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Anglicanos querem vir para a Igreja Católica

Professor Felipe Aquino
Doutor em Física pela UNESP e pelo ITA; há trinta e cinco anos é professor universitário e foi Diretor Geral do Instituto de Engenharia de Lorena - da USP-SP.
E-mail: felipeaquino@cancaonova.com
Site: http://www.cleofas.com.br/

Em todo o mundo muitos anglicanos estão pedindo à Igreja Católica para nela ingressarem; muitos deles estão insatisfeitos com a aceitação da aprovação da ordenação de mulheres e a aceitação de um bispo homossexual, entre outras coisas.

A Igreja Anglicana, também chamada de Episcopal nos EUA, foi separada da Igreja Católica em 1534 pelo rei Henrique VIII, que era católico, mas que ficou ofendido porque o Papa não aceitou a nulidade do seu casamento com Catarina de Aragão para poder se casar com Ana Bolena.

A Santa Sé publicou uma nota informativa da Congregação para a Doutrina da Fé sobre os decretos pessoais para os anglicanos que desejam entrar em comunhão com a Igreja Católica.

Está em preparação uma Constituição Apostólica, em que a Igreja vai responder às muitas questões que foram apresentadas à Santa Sé por grupos do clero anglicano e fiéis de diversas partes do mundo que desejam se integrar à Igreja Católica.

Nesta Constituição Apostólica, o Papa Bento XVI introduz uma estrutura canônica que fornece para tal união o “Ordinário Pessoal”, que permitirá aos anglicanos entrar em comunhão plena com a Igreja católica, conservando elementos do patrimônio litúrgico e espiritual da Igreja Anglicana, que estão de acordo com a fé católica.

Em Londres, o primaz da Igreja Católica na Inglaterra e Gales, Arcebispo Vincent Gerard Nicholso, e o primaz da Comunhão Anglicana e Arcebispo de Cantuária, Rowan Williams, participaram de uma coletiva de imprensa sobre a nova estrutura da Igreja para os anglicanos.

O prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal William Levada, ressalta o interesse da Congregação em responder aos pedidos dos anglicanos em diferentes partes do mundo: “Temos tentado encontrar as solicitações para a comunhão plena que veio até nós de anglicanos de diferentes partes do mundo. Com esta proposta, a Igreja quer responder às aspirações legítimas destes grupos anglicanos para a unidade plena e visível com o Bispo de Roma, sucessor de Pedro”.

“A iniciativa veio de um número de grupos diferentes de anglicanos. Declararam que compartilham a fé católica como é expressada no Catecismo da Igreja Católica e aceitam o ministério de Pedro como um legado de Cristo para a Igreja. Para eles, o tempo veio expressar esta unidade implícita na forma visível de comunhão plena”, declarou Cardeal Levada, Prefeito da Congregação da Fé do Vaticano.

“Na medida em que estas tradições expressam numa maneira distinta a fé que é assegurada em comum, elas são um presente a ser compartilhado por toda Igreja. A unidade da Igreja não exige uma uniformidade que ignora a diversidade cultural”.

“Há um Senhor, uma fé, um batismo’”. “Nossa comunhão, portanto, é fortalecida por tal diversidade legítima. Assim, estamos felizes por estes homens e mulheres trazerem suas contribuições particulares à nossa vida comum de fé”, conclui D. Levada.

É uma grande alegria e uma grande graça saber que muitos Anglicanos querem vir para a Igreja católica; é a vitória do ecumenismo tão fomentado pelos últimos Papas, buscando a união de todos os cristãos como quer Jesus Cristo: “Haverá um só Rebanho e um só Pastor”.

Artigos de Professor Felipe Aquino

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Caminhando com Prof. Felipe Aquino... 15/11/2008

Será que só a Igreja Católica errou?


A Igreja tornou-se símbolo de terror e medo entre a população, todo o aparato espiritual tinha-se perdido. Na sua procura cega de eliminar rapidamente o movimento protestante e preservar o espírito católico, o Papado mergulha sobre medidas mais violentas e perde-se num vasto mar de sangue, mar e crueldade”. (Silvia Loureiro, 2008)

Assim como este comentario acima, encontramos atualmente várias pessoas que realizam críticas sobre a Igreja Católica, principalmente com relação ao período da idade média, com relação aos tribunais da inquisição, onde a Igreja é acusada de promover atrocidades contra aqueles que eram contra a doutrina. Alguns chegam nomear está fase da Igreja, como a época negra da Igreja Católica.

Como já disse anteriormente no artigo “A Reforma Protestante” não quero aqui tentar apagar os erros da Igreja nesta época e nem minimiza-los. Mas esse tipo de crítica é unilateral, focando somente em um lado da história, sem considerar que no outro lado, os Protestantes Reformadores, utilizaram das mesmas ações para impor a sua doutrina. Nos próximos tópicos vamos destacar algumas dessas ações dos reformadores.

Atos dos Reformadores

A reforma se espandiu de forma rápida pela europa nos Sec. XVI e XVII, mas de forma violenta e muita das vezes sangrentas. Em muitos países os reis assumiam as novas doutrinas e as impunham as pessoas do seu reino, não dando liberdade a elas para escolherem onde gostariam de ficar.

Foi assim na Inglaterra, onde o rei Henrique VIII, que para conseguir se separar de sua esposa Ana Bolena, criou uma nova religião (Anglicana), obrigando o parlemento a aprovar o “ato de supremacia do rei sobre os assuntos religiosos”. Bispos, padres foram presos, decaptados e templos, mosteiros foram arrasados e tribumais religiosos (inquisição) foram instalados em todo país.

Na Suécia, Suiça, Alemanha e Holanda as regras do protestatismo eram impostas a ferro e fogo. Padres, Bispos eram proibidos de celebrarem, proibidos de porem os pés nesses países sobre pena de perderem a vida.

Na Escócia o catolicismo foi abolido e as pessoas obrigadas a se filiarem a Igreja Calvinista Presbiteriana. Quem era encontrado celebrando ou participando de uma missa era condenado a morte e tribunais de inquisição foram criados para julgar e condenar os católicos que realizavam cultos clandestinos. Em 1559, John Knox (Fundador Igreja Presbiteriana) fez um pacto com a nobreza da Escócia e decretou também que todo protestante tinha o direito e dever de perseguir e matar os cristãos católicos.

Cristiano II, na Dinamarca, ficou conhecido como “O Nero do Norte”, pois perceguia e matava os católicos desse país. Em 1569 publicou artigos onde todos os cidadãos e estrangeiros foram obrigados a assinar aderindo à doutrina luterana, sobe pena de morte se assim não o fizessem. E em 1789 decretou pena de morte a qualquer sacerdote Católico que entrasse em solo dinamarques (Moura, 2005). O rei da Dinamarca, dominava também a Noruega, seguiu, confiscando os bens da Igreja Católica e a influência católica praticamente desapareceu desses países.

Na Alemanha de Lutero, surgiu um grupo denominado anabatista tendo uma grande amplitude nas cidades deste país. Este grupo era estremamente radical contra os católicos. Thomas Munzer, chefe desse grupo, clamava todos os protestantes para extermínio dos ateus, dos sacerdotes e da nobreza fundiária. Vários templos católicos foram invadidos e saquedos por este grupo (Moura, 2005).

Os Anabatista, incomodaram até mesmo Martinho Lutero, que vendo a grande agressividade e radicalidade desse grupo, recomendou aos nobres da Alemanha que sufocassem esse grupo, exterminando-os como “cães raivosos”. Assim feito, Thomas Munzer foi decaptado e o grupo exterminado. Com esta ordem, Lutero perde parte de sua popularidade e começaram a dizer que a sua igreja não seria do povo e sim dos principes e da nobreza (Moura, 2005).

João Calvino (fundador do calvinismo) foi um dos mais radicais e mandava matar todos os que iam contra as ordens na Suiça, e chegou a ser declarar ser o “Papa de Genebra”. Ele era intolerante com todos os que iam contra a sua doutrina. Calvino mandou matar (na fogueira) o grande sábio, Miguel Servet (descobridor da circulação sanguinea), por este ser contra as suas doutrinas e questionar o seus dogmas. Calvino transformou-se num verdadeiro ditador político, religioso e moral de Genebra. Formou um consistório (espécie de tribunal), composto por pastores e anciãos, que vigiava os costumes e administrava a cidade com mãos de ferro (Pedro, 1995).

Nos 150 anos, seguintes as reformas, a europa era devastada por guerras de origens, principalmente religiosas. Os reis protestantes declaravam os católicos traidores e os executavam como se assim fossem. Grande parte dessas atrocidades se deram pelo apelo de Lutero à violencia. Em um de seus discursos aos principes alemães contra os anabatistas, na guerra dos camponeses, dizia: “Esmagai! Degolai! Trespassai de todo modo! Matar um revoltado e abater um cão danado!

Críticas á Reforma

A partir da reforma protestante se deu uma grande divisão da Igreja e Martinho Lutero viu o caos que tinha criado. Em vez de mudar se ter uma renovação da Igreja, ouvi uma grande dispresão de rebanho. Podemos perceber isso quando nos citações acima. Thomas Munzer baseado na ideias de Lutero segue um caminho, Jhon Knox outro e Calvino criou os seus próprios dogmas, bem como Henrique VIII.

Segundo os dados da Enciclopedia Crista Mundial, no ano de 1600, haviam em torno de 100 divisões, em 1900 havia 1000 divisões e em 1981 já eram mais de 20.700. Este carater da divisão no protestatismo segue até os dias de hoje, onde chega-se a marca de 33.800 denominações diferentes, com doutrinas diferentes.

Eesse fato se deve ao não cumprimento da Palavra do Senhor, pois tudo que não é edificado no Senhor está fadado ao desastre (cof. Salmo 126,10). Jesus não quiz essa divisão, pois ele mesmo disse: haverá um só rebanho e um só pastor (João 10,16) que é coroborado por São Paulo em sua carta aos Coríntios: “.…rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que todos estejais em pleno acordo e que não haja entre vós divisões” (1Coríntios 1, 10).

Lutero e os outros reformadores conheciam essas passagens, mas por algum motivo as interpretaram de forma erronea, e não deram importância a elas, assim como muitos o fazem até os dias de hoje. O certo é que não foi da vontade de Deus que isso acontecesse, poque Deus não é o autor da confusão (Conf. 1 Cor 14, 33). Toda essa confusão aconteceu pela dureza do coração humano, que muitas vezes colocam os seus interesses pessoais acima de tudo, até mesmo da vontade de Deus.

Conclusão

Podemos perceber disso tudo, que não foi só a Igreja Católica que teve o seu período negro e sombrio, mas o protestantismo também. De todos os países aqui citados que tem a maioria protestantes, nenhum foi convertido com a biblia na mão. Foram convertidos na força, na perseguição e morte de inocentes e graças as ambições de reis, principes e homens que colocaram a sua ambição por poder a frente de seus propositos. Mais uma vez, digo que não quero denigrir a imagens dos protestantes, mas sim, mostrar que a Igreja Católica não foi vilã sozinha. Todos Erraram.

Que bom que atualmente, mesmo com as divergencias doutrinais, a Igreja Católica e as Protestantes tem um dialogo com o foco naquilo que nos une: Jesus Cristo nosso Senhor e Salvador. E que a falta de dialogo e intolerância do passado sejam deixados de lado e possamos juntos, mantendo os olhos fixos em Jesus, lutar por um modo renovado, cheio de paz, amor e fratenidade e possamos juntos chegar a morada do pai. Que Deus nos abençoe!

Fontes:

BESEN, Pe. José Artulino. A Reforma da Igreja: O Concílio de Trento. Jornal Missão Jovem. pag. 9 – n.º 191 – mês de Julho – Ano 2004.

BETTENCOURT, Estevão Tavares. Crenças, religiões, igrejas e seitas: quem são? Santo André-SP: Editora o Mensageiro de Santo Antônio, 1999.

FREI BATTISTINI. A Igreja do Deus Vivo: curso bíblico popular sobre a verdadeira Igreja. Petrópolis-RJ: Editora Vozes, 2001.

MOURA, Jaime Francisco de. As diferenças entre a Igreja Católica e Igrejas evangélicas. São José dos Campos-SP: Editora ComDeus, 2005.

PEDRO, Antonio. História: Compacto 2º Grau. São Paulo: FTD, 1995.

O que a Igreja fala sobre o sexo no casamento?

Professor Felipe Aquino
Doutor em Física pela UNESP e pelo ITA; há trinta e cinco anos é professor universitário e foi Diretor Geral do Instituto de Engenharia de Lorena - da USP-SP.
E-mail: felipeaquino@cancaonova.com
Site: http://www.cleofas.com.br/
Gilberto Venâncio Luiz

A Igreja é muito discreta ao falar de sexo; por isso dou apenas a minha opinião, já que não conheço nada da Igreja que fale claro. Penso que o casal pode fazer todo tipo de carícias genitais que aceitam, fora o sexo anal, se precisam disso para chegarem juntos ao orgasmo. O marido pode fazer as caricias, inclusive orais, na esposa, desde que ela aceite. As posições podem ser usadas desde que ambos aceitem.

Veja o que diz o Pe. João Mohana no livro CÉU E CARNE NO CASAMENTO:

“Dentro da faixa de normalidade, o casal possui ampla liberdade de expressões eróticas aptas a saciar qualquer psiquismo sadio, qualquer corpo sensível, qualquer espírito cultivado. Toda as manifestações, todas as carícias, inclusive orogenitais, toda a linguagem física do amor compatível com a higiene, todas essas estão ao alcance de qualquer casal que gosta de sexo, mas não ambiciona deixar o sexo destruir o amor, liquidar o casamento”. (pg. 227).

Artigos de Professor Felipe Aquino

Quaresma, a luta contra o pecado 25/02/2010
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Casar na Igreja – O que é importante saber?


“Casar na Igreja” não é o mes-mo que “casar no civil” ou, ainda, apenas “amigar”. Casar-se na Igreja é ato sagrado, pois é sacramento. No momento em que os namorados tomam a decisão de ficarem noivos, em vistas a um futuro casamento, deveriam refletir profundamente sobre o que pensam do casamento. Não basta apenas dizer que se amam muito e que não podem viver um sem o outro.

Para a decisão de casarem-se na Igreja Católica, deverão saber que se trata de verdadeiro ato sagrado. Aliás, a palavra Sacramento significa sinal visível e eficaz de uma ação de Deus.
Assim, para quererem o casamento na Igreja, ou seja, o Sacramento do Matrimônio, deverão saber que, por ele, Deus os unirá numa só carne, de modo que já não serão dois, mas uma só carne. E ninguém, ninguém mesmo, poderá separar o que Deus uniu.

Portanto, querer casar-se na Igreja só tem sentido quando se tem fé na Palavra de Jesus, que foi quem disse essas coisas sobre o matrimônio. Aliás, Ele disse também que se alguém se separar e se casar outra vez comete adultério. Daí, fica bem claro que casar-se na Igreja é uma só vez na vida e é para ser fiel àquela pessoa com que se casou. É para amar e respeitar, para fazer o outro feliz e é também para educar os filhos nos valores cristãos, numa fé prática, não apenas teórica.

Jovem, você que pensa em um dia se casar na Igreja, antes de pensar no sonho de “entrar com um lindo vestido branco na Igreja”, antes de pensar no terno, nas damas de honra, nos enfeites, nas fotos e filmagens, antes de pensar nos padrinhos ou na festa, pense no que significa casar-se na Igreja.

Alias, é bom que se saiba que a Igreja Católica não exige roupas luxuosas, enfeites, cerimoniais, fotos ou filmagens. O que ela exige é que os noivos tenham a compreensão clara do que Jesus Cristo ensinou sobre o casamento, para que esse não seja um ato irresponsável de duas pessoas que pensam que basta apenas estarem apaixonados para se casarem.

De mais a mais, o que adiantaria um lindo DVD ou fotos de uma cerimônia que não significou, para os dois, uma entrega real e amorosa de suas vidas, para sempre, na presença de Deus e de sua Igreja?

Assim, casar-se na Igreja não pode ser tão caro quanto se imagina, mas certamente é muito mais exigente do que normalmente se pensa, pois o verdadeiro amor é exigente e não vive de aparências ou de sentimentos superficiais.

Mais uma vez é Páscoa!

Diz-nos a fé e confirma-nos a liturgia da Igreja Católica que é Páscoa cada vez que celebramos a Eucaristia porque nela fazemos memória da entrega única e definitiva de Jesus Cristo para nossa salvação e remissão dos pecados. Mas, na sua pedagogia, a Igreja propõe-nos cada ano um tempo especial em que somos confrontados, não só com os factos históricos que envolveram a morte e ressurreição de Cristo, mas também com o seu enquadramento bíblico, com o que os profetas anunciaram e com o que o Espírito Santo ditou aos apóstolos que foram encarregados de espalhar a Boa Nova. E aqui estamos nós, a celebrar novamente os mistérios centrais da nossa fé, aqueles que justificam que permaneçamos juntos nesta caminhada para a Pátria definitiva e que nos empenhemos em dar aos outros possibilidade de viverem o Bem, a Verdade, a Beleza, a Paz, a Alegria, o Amor. Na verdade, se é tempo de olhar para trás, para o amor transbordante de Deus que tudo fez para nos salvar, se é tempo de Lhe darmos graças por tão grande ternura, é tempo de olhar para o lado, para tanto irmãos nossos, filhos do mesmo Pai, que ainda não O conhecem (ou conhecem mal) e que esperam, como toda a criação, a “manifestação dos filhos de Deus”. É tempo de lhes dizer que não há trevas, não há crise, que nos possam “separar do amor de Cristo” – e que isto não é uma alienação mas uma forma responsável de viver neste mundo, aqui e agora, solidários e actuantes na Cidade dos homens, construtores da Cidade de Deus. Que a Páscoa seja para todos nós alavanca de arranque para uma vida de comunhão mais fraterna. Que o Sangue derramado de Jesus não seja desperdiçado pela dureza e pelo fechamento dos nossos corações. Que a Alegria da Ressurreição nos conduza a uma atitude de partilha e de irradiação do Evangelho. Que a Paz esteja connosco, tal como Jesus desejou na tarde do primeiro dia da nova criação. Com muita amizade A equipa do EAQ em língua portuguesa Alberto, Berta, Bia, Cristina, Fernanda, José, Maria José, Luisa, Paula

A Contra-Reforma Católica


Introdução

A Igreja Católica, no século XVI, vivia uma situação que era muito difícil. Ela havia perdido espaço na Alemanha, Inglaterra e nos países escandinavos e estava em recuo na também na França, nos Países Baixos, na Áustria e na Hungria. Isto tudo devido ao avanço do protestantismo começado por Lutero e que tomou grandes proporções em toda Europa.

Diante dessa situação, a Igreja Católica estabeleceu a Contra-Reforma, desenvolvendo um conjunto de medidas abrangendo duas correntes de ações: atuar contra as novas religiões protestantes e promover novas formas de expansão da fé católica.

A Contra-Reforma

A Contra-Reforma, ou Reforma católica, foi uma resposta da Igreja Católica em meio a essa crescente onda do protestantismo. De maneira geral, essa resposta consistiu em um conjunto de ações desenvolvidas pela Igreja Católica com o surgimento das religiões protestantes.

Diante dos movimentos protestantes, a primeira reação da Igreja católica foi punir os rebeldes, na esperança de que as idéias reformistas não se espalhassem mais e a Igreja Católica recuperasse a unidade perdida. Assim, em meados do século XVI, ela reativou os tribunais da Inquisição, que haviam criado no ano de 1231, e que, com o tempo, haviam sido extintos em vários países.

Os Tribunais da Inquisição foram instaurados pelo Tribunal do Santo Oficio, outra instituição eclesiástica criada na Contra-Reforma que tinha como objetivo combater os desvios dos fiéis católicos e o crescimento de outras denominações religiosas. Essa tática, entretanto, não obteve bons resultados, pois não resolvia o principal motivador da reforma protestante: a corrupção do alto clero com a venda de objetos sagrados, relíquias e indulgências.

Neste sentido, a Igreja, para organizar-se internamente e definir com clareza sua doutrina, organizou o Concílio de Trento (1545-1563). Segundo Pe. José Besen (2004), este Concílio teve uma história demorada, com muitos conflitos de interesses, a constante oposição de príncipes protestantes e desacordos entre o papa e o imperador Carlos V. Contudo, os 18 anos de duração do Concílio ofereceram à Igreja verdadeiros instrumentos de renovação e reforma, dando-lhe uma nova forma, dentre os quais pode-se citar:

- A organização e a disciplina do clero: os padres deveriam estudar e formar-se em seminários;
- Cada diocese devia ter seu Seminário e selecionar melhor seus candidatos ao sacerdócio;
- Não podiam ser padres antes dos 25 anos, nem bispos antes dos 30 anos;
- Estabeleceu-se que as crenças católicas poderiam ter dupla origem: as Sagradas Escrituras (Bíblia) ou as tradições transmitidas pela Igreja;
- Reafirmou-se a sacramentalidade e indissolubilidade do matrimônio, as indulgências, o culto aos santos, às relíquias e imagens;
- Apenas o Magistério da Igreja estava autorizado a interpretar a Bíblia. Mantinham-se os princípios de valia das obras, o culto à Virgem Maria e às imagens; e
- Reafirmação da infalibilidade do papa e o dogma da transubstanciação.

Após o Concilio de Trento, a Igreja Católica teve um vigoroso impulso à vida religiosa. Fugindo da tentação do luxo e das artes, definiu-se como missão essencial da Igreja e de seus pastores a salvação das almas: “seja lei suprema a salvação das almas” (Pe. José Besen, 2004).

Para difundir a fé Católica, a partir da Contra-Reforma, surgiram novas ordens religiosas, como a Companhia de Jesus (os Jesuítas), fundada por Ignácio de Loyola em 1534. Os Jesuítas se organizaram em moldes quase militares e fortaleceram a posição da Igreja dentro dos países europeus que permaneceram católicos e desenvolveram ações para barrar o avanço do protestantismo pelo mundo. Eles criavam escolas, onde foram educados filhos das famílias nobres; foram confessores e educadores de várias famílias reais; fundaram colégios e missões para difundir a doutrina católica nas Américas e na Ásia.

Conclusões

A contra-reforma não atingiu o seu principal objetivo que era a unidade do cristianismo e embora tenha utilizado diversos meios para chegar a essa unidade, uns que deram certo e outros que não, não impediu o crescimento do protestantismo. Mas, com a contra-reforma, a Igreja Católica tomou novos rumos e reafirmou a sua vocação que é a salvação de almas.

A Igreja por meio do Concílio de Trento conseguiu, apesar da lentidão em alguns países, moralizar o clero, se libertar do luxo e dos privilégios que este havia obtido com o passar dos anos. Apesar dessas mudanças na igreja, ainda ficam, até os dias de hoje, as marcas das ações que não deram certo, como a repressão e o derramamento de sangue, frutos das diversas guerras entre católicos e protestantes, que fazem com muitas vozes se levantem contra a Igreja Católica questionando sua doutrina e suas ações nos dias atuais.

Bibliografia

BESEN, Pe. José Artulino. A Reforma da Igreja: O Concílio de Trento. Jornal Missão Jovem. pag. 9 – n.º 191 – mês de Julho – Ano 2004.

BETTENCOURT, Estevão Tavares. Crenças, religiões, igrejas e seitas: quem são? Santo André-SP: Editora o Mensageiro de Santo Antônio, 1999.

FREI BATTISTINI. A Igreja do Deus Vivo: curso bíblico popular sobre a verdadeira Igreja. Petrópolis-RJ: Editora Vozes, 2001.

MOURA, Jaime Francisco de. As diferenças entre a Igreja Católica e Igrejas evangélicas. São José dos Campos-SP: Editora ComDeus, 2005.

Igreja católica lança campanhas de Natal e ajuda aos catarinenses

A Arquidiocese de Curitiba lançou a Campanha de Natal 2008, com o tema “Natal com Jesus é Natal”. A novidade é o lema “Jesus é o sentido da vida”, que será renovado a cada ano com o intuito de trazer novas reflexões à comunidade. O arcebispo metropolitano, dom Moacyr Vitti, aproveitou a oportunidade para lançar também uma campanha de doação de alimentos e agasalhos para os desabrigados pela chuva em Santa Catarina.

Criada há três anos, a Campanha de Natal da Igreja Católica tem o objetivo de marcar a presença de Jesus Cristo entre a população. “Antes, só se via a figura do Papai Noel. Hoje, o Menino Jesus e o presépio estão voltando a fazer parte dessa época tão importante para todos nós”, afirma dom Moacyr.

Para o arcebispo, o Natal é um período que toca o coração das pessoas e, justamente por isso, não se pode esquecer dos milhares de catarinenses ví timas dos temporais dos últimos dias. “É preciso abrir o coração em forma de generosidade para esses nossos irmãos”, diz. Segundo ele, todas as 134 paróquias da arquidiocese serão estimuladas a oferecer donativos que serão entregues à Defesa Civil de Santa Catarina.

Na opinião de dom Moacyr, catástrofes como essa ou mesmo a crise financeira mundial são momentos em que a humanidade deve refletir sobre certas atitudes que vem tomando. “É nessas situações que precisamos refletir sobre como estamos vivendo, sobre qual o sentido de nossas vidas. E, como diz o lema da campanha, Jesus é o sentido da vida”, afirma o arcebispo.

Fonte: Gazeta do Povo – PR

A Reforma Protestante


Introdução

O objetivo de trabalhar este tema está relacionado ao fato de que ainda hoje no século XXI, muito católicos ainda não conhecem o que foi a reforma protestante e a contra-reforma católica e ainda, que muitos criticam a Igreja Católica por fatos antigos, da idade média, sem estudarem a fundo os acontecimentos da época. Não se quer aqui justificar os erros da Nossa Igreja naquela época, mas sim, dar uma visão crítica sobre atitudes, principalmente as de Martinho Lutero, que poderiam ter sido diferentes e que não levariam ao grande cisma1: a Reforma Protestante. Como exemplo, citaremos Santa Tereza D’Avila que percebendo a mesma necessidade de mudanças dentro da Igreja, principalmente na sua ordem, a dos carmelitas, em vez de romper com a Igreja esperou o momento certo para promover as reformas necessárias.

Esta nossa reflexão será divida em quatro partes. Na primeira trataremos sobre a reforma protestante, a segunda sobre a contra-reforma da Igreja Católica, a terceira será uma visão crítica da Reforma e na quarta e última falaremos sobre Santa Tereza D’Avila que tanto tem a nos ensinar sobre saber esperar o momento certo de agir, e, o principal, saber fazer a vontade de Deus.

A Reforma

A Reforma foi o movimento iniciado pelo então frade Agostiniano Martinho Lutero, no início do século XVI, mais precisamente em 1517, quando afixou as suas 95 teses teológicas à porta da Igreja de Todos os Santos, em Wittemberg (Alemanha), atacando muitas verdades da Igreja Católica (Battistini, 2001). Naquela época, uma série de questões, algumas propriamente religiosas, colocavam a Igreja Católica como alvo da crítica da sociedade como um todo. As insatisfações acumularam-se de tal maneira que desencadearam um movimento de ruptura na unidade cristã.

A Reforma protestante, embora tenha sido resultado de anos de questionamento, surgiu na história de forma repentina. Esses questionamentos surgiram de uma questão pessoal e religiosa de Martinho Lutero. Infelizmente a obra de Lutero não se tornou aquilo que o povo e os príncipes cristãos esperavam: a renovação da Igreja pela eliminação dos abusos, sem alteração da fé e da constituição da Igreja, vindo a ser uma revolução eclesiástica e um cisma1. Alias, o próprio Lutero verificou isso, em seu próprio tempo: “Há tantos credos quantas cabeças há” (MOURA, 2005).

A Reforma foi motivada por um complexo de causas, onde algumas, ultrapassaram os limites da mera contestação religiosa. As principais questões foram: (1) a corrupção do alto clero com a venda de objetos sagrados, relíquias e indulgências; (2) a ignorância religiosa dos padres comuns (sem instrução); (3) novas interpretações da Bíblia, visto que com a difusão da imprensa aumentou o número de exemplares da bíblia disponíveis aos estudiosos que começaram a interpretá-la de forma errônea e sem critérios; (3) a nova ética religiosa, onde os comerciantes defensores do lucro livre (comerciantes burgueses) queriam se libertar da moral católica que defendia o preço justo e condenava o lucro excessivo (usura) e (4) o sentimento nacionalista, onde os reis das principais monarquias da época queriam afirmar as diferenças entre cada estado, com sua cultura e principalmente sua língua, se desprendendo assim, da idéia da universalidade da Igreja Católica que utilizava o latim como língua universal e da interferência da Igreja no em seus governos.

As principais idéias de Lutero no início da Reforma eram:

  • As boas obras da Igreja, jejuns,os sacramentos de nada valiam para a salvação das pessoas, onde, somente a fé basta para o crente ser salvo. Essa idéia ficou conhecida como a justificação pela fé, em oposição à salvação pelas obras.
  • A bíblia é a única fonte de fé e deve a qualquer pessoa fazer o seu livre exame (leitura e interpretação). A bíblia, para o protestante, tudo contém e o Espírito Santo é quem dá ao crente a livre interpretação e cada um tem o livre direito de deduzir da palavra sua própria verdade.
  • Negação de intermediários entre Deus e o Crente, onde não há necessidade de sacerdotes para essa intermediação, assim, toda pessoa é um sacerdote; não há santos que oram por nós e não há canais de transmissão da graça como os sacramentos.


Conclusão

A reforma negava e rejeitava todo o Magistério da Igreja munido de autoridade pelo próprio Jesus (Cf. Mateus 16, 17-18 e João 20, 21-23), a pessoa do Papa como chefe da Igreja na terra, os sacramentos, a tradição oral e os dogmas da Igreja Católica.

O Resultado disso foi à separação, a divisão que vai contra a vontade de Jesus: “haverá um só rebanho e um só pastor” (João 10,16b). Assim, essa, característica da divisão acompanha os protestantes até os dias de hoje, onde já existem mais 33.800 denominações diferentes em todo o mundo e somente no Brasil existem mais de 3.500 (Moura, 2005).

Portanto, fundar uma Igreja separando-a da verdadeira Igreja de Cristo – a Igreja Católica – é colocar-se frontalmente contra a vontade de Jesus.

1cisma segundo o dicionário Aurélio: Separação do corpo e da comunhão de uma religião, ou Dissidência de opiniões.

Fontes:

Frei Battistini. A Igreja do Deus Vivo: curso bíblico popular sobre a verdadeira Igreja. Petrópolis-RJ: Editora Vozes, 2001.

Moura, Jaime Francisco de. As diferenças entre a Igreja Católica e Igrejas evangélicas. São José dos Campos-SP: Editora ComDeus, 2005.

Seminários SEARA 2009

Inscrição para os Seminários, só no PVB, no dia 21/02/2009 apartir das 14h. O valor será R$ 8,00.

1 – Afetividade e Sexualidade
Responsável: Comunidade Missionária de Villaregia – BH/MG

“… Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que está em vós e que recebeste de Deus? Glorificai, portanto, a Deus em vosso corpo” (I Cor 6, 19-20). O seminário visa a um maior conhecimento de si mesmo para construir relacionamentos de amizade, de namoro, puros, em Deus. É aconselhado para pessoas entre 16 e 30 anos.

2 – A Proposta Cristã de Francisco de Assis
Responsável: Membros da Paróquia de São Francisco de Assis – Betim/MG

São Francisco e Santa Clara, embora tenham vivido há 800 anos, continuam a ser fortes referencias para quem busca realizar a vontade de Deus. Através da vivência da fraternidade, da pobreza, da alegria, da humildade, mostraram que é possível viver o Evangelho em sua radicalidade. O seminário irá propiciar aos seus participantes a experiência de fraternidade, de vivência da oração franciscana e tomar conhecimentos dos pilares que sustentam essa espiritualidade que tanto enriquece a nossa Igreja. Venha formar fraternidade conosco!

3 – Famílias Restauradas
Responsável: Luís e Sônia – BH/MG

Espiritualidade na família, perdão, cura interior e cura de ressentimentos. A família: seus desafios e perspectivas. Preparação para o matrimônio e diálogo conjugal. A nova visão de família, segundo os documentos da Igreja. Luzes e sombras na família. Diálogo entre pais e filhos. Drogas, sexo livre, uniões consensuais, segunda união etc. Oração de quebra das maldições hereditárias. O ministério Ágape na RCC. Obs.: A equipe estará à disposição para escuta, oração e atendimento individual aos participantes do seminário, fora do período de seminários.

4 – Formação de Intercessores
Responsável: Alcina – Ubá/MG

Intercessão – Ministério de combate na certeza da vitória. A função do Ministério de Intercessão no Grupo de Oração. As reuniões de intercessão. Etapas da Oração de Intercessão. Ensino prático dos tipos de intercessão. Alicerces da vida do intercessor. Bloqueios à intercessão. O poder do sangue de Jesus como livramento. Maturidade Espiritual.

5 – Maturidade Humana
Responsável: Comunidade Católica Shalom – BH/MG

Para quem busca crescer em sabedoria e graça, à estatura da maturidade de Cristo. (Referência – Evangelho de São Lucas 2,52)

6 – Trabalhando sua Inteligência Emocional
Responsável: Comunidade Católica Shalom – BH/MG

Trata-se da busca do equilíbrio emocional através da cura da afetividade, que engloba o Humor básico, as Emoções, os Sentimentos, os Afetos e as Paixões, tornando-o livre para amar.

7 – Formação de Núcleo de Serviço de Grupo De Oração
Responsável: Eloisa – Ubá/MG

Pretende-se dar uma visão geral das características e estruturas do Grupo de Oração, célula fundamental da RCC. Abordaremos sobre: O Coordenador do Grupo de Oração; O Núcleo de Serviço e os Ministérios no Grupo de Oração; A Preparação, Condução, Características e Elementos da Reunião de Oração.

8 – Planejamento Natural da Família através do Método da Ovulação Billings
Responsável: Ana Maria e Daniel – Viçosa/MG

A Igreja chama as pessoas que assumem o sacramento do matrimônio a colaborarem com a criação através da geração de uma nova vida. No entanto a paternidade deve ser assumida com responsabilidade, exigindo do casal a abertura a vida aliada à reflexão sobre o momento adequado para receber uma criança. A Igreja questiona o uso de métodos contrários aos valores da vida e convida os casais a conhecerem os ritmos naturais do corpo a fim de regular a fertilidade de forma adequada.
O Método da Ovulação Billings (MOB) é cientificamente comprovado e propõe o conhecimento do corpo da mulher, identificando os períodos de fertilidade e infertilidade. O MOB pode ser usado para o casal que quer conseguir uma gravidez ou adia-la, além de possuir muitos outros benefícios no seu uso. O seminário vai trabalhar temas como: a filosofia do MOB, os ensinamentos da Igreja Católica sobre a regulação da fertilidade, anatomia e fisiologia do sistema reprodutor masculino e feminino, as fases do ciclo menstrual, como registrar e interpretar as anotações do ciclo menstrual, como usar o Método Billings para engravidar e espaçar a gravidez.

9 – Dons e Carismas
Responsável: Galvão – Viçosa/MG

Abordará a necessidade, de acordo com os ensinamentos da Igreja, dos dons do Espírito Santo estarem presentes no coração do homem. Serão abordados temas como: O que a Igreja nos orienta a respeito dos Dons; Batismo (como Sacramento); Dons Infusos (ou Santificação); e Dons Espirituais ou Carismáticos.

10 – Oficina de Pregação
Responsável: Denis – Viçosa/MG

O objetivo desse curso é fazer com que as pregações, palestras e estudos possam ser ainda mais enriquecidos com as mensagens das Sagradas Escrituras. Por isso, este curso quer oferecer aos pregadores e aos interessados em estudos bíblicos, um instrumental que os possibilite aprimorar suas leituras e estudos de um modo prático e objetivo. Essas ferramentas são baseadas em técnicas de exegese e hermenêuticas bíblicas

11 – A Peq. Via de Sta Teresinha
Responsável: Fraternidade Pequena Via – Viçosa/MG

Dentro do caminho de santidade denominado Pequena Via, Santa Teresinha nos apresenta aspectos novos sobre como viver a humildade, o abandono, a confiança e o amor, virtudes estas que são consideradas pilares deste caminho. Aprofundaremos tais temas, colocando assim ao seu alcance a simplicidade desta espiritualidade.

12 – Autoconhecimento, Cura Interior e Projeto de Vida
Responsável: Fraternidade Pequena Via – Viçosa/MG

Este seminário tem como objetivo apresentar o conceito de autoconhecimento, na linha do humanismo cristão, como condição para o processo de cura interior. Ninguém ama aquilo que não conhece. O amor e a verdadeira chave para o autoconhecimento. A prática do auto-perdão e da auto-aceitação nos projeta para um futuro mais livre e feliz.

13 – Jovem Resgate a sua Geração para Deus
Responsável: Comunidade Aliança de Misericórdia – SP

O seminário aborda 4 tópicos essenciais:
- Um panorama sobre a juventude na atualidade, tribos urbanas, comportamentos e modismos, mitos e verdades sobre juventude, sexualidade, drogas…
- A vocação da santidade – com os pés no chão e o coração de Deus.
- A necessária ação de Espírito Santo. Jovens livres e evangelizadores com a potência dos carismas.
- Baladas católicas, evangelização noturna, esportes radicais, retiros de conversão: novas formas de evangelizar!

Durante o seminário, realizaremos também momentos fortes de oração e de encontro com Deus.

14. Evangelizando através da Música

15. Fé e Política

16. Igreja Católica: História e Doutrina

17. Paulo: O Apóstolo do Espírito Santo

18. A Quem Quereis Servir

19. Formação de Ministros de Cura e libertação

20. Ministério Universidades Renovadas
Responsável: Naiara – Viçosa/MG

“A juventude mundial está perdendo a capacidade de sonhar. Os jovens tem muitos desejos, mas poucos sonhos. Os sonhos são o alimento da vida e a força transformadora do mundo”. O Universidades Renovadas é um Ministério da Renovação Carismática Católica que viza a evangelização no meio universitário, tido como um ambiente propício para o “antagonismo entre Fé e Razão”. O sonho de transformação das universidades nasceu em Viçosa e continua a nascer em muitos e muitos corações em todo o Brasil e na América Latina, levando estudantes, professores, servidores e profissionais a buscarem os sonhos de Deus em suas vidas e construírem a Civilização do Amor!