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	<title>RCC Viçosa - Renovação Carismática Católica de Viçosa &#187; Fernando Galvani</title>
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	<description>RCC Viçosa - Renovação Carismática Católica de Viçosa</description>
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		<title>Evangelho da semana: Jo 6, 24-35</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 01:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galvani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Antes da nossa leitura deste domingo rezemos:  Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que &#8220;só Tu Senhor tens palavras de vida eterna&#8221;.</p>
	<p>Evangelho de 26/07/09 – Jo 6, 24-35</p>
	<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
	<p>24. E, reparando a multidão que nem Jesus nem os seus discípulos estavam ali, entrou nas barcas e foi até Cafarnaum à sua procura.</p>
	<p>25. Encontrando-o na outra margem do lago, perguntaram-lhe: Mestre, quando chegaste aqui?</p>
	<p>26. Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: buscais-me, não porque vistes os milagres, mas porque comestes dos pães e ficastes fartos.</p>
	<p>27. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que dura até a vida eterna, que o Filho do Homem vos dará. Pois nele Deus Pai imprimiu o seu sinal.</p>
	<p>28. Perguntaram-lhe: Que faremos para praticar as obras de Deus?</p>
	<p>29. Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta: que creiais naquele que ele enviou.</p>
	<p>30. Perguntaram eles: Que milagre fazes tu, para que o vejamos e creiamos em ti? Qual é a tua obra?</p>
	<p>31. Nossos pais comeram o maná no deserto, segundo o que está escrito: Deu-lhes de comer o pão vindo do céu (Sl 77,24).</p>
	<p>32. Jesus respondeu-lhes: Em verdade, em verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu, mas o meu Pai é quem vos dá o verdadeiro pão do céu;</p>
	<p>33. porque o pão de Deus é o pão que desce do céu e dá vida ao mundo.</p>
	<p>34. Disseram-lhe: Senhor, dá-nos sempre deste pão!</p>
	<p>35. Jesus replicou: Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede.</p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
	<h2>&#8220;&#8230; à sua procura&#8230;&#8221;</h2>
	<p>A multidão bem sabia onde encontrar Jesus, e foram até Cafarnaum, às margens do lago de Tiberíades, onde Ele também costumava freqüentar e o encontraram por lá. Depois da experiência maravilhosa que esta multidão vinha tendo com Jesus, pois eles traziam seus enfermos e Ele os curava, diante da falta de alimento, Ele transforma o pouco pão em alimento farto a todos. É natural que a multidão o procure &#8211; o que mais se pode desejar, além de saúde e alimentação farta?</p>
	<p>Jesus exorta a multidão acerca do verdadeiro motivo que deveria estar por trás da procura a Ele, ou seja, uma comida que dura até a vida eterna. Começa a exortação usando um verbo forte: “trabalhai”. Jesus deseja dizer que é necessário trabalhar para ter a alimentação, mesmo se referindo a alimentação que leva a salvação.</p>
	<p>Em um mundo onde os valores terrenos, ligados ao prazer, ao imediato, ao tangível, vem Jesus orienta sobre qual paradigma deve-se trabalhar.</p>
	<p>Para conseguir o alimento material, a multidão teve apenas que estar seguindo Jesus e no momento da fome, Ele proveu-lhe de pão, mas o pão da vida eterna, o pão que Jesus mais deseja oferecer aos seus, Ele diz ser necessário trabalhar para obter. Muito oportuna esta exortação, pois temos percebido em alguns setores da igreja, da Renovação e também como parte do mesmo corpo, no MUR, certo arrefecimento, um esfriamento. As pessoas colocam prioridades em muitas coisas antes da missão, antes da verdade espiritual, onde se gera transformação de vida, compromisso pastoral, missionário, serviço, testemunho, dialogo para com a universidade, com os irmãos e assim por diante.</p>
	<p>Desejo escrever-lhes como pai e copiar as palavras de Jesus: “trabalhai”.</p>
	<p>Coloquem afinco, façam mais que o normal, INTENSIFICAI, FORCEMOS A NOSSA VONTADE, A NOSSA NATUREZA, no sentido de darmos um passo no sentido do que nos solicita Jesus. E então receberemos dele o pão da vida.</p>
	<p>Aproxima-se a nossa Semana Nacional de Missão, e exorto-os a buscarmos mais a comunhão, a vida de oração, deixem de reclamar das coisas (muitas vezes coisas simples, pequenas) e trabalhemos para recebermos deste alimento que dura até a vida eterna.</p>
	<h2>&#8220;Meu Pai é quem vos dá o verdadeiro pão do céu&#8221;</h2>
	<p>O crer é uma graça e graça a gente recebe do alto. Então o verdadeiro pão, o verdadeiro alimento, a força para a missão, os dons, a motivação quem nos dará é o Pai. Assim também o verdadeiro pão, ou seja, o pão da vida, o alimento sólido, que é Jesus quem nos dá é o Pai.</p>
	<p>O PAI É FONTE DE TODA DÁDIVA, DE TODA GRAÇA. A ELE DEVEMOS RECORRER. DIANTE DAS DIFICULDADES, DESAFIOS,&#8230; A ELE DEVEMOS CLAMAR. E NELE CRER E ESPERAR.</p>
	<p>Mas não esqueçamos que Jesus já nos exortou “TRABALHAI” ou seja, fazei a vossa parte.</p>
	<h2>&#8220;Dá vida ao mundo&#8221;</h2>
	<p>A palavra de Deus é muito clara, é Jesus, o pão da vida que dá vida ao mundo. Então é natural que tenhamos coragem, ousadia, e até mesmo percamos todo tipo de respeito humano. Todos somos pecadores, temos nossas fragilidades, e devemos então, diante desta graça, acreditar que ELE é quem dá vida ao mundo, portanto é SENHOR, soberano do mundo e pode com certeza resolver estas nossas fragilidades.</p>
	<p>Toda realidade de morte que se apresenta entre nós deve ser apresentada ao Rei da vida, e será infeliz o homem, ou mulher, que tentar ancorar-se em outras realidades como fonte de vida, principalmente de vida eterna.</p>
	<p>JESUS É O SENHOR DO MUNDO, DE TUDO. E TODAS AS REALIDADES QUE SE SUBMETEM A ESTA VERDADE, SE CREDENCIAM PARA RECEBER A VIDA QUE BROTA DELE.</p>
	<p>E a vida proposta, desejada por Jesus é uma vida em plenitude.</p>
	<h2>Senhor dá-nos sempre deste pão!</h2>
	<p>Outra coisa bonita e importante nesta reflexão é que se deve saber que a saciedade se apresenta após cada refeição, por isso deve se pedir a Jesus que nos dê sempre deste pão.</p>
	<p>O ter SEMPRE do pão da vida, evoca o nosso compromisso de comunhão. Uma alma saciada pelo pão da vida que por si só é alimentada para a eternidade evoca atitudes que perenizam a presença do Deus vivo em nós. E como resposta a essa evocação, pode o crente, o servo principalmente, aquele que tem um ideal de vida cristã mais elevada deve buscar uma maior participação na eucaristia.</p>
	<h2>“Não terá fome,&#8230; jamais terá sede”</h2>
	<p>Isso é muito mais que uma coca-cola no deserto. A promessa de Jesus a quem o recebe como pão da vida é algo eterno, realmente algo que vem ao encontro do ideal do estudante, do profissional, do perfil da modernidade.</p>
	<p>E entende-se bem esta palavra de Jesus, principalmente quem já teve envolvimento com drogas, ou outro tipo de vicio, ou atividades escravizantes, como por exemplo, a prática de esportes radicais. Você se alimenta e não fica saciado, ou seja, precisa fazer novamente e cada vez mais em doses maiores.</p>
	<p>Então o que parecia um alimento, uma saciedade, se torna na verdade uma escravidão.</p>
	<p>A dependência aumenta a sempre mais.</p>
	<p>Ao contrário destas coisas, ao nos encontrarmos com Jesus, o pão da vida através da sua palavra, na comunhão, na partilha entre irmãos, na oração, o nosso coração vai se tornando saciado, envolvido com o sobrenatural e então se percebe que já não mais temos fome e sede dos valores mundanos.</p>
	<p>“O Reino dos céus é também semelhante a um tesouro escondido num campo. Um homem o encontra, mas o esconde de novo. E, cheio de alegria, vai, vende tudo o que tem para comprar aquele campo”.<sup>1</sup></p>
	<h2>Reflexão Final</h2>
	<p>As pessoas “atendidas”, alimentadas, curadas por Jesus não tiveram vergonha, medo de saírem a sua procura. Não tenha medo amado(a), se você já foi salvo, tocado, saciado por Jesus não deixe de sair à sua procura, pois ele se deixa encontrar e com facilidade. Buscai-o enquanto Ele se deixa encontrar.</p>
	<p>Crer em quem nos enviou Jesus o pão da vida, é uma graça e isto pode, deve ser pedido ao Pai. Crer é um dom, Deus deseja muito nos dar esta graça.</p>
	<p>SENHOR EU CREIO, MAS AUMENTAI A MINHA FÉ!</p>
	<p>O verdadeiro pão nos é dado pelo pai e tentar encontrar a nossa felicidade fora do evangelho, da palavra de Deus será sempre a melhor forma de nos enganarmos.</p>
	<p>Toda a fonte de vida é Jesus, portanto todas as nossas realidades que estão na morte devem ser submetidas a Jesus, fonte de toda vida e assim VIVEREMOS.</p>
	<p>O alimento vivo que nos é dado na eucaristia, desejamos tê-lo sempre entre nós e esta graça a Igreja nos oferece diariamente na Eucaristia. Essa graça é oferecida a nós cristãos/católicos em países cristãos, portanto um privilégio que devemos aproveitar. Nem na terra santa, lugar sagrado onde Jesus viveu esta graça está tão disponível, como a nós em nosso país.</p>
	<p>Se ainda temos fome ou sede das coisas da nossa vida passada, antes de Jesus em nossa história, é porque estamos tomando refeição em restaurantes errados, ou bebendo em fontes contaminadas. Quem bebe da água que Eu lhe der jamais voltará a ter sede<sup>2</sup>, disse Jesus a Samaritana, ou ainda quem comer do meu corpo jamais terá fome.<sup>3</sup></p>
	<p>VEM ESPÍRITO SANTO, VEM!</p>
	<p><sup>1</sup> Cf. Mc 13, 44<br />
<sup>2</sup> Cf. Jo 4, 14<br />
<sup>3</sup> Cf. Jo 6, 51
</p>
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		<title>Evangelho da semana: Jo 6, 1-15</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 01:48:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galvani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[apóstolo]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p> Antes da nossa leitura deste domingo rezemos:  Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que &#8220;só Tu Senhor tens palavras de vida eterna&#8221;.</p>
	<p>Evangelho de 26/07/09 – Jo 6, 1-15</p>
	<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
	<p>1. Depois disso, atravessou Jesus o lago da Galiléia (que é o de Tiberíades.)</p>
	<p>2. Seguia-o uma grande multidão, porque via os milagres que fazia em benefício dos enfermos.</p>
	<p>3. Jesus subiu a um monte e ali se sentou com seus discípulos.</p>
	<p>4. Aproximava-se a Páscoa, festa dos judeus.</p>
	<p>5. Jesus levantou os olhos sobre aquela grande multidão que vinha ter com ele e disse a Filipe: Onde compraremos pão para que todos estes tenham o que comer?</p>
	<p>6. Falava assim para o experimentar, pois bem sabia o que havia de fazer.</p>
	<p>7. Filipe respondeu-lhe: Duzentos denários de pão não lhes bastam, para que cada um receba um pedaço.</p>
	<p>8. Um dos seus discípulos, chamado André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe:</p>
	<p>9. Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixes&#8230; mas que é isto para tanta gente?</p>
	<p>10. Disse Jesus: Fazei-os assentar. Ora, havia naquele lugar muita relva. Sentaram-se aqueles homens em número de uns cinco mil.</p>
	<p>11. Jesus tomou os pães e rendeu graças. Em seguida, distribuiu-os às pessoas que estavam sentadas, e igualmente dos peixes lhes deu quanto queriam.</p>
	<p>12. Estando eles saciados, disse aos discípulos: Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca.</p>
	<p>13. Eles os recolheram e, dos pedaços dos cinco pães de cevada que sobraram, encheram doze cestos.</p>
	<p>14. À vista desse milagre de Jesus, aquela gente dizia: Este é verdadeiramente o profeta que há de vir ao mundo.</p>
	<p>15. Jesus, percebendo que queriam arrebatá-lo e fazê-lo rei, tornou a retirar-se sozinho para o monte.</p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
	<h2>E depois disso&#8230;</h2>
	<p>A reflexão desta semana está atrelada a uma seqüência de acontecimentos. Há duas semanas, Jesus enviou os apóstolos dois a dois; na semana seguinte os apóstolos voltam narrando tudo o que tinham realizado, e então Jesus os convidava para um lugar de descanso &#8211; porém a multidão os seguia pois eram como ovelhas sem pastor.</p>
	<p>Depois de uma maratona de atividades narradas na última semana, os apóstolos ainda não tinham descansado, e percebe-se (ao ler os demais evangelistas que tratam do fato), que a hora já era avançada<sup>1</sup>, ou ainda caia a tarde<sup>2</sup> quando Jesus começa mais esta partilha do pão.</p>
	<p>Os evangelistas, nos textos sinópticos (textos que tratam das mesmas passagens da vida de Jesus), tentam mostrar que depois de um dia duro, de muitas curas, os apóstolos já haviam narrados os seus feitos e provavelmente uns tinham partilhado sobre como haviam pregado a conversão, outros, como haviam expulsado demônios, outros ainda como haviam curado e assim por diante. Fico imaginando a narrativa dos acontecimentos por parte dos apóstolos e quando eles já achavam que tinham feito a parte deles, que já tinham cumprido com a missão a eles confiada por Jesus&#8230; ELE os coloca novamente à prova.</p>
	<p>Muitos de nós achamos que o nosso tempo já passou, ou seja, já fizemos a nossa parte. Já me formei, agora estou em outra realidade e, portanto agora é tempo de descanso, e assim como os discípulos muitos estão mesmo desejando que Jesus despeça os famintos, que andam atrás dEle como ovelhas sem pastor para que eles possam ir comprar víveres nas aldeias. Da mesma forma, muitos de nós temos desejado que nossos irmãos famintos, que estão na droga, na prostituição, que acabam se matando em esportes radicais, também sejam dispensados por Jesus para que possam comprar víveres. E muitos tem ido ao deserto, e antes de encontrar algo que os sacie, a vida lhes tem sido ceifada. Em muitas realidades universitárias vê-se o suicídio, a overdose, vícios, e muitas outras formas de morte.</p>
	<p>No evangelho de hoje somos chamados a refletir se já fizemos tudo o que precisa ser feito, como sempre nos diz a Ierece<sup>3</sup>, o nosso necessário. Amados, independente do que eu, você, e outros de nossos irmãos de caminhada tenham feito, é necessário fazer o necessário.</p>
	<p>E depois disso, de pregações, curas, milagres, pastoreio&#8230; Não podemos despedir os nossos irmãos universitários, nossos jovens e os profissionais para que eles saiam à procura de víveres. Muitos terão a sua vida e seus sonhos ceifados.</p>
	<p>Os apóstolos tinham pães e peixes para cearem com Jesus, mas e os demais? Diante do comportamento egoísta, pequeno, mesquinho dos apóstolos, Jesus dá o exemplo do verdadeiro cristão, ou seja, mostra a sua compaixão e misericórdia. Já não mais somente com salvação da alma, do interior, mas agora com o físico, pois se compromete com a fome do povo que o seguia. Este exemplo o verdadeiro cristão deve seguir. JESUS é A FONTE DA CURA DO HOMEM TOTAL.</p>
	<h2>O pão</h2>
	<h2>Desejo partilhar com vocês algo muito pessoal e profundo em minha vida missionária.</h2>
	<p>Quando refleti a primeira vez com estes textos, eles me impregnaram de tal forma que a única resposta que consegui dar foi o meu sim, que carrego há quase trinta anos de serviço à igreja. A frase de Jesus dizendo: “Não é necessário despedi-los,&#8230; Dai-lhes vós mesmos de comer” me impulsionou a dar tudo de mim, na evangelização universitária, pois via meus amigos, morrendo nos vícios, na prostituição, na falta de compromisso com os estudos, na “farra inconsequente” como ovelhas sem pastor. Então, diante deste quadro catastrófico do meio universitário, escuto a voz me dizendo: DAI-LHES VÓS MESMOS DE COMER.</p>
	<p>Ao mesmo tempo, percebo Jesus falando comigo da mesma forma que falou com Felipe: onde compraremos pão? Ou escuto Jesus perguntar: “quantos pães tendes?”<sup>4</sup></p>
	<p>Então compreendo a importância do pão. Do pão da palavra, do pão que sacia a fome,&#8230; E entendo a pergunta de Jesus sobre quantos pães tendes. Explico melhor. Quando acho que não tenho pão pra todo mundo, ou que tenho apenas alguns pães para o pessoal do Grupo de Oração (GOU), ou do GPP, quando coloco o foco da minha vida religiosa somente no pessoal da igreja. Então, JESUS me PERGUNTA QUANTO EU TENHO DE PÃO.</p>
	<p>Amados Jesus é o pão da vida. ELE apenas nos pergunta quanto temos dEle, o que conhecemos dEle. Se temos o pão da vida, não podemos deixar os famintos saciarem-se em outros lugares. É nossa a missão, É MINHA, É SUA A MISSÃO DE DARMOS NÓS MESMOS DE COMER A ESTES FAMINTOS DAS NOSSAS UNIVERSIDADES e DO MUNDO DO TRABALHO.</p>
	<p>Eu sou missionário, consagrei minha vida ao serviço do Reino, após compreender esta palavra de Jesus. Foi com a força desta palavra que dei meu sim a Deus na missão na universidade e disto surgiu o PUR/MUR, o sonho das universidades renovadas. Gloria a Deus!</p>
	<h2>É PRECISO ENTENDER QUE QUEM ALIMENTA OS FAMINTOS NÃO SOMOS NÓS, MAS O PÃO DA VIDA, JESUS.</h2>
	<p>Então eu, você e outros que sonham conosco apenas precisamos apresentar a Jesus o pouco de pão que temos, ELE abençoará e nós SERVIREMOS àqueles que se assentaram na relva (aos que participam dos nossos GOUs, GPPs, aos que freqüentam nossos encontros e atividades).</p>
	<p>Estamos em tempo de Retiro das Setas, em breve haverá a Semana Nacional de Missão, então apresente o que você tem de Jesus e isso será a fonte que saciará todos aqueles que estiverem como ovelhas sem pastor e passarem por sua vida. CREIA NISSO. Receba esta palavra como um Rhema, que aliás é um dos Rhemas mais antigos do nosso ministério. Ao escrever estas linhas percebo o desejo de Deus em renovar entre nós este Rhema.</p>
	<p>Amados, Universidades Renovadas, nada mais é do que o que o evangelista narra no final, “todos comeram e ficaram fartos”. <sup>5</sup> É necessário que você sonhe com essa realidade! Isso é encher a universidade da doutrina de Jesus.</p>
	<p>Só acontecerá quando eu, você, quando nós apresentarmos nossos pães e Jesus abençoá-los, nos os distribuiremos e então haverá realmente a fartura.</p>
	<p>E ainda, Jesus não queria que nada se perdesse! Por isso, se recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão. Isso é o que nos espera. Damos cinco pães, Jesus abençoa, distribuímos aos famintos, e recolhemos doze cestos mais. ESSA É A MATEMÁTICA DE JESUS.</p>
	<p>Neste tempo de serviço a Deus e à igreja, sou testemunha do quanto Ele é fiel principalmente no cumprimento desta palavra. Na minha miséria sempre lhe dou pouco e recebo cestos cheios do pouco que lhe dou.</p>
	<h2>Reflexão Final</h2>
	<p>Mesmo já tendo trabalhado muito ao longo do dia, da missão, ainda há muitos famintos a serem alimentados, principalmente na universidade e no mundo do trabalho.</p>
	<p>É necessário refletir sobre a minha preocupação com o faminto, sou como Jesus que deseja saciar a fome daqueles que andam gritando por alimento ao nosso redor, ou como os apóstolos que, ao terem seu alimento, desejam dispensar os famintos?</p>
	<p>Quem é o Pão da Vida? Quanto deste pão você tem?</p>
	<p>Ter deste pão não é necessariamente ser um instruído nas coisas da Igreja, ao contrário, na universidade o seu pão da vida pode ser um sorriso, um momento de estudo gasto com um amigo em dificuldade em alguma disciplina, uma conversa amiga, uma visita, sua presença alegre, cativante. Creia, pois é deste pouco que sobrará doze cestos cheios.</p>
	<p>Apresentar este pouco a Jesus é um ato de coragem. Mesmo a gente se achando muito fraco, sem nada para oferecer, seja forte, e dê um passo adiante oferecendo a Deus seus talentos, pois Ele os abençoará e os fará alimentos a outros.</p>
	<p>Depois da benção de Deus, é necessário estarmos ainda envolvidos no serviço. É necessário DISTRIBUIR O FRUTO DA benção DE DEUS.</p>
	<p>Meus amigos, SERVIR na messe do SENHOR foi a melhor coisa que já me aconteceu na vida, pois se vê o quase nada virar saciedade de todos e doze cestos cheios.</p>
	<p>Finalizando, o que estamos fazendo neste momento, segundo frei Raniero Cantalamessa<sup>6</sup>, também é uma multiplicação dos pães: o pão da palavra de Deus. Eu parti o pão da palavra e a internet multiplicou minhas palavras, de forma que muitos também se alimentaram e ficaram saciados. Resta uma tarefa: recolher “os pedaços que sobraram”, fazer a Palavra chegar também a quem não participou do banquete. Converter-se em “repetidores” e testemunhas da doutrina de Jesus.</p>
	<p>VEM ESPÍRITO SANTO, VEM! </p>
	<p><sup>1</sup> Cf.Mc 6, 35<br />
<sup>2</sup> Cf.Mt 14, 15<br />
<sup>3</sup> Ierece Gilberto – Coordenadora Nacional do Ministério Universidades Renovadas/MUR.<br />
<sup>4</sup> Cf.Mc 6, 38<br />
<sup>5</sup> Cf.Mc 6, 42<br />
<sup>6</sup> Frei Raniero Cantalamessa, OFM. – Pregador da casa pontifícia.
</p>
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		<title>Evangelho da semana: Mc 6, 30-34</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 01:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galvani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[deserto]]></category>
		<category><![CDATA[evangeho da semana]]></category>
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		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[missão]]></category>
		<category><![CDATA[voltaram pra junto de Jesus]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Antes da nossa leitura deste domingo rezemos:  Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que &#8220;só Tu Senhor tens palavras de vida eterna&#8221;.</p>
	<p>Evangelho de 19/07/09 – Mc 6, 30-34</p>
	<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
	<p>30. Os apóstolos voltaram para junto de Jesus e contaram-lhe tudo o que haviam feito e ensinado.</p>
	<p>31. Ele disse-lhes: Vinde à parte, para algum lugar deserto, e descansai um pouco. Porque eram muitos os que iam e vinham e nem tinham tempo para comer.</p>
	<p>32. Partiram na barca para um lugar solitário, à parte.</p>
	<p>33. Mas viram-nos partir. Por isso, muitos deles perceberam para onde iam, e de todas as cidades acorreram a pé para o lugar aonde se dirigiam, e chegaram primeiro que eles.</p>
	<p>34. Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-se dela, porque era como ovelhas que não têm pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas.</p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
	<h2>&#8220;Voltaram para junto de Jesus&#8221;</h2>
	<p>Nossa reflexão inicia-se no evangelho da última semana, onde Jesus enviou os discípulos dois a dois em missão. Hoje, o evangelista Marcos, diz que, os que outrora foram enviados em missão, “voltaram para junto de Jesus”. Creio ser esta atitude uma fonte de renovação para aqueles que saem em missão, em nome de Jesus, da igreja, assim como nós o fazemos regularmente no meio universitário, no mundo do trabalho, ou ainda em outros trabalhos missionários, como o projeto Amazônia.</p>
	<p>Voltar para junto de Jesus após uma missão demonstra sabedoria e desejo da melhor companhia. Temos um enorme desafio, ou seja, fazer ecoar o evangelho na realidade universitária. Quantos frutos bonitos colhidos, mas ainda falta muito.</p>
	<p>Voltar a Jesus após uma missão, partilhar as dificuldades, “chorar os foras”, agradecer os frutos, bendizer ao socorro/acompanhamento do Espírito Santo será sempre um sinal de humildade, amizade, de compromisso para com Jesus, o SENHOR.</p>
	<p>Muitas vezes se deseja encontrar um amigo, orientador, uma pessoa a quem admiramos pelo seu testemunho,&#8230; para partilhar-lhe a nossa missão e isso é realmente importante e ajuda no amadurecimento para com a nossa missão. Porém, o mais importante é que voltemo-nos para junto de Jesus.</p>
	<h2>Jesus nos envia em missão e depois nos acolhe junto dEle.</h2>
	<p>Vinde à parte, para algum lugar deserto, e descansai um pouco</p>
	<p>(Jesus ensina como viver as férias, mostra pregador do Papa<sup>1</sup>)</p>
	<p>Na passagem do Evangelho, Jesus convida seus discípulos a separar-se da multidão, do seu trabalho, e retirar-se com Ele a «um lugar deserto». Ele lhes ensina a fazer o que Ele fazia: equilibrar ação e contemplação, passar do contato com as pessoas ao diálogo secreto e regenerador consigo mesmo e com Deus.</p>
	<p>O tema é de grande importância e atualidade. O ritmo de vida adquiriu uma velocidade que supera nossa capacidade de adaptação. A cena de Charlot concentrado na linha de montagem em Tempos Modernos é a imagem exata desta situação. Perde-se, desta forma, a capacidade de separação crítica que permite exercer um domínio sobre o fluir, freqüentemente caótico e desordenado, das circunstâncias e das experiências diárias.</p>
	<p>Jesus, no Evangelho, jamais dá a impressão de estar agitado pela pressa. Às vezes, ele até perde o tempo: todos o buscam e Ele não se deixa encontrar, absorto como está na oração. Às vezes, como em nossa passagem evangélica, Ele inclusive convida seus discípulos a perderem tempo com Ele: «Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco». Ele recomenda freqüentemente que não se agitem. Também o nosso físico, quanto bem recebe através de tais «folgas».</p>
	<p>Entre essas «pausas», estão precisamente as férias. Elas são, para a maioria das pessoas, a única oportunidade de descansar um pouco, para dialogar de forma distendida com o próprio cônjuge, brincar com os filhos, ler algum bom livro ou contemplar a natureza em silêncio; em resumo, para relaxar. Fazer das férias um tempo mais frenético que o resto do ano significaria arruiná-las.</p>
	<p>Ao mandamento «Lembrai-vos de santificar as festas», seria preciso acrescentar: «Lembrai-vos de santificar as férias». «Parai (literalmente: vacate, tirai férias!), sabei que eu sou Deus», diz Deus em um salmo (Salmo 46).</p>
	<p>Esta exigência de tempos de solidão e de escuta se apresenta de forma especial aos que anunciam o Evangelho e aos animadores da comunidade cristã, que devem permanecer constantemente em contato com a fonte da Palavra que devem transmitir aos seus irmãos.</p>
	<p>É preciso dizer que as férias de Jesus com os apóstolos foram de breve duração, porque as pessoas, vendo-o partir, seguiram-no a pé até o lugar de desembarque. Mas Jesus não se irrita com as pessoas que não lhe dão trégua, senão que «se comove», vendo-as abandonadas a si mesmas, «como ovelhas sem pastor», e começa a «ensinar-lhes muitas coisas».</p>
	<p>Isso nos mostra que é preciso estar dispostos a interromper até o merecido descanso frente a uma situação de grave necessidade do próximo. Também aqui cabe uma pequena sugestão prática: olhar à nossa volta e ver se existe alguém a quem ajudar a sentir-se menos sozinho na vida, com uma visita, uma ligação, um convite a vê-lo um dia no lugar das férias: aquilo que o coração e as circunstâncias sugiram.</p>
	<p>Aproveitando o gancho do pregador da casa papal, lancemos um olhar sobre a nossa faculdade e neste “tempo de férias” que alguns vivem. Busquemos nossos irmãos que possam estar longe das suas famílias, devido a falta de recursos para viajar, convide-o (a) a passar alguns dias na companhia da sua família, ou a fazer parte de sua viagem de férias. Ou ainda existe alguém com dificuldade em alguma disciplina? Que tal “investir” algum tempo para que esta pessoa possa recuperar-se? Ou ainda, logo chegará o inicio do semestre, que tal ajudar a alguém a arrumar uma república para se alojar&#8230; Seriam tantas as oportunidades e realizações a serem oferecida como parte de nossa acolhida cristã à comunidade universitária. REFLITAMOS!</p>
	<h2>Jesus e a Universidade</h2>
	<p>“de todas as cidades acorreram a pé para o lugar aonde se dirigiam”</p>
	<p>No texto evangélico, percebe-se pessoas vindas de todas as partes ao encontro de Jesus, uns vinham por causa das curas, outros por causa das palavras. O fato é que Jesus atraia as pessoas e após algum contato, convívio com ELE as pessoas eram transformadas, ou melhor, eram SALVAS, por que acima de tudo essa era a missão de Jesus.</p>
	<p>Semelhante fato acontece hoje com as nossas faculdades/universidades. Pessoas vem de muitas partes (cidades) até elas, em busca de formação, de cura (da ignorância), de capacitação e também de salvação. A universidade também pode se tornar uma grande fonte de salvação, ao assumir seu papel de formadora de profissionais comprometidos com valores evangélicos ( não necessariamente o evangelho e muito menos confessional), mas ao preparar profissionais que buscam e agem em nome da verdade, da justiça, comprometidos com transformações sociais. Não apenas preocupados com uma colocação profissional, e pior ainda a serviço de grupos particulares.</p>
	<p>Assim como Jesus era fonte de salvação, as Universidades Renovadas, devem ser sinais de salvação, ao colaborem com a formação destes profissionais, ao ajudar na chegada, na permanência, na vivência dos estudantes no dia a dia da vida acadêmica. Ainda ao produzir de forma concreta, pessoas comprometidas com transformações, com um mundo mais justo e mais fraterno, mais solidário.</p>
	<p>As universidades, assim como Jesus, devem ter compaixão para com a sociedade e seus desafios e devem ser apresentar na busca de soluções aos problemas. Em nossas terras onde a maioria de declara cristão/católico, nosso desafio é ainda maior. Então, que possamos colocar a mão na massa e depois voltemos para junto de Jesus para partilhar as atividades da nossa missão.</p>
	<h2>Reflexão Final</h2>
	<p>Estar na companhia de Jesus sempre será a maior de todas as virtudes do homem, portanto, independentemente da sua crença, reserve sempre um tempo para a companhia de Jesus. Lá se pode partilhar os acontecimentos da vida, do trabalho, da missão e então reabastecer-se junto do mestre dos mestres.</p>
	<p>Contar a Jesus o que temos feito será, no mínimo, um grande desabafo, embora ELE espere muito mais de nós. Ao “falarmos” com o SENHOR o que temos feito, as dificuldades, as quedas da nossa vida, bem como os sucessos e avanços nos permitirá reflexão e amadurecimento diante dos desafios e missão.</p>
	<p>O descanso é tempo especial de reabastecimento e Jesus sabia disso, por isso proporcionou, mesmo que por pouco tempo, esta graça aos apóstolos. Muitos de nós estamos em período de férias, devemos então procurar a companhia de Jesus de “forma especial” e na presença dele se abastecer. Ao contrário do proposto acima, alguns entendem que este tempo é o tempo para tirar todo o atraso das baladas, festas, aventuras&#8230; e se enchem de tantas coisas, deixando o SENHOR fora de cena das suas vidas. Com certeza será um semestre mais difícil pela frente, pois não voltaremos abastecidos.</p>
	<p>Após um semestre puxado ou uma temporada de trabalho árduo, um merecido descanso na presença do Senhor é a melhor de todas as escolhas. A compaixão de Jesus nos convida a rever o uso que fazemos de nossas férias. Somos chamados a mostrar com gestos concretos a profundidade e riqueza de nossa fé. Adotar um amigo (a), levando-o (a) a passar alguns dias com nossas famílias, ou ainda investir algum tempo com alguém que possa estar com dificuldades acadêmicas, pode ser o maior testemunho cristão que as Universidades Renovadas podem oferecer à comunidade acadêmica.</p>
	<p>VEM ESPÍRITO SANTO, VEM!</p>
	<p><sup>1</sup> Frei Raniero Cantalamessa, ofm cap, sobre a liturgia de 21 julho de 2006.
</p>
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		<title>Evangelho da semana: Mc 6, 7-13</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 01:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galvani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[enviar]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Galvani]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Antes da nossa leitura deste domingo rezemos:  Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que &#8220;só Tu Senhor tens palavras de vida eterna&#8221;.</p>
	<p>Evangelho de 12/07/09 – Mc 6, 7-13</p>
	<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
	<p>7. Então chamou os Doze e começou a enviá-los, dois a dois; e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos.</p>
	<p>8. Ordenou-lhes que não levassem coisa alguma para o caminho, senão somente um bordão; nem pão, nem mochila, nem dinheiro no cinto;</p>
	<p>9. como calçado, unicamente sandálias, e que se não revestissem de duas túnicas.</p>
	<p>10. E disse-lhes: Em qualquer casa em que entrardes, ficai nela, até vos retirardes dali.</p>
	<p>11. Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, saí dali e sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra ele.</p>
	<p>12. Eles partiram e pregaram a penitência.</p>
	<p>13. Expeliam numerosos demônios, ungiam com óleo a muitos enfermos e os curavam.</p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
	<h2>Começou a enviá-los</h2>
	<p>Ao refletirmos sobre a pedagogia de escolha e envio de Jesus, percebemos algo muito próprio DELE. Partiu da multidão e formou o colégio dos discípulos, que eram 72, e destes escolheu doze para a sua companhia, doze para enviá-los dois a dois.</p>
	<p>Antes de desenvolvermos qualquer missão em nome de Jesus, ELE nos chama. É preciso ser chamado pelo Senhor, pois nossa missão será frutífera somente se formos chamados. Naturalmente que a messe é grande e poucos são os operários, principalmente na universidade, então o SENHOR deseja chamá-lo (a) e deseja mais do que isso, deseja também enviá-lo. Melhor que ser chamado é ser também enviado. Se estamos diante de um desafio missionário, o envio se torna condição fundamental, para o êxito da missão. E uma forma de sermos enviados por Jesus hoje, é buscarmos a comunhão com as lideranças da nossa comunidade, partindo das autoridades eclesiásticas e passando pelas coordenações do movimento, buscando a benção, o envio para as missões.</p>
	<p>Pode parecer coisa do passado, de gente subserviente, mas não se trata de subserviência, ao contrário se trata de comunhão, adesão a autoridade constituída, de um espírito humilde, que busca através da partilha, da comunhão, do reconhecimento da autoridade, como sinal do chamado de Deus para o desempenho de determinada missão.</p>
	<p>Outra questão bastante interessante é que Jesus sempre enviava de dois a dois e devemos acolher esta forma sábia de realização da missão, pois assim o inimigo terá que derrotar sempre dois ao invés de um servo de Deus.</p>
	<p>Muita vezes até seremos tentados em levar alguma missão sozinho, mas o evangelho de hoje é um grande alerta quanto a alguns princípios e estratégias de missão: Ser chamado, ser enviado e ir em companhia ao menos de outro servo.</p>
	<h2>Deu-lhes poder</h2>
	<p>O poder é algo que sempre fascinou o homem e Deus sabe que isso poderia ajudar-lhes na execução da sua missão, como ajudou a Jesus e aos demais discípulos em outras oportunidades. Na realidade universitária talvez seja o lugar onde mais se torna gritante a manifestação dos sinais e prodígios. AMADOS, QUE SEJAMOS AUDÁZES, OUSADOS E PERMITAMOS QUE OS SINAIS E O PODER VENHAM SOBRE NÓS E NOSSA MISSÃO NA UNIVERSIDADE.</p>
	<p>Coisa boa é um servo entregue à verdadeira manifestação do Espírito, com unção, com ardor no anúncio, com sinais miraculosos e compromisso com o SENHOR, pois a ação de tal servo, reverte-se somente em bênçãos para a comunidade por ele atendida.</p>
	<p>Fico imaginando os nossos GOUs e GPPs sendo conduzidos por um grupo de servos cheios de poder, um presente dos céus. Um servo na acolhida, outro na música, na condução, ministrando a oração, o louvor, pedindo o Batismo no Espírito, outros ainda rezando pela cura, profetizando, pregando e por fim alguém nos enviando com autoridade espiritual, com poder para a vivência das profecias, da reunião de oração. Isso é o desejo de Jesus e da igreja para as nossas comunidades carismáticas nas universidades. Aliás, a UNIVERSIDADE CLAMA POR GENTE QUE VIVA A FÉ COM PODER, OUSADIA, ATREVIMENTO, SINAIS no meio universitário, onde existe espaço apenas para a razão. DESEJO EXORTÁ-LOS A UMA VIVÊNCIA REALMENTE CARISMÁTICA, ABERTA AO PODER DO ESPÍRITO EM NOSSAS FACULDADES E NO MEIO DO TRABALHO.</p>
	<h2>Desprendimento, simplicidade</h2>
	<p>Jesus recomendou aos discípulos que não levassem coisa alguma e naturalmente isso transcende os aspectos materiais &#8211; o desejo de Jesus para o servo do reino, quer seja na universidade, no trabalho, ou na comunidade diretamente é que se tenha um coração desapegado, livre de preocupações e valores que tornem pesadas as atividades e o serviço.</p>
	<p>O verdadeiro servo de Deus leva somente o necessário, ele é amigo da providência, anda na fé, age na fé, e com isso mostra o seu desprendimento e confiança em Deus.</p>
	<p>Muitos de nós fomos motivados a determinada profissão pelo possível retorno econômico, outros idealizaram um “estilo” de vida nada compatível com o evangelho e seus valores.</p>
	<p>Ainda a sociedade capitalista ao nos formarmos nos prepara para TER COISAS como uma forma de ascenção a determinado grupo ou classe social &#8211; e passamos boa parte da nossa vida apenas trabalhando para conseguir COISAS. Não em SER pessoas de bem, justos, honestos, responsáveis, comprometidos com os valores do Reino. Jesus vem nos propor um estilo de vida simples, que demanda menos coisas, e conseqüentemente menos consumo, portanto maior preservação dos recursos naturais. O estilo proposto por Jesus é um estilo preservacionista.</p>
	<h2>Pregaram a penitência</h2>
	<p>Também para que este estilo de vida proposto por Jesus seja adotado, é preciso primeiramente uma conversão por parte dos cristãos, pois deveremos anunciar com nossos atos, acima de tudo. A universidade e o meio do trabalho clamam por pessoas que se converteram e fazem penitência, ou seja, que se abnegam de valores não evangélicos e apontam com seu testemunho, com a renúncia, um estilo ousado de vida.</p>
	<p>A COMEÇAR EM NÓS, APRESENTEMOS UM TESTEMUNHO DE PENITENTES À UNIVERSIDADE E AO MUNDO DO TRABALHO.</p>
	<h2>Reflexão Final</h2>
	<p>Jesus chamou a doze dentre vários. Não tenha dúvida: em seu serviço ao Senhor, você foi chamado para fazer parte deste seleto grupo e por ELE foi enviado à missão.</p>
	<p>E quando somos enviados por Jesus o somos na forma comunitária, ao menos dois a dois. Jamais sozinhos!</p>
	<p>Jesus nos conferirá o poder do alto para o cumprimento de qualquer missão que venha dEle. CREIA NISSO E UTILIZE ESTE PODER, ele será um grande sinal principalmente na realidade universitária.</p>
	<p>O maior ambientalista e preservacionista de todos os tempos foi Jesus, pois já nos convocava a possuirmos poucas coisas, a termos hábitos de vida simples, pois já sabia o quanto isso facilitava a vida e a missão. ESSE É UM DOS MAIORES TESTEMUNHOS A SER OFERECIDOS AO MUNDO MODERNO/CONSUMISTA por parte dos que se dizem cristãos e tiveram acesso à universidade, ao conhecimento.</p>
	<p>PENITÊNCIA É UMA PALAVRA DE ORDEM SEMPRE NOS ENSINOS DE JESUS E CORROBORA COM O ESTILO DE VIDA EVANGÉLICO. QUANTO MENOS, MELHOR!</p>
	<p>CUMPRIR AS ORDENS DE JESUS, ORAR, UNGIR, IMPOR AS MÃOS, REALIZAR EM NOME DE JESUS MUITAS COISAS QUE AUMENTAM A CRENÇA DOS MEMBROS DA COMUNIDADE E O NÚMERO DE SEGUIDORES DE JESUS E SEU ESTILO DE VIDA NA UNIVERSIDADE &#8211; É NOSSA MAIOR MISSÃO.</p>
	<p>VEM ESPÍRITO SANTO, VEM! </p>
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		<title>Evangelho da semana: Mc 6, 1-6</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 00:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galvani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Galvani]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus nos ensina a amar]]></category>
		<category><![CDATA[milagres]]></category>
		<category><![CDATA[nós ouvimos Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[sabedoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p> Antes da nossa leitura deste domingo rezemos:  Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que &#8220;só Tu Senhor tens palavras de vida eterna&#8221;.</p>
	<h1>E VÓS, QUEM DIZEIS QUE EU SOU?</h1>
	<p>Evangelho de 05/07/09 – Mc 6, 1-6 <br />
— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
	<p>1. Depois, ele partiu dali e foi para a sua pátria, seguido de seus discípulos.</p>
	<p>2. Quando chegou o dia de sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos o ouviam e, tomados de admiração, diziam: Donde lhe vem isso? Que sabedoria é essa que lhe foi dada, e como se operam por suas mãos tão grandes milagres?</p>
	<p>3. Não é ele o carpinteiro, o filho de Maria, o irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? Não vivem aqui entre nós também suas irmãs? E ficaram perplexos a seu respeito.</p>
	<p>4. Mas Jesus disse-lhes: Um profeta só é desprezado na sua pátria, entre os seus parentes e na sua própria casa.</p>
	<p>5. Não pôde fazer ali milagre algum. Curou apenas alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.</p>
	<p>6. Admirava-se ele da desconfiança deles. E ensinando, percorria as aldeias circunvizinhas. </p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
	<h2>Começou a ensinar</h2>
	<p>Algo bastante interessante nesta leitura, é que ela começa narrando que Jesus foi seguido por seus discípulos ao deslocar-se para a sua pátria. Começo então a me indagar, Jesus tinha pátria? Onde é a pátria de Jesus? Qual a sua nacionalidade? Qual a sua cultura? E mesmo sabendo que Jesus nasceu e cresceu em Belém, na Galiléia, que tinha Cafarnaum como a sua terra, sua cidade, pois ali Ele viveu uma boa parte do seu ministério, mas ainda assim fico me perguntando sobre a pátria de Jesus. JESUS é cosmopolita, é cidadão do mundo, embora sendo Galileu, deixou cultura cosmopolita, pode e deve ser utilizada por todas as culturas, por todos os povos. E como Jesus sabia da sua missão Ele não perdeu oportunidade e então ensinava em todas as oportunidades as coisas da sua pátria, ou seja, o “céu”, o Reino de Deus.</p>
	<p>Sabe-se que os apóstolos anunciavam a JESUS e JESUS anunciava o Reino do Deus, essa é a sua pátria, o REINO DE DEUS, assim deve acontecer conosco que estamos na universidade, devemos sempre nos alinhar com Jesus. Se JESUS ensinava, nós como seus seguidores, devemos também ensinar, ensinar as coisas da nossa pátria, da nossa cultura,&#8230; do Reino de Deus. Assim vamos inculturando a universidade com a doutrina de JESUS. Isso é parte do nosso SONHO para as universidades renovadas.</p>
	<p>Ensinar as coisas do Reino, a doutrina de JESUS, este é o SONHO do MUR, que é na verdade o SONHO de DEUS, para as universidades do Brasil e do mundo.</p>
	<p>Imagino JESUS nos dizendo no dia do juízo final: vinde benditos de meu pai “não obstante as perseguições,&#8230; tendes enchido a universidade da minha doutrina”.<sup>1</sup></p>
	<h2>Muitos o ouviam</h2>
	<p>Outra coisa me faz muitos questionamentos muitas vezes é algo como isso, as vezes muitos anunciam/ensinam, mas encontra-se pouco interesse. Mas aqui se percebe que JESUS anunciava e muitos O ouviam. De onde vem esta capacidade de comunicação? Ou ainda alguns comunicadores de hoje, eles não gritam, não fazem mágicas,&#8230; Apenas anunciam e as pessoas os ouvem com muita atenção. Fico a me lembrar do ex-arcebispo de Mariana, Dom Luciano Mendes de Almeida, que não levantava a voz, mesmo quando era sabido estar aborrecido, desconfortável com uma situação. Mantinha uma postura impecável, sempre firma nas suas colocações e ao mesmo tempo afável, com sinal da presença do Espírito Santo agindo na sua fala.</p>
	<p>O mundo de hoje demanda anunciadores que usem de autoridade espiritual, de força divina, para comunicar as verdades da nossa fé, para dialogar com a comunidade científica e seus arredores e aí também seja inculturada a doutrina de Jesus.</p>
	<p>Se eu desejo que meu anúncio seja ouvido com atenção sou chamado a ver a minha postura como cristão no ambiente acadêmico, científico, no mercado de trabalho. Sabe que as palavras convencem, mas os EXEMPLOS ARRASTAM. Então qual o exemplo que tenho dado por onde passo? Tenho credibilidade, posso dizer com minha vida, que a opção por JESUS e sua doutrina é melhor que as opções da academia, do mundo e outras doutrinas?</p>
	<p>As pessoas, ao olhar para a minha vida acadêmica, podem perceber um modelo de estudante, minha liderança está pautada no serviço, na verdade, no interesse coletivo, ou em meus próprios interesses e valores?</p>
	<p>SE DESEJO SER OUVIDO, PRECISO DE AUTORIDADE ESPIRITUAL, E ISSO VEM DO SERVIÇO AO REINO DE DEUS E SUBMISSÃO A SUA PALAVRA. VEM TAMBÉM DO TESTEMUNHO MANIFESTADO EM NOSSA VIVÊNCIA DA FÉ EM NOSSA COMUNIDADE ACADÊMICA, OU ONDE TRABALHAMOS. </p>
	<h2>Sabedoria &#8230; Grandes milagres</h2>
	<p>Tanto a sabedoria, como os milagres são Carismas/Dons do Espírito Santo<sup>2</sup> e JESUS agia manifestando estes dons/carismas por estar pleno do Espírito Santo. Então consequentemente todos nós devemos buscar essa graça a PLENITUDE do Espírito Santo, pois somente assim poder-se-á colher tais frutos. A verdadeira sabedoria espiritual só tem uma fonte, o Espírito de Deus, da mesma forma a realização de milagres, que aliás é desejo de Deus manifestá-los na vida dos seus servos, INCLUSIVE NA UNIVERSIDADE.</p>
	<p>Neste meio incrédulo, onde as pessoas são movidas pela razão, sómos chamados hoje a uma vivencia CARISMÁTICA, ou seja, plena da manifestação dos dons/carismas, INCLUINDO AS MANIFESTAÇÒES EXTRAORDINÁRIAS.</p>
	<p>Desejo assegurar-lhes que se existe algo neste tempo de caminhada e vivencia do evangelho (30 anos) de que estou seguro, é o fato de que Deus deseja manifestar os carismas em todos os fiéis e em todas as circunstâncias cabíveis, principalmente num meio como a universidade.</p>
	<p>CREIA NISSO E CLAME PELA FORÇA DO ALTO PARA QUE POSSAMOS VIVER ESTA GRAÇA, A DA PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO NA SUA REALIDADE ACADEMICA E QUE ESTA MESMA COMUNIDADE PERCEBA A SABEDORIA DE DEUS EM VOCE E SUA COMUNIDADE, BEM COMO GLORIFIQUEM AO SENHOR PELOS MILAGRES ACONTECIDOS EM NOSSO MEIO. TESTEMUNHEMOS, COM FÉ. </p>
	<h2>Efeitos da incredulidade</h2>
	<p>A narrativa é muito clara, muita coisa mais não realizou Jesus devido a incredulidade dos seus. Amados que não sejamos tolidos pela incredulidade do meio acadêmico, ao contrário, que tenhamos isso como esterco à nossa missão. Que isso sirva de fortaleza, encorajamento à nossa missão.</p>
	<p>É sempre nosso dever atender, rezar, proclamar, anunciar,&#8230; e o fruto compete a Deus. Devemos fazê-lo oportuna e inoportunamente, como nos ensinou São Paulo.</p>
	<p>E então a universidade onde Deus te plantou verás também a Glória de Deus. CREIA NISSO MEU FILHO, MINHA FILHA, NETO, BISNETO,&#8230; CREIA NISSO E VIVA ISSO. MUITOS FICARÃO MARAVILHADOS DO SEU SERVIÇO MISSSIONÁRIO. ALELUIA!</p>
	<h2>Reflexão Final </h2>
	<p>Ensinar é um dom, uma qualidade demandada no mundo de hoje, principalmente onde muitos são ensinados de forma virtual, pelos meios de comunicação, principalmente a net. Então permitir que Deus se apodere de nossas faculdades pessoais e nos faça “professor” da sua doutrina é um desafio que se nos impõe como batizados. Se esta foi parte da missão de Jesus, é também nossa missão.</p>
	<p>Muitos o ouviam, isso não nos será dado em um primeiro momento. Às vezes teremos que percorrer solo sequioso para depois podermos colher um Oásis, nesta nossa caminhada de anunciadores da palavra de Jesus.</p>
	<p>A perplexidade de alguns dos nossos amigos, professores e até mesmo servidores sobre as manifestações do Espírito de Deus em nossa vida, será percebida somente após a nossa tomada de decisão e OPÇÃO POR JESUS E SEU REINO.</p>
	<p>Amados (as), que jamais seja por nossa incredulidade que as manifestações de fé, do Deus vivo, deixem de acontecer em nossa comunidade. Aliás que nós sejamos os catalisadores da presença viva e real de Jesus no âmbito universitário.</p>
	<p>VEM ESPÍRITO SANTO, VEM! </p>
	<p><sup>1</sup> At 5, 28</p>
	<p><sup>2</sup> I Cor 12 3-11 </p>
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		<title>Evangelho da semana: Mt 16, 13-19</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 00:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galvani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Elias]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: </p>
	<p>Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que &#8220;só Tu Senhor tens palavras de vida eterna&#8221;.</p>
	<h1>E VÓS QUEM DIZEIS QUE EU SOU?</h1>
	<p>Evangelho de 28/06/09 – Mt 16, 13-19<br />
— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
	<p>13. Chegando ao território de Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou a seus discípulos: No dizer do povo, quem é o Filho do Homem?</p>
	<p>14. Responderam: Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas.</p>
	<p>15. Disse-lhes Jesus: E vós quem dizeis que eu sou?</p>
	<p>16. Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!</p>
	<p>17. Jesus então lhe disse: Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus.</p>
	<p>18. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.</p>
	<p>19. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.</p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
	<p>Amados, ao ler a primeira vez o evangelho desta semana, minha cabeça já foi logo tomada de algumas lembranças relacionadas a minha conversão e história de vida, as quais narro duas a vocês: 1) Ao preencher a minha ficha de inscrição do primeiro encontro de oração carismática da minha vida (Experiência de Oração) havia uma pergunta: Quem é Jesus para você? E para a minha alegria, havia refletido nesta leitura naqueles dias e a resposta de Pedro estava vivíssima em minha mente &#8211; naturalmente respondi como Pedro, é bem provável que na ocasião eu nem tinha muita consciência do meu ato. Mas o coordenador do “meu” grupo de oração destacou depois a minha resposta e se disse muito feliz com a mesma, pois ainda jovem e de pouca caminhada eu apresentei uma resposta Petrina. Confesso que, na ocasião, não entendi bem a alegria do meu coordenador por esta resposta. Até mesmo por que esta pergunta era utilizada para ver o “ibope” de Jesus junto aos participantes do encontro, ou ainda a “tendência religiosa”.</p>
	<p>Anos depois, um segundo episódio referente a esta passagem, me fez lembrar-se deste fato. Estava em Uberaba e me hospedei na casa do arcebispo, Dom Benedito Ulhoa Vieira, por ocasião de outro evento da RCC &#8211; e nos momentos de folga conversava bastante. Ele, o vice-presidente da CNBB, na ocasião, possuía suas reservas com os carismáticos (estou falando de 1984) e eu, extremamente “carismático” para não dizer “carisfanático”. Perguntei o que ele achava de Chico Xavier, pois afinal, estava em sua diocese possivelmente o maior foco espírita do Brasil. Então Dom Benedito respondeu-me dizendo que o Chico Xavier era uma pessoa boa, de boa vontade em suas ações, não o desmereceu, mas disse que o que desejava vê-lo dizer era que JESUS É O FILHO DE DEUS VIVO. Ele diz que Jesus é um grande homem, um grande profeta, um espírito evoluído, MAS O QUE JESUS É MESMO ELE NÃO DIZ, OU SEJA, O FILHO DE DEUS VIVO. Naquele dia compreendi ainda mais a importância da resposta de Pedro.</p>
	<p>Agora, minha tradicional auscultação nos escritos do pregador da casa pontifícia, frei Raniero Cantalamessa sobre o tema de hoje. DEGUSTEM !</p>
	<p>E vós, quem dizeis que eu sou?1</p>
	<p>Existe, na cultura e na sociedade de hoje, um fato que pode nos introduzir na compreensão do Evangelho deste domingo, e é a pesquisa de opinião. Ela é praticada em todos os âmbitos, mas, sobretudo no político e comercial. Também Jesus um dia quis fazer uma pesquisa de opinião, mas com fins, como veremos muito diferentes: não políticos, mas educativos. Chegado à região da Cesaréia de Filipo, ou seja, a região mais ao norte de Israel, em uma pausa de tranqüilidade, na qual estava a sós com os apóstolos, Jesus lhes dirigiu, à queima-roupa, a pergunta: «Quem dizem os homens ser filho do Homem?».</p>
	<p>É como se os apóstolos não esperassem outra coisa para poder finalmente falar sobre todas as vozes que circulavam a propósito dele. Respondem: «Uns afirmam que é João Batista, outros que é Elias, outros, ainda, que é Jeremias ou um dos profetas». Mas para Jesus não interessava medir o nível de sua popularidade ou seu índice de simpatia entre o povo. Seu propósito era bem diferente. Então Ele lhes pergunta: «E vós, quem dizeis que eu sou?».</p>
	<p>Esta segunda pergunta, inesperada, deixa-os desconcertados. Entrecruzam-se silêncio e olhares. Se na primeira pergunta se lê que os apóstolos responderam todos juntos, em coro, esta vez o verbo é singular; só “respondeu” um, Simão Pedro: «Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo!».</p>
	<p>Entre as duas respostas há um salto abismal, uma “conversão”. Se antes, para responder bastava olhar ao redor e ter escutado as opiniões das pessoas, agora é preciso olhar para dentro, escutar uma voz bem diferente, que não vem da carne nem do sangue, mas do Pai que está nos céus. Pedro foi objeto de uma iluminação “do alto”.</p>
	<p>Trata-se do primeiro autêntico reconhecimento, segundo os evangelhos, da verdadeira identidade de Jesus de Nazaré. O primeiro ato público de fé em Cristo, da história! Pensemos no sulco deixado por um barco: vai se movimentando até perder-se no horizonte, mas começa com uma ponta, que é a ponta do barco. Assim acontece com a fé em Jesus Cristo. É um sulco que foi movimentando-se na história, até chegar aos “últimos confins da terra”. Mas começa com uma ponta. E esta ponta é o ato de fé de Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Jesus usa outra imagem, vertical, não horizontal: rocha, pedra. “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja”.</p>
	<p>Jesus muda o nome de Simão, como se faz na Bíblia quando se recebe uma missão importante: chama-o de “Cefas”, Rocha. A verdadeira rocha, a “pedra angular” é, e continua sendo ele mesmo, Jesus. Mas, uma vez ressuscitado e ascendido ao céu, esta “pedra angular”, ainda que presente e operante, é invisível. É necessário um sinal que a represente, que torne visível e eficaz na história este “fundamento firme” que é Cristo. E este será precisamente Pedro, e, depois dele, aquele que o substituir, o Papa, sucessor de Pedro, como cabeça do colégio dos apóstolos.</p>
	<p>Mas voltemos à idéia da pesquisa. A pesquisa de Jesus, como vimos, desenvolve-se em dois momentos, comporta duas perguntas fundamentais: primeiro, “quem dizem os homens ser o filho do Homem?”; segundo, “quem dizeis vós que sou eu?”. Jesus não parece dar muita importância ao que as pessoas pensam dele; interessa-lhe saber o que pensam seus discípulos. E o faz com esse “e vós, quem dizeis que sou eu?”. Não permite que se escondam atrás das opiniões dos outros, mas quer que digam sua própria opinião.</p>
	<p>A situação se repete, quase identicamente, nos dias de hoje. Também hoje, “as pessoas”, a opinião pública, têm suas idéias sobre Jesus. Jesus está na moda. vejamos o que acontece no mundo da literatura e do espetáculo. Não passa um ano sem que saia uma novela ou um filme com a própria visão, torcida e dessacralizada, de Cristo. O caso do Código Da Vinci, de Dan Brown, foi o mais clamoroso e está tendo muitos imitadores.</p>
	<p>Depois estão os que ficam a meio caminho. Como as pessoas de seu tempo, crêem que Jesus é “um dos profetas”. Uma pessoa fascinante, que se encontra ao lado de Sócrates, Gandhi, Tolstoi. Estou certo de que Jesus não despreza estas respostas, porque se diz dele que “não apaga a chama fumegante e não quebra o caniço rachado”, ou seja, sabe valorizar todo esforço honesto por parte do homem. Mas há uma resposta que não se enquadra, nem sequer na lógica humana. Gandhi ou Tolstoi nunca disseram “eu sou o caminho, a verdade e a vida”, ou também “quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim não é digno de mim”.</p>
	<p>Com Jesus não se pode ficar na metade do caminho: ou é o que diz ser, ou é o maior louco exaltado da história. Não há meio termo. Existem edifícios e estruturas metálicas (creio que uma é a torre Eiffel de Paris) feitas de tal maneira que se traslada certo elemento, se derruba tudo. Assim é o edifício da fé cristã, e esse ponto neurálgico é a divindade de Jesus Cristo. Mas deixemos as respostas das pessoas e vamos aos não-crentes. Não basta crer na divindade de Cristo, é necessário também testemunhá-la. Quem o conhece e não dá testemunho dessa fé, mas a esconde, é mais responsável diante de Deus do que quem não tem essa fé. Em uma cena do drama “O pai humilhado”, de Claudel, uma moça judia, linda, mas cega, aludindo ao duplo significado da luz, pergunta a seu amigo cristão: “Vós que vedes, que uso fizestes da luz?”. É uma pergunta dirigida a todos nós que nos confessamos crentes.</p>
	<h1>Tu és Pedro</h1>
	<p>A entrega das chaves a Pedro. Sobre isso, a tradição católica sempre foi baseada em fundar a autoridade do Papa sobre toda a Igreja. Alguém poderia dizer: mas o que tem a ver o Papa com tudo isto? Eis a resposta da teologia católica. Se Pedro deve funcionar como “fundamento” e “rocha” da Igreja, continuando a existir a Igreja deve continuar a existir também o fundamento. É impensável que as prerrogativas quase solenes (“a ti darei as chaves do reino dos céus”) se referissem somente aos primeiros vinte ou trinta anos da vida da Igreja e que elas seriam cessadas com a morte do apóstolo. O papel de Pedro se prolonga, portanto em seus sucessores.</p>
	<p>Por todo primeiro milênio, este ofício de Pedro foi reconhecido universalmente por todas as Igrejas, ainda que interpretado de forma diversa no Oriente e no Ocidente. Os problemas e as divisões nasceram com o milênio há pouco terminado. E hoje, também nós católicos, admitimos que não são nascidos todos por culpa dos outros, dos considerados “cismáticos”: antes os orientais, depois os protestantes. A primazia instituída por Cristo, como todas as coisas humanas, foi exercitada ora bem ora menos bem. Ao poder espiritual se mesclou, pouco a pouco, um poder político e terreno, e com isso os abusos. O próprio Papa João Paulo II, na carta sobre o ecumenismo, Ut unum sint, indicou a possibilidade de rever as formas concretas com as quais é exercida a primazia do Papa, de modo a tornar novamente possível em torno a isso a concórdia de todas as Igrejas. Como católicos, não podemos não desejar que se prossiga com sempre maior coragem e humildade sobre esta estrada da conversão e da reconciliação, de modo a incrementar a colegialidade desejada pelo Concílio.</p>
	<p>Aquilo que não podemos desejar é que o próprio ministério de Pedro, como sinal e fator da unidade da Igreja, seja menor. Seria uma forma de nos privar de um dos dons mais preciosos que Cristo deu à sua Igreja, além de contradizer sua vontade precisa. Pensar que basta à Igreja ter a Bíblia e o Espírito Santo com o qual interpretá-la, para poder viver e difundir o Evangelho, é como dizer que bastaria aos fundadores dos Estados Unidos escreverem a constituição americana e mostrar em si mesmos o espírito com o qual devia ser interpretada, sem prever algum governo para o país. Existiria ainda os Estados Unidos?</p>
	<p>Uma coisa que podemos fazer para aplainar a estrada de reconciliação entre as Igrejas é reconciliar-nos com a nossa Igreja. “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”: Jesus disse a “minha” Igreja, no singular, não as “minhas” Igrejas. Ele pensou e quis uma só Igreja, não uma multiplicidade de Igrejas independentes ou, pior, em luta entre igrejas. “Minha”, além de singular, é também um adjetivo possessivo. Jesus reconhece, portanto a Igreja como “sua”; disse “a minha Igreja” como um homem diria: “a minha esposa”, ou “o meu corpo”. Identifica-se com ela, não se envergonha dela. Sobre os lábios de Jesus, a palavra “Igreja” não tem nenhum daqueles significados negativos que acrescentamos.</p>
	<p>Naquela expressão de Cristo, um forte chamado a todos os crentes a reconciliarem-se com a Igreja. Renegar a Igreja é como renegar a própria mãe. “Não pode ter Deus por pai – dizia São Cipriano – quem não tem a Igreja por mãe”. Seria um belo fruto da festa dos santos apóstolos Pedro e Paulo se começássemos a dizer também nós, da Igreja Católica à qual pertencemos: “a minha Igreja!”</p>
	<h1>Reflexão Final</h1>
	<p>Na universidade, onde muitos dizem de Jesus muitas coisas e têm muitas idéias, nós que buscamos a vida no Espírito vamos dizer o que sobre Jesus?</p>
	<p>Que toda a Universidade saiba com a maior certeza que o Jesus que muitos matam, difamam, insistem em negar a sua divindade, esse mesmo Jesus o senhor Deus o constituiu Cristo.</p>
	<p>A universidade precisa saber realmente qual a “minha” igreja, qual é a minha fé, quem é meu “pastor”, a universidade precisa saber da minha adesão ao sucessor de Pedro, da minha crença de que a ele, somente a ele foi dado o poder de ligar e desligar na terra, em nome do céus.</p>
	<p>Devemos manifestar abertamente a nossa adesão ao magistério da igreja, em nossas dioceses representada pelos nossos bispos. Eis um lindo testemunho, o da UNIDADE com os nossos pastores.</p>
	<p>VEM ESPÍRITO SANTO, VEM!</p>
	<p>1 Reflexão retirado do site: www.cantalamessa.org/pt/omelieView.php?id=368</p>
	<p>2 Reflexão sobre São Pedro retirado do site: www.cantalamessa.org/pt/omelieView. php?id=347</p>
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		<title>Evangelho da semana: Mc 4, 26-34</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 00:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galvani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Galvani]]></category>
		<category><![CDATA[mostarda]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Antes da nossa leitura deste domingo rezemos:</p>
	<p>Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja    nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez    que <em><b>&#8220;só Tu Senhor tens palavras de vida eterna&#8221;.</b></em></p>
	<p>AMADOS, SEMEEMOS A PALAVRA DE DEUS!</p>
	<p>Evangelho de 14/06/09 – Mc 4, 26-34</p>
	<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— <b>Ele está no meio de nós.</b><br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.<br />
— <b>Glória a vós, Senhor!</b></p>
	<p>26. Dizia também: O Reino de Deus é como um homem que lança a semente a terra.<br />
27. Dorme, levanta-se, de noite e de dia, e a semente brota e cresce sem ele o perceber.<br />
28. Pois a terra por si mesma produz, primeiro a planta, depois a espiga e, por último, o grão abundante na espiga.<br />
29. Quando o fruto amadurece, ele mete-lhe a foice, porque é chegada a colheita.<br />
30. Dizia ele: A quem compararemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o representaremos?<br />
31. É como o grão de mostarda que, quando é semeado, é a menor de todas as sementes.</p>
	<p>32. Mas, depois de semeado, cresce, torna-se maior que todas as hortaliças e estende de tal modo os seus ramos, que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra.<br />
33. Era por meio de numerosas parábolas desse gênero que ele lhes anunciava a palavra, conforme eram capazes de compreender.<br />
34. E não lhes falava, a não ser em parábolas; a sós, porém, explicava tudo a seus discípulos.
</p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
<b>- Glória a vós, Senhor.</b>
</p>
	<h2>LANÇA A SEMENTE</h2>
	<p>Nesta semana somos chamados a refletir sobre a importância da palavra de Deus em nossa vida e em nossa missão.</p>
	<p>Nossa missão é lançarmos a semente, pois será o Espírito Santo quem agirá sobre a semente lançada e a fará germinar, nascer, crescer, se tornar uma bela árvore e produzir frutos.</p>
	<p>De modo especial na universidade ou no universo do trabalho a palavra deve ser anunciada, semeada com zelo, carinho e amor.</p>
	<p>A responsabilidade de fazê-la se transformar em frutos é do Espírito de Deus. São Paulo já exortou <em>“prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir”.</em></p>
	<p>A universidade e o meio do trabalho ardem pela palavra de Deus assim como o deserto arde pela água. Então todo esforço será pouco no sentido de que a palavra seja semeada.</p>
	<p>Uma coisa bonita no reino de Deus é que precisamos apenas semear. A semente (palavra) irá produzir o seu fruto por si, ou melhor, pela graça de Deus, pela ação do Espírito Santo. É PRECISO ACREDITAR NISSO.</p>
	<p>Ao lançarmos nosso olhar para a universidade, percebemos quantas sementes de desamor, destruição, injustiça e morte estão sendo semeadas, muitas vezes até por quem se diz cristão. Existem semeadores semeando contra o Reino, contra a vida, contra a justiça, contra a própria palavra de Deus. Então eis aí um grande campo de missão. Nunca estive tão seguro de que a universidade é um tremendo e desafiador campo de missão.</p>
	<p>A palavra de Deus nos impõe um grande desafio: sermos os semeadores da palavra de Jesus. <em>“Tu tens as palavras da vida eterna” <sup>[2]</sup>. Então amados, se Jesus tem as palavras de vida eterna, é nosso dever como batizados, fazermos esta palavra chegar aos nossos amigos, irmãos, professores, aos servidores e pesquisadores das nossas universidades.</em></p>
	<p>Desejo ainda exortá-los a serem ousados em nossos planejamentos de evangelização. Organizamos a partir desta semana o Retiro das setas, o Ruah, as experiências de oração, os acampGOUs e outras tantas formas de evangelização.</p>
	<p>Não pense pequeno, pois o tamanho de um homem/mulher é o tamanho dos seus sonhos. Usar toda oportunidade para semear a semente da boa nova é sinal de vida carismática, sinal de PENTECOSTES. Muitos de nós seremos curados do medo, da insegurança ao darmos passos na semeadura da boa nova.</p>
	<p>Desejo finalizar esta parte da reflexão propondo um desafio: Ao ler este texto escolha um momento para a reflexão e oração com esta palavra e pergunte a Deus onde você deve semear esta semana, uma pessoa, um ambiente. Peça a Deus que crie a oportunidade e exercite-se na dependência do socorro do Espírito Santo. Seja um semeador da boa nova.</p>
	<h2>O GRÃO DE MOSTRADA</h2>
	<p>Devemos ter a simplicidade, a humildade em nosso coração de semeador e da nossa pequenez se formará uma grande e formosa árvore, onde até os pássaros do céu virão repousar. Consigo imaginar como as pequenas atitudes/atividades de evangelização realizadas pelos GOUs/GPPs, deste nosso Brasil afora, podem se tornar grandes árvores, onde a comunidade acadêmica, ou ainda, os companheiros de trabalhos vêm buscar repouso.</p>
	<p>Algumas atividades de evangelização acabam não produzindo frutos, por que não se semeia realmente a palavra de Deus, que é simples como o grão de mostarda. Ao contrário colocam muitos apêndices na semeadura e a semente acaba sufocada e não germina, nasce, cresce,..É PRECISO SIMPLICIDADE NA SEMEADURA!</p>
	<p>Um coração humilde e acolhedor recebe a semente. Simples e pequena, a palavra de Deus cresce dentro deste coração e se torna uma grande árvore, tornando este coração posteriormente um  repouso, amparo, acolhida para muitos.</p>
	<p>Na realidade universitária muita gente procura abrigo, pois são muitos os feridos, os assaltados ao longo do caminho como encontramos na parábola do bom samaritano.</p>
	<p>Ao se encontrarem com jovens, que foram seduzidos pela palavra de Deus e permitiram que ela crescesse e se tornasse uma grande árvore, encontrarão aí um grande Oásis e terão a oportunidade de receber a salvação, o alívio, o amor de Jesus.</p>
	<p>Desejo testemunhar o quanto a presença de irmãos que tinham a palavra de Deus em suas vidas foi importantes para a minha formação, evangelização e também para a minha recuperação enquanto homem, pessoa e filho de Deus.</p>
	<p>Por isso é fundamental que nós ao nos dispormos à evangelização estejamos seduzidos pela força da palavra de Deus e ao levá-la o façamos com compromisso.</p>
	<h2>Reflexão&nbsp;Final</h2>
	<p>Precisamos ter consciência de que lançar a semente da palavra de Deus é uma das nossas mais nobres missões como batizados e devemos fazê-lo com simplicidade.</p>
	<p>Usar toda a oportunidade de semear, como forma de deixar cumprir em nossa vida o texto Paulino.</p>
	<p>No mundo acadêmico, repleto de semeadores de palavras/culturas anti-Reino, se torna imperativo que nós, principalmente os membros da nossa família das universidades renovadas sejamos estes arautos da semeadura da palavra de Deus.</p>
	<p>E que o façamos com a simplicidade da semente da mostarda e com a certeza de que quem faz a semente germinar, crescer, frutificar é o Espírito Santo. POR ISSO TAMBÉM É IMPERATIVO QUE SEJAMOS UM POVO DEVOTO, DEPENDENTE, AMIGO DO ESPÍRITO SANTO.</p>
	<p>Jesus usava das parábolas para anunciar o Reino e assim fazia com que todos compreendessem a sua mensagem. Podemos pedir a Deus que nos inspire, assim como o fez a Jesus, dando-nos uma linguagem de forma que toda a universidade possa compreender a riqueza da palavra de Deus e serem curados, libertados, como deseja o Senhor.</p>
	<p><sup>1</sup> II Tm 4, 2<br />
<sup>2</sup> Jo 6, 68</p>
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		<title>Evangelho da semana: Mt 28, 16-20</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 17:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galvani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Galvani]]></category>
		<category><![CDATA[Galileia]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes&#160;da&#160;nossa&#160;leitura&#160;deste&#160;domingo&#160;rezemos:Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que &#8220;só Tu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Antes&nbsp;da&nbsp;nossa&nbsp;leitura&nbsp;deste&nbsp;domingo&nbsp;rezemos:<br />Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso, te pedimos, enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra, uma vez que <em><b>&#8220;só Tu Senhor tens palavras de vida eterna&#8221;.</b></em></p>
	<h2>NOS&nbsp;CAMINHOS&nbsp;DO&nbsp;ESPÍRITO</h2>
	<p>Chegamos a Pentecostes e uma certeza está em meu coração. Este presente, este Carisma maior, ou seja, o dom do Espírito Santo nos é dado por Jesus como cumprimento da palavra. </p>
	<p>ALEGREMOS-NOS POR FAZERMOS PARTE DESTA GERAÇÃO QUE RECEBE E DESEJA VIVER SEGUNDO O ESPÍRITO DE JESUS.</p>
	<p><b>EIS MEU CORAÇÃO ÓH AMADO MEU. FECUNDAI-O NO MAIS PROFUNDO DA MINHA ALMA COM A PRESENÇA DESTE DOCE E SUAVE HOSPEDE.</b></p>
	<p><b><em>— Espírito de Deus,/ enviai dos céus/ um raio de luz!<br />
— Vinde, Pai dos pobres,/ dai aos corações/ vossos sete dons.<br />
— Consolo que acalma,/ hóspede da alma,/ doce alívio, vinde!<br />
— No labor descanso,/ na aflição remanso,/ no calor aragem.<br />
— Enchei, luz bendita,/ chama que crepita,/ o íntimo de nós!<br />
— Sem a luz que acode,/ nada o homem pode,/ nenhum bem há nele.<br />
— Ao sujo lavai,/ ao seco regai,/ curai o doente.</p>
	<p>— Dobrai o que é duro,/ guiai no escuro,/ o frio aquecei.<br />
— Dai à vossa Igreja,/ que espera e deseja,/ vossos sete dons.<br />
— Dai em prêmio ao forte/ uma santa morte,/ alegria eterna. Amém.</em></b></p>
	<p>Evangelho de 07/06/09 – Mt 28, 16-20</p>
	<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— <b>Ele está no meio de nós.</b><br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.<br />
— <b>Glória a vós, Senhor!</b></p>
	<p>16. Os onze discípulos foram para a Galiléia, para a montanha que Jesus lhes tinha designado.<br />
17. Quando o viram, adoraram-no; entretanto, alguns hesitavam ainda.<br />
18. Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra.<br />
19. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.<br />
20. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.</p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
<b>- Glória a vós, Senhor.</b></p>
	<h2>FORAM&nbsp;PARA&nbsp;A&nbsp;GALILÉIA</h2>
	<p>Nesta primeira semana após PENTECOSTES, continuamos nosso caminho com o Espírito Santo e o primeiro ensinamento se refere a uma condição para o encontro com o Senhor e para o cumprimento da missão confiada a todo crente. Estou me referindo à importância de CAMINHARMOS RUMO A JESUS, OU SEJA, PARA A GALILÉIA. Para que os discípulos O encontrassem,  a caminhada deles até a Galiléia foi fundamental. Assim também será fundamental antes de qualquer missão, ou atividade, religiosa ou não, que antes façamos a nossa caminhada até a Galiléia e ali encontremo-nos com JESUS. Isto deve soar-nos como uma chamada à conversão. É sempre bom obedecer este preceito de JESUS. Ir para a Galiléia, ir para a terra de JESUS, ir para o mundo de JESUS, onde se encontram os valores de JESUS. AMADOS, ENTÃO VAMOS PARA A GALILÉIA.</p>
	<h2>ADORARAM-NO</h2>
	<p>Esta será sempre a nossa primeira atitude ao nos encontrarmos com JESUS. Aprendemos de JESUS que “vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espírito e verdade, e são esses adoradores que o Pai deseja. Deus é espírito, e os seus adoradores devem adorá-lo em espírito e verdade” <sup>1</sup>. E como estamos ainda caminhando no Espírito de PENTECOSTES, uma boa sugestão será a de pedirmos a ajuda ao Espírito para que nos conduza ao encontro de JESUS, e assim possamos adorá-lo, como Ele deseja.</p>
	<p>TENHO DIFICULDADE EM CONCEBER UM SERVO/AMIGO DE JESUS, QUE NÃO O ENCONTRE PARA ADORÁ-LO, PARA ESTAR COM ELE. NA ADORAÇÃO AS NOSSAS INSEGURANÇAS, DÚVIDAS, MEDOS SERÃO DISSIPADOS. CREIA NISSO.</p>
	<p>MARCHEMOS RUMO AO SACRÁRIO E ENTÃO O VEREMOS COMO ELE É.</p>
	<h2>ENSINAI&nbsp;A&nbsp;TODAS&nbsp;AS&nbsp;NAÇÕES</h2>
	<p>O campus universitário, os locais de trabalho e outras realidades são as nações que precisamos evangelizar. Ao dizer que os jovens evangelizam os jovens, os operários evangelizam os operários, conseqüentemente os universitários evangelizam, formam, batizam os universitários.</p>
	<p>Neste texto, por duas vezes JESUS exorta de forma imperativa: “ensinai tudo o que vos prescrevi”. E eu só sei as prescrições de Jesus quando vou para a Galiléia, para o convívio com Jesus, na oração pessoal, na liturgia, em boas leituras espirituais, ao se buscar o conhecimento da verdade.</p>
	<p>A atitude de ir ao encontro do outro com o desejo de partilhar-lhe a sua experiência com o Deus vivo é uma das mais nobres atitudes que um cristão pode oferecer ao mundo moderno. Além de ser um serviço de evangelização da igreja, porque agimos cumprindo um mandato de Jesus, recebemos muito de volta.</p>
	<p>Lembremos uma passagem muito familiar a nós do ministério universidades renovadas, a multiplicação dos pães. Nela, o pouco que se consegue junto a um menino, cinco pães e dois peixes, depois de apresentado a Jesus e por Ele abençoado, é DISTRIBUIDO pelos discípulos. Após a partilha do pouco pão, são recolhidos 12 cestos cheios.</p>
	<p>Ao sairmos para a missão, principalmente agora, em tempos de Ruah, percebermos que nós seremos os que mais aprendemos e fomos instruídos pelo SENHOR.</p>
	<h2>ESSA É A MATEMÁTICA DE DEUS, VOCÊ DÁ DOIS, CINCO E RECEBE DOZE. ENTÃO VAMOS FICAR ESPERANDO O QUÊ?</h2>
	<p>Os cristãos devem viver e ensinar o preceito da busca da verdade, pois Jesus é o caminho a verdade e a vida. Outro preceito é o da valorização da vida, espera-se que nós que nos encontramos com Jesus, vivamos a JUSTIÇA, precisamos marcar presença na universidade e no mundo do trabalho com atitudes verdadeiras, que defendam a vida, que sejam JUSTAS. Muitas vezes nos tornamos “fisiologistas”e acabamos sendo injustos, ao escolher com critérios parciais. LEMBRE-SE O REINO DE DEUS É JUSTIÇA, GOZO E PAZ NO ESPÍRITO SANTO.<sup>2</sup></p>
	<h2>>EIS&nbsp;QUE&nbsp;ESTOU&nbsp;CONVOSCO&nbsp;TODOS&nbsp;OS&nbsp;DIAS</h2>
	<p>A vida no espírito é a forma de vivenciar a presença eterna de JESUS conosco. Buscá-lo na eucaristia, na adoração, na oração pessoal, no serviço aos irmãos, no cumprimento dos meus deveres de batizado e outras formas de espiritualidade são formas de experimentarmos a presença sempre amiga e consoladora de Jesus entre nós.</p>
	<p>O Pentecostes também é uma forma desta presença acontecer, pois o Pai não nos deixar órfãos, consiste em dar-nos o seu espírito e com a presença dEle em nossa vida, percebermos que Jesus está conosco todos os dias, em todas as nossas atividades e missões.</p>
	<p>O Espírito Santo fala a cada pessoa através de sua consciência, indicando-lhe o que está bem e o que está mal, e ajuda a tomar as decisões que correspondem à vontade de Deus. Ao ler as Escrituras podemos descobrir como o Espírito Santo guia os crentes de duas maneiras: por uma parte, através de sua consciência; por outra, através do Magistério da Igreja.</p>
	<p>O Espírito Santo não é só quem guia “para a verdade completa”, segundo as palavras de João evangelista, mas também é o “mestre interior”, como o define São Paulo, pois “não se limita a indicar o que se deve fazer, e sim também dá a capacidade de fazer o que manda”.</p>
	<p>O âmbito no qual o Espírito Santo exerce sua função de guia é a consciência. Através dela, a guia do Espírito Santo se estende também fora da Igreja, a todos os homens.</p>
	<p>Neste âmbito, íntimo e pessoal, o da consciência, o Espírito Santo nos instrui com as boas inspirações ou as iluminações interiores. São impulsos a seguir o bem e a rejeitar as mal atrações e propensões do coração que não se explicam naturalmente, porque com freqüência vão em direção contrária ao que a natureza queria. Mas o Espírito Santo guia também os crentes através do Magistério da Igreja. É igualmente fatal pretender prescindir de uma ou de outra das duas guias do Espírito. </p>
	<p>Quando se descuida do testemunho interior, cai-se facilmente no legalismo e no autoritarismo; quando se descuida do exterior, apostólico, cai-se no subjetivismo e no fanatismo. Quando tudo se reduz à escuta pessoal, privada do Espírito, abre-se o caminho a um processo irrefreável de divisões e subdivisões, porque cada um crê que tem razão.</p>
	<p>Mas devemos reconhecer que existe também o risco oposto: o de absolutizar o testemunho externo e público do Espírito, ignorando o individual que se exerce através da consciência iluminada pela graça. O ideal é uma sã harmonia entre a escuta do que o Espírito me diz, singularmente, e o que diz à Igreja em seu conjunto e, através da Igreja, a cada um.</p>
	<p>A doutrina sobre o discernimento de Santo Inácio de Loyola ajuda o crente a “ver o que Deus quer em uma circunstância de forma precisa”. E a condição mais favorável para um bom discernimento é uma “disposição de fundo” a fazer a vontade de Deus.</p>
	<p>Como bons atores, devemos «ter o ouvido atento à voz do ‘auxiliar de palco’ escondido, para recitar fielmente nossa parte no cenário da vida. É mais fácil do que se pensa, porque nosso ‘auxiliar de palco’ nos fala dentro, ensina-nos todas as coisas e nos instrui em tudo. Basta às vezes um simples olhar interior, um movimento do coração, uma oração.</p>
	<h2>Reflexão&nbsp;Final</h2>
	<p>Sair do meu ponto de conforto, segurança, para deslocar-me à Galiléia, ou seja, ao encontro de Jesus, seus costumes, sua doutrina, é um dos maiores desafios do homem da modernidade, porém uma necessidade para aqueles que desejam a vida cristã, pois é aos pés do mestre que os discípulos são formados.</p>
	<p>Só um coração adorador poderá contemplar a Glória de Deus! Então será uma questão de sobrevivência para aqueles que desejam a caminhada com Jesus, o encontro com ELE e ao encontrá-lo poder dizer “MEU SENHOR E MEU DEUS”.</p>
	<p>As realidades universitárias nos esperam como mestres da vida cristã. Nosso maior ensino se dará através de um testemunho vivo e verdadeiro, oferecido na força do Espírito Santo. Um Pentecostes pessoal nos auxiliará a percebermos a presença viva, amiga, real de Jesus conosco todos os dias, como Ele nos assegurou.</p>
	<p> VEM ESPÍRITO SANTO, VEM!</p>
	<p><sup>1</sup> Jo 4, 23-24.<br />
<sup>2</sup> Rm 14, 17.</p>
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		<title>Evangelho da Semana: Jo 15, 9-17</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 00:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galvani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[amigo]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Galvani]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso te pedimos enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso te pedimos enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra. Uma vez que &#8220;só Tu Senhor tens palavras de vida eterna&#8221;</p>
	<p>NÃO FOSTES VÓS QUE ME ESCOLHESTES, MAS EU VOS ESCOLHI A VÓS</p>
	<p>Nossa caminhada agora é rumo a Pentecostes, uma certeza vai invadir o meu/seu coração dizendo-nos para que fiquemos em Jerusalém e esperemos o cumprimento da palavra. Nesta semana a nossa reflexão passa pelo chamado a produzir frutos unidos a videira.</p>
	<p>Evangelho de 17/05/09 – Jo 15, 9-17</p>
	<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
	<p>9. Como o Pai me ama, assim também eu vos amo. Perseverai no meu amor.</p>
	<p>10. Se guardardes os meus mandamentos, sereis constantes no meu amor, como também eu guardei os mandamentos de meu Pai e persisto no seu amor.</p>
	<p>11. Disse-vos essas coisas para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa.</p>
	<p>12. Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, como eu vos amo.</p>
	<p>13. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos</p>
	<p>.</p>
	<p>14. Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando.</p>
	<p>15. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai.</p>
	<p>16. Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça. Eu assim vos constituí, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda.</p>
	<p>17. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros.</p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
	<h2>PÁSCOA!</h2>
	<p>São Máximo de Turim, define a Páscoa como uma passagem “dos pecados à santidade, dos vícios à virtude, da velhice à juventude, que se entende não em idade, mas em simplicidade. Éramos de fato decadentes pela velhice dos pecados, mas pela ressurreição de Cristo fomos renovados na inocência das crianças” <sup>[1]</sup></p>
	<h2>Eu vos amo</h2>
	<p>O amor de Jesus por cada um de nós é o mesmo amor do PAI, ou seja, amor que foi capaz de dar o seu próprio filho para nos salvar. SAmados, somos amados por Jesus com amor eterno, que nos conhece desde antes que fossemos formados no ventre materno. E a maior graça de Deus em nossa vida acontece ao sermos Batizados no Espírito Santo, que nada mais é que uma certeza que invade nossa vida, nossa mente, compreensão, todo nosso ser: de que somos amados por Deus. SOMOS AMADOS ASSIM COMO NÓS SOMOS.</p>
	<p>DESEJO PARTILHAR-LHES QUE UMA FRASE SIMPLES MUDOU A MINHA VIDA H A 30 ANOS.</p>
	<p>AO CHEGAR EM UM ENCONTRO, FUI RECEPCIONADO COM A AFIRMAÇÃO: JESUS TE AMA! RECORDO-ME COMO SE FOSSE AGORA, UMA GAROTA COM UM SORRIZO LINDO ACOLHENDO-ME COM ESTAS PALAVRAS.</p>
	<p>AMADOS ESTAS PALAVRAS MUDARAM A MINHA VIDA, FUI PROFUNDAMENTE ENVOLVIDO COM A FORÇA DESTA AEXPRESSÃO, E FUI TOCADO NO AMAGO DE MEU SER E REALMENTE EXPERIMENTEI O AMOR DO PAI POR MIM E ME TORNEI UMA NOVA CRIATURA.</p>
	<p>Disse-vos essas coisas para que a minha alegria esteja em vós</p>
	<p>«Deus ama quem dá com alegria» (2 Co 9,7). O melhor meio de manifestar a nossa gratidão a Deus, assim como aos outros, é aceitar tudo com alegria. Um coração alegre concilia-se naturalmente com um coração abrasado pelo amor.</p>
	<p>Que nada possa inquietar-nos, até ao ponto de nos encher de tristeza e desencorajar-nos, arrebatando-nos a alegria da Ressurreição. A alegria não é uma simples questão de temperamento quando se trata de servir a Deus e às almas; ela está sempre a receber e essa é uma razão forte para nos esforçarmos por adquiri-la e fazê-la crescer em nossos corações.</p>
	<p>Mesmo que tenhamos pouco para dar, não obstante ficará a alegria que brota dum coração enamorado de Deus.</p>
	<p>Por todo o mundo há pessoas famintas e sedentas do amor de Deus. Nós respondemos a esta carência quando semeamos a alegria. Ela é também uma das melhores defesas contra a tentação. Jesus não pode tomar plena posse duma alma senão quando ela se Lhe abandona alegremente. (Madre Tereza de Calcutá) <sup>[2]</sup></p>
	<p>E nós que ministramos na universidade devemos ter a certeza de que um dos maiores dons que poderemos oferecer a universidade é a alegria. ALEGRIA QUE BROTA DA CERTEZA DE QUE JESUS RESSUCITOU.</p>
	<p>Recordo-me de uma ocasião onde um grupo de mais de quinze amigos, colegas de faculdade, dentre eles um professor, estavam juntos para fazerem o uso de drogas (maconha) então tomavam o cigarro de maconha e fumavam, em seguida passavam adiante. Naquele grupo havia juntamente comigo mais uma pessoa que era do Grupo de Oração e ao chegar a nossa vez, não usávamos a droga, apenas passávamos adiante. No dia seguinte alguns daqueles jovens nos procuraram e desejavam saber por que mesmo não fumando com eles estávamos tão alegres e felizes. Então, se criou a oportunidade de dizer-lhes o motivo da nossa alegria e vários deles foram evangelizados.</p>
	<p>EVANGELIZAR COM ALEGRIA É SEMEAR COM A CERTEZA DA COLHEITA COM ANTECIPAÇÃO.</p>
	<h2>Amai-vos uns aos outros, como eu vos amo</h2>
	<p>Por que sofre o homem nesta terra? Por que suporta as dores e se sujeita aos males? Sofremos porque não somos humildes. O Espírito Santo habita uma alma humilde, dando-lhe a liberdade, a paz, o amor e a felicidade.</p>
	<p>Sofremos porque não amamos os nossos irmãos. O Senhor disse: “É por isto que todos saberão que sois Meus discípulos: Se vos amardes uns aos outros” (Jo 13, 35). Quando amamos um Irmão, o amor de Deus vem a nós. O amor de Deus é de uma grande doçura; é um dom do Espírito Santo, que não se conhece em plenitude senão pelo Espírito Santo. Mas existe um amor moderado, o amor que o homem obtém quando se esforça por cumprir os mandamentos de Cristo e receia ofender a Deus; e também esse é bom. Temos de nos esforçar todos os dias por fazer o bem e por aprender, com todas as nossas forças, a humildade de Cristo.</p>
	<p>Neste verso também somos colocados em xeque, pois somos chamados a amar com o AMOR DE CRISTO, não é um amor de poesia, de musica. Ao contrário é com o Amor de Deus.</p>
	<p>A UNIVERSIDADE PRECISA URGENTEMENTE DE UM BANHO DESTE AMOR, O AMOR DE CRISTO! QUE CADA UM DE NÓS POSSA SE DEIXAR INSTRUMENTALIZAR POR ESTE AMOR E SEJA ESTE O SINAL QUE JESUS VIVE.</p>
	<p>Algo que materializa este amor na realidade universitária seria a minha preocupação com o meu irmão. Como estaá o desempenho acadêmico dele? Posso ajudá-lo em alguma matéria? Posso diminuir algum tipo de sofrimento dos meus amigos? Saudades de casa, da família. Dificuldades financeiras, adaptação a nova realidade, um grande gesto com os calouros, auxilio na alocação dos calouros nas repúblicas e moradias estudantis. Calouradas cristãs.</p>
	<p>OUTRA FORMA CONCRETA DE AMAR AOS NOSSOS IRMÀOS SERIA APRESENTAR-LHES A COMUNIDADE CRISTÃ, ASSIM ELE TERÁ A OPORTUNIDADE DE UMA VIVENCIA FRATERNA NO DESERTO DA VIDA UNIVERSITÁRIA. FALE A TODOS OS SEUS AMIGOS SEM MEDO, COM OUSADIA. FALE DE JESUS, DA IGREJA, DA RCC, DO MUR E NOSSAS ATIVIDADES.</p>
	<h2>Amigos</h2>
	<p>“Amigo é coisa pra se guardar/ No lado esquerdo do peito / Mesmo que o tempo e a /</p>
	<p>Distância digam não / Mesmo esquecendo a canção / O que importa é ouvir / A voz que vem do coração” <sup>[3]</sup></p>
	<p>Umas das coisas mais gostosas e belas das minhas recordações do tempo da universidade são os amigos. Como fui agraciado com bons amigos no tempo da faculdade. Éramos uma família, nossa comunidade em Viçosa era muito abençoada com pessoas que realmente tinham o dom da amizade. Ocupávamos-nos uns com os outros, a dificuldade de um, era do outro e vice-versa. Reuníamos-nos para um lanche quando não tinha refeição no RU (restaurante universitário), nos reuníamos para rezar e rezávamos noite adentro, cuidávamos uns dos outros, nos intrometíamos nos problemas nas repúblicas, nas famílias. Não tinha internet, email, celular,&#8230; Mas nos comunicávamos com profundidade, sabíamos das dificuldades uns dos outros, éramos verdadeiros uns com os outros.</p>
	<p>Como são agradáveis as lembranças dos amigos do tempo de faculdade. Também nos exortava Dom Luciano Mendes <sup>[4]</sup> que tão importante quanto evangelizarmos nossos amigos era uma amizade sincera e verdadeira para com nossos colegas de faculdade, principalmente para com aqueles que estavam muito distantes da família. Sempre nos exortava sobre a importância do dom da amizade.</p>
	<p>Assim nos diz Jesus, já não vos chamo servos, mas amigos. SER AMIGO DE JESUS E POR OPÇÀO DELE É ALGO QUE EVOCA DE NÓS UM RESPOSTA A ALTURA.</p>
	<p>VÓS SOIS MEUS AMIGOS SE FAZEI O QUE VOS MANDO. ENTÀO FAÇAMOS!</p>
	<h2>Vos escolhiEscolhi-vos, para que produzais frutos,&#8230;</h2>
	<p>Este versículo deveria ser refletido àa parte, pois é o cerne do nosso chamado, do chamado de cada um de nós. É pessoal! Fui escolhido. Fui Constituído por Deus para produzir fruto e um fruto que permaneça.</p>
	<p>Meu amigo, irmão, filho, neto, bisneto,&#8230; É IMPORTANTE QUE VOCE TENHA ESTA CERTEZA DE QUE VOCÊ FOI ESCOLHIDO, CONSTITUIDO POR DEUS PARA A MISSÃO CONFIADA A VOCÊ EM SUA FACULDADE OU TRABALHO.</p>
	<p>Tenho absoluta certeza de que “Deus não escolhe os capacitados, mas ao contrário ELE capacita os escolhidos” para que produzam frutos e frutos que permaneçam.v</p>
	<p>Nesta questão, desejo também exortar a todos aqueles que hoje exercem algum tipo de liderança, coordenação, serviço em nosso meio, para que estejam atentos na preparação de quem vai dar continuidade ao trabalho hoje realizado. Com a minha/sua formatura ou mudança de trabalho, o que hoje é realizado em sua faculdade/trabalho, como obra de evangelização terá continuidade?</p>
	<p>UM GRANDE DESAFIO É O EDE PASSARMOS A TOCHA AINDA ACESA AO QUE VIRÁ DEPOIS DE NÓS. PORTANTO, DEVEMOS AJUDAR NA PREPARAÇÀO ADEQUADA DOS QUE NOS SUCEDERÀO. CASO CONTRÁRIO, MUITOS TRABALHOS DE EVANGELIZAÇÀO, QUE HOJE SÀÃO COMO OASIS EM MEIO AO DESERTO DAS FACULDADES DEIXARÀO DE EXISTIR E SERÀO APENAS PARTE DA HISTÓRIA.</p>
	<p>Ultimamente tenho rezado com uma visão de uma corrida de revezamento, onde o corredor com um bastão passa o bastão ao corredor seguinte e nesta revelação duas coisas chamam a atenção: 1) O corredor não deixa o bastão cair ao passá-lo adiante e 2) o corredor da etapa seguinte sempre é mais veloz que o anterior.</p>
	<p>Com isso entende-se que é necessário passar o bastão adiante sem que ele caia e a equipe seja desclassificada, e para isso é necessário bastante treinamento, cuidados, atenção. E que as pessoas por nós preparadas sejam melhores do que nós, que sejam mais zelosas com a obra do que nós o fomos.</p>
	<p>AMADOS! SEJAMOS ZELOSOS COM A OBRA DE DEUS CONFIADA A CADA UM DE NÓS. LEMBREMO-NOS DA PARABOLA DOS TALENTOS, MULTIPLIQUEMOS! NÃO ENTERREMOS OS DONS DE DEUS.</p>
	<h2>Reflexão final</h2>
	<p>Deus é amor e Jesus nos ama com o amor de Deus. Isso é mais forte do que qualquer realidade na vida do homem/mulher. Se deixar inebriar por esta realidade é a graça do Batismo no Espírito Santo (BES). E como estamos caminhando rumo a Pentecostes, este momento com o auxilio da novena de Pentecostes será uma excelente oportunidade de experimentar esta graça.</p>
	<p>A alegria é fruto do Espírito e é companheira dos amigos de Deus. Se desejarmos ser alegres deve-se ter claro que a verdadeira fonte esta em Deus e na observação da sua palavra. Da observância da palavra nos vem a plenitude da alegria.</p>
	<p>O amor de Deus e a Deus não existe somente em palavras, mas se materializa em ações na realidade universitária, que eu possa ter a sensibilidade para servir aos irmãos, a igreja, a comunidade naquilo que realmente seja necessário. E no meio universitário uma boa forma é sendo testemunha da verdade, buscando-a e por ela trabalhando.</p>
	<p>A amizade é uma das grandes riquezas do tempo de faculdade e uma amizade em Deus e com Deus é algo que não cabe do lado esquerdo do peito. Ficará para eternidade.</p>
	<p>Ser escolhido por Deus é uma graça imensurável, e nós temos o privilégio de o sermos neste momento da história. QUE FAÇAMOS A OPÇÀO POR PRODUZIR FRUTOS QUE PERMANEÇAM, ASSIM COMO DESEJA JESUS.</p>
	<p>SE ASSIM O FIZERMOS, PODEREMOS PEDIR O QUE QUISERMOS E NOS SERÁ CONCEDIDO</p>
	<p>VEM ESPÍRITO SANTO, VEM!</p>
	<p><sup>[1]</sup> S. Massimo di Torino, Sermo de Sancta Pascha, 54,1 (CC 23, p. 218).</p>
	<p><sup>[2]</sup> Beata Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade uma Coisa Bela para Deus</p>
	<p><sup>[3]</sup> Canção da América – Milton Nascimento</p>
	<p><sup>[4]</sup> Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida – Ex-Arcebispo de Mariana
</p>
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		<title>Evangelho da Semana: Jo 15, 1-8</title>
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		<pubDate>Sun, 10 May 2009 22:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Galvani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evangelho da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Galvani]]></category>
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		<category><![CDATA[Videira]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Antes da nossa leitura deste domingo rezemos: Sabemos Senhor que a tua palavra é luz para os nossos passos e sob a tua luz desejamos caminhar. Por isso te pedimos enviai o vosso Espírito e dai-nos clareza acerca do que deseja nos dizer através desta palavra. Fortalecei nossa decisão para que possamos optar sempre pela tua palavra. Uma vez que &#8220;só Tu Senhor tens palavras de vida eterna&#8221;</p>
	<h2>A VIDEIRA E OS RAMOS</h2>
	<p>Nossa caminhada agora é rumo a Pentecostes, uma certeza vai invadir o meu e o seu coração dizendo-nos para que fiquemos em Jerusalém e esperemos o cumprimento da palavra. Nesta semana,  a nossa reflexão passa pelo chamado a produzir frutos unidos a videira.</p>
	<p>Evangelho de 10/05/09 – Jo 15, 1-8</p>
	<p>— O Senhor esteja convosco!<br />
— Ele está no meio de nós.<br />
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.<br />
— Glória a vós, Senhor!</p>
	<p>1. Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não der fruto em mim, ele o cortará;</p>
	<p>2. e podará todo o que der fruto, para que produza mais fruto.</p>
	<p>3. Vós já estais puros pela palavra que vos tenho anunciado.</p>
	<p>4. Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Assim também vós: não podeis tampouco dar fruto, se não permanecerdes em mim.</p>
	<p>5. Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.</p>
	<p>6. Se alguém não permanecer em mim será lançado fora, como o ramo. Ele secará e hão de ajuntá-lo e lançá-lo ao fogo, e queimar-se-á.</p>
	<p>7. Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito.</p>
	<p>8. Nisto é glorificado meu Pai, para que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos.</p>
	<p>- Palavra da Salvação.<br />
- Glória a vós, Senhor.</p>
	<h2>PASCOA!</h2>
	<p>São Máximo de Turim, define a Páscoa como uma passagem “dos pecados à santidade, dos vícios à virtude, da velhice à juventude, que se entende não em idade, mas em simplicidade. Éramos de fato decadentes pela velhice dos pecados, mas pela ressurreição de Cristo fomos renovados na inocência das crianças” <sup>[1]</sup></p>
	<p><strong>Eu sou a videira verdadeira&#8230;</strong></p>
	<p>Desejo iniciar a reflexão desta semana com a ajuda do pregador da casa pontifícia o Frei Raniero Cantalamessa OFM<sup>[2]</sup>.</p>
	<p>Em seu ensinamento Jesus parte com freqüência de coisas familiares para todos que lhe escutam. Desta vez nos fala com a imagem da videira.Jesus expõe dois casos. O primeiro, negativo: a videira está seca, não dá fruto, assim é cortada e deixada; o segundo, positivo: a videira está ainda viva e sã, então é podada.</p>
	<p>Já este contraste nos diz que a poda não é um ato hostil para com a videira. O vinhateiro espera ainda muito dela, sabe que pode dar frutos, tem confiança nela. O mesmo ocorre no plano espiritual. Quando Deus intervém em nossa vida com a cruz, não quer dizer que esteja irritado conosco. Justamente o contrário.Mas, por que o vinhateiro poda a videira e faz «chorar», como se costuma dizer, à vinha? Por um motivo muito simples: se não é podada, a força da vinha se desperdiça, dará talvez mais frutos que o devido, com a conseqüência que nem todos amadureçam e de que descenda a graduação do vinho. Se permanecer muito tempo sem ser podada, a vinha até se assilvestra e produz só uvas silvestres.</p>
	<p>O mesmo ocorre em nossa vida. Viver é eleger, e eleger e renunciar. A pessoa que na vida quer fazer demasiadas coisas, ou cultiva uma infinidade de interesses e de afeições, se dispersa; não sobressairá em nada. Deve-se ter o valor de fazer eleições, de deixar à parte alguns interesses secundários para concentrar-se em outros primários.</p>
	<p>Podar! Isto é ainda mais verdadeiro na vida espiritual. A santidade se parece com a escultura.</p>
	<p>Leonardo da Vinci definiu a escultura como «a arte de tirar». As outras artes consistem em colocar algo: cor na tela na pintura, pedra sobre pedra na arquitetura, nota após nota na música. Só a escultura consiste em tirar: tirar os pedaços de mármore que estão demais para que surja a figura que se tem na mente. Também a perfeição cristã se obtém assim, tirando, fazendo cair os pedaços inúteis, ambições, projetos e tendências carnais que nos dispersam por todas as partes e não nos deixam acabar nada.</p>
	<p>Um dia, Miguelangelo, passando por um jardim de Florença, viu, em uma esquina, um bloco de mármore que surgia desde debaixo da terra, meio coberto de mato e barro.</p>
	<p>Parou, como se tivesse visto alguém, e dirigindo-se aos amigos que estavam com ele exclamou: «Nesse bloco de mármore está encerrado um anjo; devo tirá-lo para fora». E armado de cinzel começou a trabalhar aquele bloco até que surgiu a figura de um belo anjo.</p>
	<p>Também Deus nos olha e nos vê assim: como blocos de pedra ainda disformes, e diz para si: «Aí dentro está escondida uma criatura nova e bela que espera sair à luz, mais ainda, está escondida a imagem de meu próprio Filho Jesus Cristo [nós estamos destinados a «reproduzir a imagem de seu Filho» (Rm 8, 29. Ndt)]; quero tirá-la para fora!». Então o que faz? Toma o cinzel, que é a cruz, e começa a trabalhar; toma as tesouras de podar e começa a fazê-lo. Não devemos pensar que serão cruzes terríveis! Normalmente Ele não acrescenta nada ao que a vida, por si só, apresenta de sofrimento, fadiga, tribulações; só faz que todas estas coisas sirvam para nossa purificação. Ajuda-nos a não desperdiçá-las.</p>
	<h2>Podados para produzir fruto</h2>
	<p>Nossa vocação é produzir frutos. Mas qual tipo de frutos temos produzido? Frutos do espírito, ou frutos da carne? (cf. Gal 5 16-26).</p>
	<p>Nosso querido João Paulo II<sup>[3]</sup> nos ajuda a refletir dizendo: O vinhateiro irá cortar na sua vinha os rebentos maus. Se não o fizesse e se os deixasse no ramo bom, a vinha só daria um vinho azedo e de má qualidade. Assim deve fazer o homem nobre: deve podar-se a si próprio de tudo o que está desordenado, cortar pela raiz todos os seus modos de ser e as suas inclinações, quer se trate de alegria ou de dor, quer dizer, cortar os defeitos, e isso não importuna nem a cabeça, nem o braço, nem a perna.</p>
	<p>Mas retém a faca até teres visto o que deves cortar. Se o vinhateiro não conhece a arte da poda, cortará tudo, tanto o ramo bom que deve em breve dar a uva como a ramo mau, e ele arruinará o vinhedo. Assim fazem certas pessoas. Não conhecem o ofício. Deixam os vícios, as más inclinações no fundo da natureza, podando e cortando rente a pobre da natureza em si mesma. A natureza em si mesma é boa e nobre: o que você quer cortar ai? No tempo da vinda dos frutos, quer dizer, da vida divina, vai ter apenas uma natureza arruinada.</p>
	<h2>Eu sou a videira; vós, os ramos</h2>
	<p>Ser ramo é algo bastante difícil, pois a única fonte de alimentação que o ramo tem é a seiva vinda do tronco, ou seja, é preciso união ao tronco da videira para dela recebermos toda a seiva do Espírito Santo.</p>
	<p>É esta seiva que produzirá em nós fiéis devotos toda a vida e viscosidade necessária para a ornamentação do mundo. Sem esta “graça” o ramo morre, seca, fenece e naturalmente não cumpre com a sua missão. E já fomos alertados por Jesus que fomos constituídos para que produzíssemos frutos e que nosso fruto permaneça.</p>
	<h2>PORTANTO NEM PENSAR EM PRODUZIR FRUTOS SEM ESTAR VINCULADOS Ã VIDEIRA.</h2>
	<p>Santa Edith Stein<sup>[4]</sup> refletindo sobre a nossa união a Cristo (a videira) diz: No que diz respeito à Igreja, a concepção mais acessível ao espírito humano é a de uma comunidade de crentes. Quem crê em Jesus Cristo e no Seu evangelho, e espera o cumprimento das Suas promessas, quem se encontra ligado a Ele por um sentimento de amor e obedece aos Seus mandamentos, deve estar unido a todos quantos partilham o mesmo espírito por uma profunda comunhão espiritual e uma ligação de amor. Aqueles que seguiram o Senhor durante a Sua passagem pela terra foram os primeiros sarmentos da comunidade cristã; foram eles que a difundiram e que transmitiram em herança, na sucessão dos tempos, até aos nossos dias, as riquezas da fé de onde retiravam a respectiva coesão.</p>
	<p>Mas até uma comunidade humana natural pode ser já muito mais do que uma simples associação de indivíduos distintos; pode ser uma estreita harmonia que vai a ponto de se tornar uma unidade orgânica; o mesmo se aplica ainda com maior verdade à comunidade sobrenatural que é a Igreja. A união da alma com Cristo é diferente da comunhão entre duas pessoas terrenas; esta união, iniciada no Batismo e constantemente reforçada pelos outros sacramentos, é uma integração e um arremesso de seiva, como nos diz o símbolo da videira e dos ramos. Este ato de união com Cristo pressupõe uma aproximação membro a membro entre todos os cristãos. Assim, a Igreja toma a figura do Corpo Místico de Cristo. Esse corpo é um corpo vivo e o espírito que o anima é o Espírito de Cristo que, partindo da cabeça, se comunica a todos os membros (Ef 5, 23.30); o espírito que emana de Cristo é o Espírito Santo, e a Igreja é por isso templo do Espírito Santo (Ef 2, 21-22). </p>
	<h2>Reflexão final</h2>
	<p>Jesus é verdadeira videira em quem devemos estar ligados, ao contrário do que se ensina em muitas realidades acadêmicas.</p>
	<p>A nós compete darmos testemunhos das palavras de Jesus no âmbito universitário, pois estamos plantados nesta realidade e, portanto nela somos chamados a manifestar o esplendor da doutrina de Cristo. Nosso autentico testemunho na universidade será fruto de uma profunda e íntima ligação/adesão a Cristo e suas palavras.</p>
	<p>Só existe uma forma de externarmos o quanto o tronco da arvore onde estamos inseridos é forte, vigoroso, profundo, robusto,&#8230; É produzindo frutos que sejam de fato alimentos, galhos que sejam sombra/acolhida aos nossos irmãos, aos membros da comunidade acadêmica.</p>
	<p>A unidade a verdadeira videira, nos oferece a seiva de Cristo, ou seja, o Espírito Santo. O Batismo no Espírito Santo também pode ser visto desta ótica, se permanecemos unidos a Cristo. Ele cumprirá indubitavelmente a sua promessa e então seremos plenos do Espírito.</p>
	<p>E para produzir-se frutos saborosos é necessária a poda, acolher a poda de Deus em nossa vida é sinal de maturidade na fé e desejo de crescimento espiritual.</p>
	<p>Amados por melhores que sejam as teses da academia, é preciso que nós aprendamos com Jesus que “Sem mim nada podeis fazer”. É necessário que nós, evangelizadores da realidade universitária,  aprendamos isso. Caso contrário muito do nosso esforço evangelizador poderá ser em vão.</p>
	<p>VEM ESPÍRITO SANTO, VEM!</p>
	<p><sup>[1]</sup> S. Massimo di Torino, Sermo de Sancta Pascha, 54,1 (CC 23, p. 218).</p>
	<p><sup>[2]</sup> Raniero Cantalamessa OFM- Comentários da liturgia. V Domingo da Páscoa, Ano B, 2006. Traduzido por Zenit.</p>
	<p><sup>[3]</sup> João Paulo II – Discurso no Conselho da Europa, em 05/08/1988.</p>
	<p><sup>[4]</sup> Santa Teresa Benedita da Cruz [Edith Stein] (1891-1942), carmelita, mártir, co-padroeira da Europa &#8211; A mulher e o seu destino, coletânea de seis conferências</p>
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