Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que “só Tu Senhor tens palavras de vida eterna”.
Evangelho de 26/07/09 – Jo 6, 1-15
— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
— Glória a vós, Senhor!
1. Depois disso, atravessou Jesus o lago da Galiléia (que é o de Tiberíades.)
2. Seguia-o uma grande multidão, porque via os milagres que fazia em benefício dos enfermos.
3. Jesus subiu a um monte e ali se sentou com seus discípulos.
4. Aproximava-se a Páscoa, festa dos judeus.
5. Jesus levantou os olhos sobre aquela grande multidão que vinha ter com ele e disse a Filipe: Onde compraremos pão para que todos estes tenham o que comer?
6. Falava assim para o experimentar, pois bem sabia o que havia de fazer.
7. Filipe respondeu-lhe: Duzentos denários de pão não lhes bastam, para que cada um receba um pedaço.
8. Um dos seus discípulos, chamado André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe:
9. Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixes… mas que é isto para tanta gente?
10. Disse Jesus: Fazei-os assentar. Ora, havia naquele lugar muita relva. Sentaram-se aqueles homens em número de uns cinco mil.
11. Jesus tomou os pães e rendeu graças. Em seguida, distribuiu-os às pessoas que estavam sentadas, e igualmente dos peixes lhes deu quanto queriam.
12. Estando eles saciados, disse aos discípulos: Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca.
13. Eles os recolheram e, dos pedaços dos cinco pães de cevada que sobraram, encheram doze cestos.
14. À vista desse milagre de Jesus, aquela gente dizia: Este é verdadeiramente o profeta que há de vir ao mundo.
15. Jesus, percebendo que queriam arrebatá-lo e fazê-lo rei, tornou a retirar-se sozinho para o monte.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
A reflexão desta semana está atrelada a uma seqüência de acontecimentos. Há duas semanas, Jesus enviou os apóstolos dois a dois; na semana seguinte os apóstolos voltam narrando tudo o que tinham realizado, e então Jesus os convidava para um lugar de descanso – porém a multidão os seguia pois eram como ovelhas sem pastor.
Depois de uma maratona de atividades narradas na última semana, os apóstolos ainda não tinham descansado, e percebe-se (ao ler os demais evangelistas que tratam do fato), que a hora já era avançada1, ou ainda caia a tarde2 quando Jesus começa mais esta partilha do pão.
Os evangelistas, nos textos sinópticos (textos que tratam das mesmas passagens da vida de Jesus), tentam mostrar que depois de um dia duro, de muitas curas, os apóstolos já haviam narrados os seus feitos e provavelmente uns tinham partilhado sobre como haviam pregado a conversão, outros, como haviam expulsado demônios, outros ainda como haviam curado e assim por diante. Fico imaginando a narrativa dos acontecimentos por parte dos apóstolos e quando eles já achavam que tinham feito a parte deles, que já tinham cumprido com a missão a eles confiada por Jesus… ELE os coloca novamente à prova.
Muitos de nós achamos que o nosso tempo já passou, ou seja, já fizemos a nossa parte. Já me formei, agora estou em outra realidade e, portanto agora é tempo de descanso, e assim como os discípulos muitos estão mesmo desejando que Jesus despeça os famintos, que andam atrás dEle como ovelhas sem pastor para que eles possam ir comprar víveres nas aldeias. Da mesma forma, muitos de nós temos desejado que nossos irmãos famintos, que estão na droga, na prostituição, que acabam se matando em esportes radicais, também sejam dispensados por Jesus para que possam comprar víveres. E muitos tem ido ao deserto, e antes de encontrar algo que os sacie, a vida lhes tem sido ceifada. Em muitas realidades universitárias vê-se o suicídio, a overdose, vícios, e muitas outras formas de morte.
No evangelho de hoje somos chamados a refletir se já fizemos tudo o que precisa ser feito, como sempre nos diz a Ierece3, o nosso necessário. Amados, independente do que eu, você, e outros de nossos irmãos de caminhada tenham feito, é necessário fazer o necessário.
E depois disso, de pregações, curas, milagres, pastoreio… Não podemos despedir os nossos irmãos universitários, nossos jovens e os profissionais para que eles saiam à procura de víveres. Muitos terão a sua vida e seus sonhos ceifados.
Os apóstolos tinham pães e peixes para cearem com Jesus, mas e os demais? Diante do comportamento egoísta, pequeno, mesquinho dos apóstolos, Jesus dá o exemplo do verdadeiro cristão, ou seja, mostra a sua compaixão e misericórdia. Já não mais somente com salvação da alma, do interior, mas agora com o físico, pois se compromete com a fome do povo que o seguia. Este exemplo o verdadeiro cristão deve seguir. JESUS é A FONTE DA CURA DO HOMEM TOTAL.
Quando refleti a primeira vez com estes textos, eles me impregnaram de tal forma que a única resposta que consegui dar foi o meu sim, que carrego há quase trinta anos de serviço à igreja. A frase de Jesus dizendo: “Não é necessário despedi-los,… Dai-lhes vós mesmos de comer” me impulsionou a dar tudo de mim, na evangelização universitária, pois via meus amigos, morrendo nos vícios, na prostituição, na falta de compromisso com os estudos, na “farra inconsequente” como ovelhas sem pastor. Então, diante deste quadro catastrófico do meio universitário, escuto a voz me dizendo: DAI-LHES VÓS MESMOS DE COMER.
Ao mesmo tempo, percebo Jesus falando comigo da mesma forma que falou com Felipe: onde compraremos pão? Ou escuto Jesus perguntar: “quantos pães tendes?”4
Então compreendo a importância do pão. Do pão da palavra, do pão que sacia a fome,… E entendo a pergunta de Jesus sobre quantos pães tendes. Explico melhor. Quando acho que não tenho pão pra todo mundo, ou que tenho apenas alguns pães para o pessoal do Grupo de Oração (GOU), ou do GPP, quando coloco o foco da minha vida religiosa somente no pessoal da igreja. Então, JESUS me PERGUNTA QUANTO EU TENHO DE PÃO.
Amados Jesus é o pão da vida. ELE apenas nos pergunta quanto temos dEle, o que conhecemos dEle. Se temos o pão da vida, não podemos deixar os famintos saciarem-se em outros lugares. É nossa a missão, É MINHA, É SUA A MISSÃO DE DARMOS NÓS MESMOS DE COMER A ESTES FAMINTOS DAS NOSSAS UNIVERSIDADES e DO MUNDO DO TRABALHO.
Eu sou missionário, consagrei minha vida ao serviço do Reino, após compreender esta palavra de Jesus. Foi com a força desta palavra que dei meu sim a Deus na missão na universidade e disto surgiu o PUR/MUR, o sonho das universidades renovadas. Gloria a Deus!
Então eu, você e outros que sonham conosco apenas precisamos apresentar a Jesus o pouco de pão que temos, ELE abençoará e nós SERVIREMOS àqueles que se assentaram na relva (aos que participam dos nossos GOUs, GPPs, aos que freqüentam nossos encontros e atividades).
Estamos em tempo de Retiro das Setas, em breve haverá a Semana Nacional de Missão, então apresente o que você tem de Jesus e isso será a fonte que saciará todos aqueles que estiverem como ovelhas sem pastor e passarem por sua vida. CREIA NISSO. Receba esta palavra como um Rhema, que aliás é um dos Rhemas mais antigos do nosso ministério. Ao escrever estas linhas percebo o desejo de Deus em renovar entre nós este Rhema.
Amados, Universidades Renovadas, nada mais é do que o que o evangelista narra no final, “todos comeram e ficaram fartos”. 5 É necessário que você sonhe com essa realidade! Isso é encher a universidade da doutrina de Jesus.
Só acontecerá quando eu, você, quando nós apresentarmos nossos pães e Jesus abençoá-los, nos os distribuiremos e então haverá realmente a fartura.
E ainda, Jesus não queria que nada se perdesse! Por isso, se recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão. Isso é o que nos espera. Damos cinco pães, Jesus abençoa, distribuímos aos famintos, e recolhemos doze cestos mais. ESSA É A MATEMÁTICA DE JESUS.
Neste tempo de serviço a Deus e à igreja, sou testemunha do quanto Ele é fiel principalmente no cumprimento desta palavra. Na minha miséria sempre lhe dou pouco e recebo cestos cheios do pouco que lhe dou.
Mesmo já tendo trabalhado muito ao longo do dia, da missão, ainda há muitos famintos a serem alimentados, principalmente na universidade e no mundo do trabalho.
É necessário refletir sobre a minha preocupação com o faminto, sou como Jesus que deseja saciar a fome daqueles que andam gritando por alimento ao nosso redor, ou como os apóstolos que, ao terem seu alimento, desejam dispensar os famintos?
Quem é o Pão da Vida? Quanto deste pão você tem?
Ter deste pão não é necessariamente ser um instruído nas coisas da Igreja, ao contrário, na universidade o seu pão da vida pode ser um sorriso, um momento de estudo gasto com um amigo em dificuldade em alguma disciplina, uma conversa amiga, uma visita, sua presença alegre, cativante. Creia, pois é deste pouco que sobrará doze cestos cheios.
Apresentar este pouco a Jesus é um ato de coragem. Mesmo a gente se achando muito fraco, sem nada para oferecer, seja forte, e dê um passo adiante oferecendo a Deus seus talentos, pois Ele os abençoará e os fará alimentos a outros.
Depois da benção de Deus, é necessário estarmos ainda envolvidos no serviço. É necessário DISTRIBUIR O FRUTO DA benção DE DEUS.
Meus amigos, SERVIR na messe do SENHOR foi a melhor coisa que já me aconteceu na vida, pois se vê o quase nada virar saciedade de todos e doze cestos cheios.
Finalizando, o que estamos fazendo neste momento, segundo frei Raniero Cantalamessa6, também é uma multiplicação dos pães: o pão da palavra de Deus. Eu parti o pão da palavra e a internet multiplicou minhas palavras, de forma que muitos também se alimentaram e ficaram saciados. Resta uma tarefa: recolher “os pedaços que sobraram”, fazer a Palavra chegar também a quem não participou do banquete. Converter-se em “repetidores” e testemunhas da doutrina de Jesus.
VEM ESPÍRITO SANTO, VEM!
1 Cf.Mc 6, 35
2 Cf.Mt 14, 15
3 Ierece Gilberto – Coordenadora Nacional do Ministério Universidades Renovadas/MUR.
4 Cf.Mc 6, 38
5 Cf.Mc 6, 42
6 Frei Raniero Cantalamessa, OFM. – Pregador da casa pontifícia.
Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso te pedimos enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra. Uma vez que “só Tu Senhor tens palavras de vida eterna”
IDE POR TODO O MUNDO E PREGAI O EVANGELHO
Nossa caminhada agora é rumo a Pentecostes, uma certeza vai invadir o meu/seu coração dizendo-nos para que fiquemos em Jerusalém e esperemos o cumprimento da palavra. Nesta semana a nossa reflexão passa pelo chamado a produzir frutos unidos a videira.
Evangelho de 24/05/09 – Mc 16, 15-20
— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
— Glória a vós, Senhor!
15. E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura.
16. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.
17. Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas,
18. manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados.
19. Depois que o Senhor Jesus lhes falou, foi levado ao céu e está sentado à direita de Deus.
20. Os discípulos partiram e pregaram por toda parte. O Senhor cooperava com eles e confirmava a sua palavra com os milagres que a acompanhavam.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
São Máximo de Turim, define a Páscoa como uma passagem “dos pecados à santidade, dos vícios à virtude, da velhice à juventude, que se entende não em idade, mas em simplicidade. Éramos de fato decadentes pela velhice dos pecados, mas pela ressurreição de Cristo fomos renovados na inocência das crianças” [1]
Ide por todo mundo e pregai o evangelho
Nesta semana Jesus nos fala algo realmente imperativo, ou seja, nos dá uma ordem “ide por todo o mundo e pregai o evangelho”. A nós ligados a realidade universitária, profissionais do reino Ele diz “ide às universidades, às salas de aulas, aos laboratórios, ide pelo campus e pregue a toda criatura”. Isso inclui pregar aos nossos colegas, mas também aos nossos professores, aos servidores, aos pesquisadores e a todas as pessoas da realidade acadêmica.
Uma coisa que nestes dias somos chamados a refletir dentro deste contexto é sobre a motivação que muitos de nós cristãos temos, ou não temos, para cumprir este mandato de Jesus. A salvação chegará somente ao que crer, e São Paulo ao escrever aos Romanos[2] ensina “como invocarão aquele em quem não têm fé? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue?”
Embora possa parecer para alguns que missão é coisa do passado, é coisa somente de gente consagrada, pregar o evangelho é um mandato de Jesus a todo batizado e a única forma de levar as pessoas a se tornarem crentes em Jesus e sua doutrina.
Muitos de nossos colegas estão buscando preencher suas carências, o vazio de valores interior em coisas totalmente mundanas e desconectadas com a salvação. Nossa missão na universidade é pregar a todos. Muitas vezes, a melhor forma de exercitar a pregação, principalmente em um meio tão hostil à palavra de Deus hoje como é a universidade será através de um verdadeiro testemunho de fé.
Já nos ensinou Dom Helder Câmara “cuidado com a maneira de viver o evangelho, pois ela poderá ser a única forma de evangelho que muitas pessoas poderão ver” e naturalmente a nossa vida plena do Espírito Santo será sempre a melhor pregação. E então nossos colegas crerão e serão salvos.
Jesus deixa claro que todos os que crerem serão acompanhados por sinais sobrenaturais. Os sinais não acompanharão apenas os pregadores, missionários, mas todos que crerem. Carismas extraordinários não são privilégios de alguns, ao contrário são para todos. Comecei meu trabalho de evangelização há quase trinta anos. Num primeiro momento pensava que os milagres eram para os grandes pregadores, padres, bispos, etc. E aos poucos o Espírito Santo foi realmente desvendando esta palavra e então entendi que “mortais” como eu também poderiam e deveriam tomar posse desta palavra e na força dela realizar a missão. Desejo testemunhar que os sinais e prodígios acompanham a minha vida missionária desde o início de minha caminhada.
Caros amigos, os carismas,- inclusive os extraordinários- são instrumentos poderosos, eficazes para serem utilizados por todos nós e estarão mais presentes em nossa missão, principalmente na universidade, ou na realidade do trabalho, tanto quanto mais abertos formos ao Espírito Santo.
Estamos na semana que antecede a celebração litúrgica de Pentecostes, portanto desejo exortá-los a buscarem a plenitude da vida no espírito. Que nesta semana possamos dedicar um bom tempo a refletir sobre as promessas e o desejo de Jesus em sermos batizados no espírito e que recebamos forças para sermos “testemunhas até os confins do mundo[3]”- isso inclui as universidades.
Não se deve ter medo destas manifestações, ao contrário, elas são ferramentas que nos auxiliarão no exercício da nossa missão e são também sinais de que cremos no Senhor.
São Paulo escreve ao jovem Timóteo “prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instrui[4]r”. Nós membros do MUR, participantes da Renovação Carismática Católica, trazemos conosco o desejo de difundirmos a cultura de Pentecostes e suas particularidades. A primeira manifestação em Pentecostes foi a de falar em outras línguas, depois vemos o discurso inflamado de Pedro acerca de Jesus, do que acontecia naquele momento. Neste episódio no cenáculo em Jerusalém percebe-se a sintonia, o cumprimento desta palavra refletida agora. A manifestação em outras línguas pode ser assemelhada a toda parte, ou seja, a todos os povos, a todas as culturas.
Na universidade estas palavras encontram terreno fértil para serem vivenciadas. Somos exortados por Jesus a pregar com os sinais segundo os versículos anteriores, mas agora estamos sendo conduzidos a pregarmos com os carismas extraordinários e a toda parte, a todo tipo de gente na universidade. A todo tipo de linguagem, por mais estranha que seja devemos também nós pregar a palavra de Deus. Assim como Timóteo foi estimulado por Paulo, somos exortados a pregar, insistir, repreender acerca da doutrina de Jesus. Somente assim encheremos a universidade da doutrina de Jesus.
Ao buscar-se a experiência do Pentecostes pessoal e comunitário experimenta-se Jesus Cristo ressuscitado e a graça de anunciá-lo ao pessoal da física, da biologia, da matemática, das humanas, enfim a todas as línguas existentes no âmbito acadêmico.
Temos um privilégio de servirmos um Senhor como Jesus, que a cada passo avançado nos confirma na missão. Abençoa o pouco que a Ele é apresentado e faz deste pouco sinal de salvação a muitos. Ao desejar fazer Jesus conhecido, ele derrama sobre o crente o Espírito Santo e com ele os carismas necessários ao pleno êxito do exercício da missão. O Senhor é quem realiza a obra, nós apenas apresentamos os dois pães e os cinco peixes que temos, então Ele os abençoará e nos pedirá para distribuirmos a todos. E o resultado será semelhante ao narrado na multiplicação dos pães. “Todos comeram e ficaram fartos, e, dos pedaços que sobraram, recolheram doze cestos cheios[5]”.
Amados, o Senhor deseja saciar a todos na realidade universitária ou no seu trabalho. Faça a experiência. Apenas anuncie, pregue, exorte, instrua. FAÇA A EXPERIÊNCIA!
Então você perceberá que o maior abençoado pelo seu gesto será você mesmo, sua família, sua comunidade e assim por diante.
Inseridos numa comunidade universitária onde já existe evangelização, juntemo-nos e partamos ao encontro dos outros, em suas repúblicas, salas de aulas, laboratórios, campus, e até mesmo em outras universidades.
Quanto mais missionários formos, mais perceberemos o Senhor junto de nós cooperando conosco, com a nossa missão, pois ELE É UM DEUS FIEL e irá confirmar com milagres e prodígios o nosso anúncio.
SE EU PUDESSE PEDIR-LHES APENAS UMA COISA, PEDIRIA QUE FOSSEM VERDADEIRAMENTE MISSIONÁRIOS. NO SENIDO LITERAL DA PALAVRA.
A ordem de ir por todo o mundo e pregar o evangelho foi dada por Jesus, e da execução desta ordem dependerá a salvação dos nossos irmãos na universidade.Se eu anunciar, alguém crerá. Se crer se salvará. Você deseja a salvação ou a perdição dos seus amigos/colegas?
Uma vida carismática é o desejo de Jesus. Embora alguns digam que estes sinais foram para o tempo de Jesus, a palavra de Deus não fica ultrapassada nunca e muitos dos que crêem estão vendo seu apostolado ser acompanhado de sinais e prodígios e colhem frutos maravilhosos.
LEMBRE QUE MILAGRES E PRODIGIOS FORAM PROMESSAS DE JESUS AOS QUE CREEEM. EU CREIO, E VOCÊ?
Fomos constituídos na fé para sermos pregadores. Entendo que, se conheci o Deus Espírito Santo, a conseqüência direta do meu relacionamento com Ele será a pregação da doutrina de Jesus e em nosso caso isso se dará na realidade universitária.
Amigos, Deus abençoará a todos nós que dizemos o nosso sim, e nos honrará no exercício da nossa missão,pois estamos a serviço do Reino Dele e para a Glória Dele.
NÃO EXITE! PREGUE, TESTEMUNHE, ANUNCIE, EXORTE, CORRIJA, EM NOME DE JESUS AVANCEMOS.
PENTECOSTES É A NOSSA VOCAÇÃO.
VEM ESPÍRITO SANTO, VEM!
[1] S. Massimo di Torino, Sermo de Sancta Pascha, 54,1 (CC 23, p. 218).
[2] Rom 10, 14
[3] At 1 , 8
[4] II Tim 4,2
[5] Mt 14, 20

Como resposta ao sofrimento, o ser humano às vezes se revolta, acreditando-se inferior ou excluído, rejeitado ou destinado ao caos existencial. Outras vezes, numa atitude de constante fuga, decide se recolher em um mundo recluso e de poucas relações. Ainda, considerando correta tal atitude, alimenta uma postura de resignação infértil e demasiadamente passiva.
Ao contrário, a proposta que brota do Evangelho e do testemunho de tantos disípulos de Jesus Cristo, é experimentar o sofrimento com um gesto de contínuo acolhimento e oferta. Aceita-o como dom, como caminho de purificação e crescimento humano-espiritual. Deste modo, experimenta-se a paz.
“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; eu não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14,23)
Chamado amor
Preciso me calar

O CD é composto de 13 lindas canções inéditas que nos convidam a assumir o sofrimento com alegria e esperança, via segura para a paz. Todas as canções revelam a profundidade da vida cristã inspirada na figura do servo sofredor. Abaixo lista das canções:
01 – Chamado amor
02 – Preciso me calar
03 – Novo coração
04 – O abismo da minh’alma
05 – Sinais de vida
06 – Ser amante…
07 – Poder dos meus segredos
08 – Minha essência
09 – Abandono à providência
10 – Eu, aprendiz…
11 – Paradoxos do amor
12 – Amigos são dádivas
13 – Simplificando meu sentido
Novo Coração
O abismo da minh’alma…
Ser Amante…

Eu, aprendiz…
RCC Viçosa: Quem é o Renato Luiz. Fale um pouco de você…
Renato Luiz: Mas isso é o que eu mais quero saber! Rsrs… brincadeira. O Renato é um pequeno filho de Deus muito amado e que tem caminhado na busca por amar de uma forma humanamente plena. Nasci em Sete Lagoas e vim pra Viçosa estudar. Aqui tenho tido experiências profundas com o Bom Deus que têm me feito mudar o rumo na minha vida. Sou membro de vida da Fraternidade Pequena Via, onde compartilho com outras pessoas de uma rica espiritualidade. Sou formado em Administração e hoje estou estudando para entrar no mestrado. Dou aula de canto no ITEFE (Instituto Teresiano de Formação e Espiritualidade) e também faço parte do Projeto Nascente, outro trabalho da Pequena Via, onde dedico os meus dons musicais na gravação de CDs, shows de evangelização e principalmente atuando na Liturgia. Também sou coordenador da Dimensão Ecumênica da Paróquia Nossa Senhora de Fátima.
RCC Viçosa: Qual o significado do título do CD, “Da dor a paz”, em sua vida?
Renato Luiz: Como eu menciono no CD, esse título foi sugerido por meu amigo Thiago Brañas, e foi escolhido justamente por significar algo na minha vida. Não posso negar que as músicas falam de sofrimento e de dor, mas expressam também o júbilo e a paz encontrados no caminho de santidade. A cruz (dor) tem um sentido profundo, pois é através dela que sou salvo (paz)! Acho que é isso que o título do CD significa na minha vida!
RCC Viçosa: Como você escreveu as letras deste CD, em que contexto elas foram escritas?
Renato Luiz: A ultima canção do CD “Simplificando meu sentido” também é a ultima canção que compus desse repertório que foi gravado. Isso deve fazer uns três anos. Nesse tempo muitas coisas estavam acontecendo na minha vida. Foi um tempo intenso e de várias novidades no meu caminho na religião. Um tempo de descoberta de mim mesmo, descoberta do outro e principalmente descoberta de Deus. Nesse contexto eu me deparava com a imagem que eu tinha de Deus e percebia que ela precisava ser reconstruída. Também me deparava com a imagem de mim mesmo e percebia que ela também precisava ser reconstruída. Esse processo foi um pouco doloroso e continua sendo até hoje, mas pela paz, tão verdadeira que tenho encontrado nesse caminho, me decidi gravar essas canções para compartilhar tamanha alegria com os outros.
RCC Viçosa: Explique para nós o sentido da ilustração da capa do CD.
Renato Luiz: A ilustração é um Pelicano Eucarístico. Na Europa medieval os pelicanos eram considerados animais especiais e zelosos que alimentavam seus filhotes com o alimento que mantinham em uma bolsa presa ao bico e quando faltava alimento, dava-lhes o seu próprio sangue. Assim tornaram-se um símbolo da Paixão de Cristo, da Eucaristia e da auto-imolação. Achamos que essa figura expressa bem o amor cristão que somos chamados a viver. Um amor atitude, um amor que sofre, um amor que se imola.
RCC Viçosa: Depois de escrever e cantar letras tão profundas, como “Chamado amor”, o que foi mudado em sua vida?
Renato Luiz: Realmente ao cantar “quero viver sem esperar recompensas” ou “quero persistir no meu caminho de cruz” muita coisa mudou dentro de mim. Pude perceber que a graça de Deus começou a agir em tantas áreas da minha vida que nem imaginava estarem relacionadas com minha vida espiritual. Deus, na sua infinita misericórdia, atendeu minha oração, mas foi de um jeito bem diferente do que eu esperava. Por exemplo, me apresentou de forma muito clara a minha cruz e perguntou se era essa mesmo que eu tava disposto a carregar. A partir da oração sincera presente em uma música, somos tomados de uma claridade que vai revelando nossa verdade e a verdade de Deus.
RCC Viçosa: “Preciso me calar”- esta música nos lembra o dever que temos de escutar. Fale para nós qual foi o silêncio mais difícil da sua vida?
Renato Luiz: Me lembro bem, foi no fim de 2004. Foi quando perdi um grande amigo humano e fui convidado a encontrar o meu melhor amigo, Jesus. Foi um tempo de silêncio em que me deparei com as mais profundas lutas e angústias que estavam no meu coração, mas que até então não havia reparado. Não foi fácil perceber que o tipo de valor que eu dava às pessoas me deixava dependentes delas e me afastava do plano de Deus. Então me decidi calar e me abandonar nos braços do Pai. Acho que foi a melhor escolha que fiz em toda a minha vida.
RCC Viçosa: O CD possui 13 canções. Já existe algum projeto para lançar outras músicas?
Renato Luiz: Sim, tenho outros projetos. Neste CD, por exemplo, não estão as canções que foram apresentadas nos Festivais Vocacionais. Gostaria de gravá-las, até porque algumas pessoas já me perguntaram quando farei isso. Também tenho outros planos no Projeto Nascente.
RCC Viçosa: Explique para nós o que vem a ser o Projeto Nascente.
Renato Luiz: O Projeto Nascente é um grupo de pessoas chamadas a evangelizar através da arte. Bem simples! Este projeto é um dos trabalhos da Fraternidade Pequena Via e buscamos estar abertos às necessidades da igreja. Assim, hoje temos desenvolvido trabalhos com a música como shows, não só com músicas religiosas, gravamos CD’s de Catequese, atuamos na liturgia, dentre outros.
RCC Viçosa: Qual a influência da Fraternidade Pequena Via no projeto deste CD?
Renato Luiz: Toda! Se eu não fizesse parte da Fraternidade Pequena Via talvez esse CD não tivesse sido lançado! Pois lá tenho encontrado um espaço onde eu posso ser eu mesmo, e não só posso ser como sou incentivado a ser. Isso é muito bom! São eles que acolhem a maioria dos meus questionamentos, dificuldades e alegrias, que depois de um tempo acabam virando canções!
RCC Viçosa: Deixe aqui um convite para que os nossos internautas comprem o CD “Da dor a paz”.
Renato Luiz: Queridos, eu escolhi fazer parte da vida de vcs através dessas simples canções. Na verdade, elas já não são mais minhas, são suas! Por isso, se tiverem oportunidade, adquiram o CD. São partilhas de um jovem em busca da santidade, mas que, de alguma forma, podem te ajudar no seu caminho espiritual. Um forte abraço, obrigado pela atenção! Deus nos abençoe e nos instrua no amor e na unidade!

Em Viçosa o CD “Da dor a paz” está a venda no ITEFE, na loja Nova Aliança e Loja Magnificat.
Você pode aiquirir o CD, também por email. Envie um email para o Renato Luiz:
redosenhor@gmail.com ou então, entrar em contato pelo telefone: (31) 8866-3380
São João deixou claro o seu intento ao escrever o Evangelho: “Jesus fez ainda, na presença dos discípulos, muitos outros milagres que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que creais que Jesus é Cristo, o filho de Deus, e, acreditando, tenhais vida no meu nome” (20,30-31).
Empenhou-se então em alimentar a fé na pessoa de Jesus, pelo qual, unicamente, se obtém a salvação. Isto por ser Ele o Messias, o Filho do Eterno. Ele é o Redentor, mas, frisa São João, cumpre aceitá-lo, aderir a Ele, entregar-se a Ele. Trata-se de um engajamento total. Daí a vida unida a Cristo, a videira da qual o batizado é o ramo (15,1-8). O cristão é, de fato, outro Cristo.
João salienta as palavras do Salvador: “Quem permanece em mim e eu nele, produz muito fruto, porque, sem mim, nada podeis fazer” (15,5). Quem está com Ele vive na luz, está de posse da verdade, pois Jesus falou: “Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (8,31). Os sinais induzem à crença no poder soteriológico de Cristo. Donde o ato de fé de Marta: “Sim, Senhor, creio que és o Messias, o Filho de Deus que devia vir ao mundo” (11,27).
O epígono do Salvador participa de Sua vitória, pois o Mestre padeceu, triunfou gloriosamente e pôde afirmar categoricamente: “Eu sou a ressurreição e a vida. Todo aquele que crê em mim, mesmo se morrer viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá para sempre. (11,25).
O Espírito Santo que Cristo envia do Pai, “ele o Espírito da verdade” (16,13), é que conduz o crente à verdade completa. Ele, o Paráclito, é que leva o seguidor de Jesus a compreendê-lo plenamente.
O amor fraterno é amostra da fidelidade à fé e da presença do Espírito Santo. Eis por que João insiste tanto na caridade da qual resulta a unidade dos fiéis entre si e com Cristo, condição para a atuação do Espírito de Amor.
Especial realce dá João ao Batismo (3,1-21), enfatizando o que Jesus falou: “Se alguém não nascer da água e do Espírito, não poderá entrar no reino de Deus” (v. 5).
Todo o capítulo sexto é dedicado à Eucaristia, estando nesta parte o que Cristo asseverou: “O pão que vou dar é a minha carne, que eu ofereço para a vida do mundo (v. 51). A Penitência fulge nestas palavras do Salvador: “Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, serão perdoados; aqueles a quem retiverdes, serão retidos” (20,22-23).
A escatologia joanina tem uma peculiaridade, pois ele estende ao presente a realidade escatológica: “Este é o momento em que este mundo vai ser julgado. Este é o momento em que o príncipe deste mundo vai ser julgado” (12,31).
São João fixa, deste modo, verdades basilares que elevam o crente até o oceano infinito do amor que é o Deus, fonte de toda a santidade.
Este Evangelho é uma escola de profunda espiritualidade.
Outro dia estava pensando que não valia a pena ser bom. A gente se esforça para fazer o bem, para ser bom com os outros, para viver as verdades do Evangelho e muitas vezes parece que só ficamos no prejuízo.
São Paulo tem uma frase que é a seguinte: “Não desanimemos na prática do bem, porque se não desistirmos, no tempo certo colheremos” (Gl 6,9). Mas e quando temos a sensação que nunca colhemos?
Aí me lembrei de Moisés, que deu um duro danado e morreu às portas da terra prometida. Aparentemente, não usufruiu e muito menos colheu alguma coisa!
E nessa hora podemos pensar: Será que serei como Moisés, não colherei? É muito injusto…
Mas para mim não existe esta possibilidade de não colhermos. Moisés colheu e muito! A alegria, a vocação, a vida, a satisfação… de Moisés estava em cuidar daquele povo. Ele amava fazer aquilo. Era defender os seus que dava prazer a Moisés. Quando ele fazia isso ele colhia em larga escala.
Quando Moisés fez a escolha, diante da sarça ardente, de libertar o povo da escravidão, ele passou, através do processo de libertação dos seus, a colher os frutos da opção que fez. O que precisamos fazer é percebermos nos detalhes, no dia-a-dia, nas pequenas coisas, como ensina Sta. Teresinha, os frutos que a nossa escolha nos proporciona.
Fiquemos atentos, pois a terra prometida já pode acontecer “em meio ao deserto”!
Jesus pôs-se novamente a ensinar, à beira do mar, e aglomerou-se junto dele tão grande multidão, que ele teve de entrar numa barca, no mar, e toda a multidão ficou em terra na praia.
E ensinava-lhes muitas coisas em parábolas… (Mc 4,1-2a)
Este texto que abre o capítulo 4 do Evangelho de São Marcos é o início da parábola do semeador, tão conhecida por nós.
Nessa parábola Jesus compara o anúncio da Palavra ao semeador que sai a espalhar suas sementes no campo (Um homem saiu a semear…v.4); compara a maneira com que as pessoas recebem essa Palavra aos diferentes terrenos nos quais a semente é lançada pelo homem do campo (O semeador semeia a palavra… v.14).
Assim Jesus fez por diversas vezes: E ensinava-lhes muitas coisas em parábolas…
Mas o que é a Parábola?
A parábola é um tipo de comparação, pois se utiliza de imagens da realidade para expressar uma outra realidade mais profunda.
Quando Jesus usa esse recurso é porque quer explicar algo, ele quer ir além daquilo que as imagens por ele apresentadas evocam. E desse modo, usa essas imagens (semeador, campo, semente, espinhos, pedras…) para, a partir delas, transmitir seu ensinamento sobre o anúncio da Palavra, sobre o Reino dos Céus, para questionar a realidade…
Mas afinal, por que Jesus ensinava em parábolas?
Porque essas comparações eram sempre feitas com coisas concretas do cotidiano dos seus ouvintes. Por exemplo: uma família que morava no campo, pobre e sem instrução poderia entender perfeitamente: “O Semeador semeia a Palavra”, “O reino de Deus é como um grão de mostarda”, “O reino de Deus é como um fermento”… . Essas imagens eram fixadas a tal ponto que, depois que a pessoa tivesse contato com a semente, com um semeador, um grão de mostarda ou visse sua árvore, lembraria das palavras de Jesus, e, principalmente, faria essa ligação entre o cotidiano e as verdades reveladas pelo mestre e entenderia seu ensinamento.
Precisamos nos lembrar que na época de Jesus ainda não havia o hábito de se tomar nota das palavras dele. Seu ensinamento era transmitido oralmente e assim repassado às gerações seguintes. Numa cultura em que a oralidade era a forma mais usada para a transmissão do conhecimento, a fixação do ensino através de imagens, símbolos e situações era muito importante nesse processo.
Desta forma, a parábola tinha ligação muito concreta com a vida diária dos ouvintes de Jesus.
Aprender um pouco mais sobre as parábolas pode, neste mês da Bíblia, nos ajudar a entendermos melhor estes textos presentes no Evangelho e nos animar a lê-los e a nos instruirmos com eles mais frequentemente.
Mas, sobretudo, no contato com a Bíblia, podemos compreender que o nosso cotidiano é matéria-prima para Jesus ensinar as verdades sobrenaturais. Devemos nos atentar para isso. Ensinado por parábolas, Jesus nos mostra que a nossa vida cotidiana e nossa vida espiritual estão atreladas. Precisamos aprender mais essa verdade com Jesus! E também utilizarmos da nossa vida diária para ouvirmos e entendermos melhor o que Jesus nos fala.
Que nossa vida seja uma parábola: um lugar onde olhamos para as coisas concretas que vemos e conhecemos, e dali retirarmos as inspirações e os ensinamentos divinos. Divinizemos nosso dia-a-dia!
Santo Agostinho nos diz que quem não é espiritual na carne, torna-se carnal até no espírito.
Que neste mês da Bíblia, experimentemos na sua leitura, esse Verbo Divino que faz da nossa vida cotidiana um espaço privilegiado para ouvirmos a sua voz e a transmitirmos aos outros.
Que Deus nos abençoe!