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	<title>RCC Viçosa - Renovação Carismática Católica de Viçosa &#187; Deus</title>
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	<description>RCC Viçosa - Renovação Carismática Católica de Viçosa</description>
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		<title>A misericórdia Divina</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 01:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[RCC Viçosa]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
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		<description><![CDATA[O episódio ocorrido na casa do fariseu Simão (Lc 7,36-50) foi ocasião propícia para que Jesus mostrasse quão grande é a misericórdia divina para com os pecadores. Sublimes suas palavras à pecadora: “Teus pecados estão perdoados”. Uma verdade que nem sempre é bem analisada é, realmente, sobre a misericórdia divina. Surge uma questão que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O episódio ocorrido na casa do fariseu Simão (Lc 7,36-50) foi ocasião propícia para que Jesus mostrasse quão grande é a misericórdia divina para com os pecadores. Sublimes suas palavras à pecadora: “Teus pecados  estão perdoados”.  Uma verdade que nem sempre é bem analisada é, realmente,  sobre a misericórdia divina. Surge uma questão que é mal posta: mereço ou não a clemência de Deus? Nunca se merece a misericórdia do Ser Supremo, porque ela é dada por acréscimo por um ato generoso da parte daquele que é o Senhor de tudo.</p>
	<p>Trata-se de um fato divino que ultrapassa a inteligência humana. Com efeito, o ponto culminante da comiseração do Pai foi a Paixão e Morte do Filho Unigênito, objeto de todas as suas complacências, e isto para a redenção da humanidade. São João admirado proclamou: “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). Portanto, quem crê em Jesus Cristo já está envolto na misericórdia do Pai, a não ser que, peremptoriamente, a recuse. Se o Todo-Poderoso agisse no plano da estrita e pura justiça a humanidade estaria perdida. Cumpre, porém, àquele que tem fé se imergir no oceano da bondade do Deus misericordioso, não colocando empecilho à ação de suas graças superabundantes. Daí uma confiança sem limites nele.</p>
	<p>O salmista assim se expressou: “Clemente e misericordioso é o Senhor, tardo para a ira e sumamente benévolo. Bom é o Senhor para todos, e a sua misericórdia estende-se sobre todas as criaturas” (Sl 144, 8-9). Nas parábolas contadas por Jesus deparamos quão grande é, realmente, a clemência de Deus.  Ele se manifesta como o Pastor que muito ama suas ovelhas e se interessa pelas que se extraviam (Lc 15,4-7). Todo filho pródigo que volta para a casa paterna é recebido com festas (Lc 15,2-32).  Se o pecador é uma dracma perdida Ele sai a sua procura (Lc 15, 8-10). Trata-se de um cuidado providente e perseverante que não abandona quem se extravia de seu destino eterno e isto com uma solicitude sem igual. Na sua passagem por este mundo Cristo demonstrou inúmeras vezes esta comiseração como o fez  na residência de Simão. </p>
	<p>Ele perdoou os  muitos pecados daquela mulher que  chorava a seus pés com lágrimas, absolveu  a presunção de Pedro, anistiou a mulher adúltera, canonizou Dimas, o bom ladrão. Jesus opõe à miséria radical do homem a ternura radical de seu coração. Olha-o na sua bondosa humanidade. Ele abrasou em fé e amor a Samaritana, junto do poço. Os fariseus espantavam-se e  murmuravam por ver Cristo  junto aos  publicanos, pecadores, gente desencaminhada, como assim procedia Simão. É que Ele viera ao mundo enviado pela misericórdia do Pai, Deus que perdoa, Deus que recebe no seu seio,  todos os que choram, sofrem e padecem por seus desvios. É que Deus é a sede eminente e superabundante  de toda bondade. </p>
	<p>Que doçura, que consolo, que arrebatamento de amor deve produzir nas almas o pensamento da misericórdia de Deus! Uma lágrima sincera de arrependimento e o indulto total!  Muitos pecados, mais perdões possui Cristo no seu coração, desde que haja firme propósito de emenda. A misericórdia só não pode descer sobre a soberba, a obstinação, a empáfia, a rebeldia. É que a confiança  em Deus não pode  ser brincadeira nem cálculo. Jesus sempre dizia a quem ele perdoava: “Vai e não peques mais”. À infinita misericórdia de Deus se deve corresponder com generosidade, com perseverança no bem, com sinceridade absoluta.</p>
	<p>Quando, de fato,  a alma sofre por se ter desviado de Deus, e o seu sofrimento se exprime em confissões humildes e dolorosas, não se pode duvidar do perdão,  pois isto seria injurioso para Deus, mas Este exige uma contrição leal.   Na História da Igreja entre tantos remidos pela clemência divina  lembremo-nos, por exemplo, de um Santo Agostinho, de uma Santa Margarida de Cortona, cuja conversão foi radical.</p>
	<p>Todas estas reflexões levam ao verdadeiro motivo da confiança na misericórdia divina, porque Deus pode salvar dado que é todo poderoso; Deus quer salvar uma vez que é Pai infinitamente bom; Deus salva porque deixa-se vencer pelo arrependimento confiante e está sempre oferecendo oportunidade a todos os pecadores para que se convertam e se salvem.</p>
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		<title>Evangelho da Semana (Lucas 7,11-17)</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 23:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele da Silva Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[RCC Viçosa]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[domingo]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Senhor]]></category>

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		<description><![CDATA[— O Senhor esteja convosco! — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas. — Glória a vós, Senhor! Naquele tempo, 11Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. 12Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong></p>
	<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.<br />
— Glória a vós, Senhor! </p>
	<p></strong></p>
	<p><em></p>
	<p>Naquele tempo, <sup>11</sup>Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. <sup>12</sup>Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único; e sua mãe era viúva. Grande multidão da cidade a acompanhava. <sup>13</sup>Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse: &#8220;Não chores!&#8221; <sup>14</sup>Aproximou-se, tocou o caixão, e os que o carregavam pararam. Então, Jesus disse: &#8220;Jovem, eu te ordeno, levanta-te!&#8221; <sup>15</sup>O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. <sup>16</sup>Todos ficaram com muito medo e glorificavam a Deus, dizendo: &#8220;Um grande profeta apareceu entre nós e Deus veio visitar o seu povo&#8221;. <sup>17</sup>E a notícia do fato espalhou-se pela Judeia inteira, e por toda a redondeza. </p>
	<p></em></p>
	<p><strong></p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor. </p>
	<p></strong></p>
	<p>Após o rico tempo da Páscoa, voltamos ao tempo litúrgico Comum, que não menos rico nos convida a participar das coisas de Deus no nosso comum de cada dia.</p>
	<p>Neste domingo, o Senhor nos presenteia com o Evangelho da viúva de Naim: o fato da mulher ser viúva já nos remete a um estado de vida solitário e precário, pois ela já não tinha a companhia de seu marido, que provavelmente era ainda quem sustentava a casa. E agora, como se não bastasse, ela perde o seu filho único, quanto sofrimento deve ser para uma mãe enterrar seu filho&#8230; Jesus então se vê diante de uma mulher viúva, de uma mãe que perdeu o seu filho e assim o Homem-Deus, sentiu compaixão para com ela. Penso que até nós mesmos sentiríamos “compaixão” neste caso, como sentimos em tantos outros, talvez até mais comoventes nos dias atuais. Coloquei compaixão entre aspas, porque na verdade o que sentimos é apenas dó, porque a verdadeira compaixão é mais do que simplesmente, ver uma cena triste e ficar tocado com aquilo&#8230; Jesus nos ensina: Ele sentiu compaixão e falou àquela mulher, Ele não ficou de longe olhando, comentando com o seu grupo de amigos sobre as desgraças daquela mulher, nem pode seguir seu caminho depois de ter visto aquilo. Jesus, ao contrário, parou e falou com ela: ‘Não chores!’. Imagino eu que esta mulher tenha chorado ainda mais&#8230; como assim que alguém, um desconhecido, entra na sua vida em um momento tão difícil e pede logo que ela não chore? De um coração tão entristecido só podiam sair lágrimas sofridas. Mas, a verdadeira compaixão, transforma&#8230; e Jesus fez isso com a vida daquela família&#8230; com a vida daquele povo. Ao tocar o menino e lhe ordenar que levantasse, Jesus ergue também a sua mãe e os que estavam ali&#8230; e, porque não, também nós! A Palavra de Deus é viva e não importa o que vivemos hoje, podemos ter a certeza que Deus caminha conosco e dia-a-dia Ele nos vê, Ele nos fala, Ele nos toca, Ele nos faz renascer!</p>
	<p>Muito me encanta a maneira como Deus visita o seu povo, e hoje Ele nos chama a observar esses momentos&#8230; nos convida a sermos presença dEle no mundo. Alimentados da Palavra e da Eucaristia, nós podemos e devemos levar Cristo aos outros, tendo sempre compaixão daqueles que não conhecem e não amam a Deus, daqueles que sofrem, daqueles que se afastaram do Primeiro Amor&#8230; mas uma compaixão ativa, que transforma&#8230; mesmo com poucas palavras, mesmo com poucos gestos!</p>
	<p>Gostaria de aproveitar para partilhar uma linda experiência que tive estes dias. Desde Abril deste ano estou na cidade de Rennes, na França. Domingo passado fui a Pontmain, um vilarejo bem próximo daqui, no qual a Virgem Maria apareceu as crianças no século XVIII (só as crianças podiam vê-la). Foi uma aparição em um único dia, fruto da oração do padre daquele lugar, que desde que viu seus jovens irem para a guerra, todos os dias antes da missa acendia quatro velas a Nossa Senhora e colocava na intenção da missa a vida daqueles rapazes e o fim da guerra. Mesmo quando todos já estavam desanimados o padre os encorajava, pedindo que continuassem a confiar em Deus. As primeiras crianças a verem, eram irmãos de um rapaz que tinha ido para a guerra e todos os dias, como prometido ao seu irmão, eles rezavam 5 Pai-nosso e 5 Ave-maria, antes do jantar, pelo fim da guerra.   No céu as crianças viram a mensagem: “Rezem meus filhos, o Senhor os atenderá em breve &#9679; Meu Filho se deixa tocar”.</p>
	<p>O Evangelho de hoje nos mostra que realmente Jesus se deixa tocar por nós, pelos nossos sofrimentos, pelas nossas dores, por nossas lutas diárias. Ele se deixa tocar por nossas orações, então rezemos&#8230; façamos como Nossa Mãezinha do Céu nos aconselhou, rezemos pelos nossos sacerdotes, para que permaneçam firmes no seu ministério, rezemos para que Deus toque o coração dos jovens e suscite novas e santas vocações sacerdotais. Rezemos e não percamos a esperança, porque Deus visita o seu povo!</p>
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		<title>Professor, S. João afirma na sua 1 carta que &#8220;Ninguém viu a Deus&#8221; 4, 12 e como o próprio Moisés contemplava a Deus, Exodo?</title>
		<link>http://www.rccvicosa.com/professor-s-joao-afirma-na-sua-1-carta-que-ninguem-viu-a-deus-4-12-e-como-o-proprio-moises-contemplava-a-deus-exodo/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 01:45:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Professor Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perguntas e Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Exodo]]></category>
		<category><![CDATA[Moisés]]></category>
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		<description><![CDATA[Ninguém viu a Deus em plenitude, isso é impossivel nesta vida; a nossa natureza não aguentaria a experiencia; Moisés teve visões veladas de Deus.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Ninguém viu a Deus em plenitude, isso é impossivel nesta vida; a nossa  natureza não aguentaria a experiencia; Moisés teve visões veladas de  Deus.
</p>
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		<title>O mistério da Santíssima Trindade</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 01:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[homens]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[infinito]]></category>
		<category><![CDATA[mistério]]></category>
		<category><![CDATA[Santíssima Trindade]]></category>

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		<description><![CDATA[Cremos pela luz da fé que há um só Deus em três pessoas. Em Deus não há senão uma natureza, uma só essência, apenas uma substância, que subsistem em três pessoas, três centros de atribuição. São três centros de consciência, três modos de existir, três hipóstases ontologicamente relacionadas e não apenas em plano meramente dinâmico. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Cremos pela luz da fé que há um só Deus  em três pessoas. Em Deus não há senão uma natureza, uma só essência,  apenas uma substância, que subsistem em três pessoas, três centros de  atribuição. São três centros de consciência, três modos de existir, três  hipóstases ontologicamente relacionadas e não apenas em plano meramente  dinâmico.</p>
	<p>Tríade divinal que patenteia o Pai, o  Filho e o Espírito Santo eternamente unidos no mesmo nome, no idêntico  poderio e glória, numa inefável reciprocidade de conhecimento e afeição  profunda. Foi preciso que o Filho, que se encarnou no seio da Virgem  Maria, viesse a este mundo para expor esta realidade divina. Aos  Apóstolos ele ordenou: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações;  batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28,19.  Quando Filipe pediu “Senhor, mostra-nos o Pai e isso nos basta.  Respondeu Jesus: Há tanto tempo que estou convosco e não me conheceste,  Filipe!</p>
	<p>Aquele que me viu, viu também o Pai.  Como, pois, dizes: Mostra-nos o Pai (Jo 14,8-9). É que Ele já havia dito  aos Apóstolos: “Eu e o Pai somos um”    (Jo 10,30). Prometeu a seus  discípulos: “O Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu  nome, ensinar-vos-á todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho  dito (Jo 14,26). No Antigo Testamento este mistério não foi revelado,  mas insinuado. Quando Deus criou Adão ele disse: “Façamos o homem à  nossa imagem e semelhança”, o que denota várias pessoas em Deus (Gn  1,26).</p>
	<p>Quando da destruição de Sodoma ele  enviou três Anjos revestidos da figura humana, os quais se hospedaram  com Abraão que lhes falava como a um só. Santo Agostinho diz que o  Patriarca via três e que não adorou senão um, porque os três  representavam as três Pessoas da Santíssima Trindade que não são senão  um Deus. O Profeta Isaías nos diz que teve uma visão na qual os Serafins  que estavam perto do trono de Deus cantavam em coro: “Santo, Santo,  Santo”, repetição que indica bem as três Pessoas da Trindade. Muitos  filósofos antigos provaram pela razão a existência de Deus, mas não  falaram da Trindade divina.</p>
	<p>Foi preciso, de fato, que pessoalmente  Cristo viesse ensinar esta sublime verdade que não é um absurdo para a  razão humana. Desde toda eternidade o Pai se conhece. Este pensamento é  eterno, substancial, é a imagem de toda vida divina igual a sua origem.  Eis a segunda pessoa, o Filho, o Verbo eterno. O Pai e o Filho  eternamente se amam. Este amor é essencial, intemporal, é o Espírito  Santo, Terceira Pessoa, que procede do Pai e do Filho.Cumpre, portanto,  agradeder a Deus a graça que fez aos homens de revelar-lhes este  mistério. Daí uma fé inabalável nesta verdade porque Deus mesmo a fez  chegar até nós e a Igreja sempre a ensinou e a propôs como o primeiro e  maior mistério da fé.</p>
	<p>Cumpre, além disto, estar o cristão  consciente de que é o templo da Santíssima Trindade. Nunca se recordam  demais as palavras de Jesus: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra  e meu Pai o amará, e nós viremos a ele e nele faremOS morada” (Jo  14,23). Eis por que se deve consagrar às três Pessoas da Trindade as  três faculdades da alma: o entendimento, a memória e a vontade, que são  de certo modo imagem deste mistério. O entendimento, intuindo nos  acontecimentos e nas maravilhas espalhadas pelo mundo o poder e  majestade do Ser Supremo. A memória, agradecendo continuamente tantos  benefícios de cada instante.</p>
	<p>A vontade ininterruptamente unida à  vontade divina à qual se deve inteiramente aderir. Para isto nada melhor  do que se lembrar deste hóspede lá no íntimo de cada um, saudando-o com  o “Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo”! Nem se pode esquecer  que o domingo é o dia da semana  dedicado à Santíssima Trindade. Nele se  rende a ela o melhor de todos os louvores que é o  Sacrifício da Missa  com os seus quatro fins. Culto latrêutico, isto é de adoração, pois ao  Ser infinitamente poderoso, devemos prestar uma reverência total.</p>
	<p>Instante de propiciação, isto é, de  reparação. Deus somente é infinitamente perfeito. Todos os homens têm  suas falhas, sendo algumas graves, outras leves. Que felicidade,  entretanto para o cristão, pois apesar das fraquezas e negligências  humanas, durante a Missa ele pode se purificar e oferecer ao Senhor  Onipotente uma reparação cabal de seus erros. Momento eucarístico, ou  seja, de ação de graças por tudo que se recebe do Deus Uno e Trino.</p>
	<p>Instantes de súplica, pois a Missa é  também uma oblação impetratória, a mais excelsa das preces. Por tudo  isto à Trindade Santa toda honra e toda glória: “Santo, Santo, Santo é o  Senhor Deus do universo ”.
</p>
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		<title>Bem aventurados sois todos vós!</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 23:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Flaviane Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Senhor do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Stênio Marcius]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem um compositor/poeta da Igreja Presbiteriana, Stênio Marcius que compôs uma música chamada Senhor do Tempo, ele conseguiu traduzir o perigo que nos ronda por causa do tempo que está sempre passando e que pode nos desanimar, afastar de Deus, ao final da letra diz assim: “mestre fala neste homem que se emocione, vá recomeçar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Tem um compositor/poeta da Igreja Presbiteriana, Stênio Marcius que compôs uma música chamada Senhor do Tempo, ele conseguiu traduzir o perigo que nos ronda por causa do tempo que está sempre passando e que pode nos desanimar, afastar de Deus, ao final da letra diz assim: “<em>mestre fala neste homem <strong>que se emocione</strong>, vá recomeçar. Faz-me correr e assim, retornar ligeiro ao primeiro amor. Deixa-me ver novamente o meu nome escrito nas santas mãos do Senhor do tempo.</em>”</p>
	<p>Esta expressão nos remete aos ensinamentos de Jesus sobre as bem aventuranças, somos bem aventurados, quero dizer, bem aventurado é todo aquele que vai recomeçar, retornando ligeiro ao primeiro amor e assim pode rever o seu nome escrito nas santas mãos do Senhor que é por excelência o Senhor do tempo.</p>
	<p>Bem aventurados são todos os pobres no coração; os mansos; os que têm fome e sede de justiça; os misericordiosos; os puros de coração; os amigos da paz; os perseguidos por causa da justiça; os que ouvem a palavra de Deus e a põe em prática, porque deles é o reino dos céus.</p>
	<p>Bem aventurados são todos aqueles que cavam muito para retirar de todo o sofrimento e alegria a felicidade de cada tempo da vida, pois este sabe viver,mas também sabe morrer.</p>
	<p>Poderíamos perguntar também? O que mais Deus precisa nos dar? Ele já deu tudo, por isso somos bem aventurados, porque a Salvação já nos foi alcançada.</p>
	<p>Podemos chamar também de Bem Encaminhado todo aquele que retorna ligeiro ao primeiro amor, aquele que enxerga seu nome escrito nas santas mãos do Mestre. Bem encaminhado é aquele que acorda todo o dia na ânsia por encontrar o específico de sua missão, de sua história e no caminho se põe a trilhar.</p>
	<p>Bem encaminhado é aquele que cai, despedaçado e infeliz como muitas vezes nos mostra o salmista, grita ao mestre e assim com humildade pode escutar “hoje mesmo estará comigo no Paraíso” Lc 23:43.</p>
	<p>Bem encaminhado, aventurado, somos todos nós que ao nos enxergarmos humanos, vamos nos unindo e por isso passamos a construir o Reino dos Céus!</p>
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		<title>Serás inteiramente do Senhor teu Deus</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 15:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEARA 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Gilson Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Senhor]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda pregação de Gilson Paixão no Seara 2010 e que também deu início as atividades na parte da tarde desta segunda-feira (15-02) utilizou-se da palavra de Deuterômio 18,9, que tem como foco de reflexão questões atinente ao profetismo e a advinhação. Entre as crenças em outros deuses e de diversas naturezas há uma lista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A segunda pregação de Gilson Paixão no Seara 2010 e que também deu início as atividades na parte da tarde desta segunda-feira (15-02) utilizou-se da palavra de Deuterômio 18,9, que tem como foco de reflexão questões atinente ao profetismo e a advinhação. Entre as crenças em outros deuses e de diversas naturezas há uma lista de práticas que são abomináveis aos cristãos. Nesse sentido, Gilson orientou a pregação na perspectiva da defesa de nossa fé, enfatizando, que isto não seria uma denúncia, mas, apenas, tomar posse da terra em que o Senhor preparou a nós. Outro momento foi marcado por indagações e afirmações a assembléia. Dentre eles, o pregador questionou “quem é o rei da sua vida” e, em outro, afirmou que muitos têm perdido o céu por desobediência á Deus. Por fim, fechou com uma oração de renúncia.</p>
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		<title>Por que o sofrimento nosso tem valor diante de Deus?</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 00:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Professor Felipe Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perguntas e Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[jejum]]></category>
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		<description><![CDATA[Mortificação é qualquer penitência oferecida a Deus: um jejum, deixar de beber algo, de comer alguma coisa, etc. Jesus fez do sofrimento a matéria prima da salvação da humanidade e São Paulo disse que &#8220;completo na minha carne o que falta para a paixão de Cristo no seu corpo que é a Igreja&#8221;. (Cl 1, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Mortificação é qualquer penitência oferecida a Deus: um jejum, deixar de beber algo, de comer alguma coisa, etc. Jesus fez do sofrimento a matéria prima da salvação da humanidade e São Paulo disse que &#8220;completo na minha carne o que falta para a paixão de Cristo no seu corpo que é a Igreja&#8221;. (Cl 1, 24). Assim, todo sofrimento é salvífico desde que Cristo morreu na cruz; como estamos unidos a ele por nosso Batismo; nosso sofrimento se junta ao dele na salvação do mundo. Dai o seu valor.</p>
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		<title>O Jovem e Deus</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 23:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pe Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Walter]]></category>
		<category><![CDATA[tribulações]]></category>

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		<description><![CDATA[Não tem sido incomum escutar mães dizendo que depois que seus filhos cresceram e se tornaram adolescentes ou jovens, já não querem ir mais à missa, frequentar a Igreja, catequese ou outras atividades religiosas. Fico pensando o quanto isto é ruim, o quanto fará mal a este ser humano em desenvolvimento, pois, ao abandonar suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><a href="http://www.rccvicosa.com/wp-content/uploads/2010/01/ojovemedeus.jpg"><img src="http://www.rccvicosa.com/wp-content/uploads/2010/01/ojovemedeus.jpg" alt="" title="ojovemedeus" width="589" height="386" class="alignnone size-full wp-image-2799" /></a></p>
	<p>Não tem sido incomum escutar mães dizendo que depois que seus filhos cresceram e se tornaram adolescentes ou jovens, já não querem ir mais à missa, frequentar a Igreja, catequese ou outras atividades religiosas.</p>
	<p>Fico pensando o quanto isto é ruim, o quanto fará mal a este ser humano em desenvolvimento, pois, ao abandonar suas práticas religiosas, ele vai aos poucos minando sua fé, e em breve Deus não passará de uma ideia vaga e distante, sem qualquer incidência prática em sua vida.</p>
	<p>Acontece, porém, que todo ser humano precisa de Deus para conferir sentido mais profundo à sua vida; toda pessoa possui um recôndito tão intimo no seu ser que ninguém pode penetrar a não ser Deus. E chegará um momento em que ele precisará de uma presença que lhe preencha aquela solidão que todo ser humano possui, aquele lugar dentro de nós onde estamos absolutamente sós, de tal modo, que nem aqueles que mais nos amam podem estar conosco, ninguém além de nós e Deus, se o permitirmos.</p>
	<p>Chega uma hora na vida em que as tribulações são tão intensas, como uma doença terrível de alguém que amamos, um acidente, medos, etc., nas quais estes meninos e meninas terão que recorrer a Deus como última instância e não conseguirão fazê-lo, pois o expulsaram, sutilmente, de suas vidas. Fecharam de tal modo suas portas a Ele, o ignoraram ou relativizaram sua importância que já não conseguirão encontrá-lo com a facilidade e a urgência que a necessidade requeria. Não que Deus os tivesse deixado de amar, mas é que eles, há muito, deixaram de amar a Deus, que agora lhes parece um estranho com quem não têm a menor familiaridade.</p>
	<p>O que farão então nessa hora? Conseguirão acreditar para ver Deus agir? Quererão ainda tentar? Se entregarão ao desespero?</p>
	<p>É verdade que Deus nos ama tanto e tem mil caminhos de se achegar a nós, mas às vezes colocamos tantas barreiras entre Ele e nós que o que nos chegaria facilmente pela via de amor, muitas vezes só nos chegará pela via da dor.</p>
	<p>Meu caro jovem, não exclua Deus da prática da sua vida, pois fora da fé tornada prática de vida, só resta ao adulto que você será mais tarde um caminho árduo e sofrido, do qual Deus lhe deseja poupar.</p>
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		<title>O Banquete da Vida</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 23:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Padre Paulo Dionê Quintão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[banquete]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Paulo Dionê Quintão]]></category>

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		<description><![CDATA[O olhar de Deus sobre a história humana é sempre um olhar de esperança. O coração de Deus é tecido com músculos replenos do ágape que jorra incessante em direção à obra criadora. O colírio da fé purifica nossos olhos e nos dá uma abordagem alvissareira do futuro da humanidade. Nossa mística é o aprendizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O olhar de Deus sobre a história humana é sempre um olhar de esperança. O coração de Deus é tecido com músculos replenos do ágape que jorra incessante em direção à obra criadora. O colírio da fé purifica nossos olhos e nos dá uma abordagem alvissareira do futuro da humanidade. Nossa mística é o aprendizado da pedagogia divina.</p>
	<p>Olhemos com esperança para o novo ano que abre as cortinas de novas oportunidades. Tudo só continuaria a mesma coisa se nos acomodássemos. Se nos deixarmos contagiar pelo espírito de partilha descobriremos claramente o que nos realiza como seres humanos. O altruísmo é a elucidação do projeto de Deus para nós. Uma comerciária certa vez me disse: “Em meu trabalho, durante o ano inteiro, cada funcionário cede uma parcela de seu salário para formar mensalmente cestas básicas que socorrem pessoas desempregadas”. Este testemunho demonstra consciência da extensão dos problemas sociais.</p>
	<p>A cidadania é o despertador que libertou tanta gente da sonolência do indiferentismo. Tem feito o povo reconhecer que não basta amparar as goteiras. É preciso consertar o telhado estragado. Este novo ano é tempo propício para uma boa reforma na cobertura, pois serão realizadas eleições para a Presidência da República, Senado, Câmara Federal, Governo Estadual e Assembléia Legislativa. Quem sabe todos perceberão que nossas escolhas têm a ver com o empobrecimento da população, a indigência e a mendicância? Enfim, tem a ver com o próprio orçamento familiar, as políticas públicas e tudo o que pode mudar este País? </p>
	<p>E a Copa do Mundo?</p>
	<p>O Campeonato Mundial de Futebol ocasiona o congraçamento entre os povos, valorizando a vida saudável. Tendo alcançado o pentacampeonato em 2002; permitido a Itália chegar ao mesmo patamar em 2006, agora o Brasil entra no ritmo da vibração em busca do “EXA”. A mesma cidadania que nos veste de verde e amarelo para torcer pela vitória deverá ajudar-nos a ficar atentos aos candidatos em campanha eleitoral. A coincidência dos eventos não nos impedirá de votar no Brasil que queremos. O foco voltado para as seleções e, de modo especial, a nossa é claro, não há de ser o ópio da população. Ninguém pense que ficará mais fácil para continuar empurrando “goela a dentro” a intragável metodologia de condução desta nossa Pátria pouco amada pelos que vilipendiam suas riquezas, sucateando seus recursos naturais, empregando mal do dinheiro público. </p>
	<p>Quem sabe este novo ano desponte no horizonte com um recado de cidadania? Quem sabe o Brasil priorize a pessoa humana em lugar da economia de mercado? Quem sabe o despertar da solidariedade nos ajude na construção da unidade em torno de quem acredita na vida? Os que doaram uma cesta de Natal ou um brinquedo, para fazer sorrir uma criança, ainda podem mudar este País, pois acreditam e apreciam a vida. Não perderam o encanto com a mais preciosa riqueza que possuímos: nós mesmos.</p>
	<p>Não há obstáculo que possa deter a força do amor. A inteligência, por vezes, se coloca a serviço de interesses paralelos à vida plena. Com o amor é diferente. Quem ama não faz guerra, não agride o meio ambiente com especulação imobiliária e outros, nem terrorismo oriundo de fanatismo religioso ou poderio econômico. Santo Agostinho disse: “Ama e fazes o que queres”. Quem ama acerta o caminho da vida e é solidário. Os que se abrem ao amor de Deus poderão fazer deste novo ano O BANQUETE DA VIDA!</p>
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		<title>Como fazer seu Grupo de Oração crescer</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grupo de oração]]></category>
		<category><![CDATA[Conversão de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Frequência aos sacramentos]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura diária da Palavra]]></category>
		<category><![CDATA[louvor]]></category>
		<category><![CDATA[Oração pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[perdão]]></category>
		<category><![CDATA[vida no Espírito]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Maria Beatriz Spier Vargas Secretária-Geral do Conselho Nacional da RCC do Brasil O grupo de oração é um grupo de pessoas que, por um desígnio de Deus, um dia (o dia em que foram pela primeira vez ao grupo) tiveram suas vidas tocadas pela bondade infinita do Senhor e foram chamadas a viver uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong>Por Maria Beatriz Spier Vargas<br />
Secretária-Geral do Conselho Nacional da RCC do Brasil</strong></p>
	<p>O grupo de oração é um grupo de pessoas que, por um desígnio de Deus, um dia (o dia em que foram pela primeira vez ao grupo) tiveram suas vidas tocadas pela bondade infinita do Senhor e foram chamadas a viver uma vida nova, a vida no Espírito. Existe uma passagem na carta de São Paulo a Tito, capítulo 3, versículos de 4 a 7, que descreve bem o que acontece com cada um de nós quando começamos a frequentar um Grupo de Oração: “Mas um dia apareceu a bondade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com os homens. E, não por causa de obras de justiça que tivéssemos praticado, mas unicamente em virtude de sua misericórdia, Ele nos salvou mediante o batismo da regeneração e renovação, pelo Espírito Santo, que nos foi concedido em profusão, por meio de Cristo, nosso Salvador, para que a justificação obtida por sua graça nos torne, em esperança, herdeiros da vida eterna.”</p>
	<p>É essa a missão do Grupo de Oração: fazer com que as pessoas recebam o Batismo no Espírito Santo e tenham suas vidas renovadas, resgatadas, e guardem, para sempre, no coração, a esperança da vida eterna, a alegria da salvação. Pessoas batizadas no Espírito Santo são as que deixam transparecer entusiasmo em evangelizar, a fim de que outros também possam ter acesso a essa fonte de vida nova. São pessoas que com a sua vida testemunham que Jesus Cristo é o Senhor.</p>
	<p>Se isso não está acontecendo nos nossos grupos de oração, se as pessoas que vão ao Grupo não estão sendo transformadas, então o coordenador do Grupo, juntamente com a sua equipe de servos, deve parar diante do Senhor e perguntar a Ele o que está acontecendo, o quê está impedindo o Grupo de Oração de cumprir com sua missão de mudar vidas. Além de nos colocarmos em oração, talvez fosse interessante rever alguns pontos-chave da nossa vida carismática: conversão de vida, louvor, perdão, oração pessoal, leitura diária da Palavra e frequência aos sacramentos.</p>
	<h2>Conversão de vida</h2>
	<p>Este é um ponto que tem sido negligenciado. Não podemos esquecer nunca que vivemos a nossa vida sob o olhar de Deus que tudo sonda e tudo perscruta. O salmo 138 diz: “Senhor, vós me perscrutais e me conheceis, sabeis tudo de mim, quando me sento ou me levanto. De longe penetrais meus pensamentos, quando ando e quando repouso, vós me vedes, observais todos os meus passos. A palavra ainda não me chegou à língua, e já, Senhor, a conheceis toda. Vós me cercais por trás e pela frente, e estendeis sobre mim a vossa mão” ( Sl 138, 1-5).</p>
	<p>E o salmo 50 nos lembra: “Eu reconheço a minha iniqüidade; diante de mim está sempre o meu pecado. Só contra vós pequei: o que é mau fiz diante de vós” (Sl 50, 5-6).</p>
	<p>O livro da Sabedoria, no capítulo 1, nos diz claramente que, se estivermos no pecado, o Espírito Santo se afastará de nós: “Tende para com o Senhor sentimentos perfeitos e procurai-o na simplicidade de coração, porque ele é encontrado pelos que não o tentam, e se revela aos que não lhe recusam sua confiança; com efeito, os pensamentos tortuosos se afastam de Deus. A sabedoria não entrará na alma perversa, nem habitará o corpo sujeito ao pecado; o Espírito Santo educador (das almas) fugirá da perfídia, afastar-se-á dos pensamentos insensatos, e a iniqüidade que sobrevém o repelirá” (Sb 1, 1b-5).</p>
	<h2>Louvor</h2>
	<p>Resgatemos o louvor no Grupo de Oração e na nossa vida diária, ao invés de murmurarmos e nos queixarmos da vida. Quando louvamos ao Senhor e entoamos ações de graças, a nossa voz se une à voz dos anjos e santos de que fala o livro do Apocalipse, no capítulo cinco, e que bradam: “ Digno é o Cordeiro imolado de receber o poder, a riqueza, a sabedoria, a força, a glória, a honra e o louvor. Àquele que se assenta no trono e ao Cordeiro, louvor, honra, glória e poder pelos séculos dos séculos” (Ap 5,12.13b).</p>
	<p>Vamos acreditar que, quando louvamos ao Senhor no meio das dificuldades, todos os anjos e santos do céu e também Nossa Senhora unem-se a nós em adoração, louvor e ação de graças. E nossos problemas são confrontados com o poder e a majestade de Deus e a vitória que Jesus Cristo já conquistou.</p>
	<h2>Perdão</h2>
	<p>O Conselho Nacional esteve reunido em Brasília/DF, em janeiro de 2007, e o Senhor falou em profecia: “Se dentro do seu coração existe um conflito, um litígio contra seu irmão, Eu, Jesus, estou aqui, no Trono, como um justo juiz e pergunto: Existe possibilidade de conciliação entre vocês? Se não existe conciliação, então Eu preciso julgar”.</p>
	<p>Os litígios, os conflitos, as mágoas, os ressentimentos nos desajustam, fazem sofrer a nós e aos outros e não auxiliam em nada o estado de graça e de comunhão com Deus. Pensemos nisso e retomemos o exercício do perdão em nossas vidas. Podemos, por exemplo, determinarmo-nos todos os dias, durante um mês, a nos colocar em oração e perguntar ao Espírito Santo a quem precisamos perdoar e a quem precisamos pedir perdão. Vamos ficar espantados de ver como ainda temos que caminhar nesta área. Toda semana podemos envolver nosso grupo de oração nessa prática e, assim, colher testemunhos sobre o perdão.</p>
	<h2>Oração pessoal</h2>
	<p>É a humilde vigilância na presença de Deus, como diz o salmista: “Só em Deus repousa a minha alma, é dele que me vem o que espero. Só Ele é o meu rochedo e minha salvação, minha fortaleza: jamais vacilarei. Só em Deus encontrarei glória e salvação. Ele é meu rochedo protetor, meu refúgio está Nele, ó povo, confia Nele de uma vez por todas; expandi, em Sua presença, os vossos corações. Nosso refúgio está em Deus”.</p>
	<p>Quando nos colocamos na presença de Deus em oração, Ele abençoa o que está em nosso coração: alegrias, tristezas, preocupações, tudo! As nossas fraquezas, nossas limitações, nossos erros, nossas tentações e pecados que nos humilham, nossas dificuldades no dia-a-dia e na família, nossas dúvidas e inquietações. Sobre tudo isso, o Senhor derrama o seu amor curador, consolador, libertador. Além disso, na oração, passamos do nosso coração sensível, que é o lugar da tentação, para o nosso coração mais profundo, onde está a presença de Deus na pessoa do Espírito Santo. E a ação do Espírito Santo, que é o amor que habita o nosso coração mais profundo, pacifica, purifica, ilumina e constrói. É como diz aquele cântico: “Preciosas são as horas na presença de Jesus, comunhão deliciosa de minha alma com a luz.”.</p>
	<h2>Leitura diária da Palavra</h2>
	<p>Procurar trazer a Palavra para dentro das situações que vivemos; isso é parte da nossa identidade carismática. Se não lemos a Bíblia diariamente e se não a vivemos, ficamos desfigurados, ou seja, perdemos a nossa feição, o nosso rosto de Pentecostes. A Palavra de Deus é matéria espiritual sobre a qual o Senhor cria novas realidades na nossa vida. “Pela fé reconhecemos que o mundo foi formado pela palavra de Deus e que as coisas visíveis se originaram do invisível” (Hb 11, 3).</p>
	<p>No capítulo 15 do livro do profeta Jeremias, nós lemos: “Quando encontrei Tuas palavras alimentei-me, elas se tornaram para mim uma delícia e a alegria do coração, o modo como invocar Teu nome sobre mim, Senhor dos exércitos”.</p>
	<p>Quando nos debruçamos sobre a Palavra, estamos erguendo sobre nossa vida o próprio Senhor dos exércitos, das potências, o Senhor de toda glória e de toda majestade. Nossa vida recebe esta força incrível que é a Palavra, com todo o seu poder de transformar as realidades.</p>
	<h2>Frequência aos sacramentos</h2>
	<p>Precisamos também fortalecer nossa vida com a frequência aos sacramentos, principalmente os da Reconciliação e da Eucaristia. O Catecismo da Igreja Católica, na parte II, que fala sobre os sacramentos, mostra um afresco da catacumba de São Pedro e São Marcelino, representando o encontro de Jesus com a mulher hemorroíssa. Essa mulher, enferma há muitos anos, é curada ao tocar o manto de Jesus, pela “força que dele saíra”. Os sacramentos da Igreja, diz o Catecismo, continuam hoje as obras que Cristo cumprira durante sua vida terrestre. Os sacramentos são como essas “forças que saem” do Corpo de Cristo para curar as feridas do pecado e para nos dar a vida nova do Cristo. Através da vida sacramental, o poder divino e salvador do Filho de Deus salva o homem todo, alma e corpo.</p>
	<p>Se voltarmos a ser o que somos, povo de oração, de conversão de vida, de louvor, de perdão e de freqüência aos sacramentos, e se em nossos grupos de oração tivermos a prática dos carismas para que as pessoas possam ver os sinais da presença viva de Deus no meio de nós, então grupos de oração vão crescer, porque muitos homens e mulheres vão querer fazer parte dessa “raça escolhida, sacerdócio régio, nação santa, povo adquirido para Deus” (cf. I Pd 1, 9).</p>
	<p>Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo!</p>
	<p><a href="http://www.rccvicosa.com/wp-content/uploads/2008/10/go-euparticipo.jpg"><br />
<img height="147" width="150" title="Grupo de Oração: Eu participo" alt="" src="http://www.rccvicosa.com/wp-content/uploads/2008/10/go-euparticipo.jpg"/><br />
</a></p>
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