem feito o povo reconhecer que não basta amparar as goteiras. É preciso consertar o telhado estragado. Este novo ano é tempo propício para uma boa reforma na cobertura, pois serão realizadas eleições para a Presidência da República, Senado, Câmara Federal, Governo Estadual e Assembléia Legislativa. Quem sabe todos perceberão que nossas escolhas têm a ver com o empobrecimento da população, a indigência e a mendicância? Enfim, tem a ver com o próprio orçamento familiar, as políticas públicas e tudo o que pode mudar este País?

E a Copa do Mundo?

O Campeonato Mundial de Futebol ocasiona o congraçamento entre os povos, valorizando a vida saudável. Tendo alcançado o pentacampeonato em 2002; permitido a Itália chegar ao mesmo patamar em 2006, agora o Brasil entra no ritmo da vibração em busca do “EXA”. A mesma cidadania que nos veste de verde e amarelo para torcer pela vitória deverá ajudar-nos a ficar atentos aos candidatos em campanha eleitoral. A coincidência dos eventos não nos impedirá de votar no Brasil que queremos. O foco voltado para as seleções e, de modo especial, a nossa é claro, não há de ser o ópio da população. Ninguém pense que ficará mais fácil para continuar empurrando “goela a dentro” a intragável metodologia de condução desta nossa Pátria pouco amada pelos que vilipendiam suas riquezas, sucateando seus recursos naturais, empregando mal do dinheiro público.

Quem sabe este novo ano desponte no horizonte com um recado de cidadania? Quem sabe o Brasil priorize a pessoa humana em lugar da economia de mercado? Quem sabe o despertar da solidariedade nos ajude na construção da unidade em torno de quem acredita na vida? Os que doaram uma cesta de Natal ou um brinquedo, para fazer sorrir uma criança, ainda podem mudar este País, pois acreditam e apreciam a vida. Não perderam o encanto com a mais preciosa riqueza que possuímos: nós mesmos.

Não há obstáculo que possa deter a força do amor. A inteligência, por vezes, se coloca a serviço de interesses paralelos à vida plena. Com o amor é diferente. Quem ama não faz guerra, não agride o meio ambiente com especulação imobiliária e outros, nem terrorismo oriundo de fanatismo religioso ou poderio econômico. Santo Agostinho disse: “Ama e fazes o que queres”. Quem ama acerta o caminho da vida e é solidário. Os que se abrem ao amor de Deus poderão fazer deste novo ano O BANQUETE DA VIDA!

Como fazer seu Grupo de Oração crescer

Por Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária-Geral do Conselho Nacional da RCC do Brasil

O grupo de oração é um grupo de pessoas que, por um desígnio de Deus, um dia (o dia em que foram pela primeira vez ao grupo) tiveram suas vidas tocadas pela bondade infinita do Senhor e foram chamadas a viver uma vida nova, a vida no Espírito. Existe uma passagem na carta de São Paulo a Tito, capítulo 3, versículos de 4 a 7, que descreve bem o que acontece com cada um de nós quando começamos a frequentar um Grupo de Oração: “Mas um dia apareceu a bondade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com os homens. E, não por causa de obras de justiça que tivéssemos praticado, mas unicamente em virtude de sua misericórdia, Ele nos salvou mediante o batismo da regeneração e renovação, pelo Espírito Santo, que nos foi concedido em profusão, por meio de Cristo, nosso Salvador, para que a justificação obtida por sua graça nos torne, em esperança, herdeiros da vida eterna.”

É essa a missão do Grupo de Oração: fazer com que as pessoas recebam o Batismo no Espírito Santo e tenham suas vidas renovadas, resgatadas, e guardem, para sempre, no coração, a esperança da vida eterna, a alegria da salvação. Pessoas batizadas no Espírito Santo são as que deixam transparecer entusiasmo em evangelizar, a fim de que outros também possam ter acesso a essa fonte de vida nova. São pessoas que com a sua vida testemunham que Jesus Cristo é o Senhor.

Se isso não está acontecendo nos nossos grupos de oração, se as pessoas que vão ao Grupo não estão sendo transformadas, então o coordenador do Grupo, juntamente com a sua equipe de servos, deve parar diante do Senhor e perguntar a Ele o que está acontecendo, o quê está impedindo o Grupo de Oração de cumprir com sua missão de mudar vidas. Além de nos colocarmos em oração, talvez fosse interessante rever alguns pontos-chave da nossa vida carismática: conversão de vida, louvor, perdão, oração pessoal, leitura diária da Palavra e frequência aos sacramentos.

Conversão de vida

Este é um ponto que tem sido negligenciado. Não podemos esquecer nunca que vivemos a nossa vida sob o olhar de Deus que tudo sonda e tudo perscruta. O salmo 138 diz: “Senhor, vós me perscrutais e me conheceis, sabeis tudo de mim, quando me sento ou me levanto. De longe penetrais meus pensamentos, quando ando e quando repouso, vós me vedes, observais todos os meus passos. A palavra ainda não me chegou à língua, e já, Senhor, a conheceis toda. Vós me cercais por trás e pela frente, e estendeis sobre mim a vossa mão” ( Sl 138, 1-5).

E o salmo 50 nos lembra: “Eu reconheço a minha iniqüidade; diante de mim está sempre o meu pecado. Só contra vós pequei: o que é mau fiz diante de vós” (Sl 50, 5-6).

O livro da Sabedoria, no capítulo 1, nos diz claramente que, se estivermos no pecado, o Espírito Santo se afastará de nós: “Tende para com o Senhor sentimentos perfeitos e procurai-o na simplicidade de coração, porque ele é encontrado pelos que não o tentam, e se revela aos que não lhe recusam sua confiança; com efeito, os pensamentos tortuosos se afastam de Deus. A sabedoria não entrará na alma perversa, nem habitará o corpo sujeito ao pecado; o Espírito Santo educador (das almas) fugirá da perfídia, afastar-se-á dos pensamentos insensatos, e a iniqüidade que sobrevém o repelirá” (Sb 1, 1b-5).

Louvor

Resgatemos o louvor no Grupo de Oração e na nossa vida diária, ao invés de murmurarmos e nos queixarmos da vida. Quando louvamos ao Senhor e entoamos ações de graças, a nossa voz se une à voz dos anjos e santos de que fala o livro do Apocalipse, no capítulo cinco, e que bradam: “ Digno é o Cordeiro imolado de receber o poder, a riqueza, a sabedoria, a força, a glória, a honra e o louvor. Àquele que se assenta no trono e ao Cordeiro, louvor, honra, glória e poder pelos séculos dos séculos” (Ap 5,12.13b).

Vamos acreditar que, quando louvamos ao Senhor no meio das dificuldades, todos os anjos e santos do céu e também Nossa Senhora unem-se a nós em adoração, louvor e ação de graças. E nossos problemas são confrontados com o poder e a majestade de Deus e a vitória que Jesus Cristo já conquistou.

Perdão

O Conselho Nacional esteve reunido em Brasília/DF, em janeiro de 2007, e o Senhor falou em profecia: “Se dentro do seu coração existe um conflito, um litígio contra seu irmão, Eu, Jesus, estou aqui, no Trono, como um justo juiz e pergunto: Existe possibilidade de conciliação entre vocês? Se não existe conciliação, então Eu preciso julgar”.

Os litígios, os conflitos, as mágoas, os ressentimentos nos desajustam, fazem sofrer a nós e aos outros e não auxiliam em nada o estado de graça e de comunhão com Deus. Pensemos nisso e retomemos o exercício do perdão em nossas vidas. Podemos, por exemplo, determinarmo-nos todos os dias, durante um mês, a nos colocar em oração e perguntar ao Espírito Santo a quem precisamos perdoar e a quem precisamos pedir perdão. Vamos ficar espantados de ver como ainda temos que caminhar nesta área. Toda semana podemos envolver nosso grupo de oração nessa prática e, assim, colher testemunhos sobre o perdão.

Oração pessoal

É a humilde vigilância na presença de Deus, como diz o salmista: “Só em Deus repousa a minha alma, é dele que me vem o que espero. Só Ele é o meu rochedo e minha salvação, minha fortaleza: jamais vacilarei. Só em Deus encontrarei glória e salvação. Ele é meu rochedo protetor, meu refúgio está Nele, ó povo, confia Nele de uma vez por todas; expandi, em Sua presença, os vossos corações. Nosso refúgio está em Deus”.

Quando nos colocamos na presença de Deus em oração, Ele abençoa o que está em nosso coração: alegrias, tristezas, preocupações, tudo! As nossas fraquezas, nossas limitações, nossos erros, nossas tentações e pecados que nos humilham, nossas dificuldades no dia-a-dia e na família, nossas dúvidas e inquietações. Sobre tudo isso, o Senhor derrama o seu amor curador, consolador, libertador. Além disso, na oração, passamos do nosso coração sensível, que é o lugar da tentação, para o nosso coração mais profundo, onde está a presença de Deus na pessoa do Espírito Santo. E a ação do Espírito Santo, que é o amor que habita o nosso coração mais profundo, pacifica, purifica, ilumina e constrói. É como diz aquele cântico: “Preciosas são as horas na presença de Jesus, comunhão deliciosa de minha alma com a luz.”.

Leitura diária da Palavra

Procurar trazer a Palavra para dentro das situações que vivemos; isso é parte da nossa identidade carismática. Se não lemos a Bíblia diariamente e se não a vivemos, ficamos desfigurados, ou seja, perdemos a nossa feição, o nosso rosto de Pentecostes. A Palavra de Deus é matéria espiritual sobre a qual o Senhor cria novas realidades na nossa vida. “Pela fé reconhecemos que o mundo foi formado pela palavra de Deus e que as coisas visíveis se originaram do invisível” (Hb 11, 3).

No capítulo 15 do livro do profeta Jeremias, nós lemos: “Quando encontrei Tuas palavras alimentei-me, elas se tornaram para mim uma delícia e a alegria do coração, o modo como invocar Teu nome sobre mim, Senhor dos exércitos”.

Quando nos debruçamos sobre a Palavra, estamos erguendo sobre nossa vida o próprio Senhor dos exércitos, das potências, o Senhor de toda glória e de toda majestade. Nossa vida recebe esta força incrível que é a Palavra, com todo o seu poder de transformar as realidades.

Frequência aos sacramentos

Precisamos também fortalecer nossa vida com a frequência aos sacramentos, principalmente os da Reconciliação e da Eucaristia. O Catecismo da Igreja Católica, na parte II, que fala sobre os sacramentos, mostra um afresco da catacumba de São Pedro e São Marcelino, representando o encontro de Jesus com a mulher hemorroíssa. Essa mulher, enferma há muitos anos, é curada ao tocar o manto de Jesus, pela “força que dele saíra”. Os sacramentos da Igreja, diz o Catecismo, continuam hoje as obras que Cristo cumprira durante sua vida terrestre. Os sacramentos são como essas “forças que saem” do Corpo de Cristo para curar as feridas do pecado e para nos dar a vida nova do Cristo. Através da vida sacramental, o poder divino e salvador do Filho de Deus salva o homem todo, alma e corpo.

Se voltarmos a ser o que somos, povo de oração, de conversão de vida, de louvor, de perdão e de freqüência aos sacramentos, e se em nossos grupos de oração tivermos a prática dos carismas para que as pessoas possam ver os sinais da presença viva de Deus no meio de nós, então grupos de oração vão crescer, porque muitos homens e mulheres vão querer fazer parte dessa “raça escolhida, sacerdócio régio, nação santa, povo adquirido para Deus” (cf. I Pd 1, 9).

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo!



Significado da esmola


Relata São Marcos que Cristo “estava sentado no templo, diante do cofre das esmolas, e observava como a multidão depositava suas moedas no cofre” (Mc 12, 41). Deus que era Ele penetrava fundo nas intenções de cada um e, por isto, elogiou a atitude da pobre viúva que pouco ofereceu, mas era o que possuía e o fez de coração que era generoso. Bem entendida, no sentido bíblico, a esmola tem um valor imenso diante de Deus. Compreendida como donativo que se faz para o culto divino ou como uma ajuda oportuna aos necessitados. Nesse último caso cumpre não se deixe a luta pela promoção integral dos carentes, os quais sem aquele auxílio, socorro ou benefício estariam em situação realmente ainda mais complicada. Trata-se, portanto, ou da justiça para com Deus cujo louvor é amparado pelos fiéis ou de um ato de misericórdia para com o próximo. Para a Bíblia a esmola, gesto de bondade do homem para com seu irmão é, antes de tudo, uma imitação dos gestos de comiseração de Deus que, por primeiro deu provas de amor para com todos. Deste modo a esmola deixa de ser um ato de filantropia, mas tem um sentido profundamente religioso. Tanto isto é verdade que cria um liame entre o doador e o próprio Deus. Está no Evangelho de São Lucas: “Daí esmola e vossos pecados serão apagados” (Lc 11,41). É que a esmola equivale a um sacrifício oferecido ao Senhor Onipotente e diz o salmista que privando-se do próprio bem o ser humano cria para si um tesouro (Sl 29,12). Diz ainda Davi: “Feliz de quem pensa no pobre e no desamparado” (Sl 41, 2-4). Tobias aconselhou a seu Filho: “Jamais afastes o teu rosto dum pobre, e Deus não afastará o seu de ti [...] Se tens muito, dá mais; se tens pouco, dá menos, mas não hesites em fazer a esmola [...] Quando fazes esmola, não haja pesar nos teus olhos” (Tb 4,7-11.16 s). Cristo, no Sermão da Montanha, incentivou seus seguidores na mesma linha e fez da esmola, oração e jejum as três colunas da existência de seu seguidor (Mt 6,1-17). Alertou, porém, “quando deres esmola, na toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens” (Mt 6,2). Afiançou, porém, “teu Pai que vê o que é secreto, te recompensará” (Mt 6,4). Cumpre, pois, uma reta intenção e também total precaução para que a esmola seja bem direcionada. Para que isto aconteça nada melhor do que entregá-la aos Vicentinos que conhecem de perto as deficiências dos carentes e fazem um trabalho caritativo maravilhoso, ou a ajuda às Obras Sociais tão numerosas da Igreja Católica. É na fé em Cristo que a esmola ganha todo seu significado: “O que fizestes a um destes mais pequeninos foi a mim que o fizestes, afirmou o Mestre divino (Mt 25,31-46). Os apóstolos compreenderam isto perfeitamente e São João assim se expressa na sua primeira Carta: “Como pode permanecer o amor de Deus em que fecha suas entranhas diante do irmão necessitado”? (1 Jo 3,17). São Paulo, o grande missionário da caridade, asseverou: “Deus ama quem dá com alegria” (2 Cor 9,6 ss). Sob qualquer aspecto que se considere a esmola o valor dela é tão grande que é impossível aquilatar todo o mérito que tem diante de Deus. São João Crisóstomo deixou escrito: “ Daí um pedaço de pão ao vosso irmão pobre e recebereis o paraíso; daí um pouco e recebereis muito; daí bens terrenos e recebereis bens eternos”. Santo Ambrósio afirmou que a esmola é quase como um segundo batismo e um sacrifício de propiciação que atalha a cólera divina e faz atrair as graças celestes. Adite-se a tudo isto que a ação caritativa é uma vitória sobre o egoísmo, dado que inclui sempre uma privação, inspirada na misericórdia de Deus a bem do próximo em dificuldades. Pela esmola bem direcionada se torna crível a fé do cristão e testemunho que dela oferece ao mundo é a vivência da prática do amor pregado por Jesus. É beatificante o itinerário do amor da Trindade naquele que crê e deste até o seu irmão carente.

Entrevista com Lourdinha

RCC Viçosa: Quem é Lourdinha? Fale para nós um pouco de você.

Lourdinha: Algumas pessoas me chamam de Lourdinha do Sr. Pedrinho (meu pai) outras de Lourdinha da Igreja, em razão de eu participar da Paróquia de Fátima desde a sua fundação. Sou bastante conhecida na cidade de Viçosa e procuro ter um bom relacionamento com as pessoas. Deus me deu a graça de acolher bem as pessoas que se aproximam de mim.

RCC Viçosa: Quando você decidiu se consagrar a Deus e por quê?

Lourdinha: Desde a minha adolescência percebi que Deus me chamava para uma vocação que não é o matrimônio. Fiz tantos encontros vocacionais. Quando eu estudava e trabalhava no Colégio Carmo cheguei a morar com as Carmelitas. Fiz a preparação para ir para o Noviciado. Nesta época eu já trabalhava na Universidade Federal de Viçosa, e estava começando a ajudar meu pai financeiramente. Fiquei em dúvida, se eu for para o convento não vou poder ajudar minha família. Procurei um sacerdote muito santo. Ele me disse você pode se consagrar a Deus, fazer o seu voto de castidade e morar com a sua família. Senti firmeza e me tranqüilizei com a orientação dele. Não tive mais dúvidas. Nesta época comecei meus trabalhos na Paróquia Nossa Senhora de Fátima e continuei servindo também a minha família.

RCC Viçosa: Como é viver numa vida consagrada a Deus?

Lourdinha: É muito bom viver uma vida consagrada a Deus. Não me sinto melhor do que ninguém, mas agradeço muito a Deus por Ele ter me chamado para essa vocação. Apesar dos inúmeros compromissos me sinto uma pessoa mais livre para o trabalho do Reio de Deus.

RCC Viçosa: Qualquer pessoa pode viver uma vida de consagração a Deus?

Lourdinha: Toda pessoa batizada é consagrada a Deus. Mas algumas pessoas fazem votos de castidade, pobreza, obediência, etc. Alguns pertencem a alguma comunidade. Estas pessoas casadas que vivem em comunidade e fazem votos, obedecem a um superior e servem a comunidade ou fazem algum trabalho em benefício aos irmãos necessitados. No meu caso, eu fiz o voto de castidade, estou ligada a uma Congregação Religiosa: FILHOS DE NOSSA SENHORA DA MISERICÓRDIA, com sede na Itália. Renovo os meus votos no Retiro Espiritual que faço uma vez por ano.

RCC Viçosa: Você sofreu algum tipo de preconceito por causa de sua vocação?

Lourdinha: Não sofri nenhum preconceito. As pessoas me aceitam, pedem as minhas orações e a minha visita.

RCC Viçosa: Você, atualmente, está servindo no Grupo de Oração Nossa Senhora de Fátima. Fale para nós como é o Grupo e o que as pessoas estão vivendo e experimentando.

Lourdinha: O grupo de Oração Nossa Senhora de Fátima desde o seu início. Nós sempre tivemos o nosso espaço. O nosso grupo e respeitado, isto é nenhum padre nem leito tira a nossa liberdade. Atualmente o Grupo de Oração Nossa Senhora de Fátima está podendo contar com a presença enriquecedora de algumas pessoas que vieram para nos ajudar. São pessoas que vieram somar, dar mais vida ao nosso grupo, tanto no campo da música, pregação e da condução de oração. Acredito que o nosso grupo vai crescer em todos os sentidos.

RCC Viçosa: Como começou a sua história no Grupo de Oração Nossa Senhora de Fátima?

Lourdinha: A minha história no Grupo de Oração Nossa Senhora de Fátima começou da seguinte forma: tínhamos na Paróquia Nossa Senhora de Fátima um grupo de reflexão da Palavra que se reunia toda semana para refletir e prepara para as leitura e o evangelho do domingo. Certo dia Fernando Mococa, estudante da UFV pertencente ao Grupo de Oração da UFV perguntou ao nosso grupo se poderia transformar-lo num Grupo de Oração da Renovação Carismática Católica. Nós aceitamos a proposta. O Fernando pediu ao pároco da época, o padre Geraldo Paiva e ele permitiu funda o grupo de Oração Nossa Senhora de Fátima. Fernando Mococa nos ajudou no início e depois deixou por nossa conta e convidou também mais algumas pessoas. Isso já faz 23 anos. Estou no grupo desde a sua fundação até hoje e pretendo continuar enquanto Deus quiser.

RCC Viçosa: Além do Grupo de Oração Nossa Senhora de Fátima, sabemos que você acumula outras funções na Igreja. Fale para nós sobre essas atividades.

Lourdinha: Atualmente continuo participando do Apostolado da Oração, Apostolado da Misericórdia e estou coordenando o Grupo da Pastoral da Esperança. Esse grupo tem a função de visitar e rezar com as pessoas que perderam seus entes queridos, e por essa razão precisamos da presença de pessoas que as ajude, reze com elas nesse momento difícil. Visitamos também qualquer pessoa que solicitam a nossa presença em suas casas por motivos de doença ou outros motivos. É um trabalho gratificante porque depois desses encontros sempre as pessoas falam que se sentem melhores. É o acolhimento que precisamos fazer. É um dever.

RCC Viçosa: Com certeza você vive várias experiências com Deus. Partilhe conosco algumas de suas experiências.

Lourdinha: A minha maior experiência com Deus é quando pensando Nele posso ajudar alguém, fazer alguém feliz ou fazer algo que possa contribuir para o crescimento do Reino de Deus.

RCC Viçosa: Lourdinha, muito obrigado pela entrevista. Deixe agora uma mensagem para todos que acessam o site da RCC Viçosa.

Lourdinha: Não me considero melhor do que ninguém. Sinto-me uma pessoa muito feliz, apesar das muitas limitações, sempre procurei fazer a vontade de Deus em minha vida, quer na família, no trabalho, na Igreja e nos relacionamentos com as outras pessoas. Estou certa que o segredo da felicidade é procurar viver na santidade.

Evangelho da semana: Mc 6, 7-13

Fernando Galvani
Um dos precursores do Ministério Universidades Renovadas e conselheiro da Equipe Nacional de Serviço do MUR.
E-mail: fmococa@uol.com.br
Site: http://www.rccvicosa.com
Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho

Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que “só Tu Senhor tens palavras de vida eterna”.

Evangelho de 12/07/09 – Mc 6, 7-13

— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

7. Então chamou os Doze e começou a enviá-los, dois a dois; e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos.

8. Ordenou-lhes que não levassem coisa alguma para o caminho, senão somente um bordão; nem pão, nem mochila, nem dinheiro no cinto;

9. como calçado, unicamente sandálias, e que se não revestissem de duas túnicas.

10. E disse-lhes: Em qualquer casa em que entrardes, ficai nela, até vos retirardes dali.

11. Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, saí dali e sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra ele.

12. Eles partiram e pregaram a penitência.

13. Expeliam numerosos demônios, ungiam com óleo a muitos enfermos e os curavam.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Começou a enviá-los

Ao refletirmos sobre a pedagogia de escolha e envio de Jesus, percebemos algo muito próprio DELE. Partiu da multidão e formou o colégio dos discípulos, que eram 72, e destes escolheu doze para a sua companhia, doze para enviá-los dois a dois.

Antes de desenvolvermos qualquer missão em nome de Jesus, ELE nos chama. É preciso ser chamado pelo Senhor, pois nossa missão será frutífera somente se formos chamados. Naturalmente que a messe é grande e poucos são os operários, principalmente na universidade, então o SENHOR deseja chamá-lo (a) e deseja mais do que isso, deseja também enviá-lo. Melhor que ser chamado é ser também enviado. Se estamos diante de um desafio missionário, o envio se torna condição fundamental, para o êxito da missão. E uma forma de sermos enviados por Jesus hoje, é buscarmos a comunhão com as lideranças da nossa comunidade, partindo das autoridades eclesiásticas e passando pelas coordenações do movimento, buscando a benção, o envio para as missões.

Pode parecer coisa do passado, de gente subserviente, mas não se trata de subserviência, ao contrário se trata de comunhão, adesão a autoridade constituída, de um espírito humilde, que busca através da partilha, da comunhão, do reconhecimento da autoridade, como sinal do chamado de Deus para o desempenho de determinada missão.

Outra questão bastante interessante é que Jesus sempre enviava de dois a dois e devemos acolher esta forma sábia de realização da missão, pois assim o inimigo terá que derrotar sempre dois ao invés de um servo de Deus.

Muita vezes até seremos tentados em levar alguma missão sozinho, mas o evangelho de hoje é um grande alerta quanto a alguns princípios e estratégias de missão: Ser chamado, ser enviado e ir em companhia ao menos de outro servo.

Deu-lhes poder

O poder é algo que sempre fascinou o homem e Deus sabe que isso poderia ajudar-lhes na execução da sua missão, como ajudou a Jesus e aos demais discípulos em outras oportunidades. Na realidade universitária talvez seja o lugar onde mais se torna gritante a manifestação dos sinais e prodígios. AMADOS, QUE SEJAMOS AUDÁZES, OUSADOS E PERMITAMOS QUE OS SINAIS E O PODER VENHAM SOBRE NÓS E NOSSA MISSÃO NA UNIVERSIDADE.

Coisa boa é um servo entregue à verdadeira manifestação do Espírito, com unção, com ardor no anúncio, com sinais miraculosos e compromisso com o SENHOR, pois a ação de tal servo, reverte-se somente em bênçãos para a comunidade por ele atendida.

Fico imaginando os nossos GOUs e GPPs sendo conduzidos por um grupo de servos cheios de poder, um presente dos céus. Um servo na acolhida, outro na música, na condução, ministrando a oração, o louvor, pedindo o Batismo no Espírito, outros ainda rezando pela cura, profetizando, pregando e por fim alguém nos enviando com autoridade espiritual, com poder para a vivência das profecias, da reunião de oração. Isso é o desejo de Jesus e da igreja para as nossas comunidades carismáticas nas universidades. Aliás, a UNIVERSIDADE CLAMA POR GENTE QUE VIVA A FÉ COM PODER, OUSADIA, ATREVIMENTO, SINAIS no meio universitário, onde existe espaço apenas para a razão. DESEJO EXORTÁ-LOS A UMA VIVÊNCIA REALMENTE CARISMÁTICA, ABERTA AO PODER DO ESPÍRITO EM NOSSAS FACULDADES E NO MEIO DO TRABALHO.

Desprendimento, simplicidade

Jesus recomendou aos discípulos que não levassem coisa alguma e naturalmente isso transcende os aspectos materiais – o desejo de Jesus para o servo do reino, quer seja na universidade, no trabalho, ou na comunidade diretamente é que se tenha um coração desapegado, livre de preocupações e valores que tornem pesadas as atividades e o serviço.

O verdadeiro servo de Deus leva somente o necessário, ele é amigo da providência, anda na fé, age na fé, e com isso mostra o seu desprendimento e confiança em Deus.

Muitos de nós fomos motivados a determinada profissão pelo possível retorno econômico, outros idealizaram um “estilo” de vida nada compatível com o evangelho e seus valores.

Ainda a sociedade capitalista ao nos formarmos nos prepara para TER COISAS como uma forma de ascenção a determinado grupo ou classe social – e passamos boa parte da nossa vida apenas trabalhando para conseguir COISAS. Não em SER pessoas de bem, justos, honestos, responsáveis, comprometidos com os valores do Reino. Jesus vem nos propor um estilo de vida simples, que demanda menos coisas, e conseqüentemente menos consumo, portanto maior preservação dos recursos naturais. O estilo proposto por Jesus é um estilo preservacionista.

Pregaram a penitência

Também para que este estilo de vida proposto por Jesus seja adotado, é preciso primeiramente uma conversão por parte dos cristãos, pois deveremos anunciar com nossos atos, acima de tudo. A universidade e o meio do trabalho clamam por pessoas que se converteram e fazem penitência, ou seja, que se abnegam de valores não evangélicos e apontam com seu testemunho, com a renúncia, um estilo ousado de vida.

A COMEÇAR EM NÓS, APRESENTEMOS UM TESTEMUNHO DE PENITENTES À UNIVERSIDADE E AO MUNDO DO TRABALHO.

Reflexão Final

Jesus chamou a doze dentre vários. Não tenha dúvida: em seu serviço ao Senhor, você foi chamado para fazer parte deste seleto grupo e por ELE foi enviado à missão.

E quando somos enviados por Jesus o somos na forma comunitária, ao menos dois a dois. Jamais sozinhos!

Jesus nos conferirá o poder do alto para o cumprimento de qualquer missão que venha dEle. CREIA NISSO E UTILIZE ESTE PODER, ele será um grande sinal principalmente na realidade universitária.

O maior ambientalista e preservacionista de todos os tempos foi Jesus, pois já nos convocava a possuirmos poucas coisas, a termos hábitos de vida simples, pois já sabia o quanto isso facilitava a vida e a missão. ESSE É UM DOS MAIORES TESTEMUNHOS A SER OFERECIDOS AO MUNDO MODERNO/CONSUMISTA por parte dos que se dizem cristãos e tiveram acesso à universidade, ao conhecimento.

PENITÊNCIA É UMA PALAVRA DE ORDEM SEMPRE NOS ENSINOS DE JESUS E CORROBORA COM O ESTILO DE VIDA EVANGÉLICO. QUANTO MENOS, MELHOR!

CUMPRIR AS ORDENS DE JESUS, ORAR, UNGIR, IMPOR AS MÃOS, REALIZAR EM NOME DE JESUS MUITAS COISAS QUE AUMENTAM A CRENÇA DOS MEMBROS DA COMUNIDADE E O NÚMERO DE SEGUIDORES DE JESUS E SEU ESTILO DE VIDA NA UNIVERSIDADE – É NOSSA MAIOR MISSÃO.

VEM ESPÍRITO SANTO, VEM!

Família, primeira catequese e caminho para o discipulado

Os coordenadores do Ministério Nacional das Famílias, convidam a família carismática, a viver intensamente o mês de Agosto, rezando nos Grupos de Oração pelas famílias. Leia o convite:

“Queridos e amados irmãos da Renovação Carismática Católica do Brasil, chegou o tempo de, como homens e mulheres batizados no Espírito Santo, assumirmos esta luta em favor da FAMÍLIA, instituição primordial no coração de “Deus” , e tão rejeitada e humilhada na nossa sociedade, egoísta, escrava de princípios mundanos e pagãos, que tem deturpado e destruído a nossa imagem de filhos amados do Pai.

Jesus lhes disse “Ò gente sem inteligência! Como sois tardios de coração, para crerdes em tudo o que anunciaram os profetas” (Lucas 24,25), o povo tem sede de Deus mas não conhece a fonte, assim como aqueles dois discípulos de Emaús, que estiveram com o mestre mas não o conheciam ainda, precisamos apresentar Jesus a eles. Confiantes no Senhorio de Jesus e fortalecidos pelas bençãos do CONGRESSO NACIONAL,convocamos todos os Grupos de Oração de nosso país a oferecer o mês de AGOSTO como a casa onde as FAMÍLIAS CARISMÁTICAS DO BRASIL, experimentarão, o sabor maravilhoso, e o perfume de Cristo para Deus, para iluminar nossas casas, refletindo que somos um povo repleto do infinito amor de Deus , na pessoa do Espirito Santo.

Enquanto pregamos e anunciamos pelo mundo as maravilhas de Deus na pessoa de nosso senhor Jesus Cristo, o inimigo tem atacado e colocado sonolência em nossas próprias casas, afastando os nossos amados da oração, dos Grupos de Oração e até da Igreja.

Celebremos Pentecostes em nossas casas

Pais orem pelos seus filhos; filhos orem pelos pais; esposos orem pelas esposas; cada um faça a imposição de mãos e em nome de Jesus e no Poder do seu sangue precioso, proclamemos o SENHORIO DE JESUS, neste grande momento da família carismática. “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”. Não nos conformemos com este mundo, mas o transformemos, pela renovação do nosso espírito”.

Sugestão de temas para palestras no mês de Agosto nos Grupos de Oração:

Tema central: “Famílias, Batizadas no Espírito Santo, caminho para o discipulado”

“Por esta causa dobro os meus joelhos na presença do Pai, ao qual deve sua existência toda a FAMÍLIA no céu e na terra, para que os conceda segundo seu glorioso tesouro, que sejais poderosamente robustecidos pelo seu Espírito em vista do crescimento do vosso homem interior.” ( Efésios 3,14-16 )

Primeira Semana

Escuta, ò Família, o Senhor teu Deus ( Lucas 24,25-27)

Segunda Semana

Domingo, dia de encontro da Família de Deus ( Lucas 24,28-32)

Terceira Semana

A Família se realiza somente na comunidade (Lucas 24,33-35)

Quarta Semana

Pentecostes na Família: caminho para o discipulado. (At 10,34-43)
Celebrar Pentecostes na Família ( At 11,14-15)

O Pregador(a) de preferência levar a esposa (o), e se possível os filhos junto no Grupo de Oração, como testemunho, que a família é a Igreja doméstica.

Estes textos bíblicos são uma caminhada, mas o Espírito Santo é criativo e revelará o que for da vontade do Pai para cada noite, ao ministro da palavra.

Oramos, e peçamos ao Senhor, por intercessão de Nossa Senhora de Nazaré, que cada coordenador, assuma este compromisso de preparar bem o grupo para este mês, motivando todos os ministérios a se unirem em vigília, oração, jejum e clamor pelas famílias que estão a margem da grande misericórdia do Pai Celestial.

Fonte: RCC Brasil