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	<title>RCC Viçosa - Renovação Carismática Católica de Viçosa &#187; palavra de Deus</title>
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		<title>Mensagem do papa para a XXV Jornada Mundial da Juventude (28 de março 2010); Esta XXV Jornada representa uma etapa rumo ao próximo Encontro Mundial dos Jovens, que terá lugar no mês de Agosto de 2011 em Madrid, onde espero sejais numerosos a viver este evento de graça.</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RCC Viçosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?» (Mc 10, 17) Queridos amigos, Celebra-se este ano o vigésimo quinto aniversário de instituição da Jornada Mundial da Juventude, desejada pelo Venerável João Paulo II como encontro anual dos jovens crentes do mundo inteiro. Foi uma iniciativa profética que deu frutos abundantes, permitindo às novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[«Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?» (Mc 10, 17)

Queridos amigos,

Celebra-se este ano o vigésimo quinto aniversário de instituição da Jornada Mundial da Juventude, desejada pelo Venerável João Paulo II como encontro anual dos jovens crentes do mundo inteiro. Foi uma iniciativa profética que deu frutos abundantes, permitindo às novas gerações cristãs encontrar-se, pôr-se à escuta da Palavra de Deus, descobrir a beleza da Igreja e viver experiências fortes de fé que levaram muitos à decisão de doar-se totalmente a Cristo.

Esta XXV Jornada representa uma etapa rumo ao próximo Encontro Mundial dos Jovens, que terá lugar no mês de Agosto de 2011 em Madrid, onde espero sejais numerosos a viver este evento de graça.

Para nos prepararmos para tal celebração, gostaria de vos propor algumas reflexões sobre o tema deste ano: «Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?» (Mc 10, 17), tirado do episódio evangélico do encontro de Jesus com o jovem rico; um tema abordado já em 1985 pelo Papa João Paulo II numa belíssima Carta, a primeira dirigida aos jovens.

1. Jesus encontra um jovem
«Quando saía [Jesus], para se pôr a caminho – narra o Evangelho de São Marcos – aproximou-se dele um homem a correr e, ajoelhando-se, perguntou: “Bom mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?”. Jesus disse-lhe: “Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão só Deus. Sabes os mandamentos: não matarás, não adulterarás, não roubarás, não levantarás falso testemunho, não defraudarás, honrarás teu pai e tua mãe”. Ele respondeu-lhe: “Mestre, tenho guardado tudo isto desde a minha juventude”. Jesus, fitando nele o olhar, sentiu afeição por ele, e respondeu-lhe: “Falta-te apenas uma coisa: vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no Céu; depois, vem e segue-me!”. Mas, ao ouvir tais palavras, anuviou-se-lhe o semblante e retirou-se pesaroso, pois tinha grande fortuna» (Mc 10, 17-22).

Esta narração exprime de maneira eficaz a grande atenção de Jesus pelos jovens, por vós, pelas vossas expectativas, pelas vossas esperanças, e mostra como é grande o seu desejo de vos encontrar pessoalmente e entrar em diálogo com cada um de vós. Com efeito, Cristo interrompe o seu caminho para responder ao pedido do seu interlocutor, manifestando plena disponibilidade àquele jovem, que é impelido por um ardente desejo de falar com o «Bom Mestre», para aprender dele a percorrer o caminho da vida. Com este trecho evangélico, o meu Predecessor queria exortar cada um de vós a «desenvolver o próprio diálogo com Cristo – um diálogo que é de importância fundamental e essencial para um jovem» (Carta aos jovens, n. 2).

2. Jesus fitou-o e sentiu afeição por ele
Na narração evangélica, São Marcos sublinha como «Jesus, fitando nele o olhar, sentiu afeição por ele» (Mc 10, 21). No olhar do Senhor, está o coração deste encontro muito especial e de toda a experiência cristã. Com efeito, o cristianismo não é primariamente uma moral, mas experiência de Jesus Cristo, que nos ama pessoalmente, jovens ou idosos, pobres ou ricos; ama-nos mesmo quando lhe voltamos as costas.

Comentando a cena, o Papa João Paulo II acrescentava, dirigindo-se a vós, jovens: «Faço votos por que experimenteis um olhar assim! Faço votos por que experimenteis a verdade de que Ele, Cristo, vos fixa com amor» (Carta aos jovens, n. 7). Um amor, que se manifestou na Cruz de maneira tão plena e total, que São Paulo escreve maravilhado: «Amou-me e entregou-se por mim» (Gl 2, 20). «A consciência de que o Pai nos amou desde sempre no seu Filho, de que Cristo ama cada um e sempre – escreve ainda o Papa João Paulo II – torna-se um ponto de apoio firme para toda a nossa existência humana» (Carta aos jovens, n. 7) e permite-nos superar todas as provas: a descoberta dos nossos pecados, o sofrimento, o desânimo.

Neste amor, encontra-se a fonte de toda a vida cristã e a razão fundamental da evangelização: se verdadeiramente encontramos Jesus, não podemos deixar de o testemunhar àqueles que ainda não se cruzaram com o seu olhar.

3. A descoberta do projeto de vida
No jovem do Evangelho, podemos vislumbrar uma condição muito semelhante à de cada um de vós. Também vós sois ricos de qualidades, energias, sonhos, esperanças: recursos que possuís em abundância! A vossa própria idade constitui uma grande riqueza não apenas para vós, mas também para os outros, para a Igreja e para o mundo.

O jovem rico pergunta a Jesus: «Que devo fazer?» A estação da vida em que vos encontrais é tempo de descoberta: dos dons que Deus vos concedeu e das vossas responsabilidades. É, igualmente, tempo de opções fundamentais para construir o vosso projeto de vida. Por outras palavras, é o momento de vos interrogardes sobre o sentido autêntico da existência, perguntando a vós mesmos: «Estou satisfeito com a minha vida? Ou falta-me ainda qualquer coisa»?

Como o jovem do Evangelho, talvez vós vivais também situações de instabilidade, de perturbação ou de sofrimento, que vos levam a aspirar a uma vida não medíocre e a perguntar-vos: em que consiste uma vida bem sucedida? Que devo fazer? Qual poderia ser o meu projeto de vida? «Que devo fazer a fim de que a minha vida tenha pleno valor e pleno sentido?» (Ibid., n. 3).

Não tenhais medo de enfrentar estas perguntas! Longe de vos acabrunhar, elas exprimem as grandes aspirações, que estão presentes no vosso coração. Portanto, devem ser ouvidas. Esperam respostas não superficiais, mas capazes de satisfazer as vossas autênticas expectativas de vida e felicidade.

Para descobrir o projeto de vida que vos pode tornar plenamente felizes, colocai-vos à escuta de Deus, que tem um desígnio de amor sobre cada um de vós. Com confiança, perguntai-lhe: «Senhor, qual é o teu desígnio de Criador e Pai sobre a minha vida? Qual é a tua vontade? Desejo cumpri-la». Estai certos de que vos responderá. Não tenhais medo da sua resposta! «Deus é maior que os nossos corações e conhece tudo» (1 Jo 3, 20)!

4. Vem e segue-me!
Jesus convida o jovem rico a ir mais além da satisfação das suas aspirações e dos seus projectos pessoais, dizendo-lhe: «Vem e segue-me!». A vocação cristã deriva de uma proposta de amor do Senhor e só pode realizar-se graças a uma resposta de amor: «Jesus convida os seus discípulos ao dom total da sua vida, sem cálculos nem vantagens humanas, com uma confiança sem reservas em Deus. Os santos acolhem este convite exigente e, com docilidade humilde, põe-se a seguir Cristo crucificado e ressuscitado. A sua perfeição na lógica da fé, às vezes humanamente incompreensível, consiste em nunca se colocarem a si mesmos no centro, mas decidirem ir contra a corrente, vivendo segundo o Evangelho» (Bento XVI, «Homilia por ocasião das canonizações», in L’Osservatore Romano, 12-13/X/2009, pág. 6).

A exemplo de muitos discípulos de Cristo, acolhei também vós, queridos amigos, com alegria o convite a seguir Jesus, para viverdes intensa e fecundamente neste mundo. Com efeito, mediante o Batismo, Ele chama cada um a segui-lo com ações concretas, a amá-lo sobre todas as coisas e a servi-lo nos irmãos. Infelizmente, o jovem rico não acolheu o convite de Jesus e retirou-se pesaroso. Não encontrara coragem para se desapegar dos bens materiais a fim de possuir o bem maior proposto por Jesus.

A tristeza do jovem rico do Evangelho é aquela que nasce no coração de cada um, quando não tem a coragem de seguir Cristo, de fazer a escolha justa. Mas nunca é tarde demais para lhe responder!

Jesus nunca se cansa de estender o seu olhar de amor sobre nós, chamando-nos a ser seus discípulos; a alguns, porém, Ele propõe uma opção mais radical. Neste Ano Sacerdotal, gostaria de exortar os jovens e adolescentes a estarem atentos para ver se o Senhor os convida a um dom maior, no caminho do sacerdócio ministerial, e a tornarem-se disponíveis para acolher com generosidade e entusiasmo este sinal de predilecção especial, empreendendo, com a ajuda de um sacerdote, do diretor espiritual, o necessário caminho de discernimento. Depois, não tenhais medo, queridos jovens e queridas jovens, se o Senhor vos chamar à vida religiosa, monástica, missionária ou de especial consagração: Ele sabe dar alegria profunda a quem responde com coragem.

E, a quantos sentem a vocação ao matrimônio, convido a acolhê-la com fé, comprometendo-se a lançar bases sólidas para viver um amor grande, fiel e aberto ao dom da vida, que é riqueza e graça para a sociedade e para a Igreja.

5. Orientados para a vida eterna
«Que devo fazer para alcançar a vida eterna?»: esta pergunta do jovem do Evangelho parece distante das preocupações de muitos jovens contemporâneos; porventura, como observava o meu Predecessor, «não somos nós a geração cujo horizonte da existência está completamente preenchido pelo mundo e pelo progresso temporal?» (Carta aos jovens, n. 5). Mas a questão acerca da «vida eterna» impõe-se em momentos particularmente dolorosos da existência, como quando sofremos a perda de uma pessoa querida ou experimentamos o insucesso.

Mas o que é a «vida eterna», de que fala o jovem rico? Jesus no-lo explica quando, dirigindo-se aos seus discípulos, afirma: «Hei-de ver-vos de novo; e o vosso coração alegrar-se-á e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria» (Jo 16, 22). São palavras que indicam uma proposta sublime de felicidade sem fim: a alegria de sermos cumulados pelo amor divino para sempre.

O interrogar-se sobre o futuro definitivo que nos espera dá sentido pleno à existência, porque orienta o projeto de vida não para horizontes limitados e passageiros mas amplos e profundos, que levam a amar o mundo, tão amado pelo próprio Deus, a dedicar-se ao seu desenvolvimento, mas sempre com a liberdade e a alegria que nascem da fé e da esperança. São horizontes que nos ajudam a não absolutizar as realidades terrenas, sentindo que Deus nos prepara um bem maior, e a repetir com Santo Agostinho: «Desejemos juntos a pátria celeste, suspiremos pela pátria celeste, sintamo-nos peregrinos aqui na terra» (Comentário ao Evangelho de São João, Homilia 35, 9). Com o olhar fixo na vida eterna, o Beato Pier Giorgio Frassati – falecido em 1925, com a idade de 24 anos – dizia: «Quero viver; não ir vivendo!» e, numa fotografia a escalar uma montanha que enviou a um amigo, escrevera: «Rumo ao alto!», aludindo à perfeição cristã mas também à vida eterna.

Queridos jovens, exorto-vos a não esquecer esta perspectiva no vosso projeto de vida: somos chamados à eternidade. Deus criou-nos para estar com Ele, para sempre. Aquela ajudar-vos-á a dar um sentido pleno às vossas decisões e a dar qualidade à vossa existência.

6. Os mandamentos, caminho do amor autêntico
Jesus recorda ao jovem rico os dez mandamentos como condições necessárias para «alcançar a vida eterna». Constituem pontos de referência essenciais para viver no amor, para distinguir claramente o bem do mal e construir um projeto de vida sólido e duradouro. Também a vós, Jesus pergunta se conheceis os mandamentos, preocupando-vos em formar a vossa consciência segundo a lei divina, e se os pondes em prática.

Sem dúvida, trata-se de perguntas contra a corrente em relação à mentalidade contemporânea, que propõe uma liberdade desligada de valores, de regras, de normas objetivas, e convida a não colocar limites aos desejos do momento. Mas este tipo de proposta, em vez de conduzir à verdadeira liberdade, leva o homem a tornar-se escravo de si mesmo, dos seus desejos imediatos, de ídolos como o poder, o dinheiro, o prazer desenfreado e as seduções do mundo, tornando-o incapaz de seguir a sua vocação natural ao amor.

Deus dá-nos os mandamentos, porque nos quer educar para a verdadeira liberdade, porque quer construir conosco um Reino de amor, de justiça e de paz. Ouvi-los e pô-los em prática não significa alienar-se, mas encontrar o caminho da liberdade e do amor autênticos, porque os mandamentos não limitam a felicidade, mas indicam o modo como encontrá-la. No início do diálogo com o jovem rico, Jesus recorda que a lei dada por Deus é boa, porque «Deus é bom».

7. Temos necessidade de vós
Quem vive hoje a condição juvenil encontra-se a enfrentar muitos problemas resultantes do desemprego, da falta de referências ideais certas e de perspectivas concretas para o futuro. Às vezes pode-se ficar com a impressão de impotência diante das crises e derivas actuais. Apesar das dificuldades, não vos deixeis desencorajar nem renuncieis aos vossos sonhos! Pelo contrário, cultivai no coração desejos grandes de fraternidade, de justiça e de paz. O futuro está nas mãos de quem souber procurar e encontrar razões fortes de vida e de esperança. Se quiserdes, o futuro está nas vossas mãos, porque os dons e as riquezas que o Senhor guardou no coração de cada um de vós, plasmados pelo encontro com Cristo, podem dar esperança autêntica ao mundo! É a fé no seu amor que, tornando-vos fortes e generosos, vos dará a coragem de enfrentar com serenidade o caminho da vida e assumir as responsabilidades familiares e profissionais. Comprometei-vos a construir o vosso futuro através de percursos sérios de formação pessoal e de estudo, para servir o bem comum de maneira competente e generosa.

Na recente Carta Encíclica sobre o desenvolvimento humano integral, Caritas in veritate, enumerei alguns dos grandes desafios atuais que são urgentes e essenciais para a vida deste mundo: a utilização dos recursos da terra e o respeito pela ecologia, a justa repartição dos bens e o controle dos mecanismos financeiros, a solidariedade com os países pobres no âmbito da família humana, a luta contra a fome no mundo, a promoção da dignidade do trabalho humano, o serviço à cultura da vida, a construção da paz entre os povos, o diálogo inter-religioso, o bom uso dos meios de comunicação social.

São desafios a que sois chamados a responder para construir um mundo mais justo e fraterno. São desafios que requerem um projeto de vida exigente e apaixonante, no qual investir toda a vossa riqueza, segundo o desígnio que Deus tem para cada um de vós. Não se trata de realizar gestos heróicos ou extraordinários, mas de agir fazendo frutificar os próprios talentos e possibilidades, comprometendo-se a progredir constantemente na fé e no amor.

Neste Ano Sacerdotal, convido-vos a conhecer a vida dos santos, em particular a dos santos sacerdotes. Vereis que Deus os guiou, tendo encontrado o seu caminho dia após dia precisamente na fé, na esperança e no amor. Cristo chama cada um de vós a comprometer-se com Ele e a assumir as próprias responsabilidades para construir a civilização do amor. Se seguirdes a sua Palavra, também o vosso caminho se iluminará e vos conduzirá rumo a metas elevadas, que dão alegria e sentido pleno à vida.

Que a Virgem Maria, Mãe da Igreja, vos acompanhe com a sua proteção. Asseguro-vos uma lembrança particular na minha oração e, com grande afeto, vos abençôo.

 

Vaticano, 22 de Fevereiro de 2010
BENEDICTUS PP. XVI


Fonte: Vaticano

24 março, 2010]]></content:encoded>
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		<title>Denis Duarte no podcast da Redação Canção Nova</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 22:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Duarte</dc:creator>
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		<title>A criança é o princípio sem fim…</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 02:19:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane Ferreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“A criança é o princípio sem fim. O fim da criança é o principio do fim. Quando uma sociedade deixa matar as crianças é porque começou seu suicídio como sociedade. Quando não as ama é porque deixou de se reconhecer como sociedade” Herbert de Souza. Esta citação foi retirada do livro Infâncias, cidades e escolas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>“A criança é o princípio sem fim. O fim da criança é o principio do fim. Quando uma sociedade deixa matar as crianças é porque começou seu suicídio como sociedade. Quando não as ama é porque deixou de se reconhecer como sociedade” Herbert de Souza.</p>
	<p><img src="http://www.rccvicosa.com/wp-content/uploads/2009/03/doutores-da-alegria02.jpg" alt="doutores-da-alegria02" title="doutores-da-alegria02" width="309" height="300" class="alignnone size-full wp-image-1943" /></p>
	<p>Esta citação foi retirada do livro Infâncias, cidades e escolas amigas das crianças; o autor é Euclides Redin, ex professor da Universidade Federal de Viçosa, grande educador que traz uma proposta baseada na busca pelo resgate do processo criativo da criança como condição de humanização. A educação é um processo contínuo de vida. </p>
	<p>O mais interessante é que ao se tratar do processo de humanização, deseja-se que nossas crianças tenham espaços e tempos carregados de dignidade, respeito, ternura e aconchego, “porque é de infância que o mundo tem precisão” (Thiago de Mello, 1964, 34).</p>
	<p>Só poderá haver realização humana se considerarmos todas as possibilidades do fazer, do sentir, do pensar, do criar e do transformar produzidos com base na sociedade e cultura. E aqui poderíamos nos perguntar: Qual têm sido concretamente as possibilidades para o crescimento sadio de nossas crianças? Como elas têm sido tratadas nos mais variados âmbitos de suas vivências? Uma vez que estamos assistindo cada vez mais a violência física e emocional para com elas, em todos os níveis econômicos. As crianças têm sido desrespeitadas na mais tenra idade.</p>
	<p>Se olharmos a Palavra de Deus encontraremos duas passagens importantes que apontam nessa mesma direção: Jesus ordenou que devemos deixar as crianças irem ao seu encontro, pois o reino dos céus é semelhante a elas (Mc 10, 13); disse ainda que só àqueles que se fazem como pequenos é que o Pai se revela (Lc 10, 21). Eis aí uma expressão forte de quem realmente tem amor e zelo pelos pequenos.</p>
	<p>Por acreditarmos no amor concreto e cuidadoso de Jesus, é que a proposta do Projeto Caminhar tem procurado expressar a busca de alternativas para auxiliar os pequenos carentes de amor e atenção, se constitui também como um ato político que vê na sociedade, condições concretas para o desenvolvimento das possibilidades múltiplas das crianças e de suas culturas, no sentido de superar as injustiças da realidade.</p>
	<p>Se é de infância que o mundo tem precisão é, portanto, de extrema urgência que busquemos alternativas coletivas e individuais para que o mundo caminhe numa direção contrária ao risco imediato de envelhecimento sem infância.</p>
	<p>Como adultos, somos convocados a responder de forma diferente ao que está explícito na atualidade de nosso país, nos reconhecendo como sociedade e mais ainda, como cristãos, pessoas que acreditam em um Deus vivo presente na vida dos irmãos; são as crianças seres especiais, futuro do nosso mundo, não é possível permitir que cresçam tão marcadas a ponto de reproduzirem o que a elas tem sido feito.</p>
	<p>Rezemos, ajamos, gritemos em favor dos menores, não podemos deixar morrer nossa sociedade, não podemos deixar de acreditar num mundo melhor, os pequenos de hoje são os adultos de amanhã e são queridos e amados do Senhor.</p>
	<p>“Os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sonho das crianças deseja ir (às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso…)” (Cecília Meireles).</p>
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		<title>Entrevista com Padre Paulo Dionê Quintão</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 02:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Padre Paulo Dionê Quintão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Magistério Eclesiástico]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Paulo Dionê Quintão]]></category>
		<category><![CDATA[palavra de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Paróquia Santa Rita de Cássia]]></category>
		<category><![CDATA[Pastoral Carcerária]]></category>

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		<description><![CDATA[Paulo Dionê Quintão &#8211; Sacerdote católico, pertencente ao Presbitério da Arquidiocese de Mariana, MG, onde atuou como Vigário Episcopal e membro dos Conselhos de Pastoral e Presbiteral da Arquidiocese. Atualmente exerce seu ministério como Pároco de &#8220;Santa Rita de Cássia&#8221;, em Viçosa, MG. Escritor e poeta, com duas de suas obras já publicadas, &#8220;Mensagens de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong>Paulo Dionê Quintão</strong> &#8211; Sacerdote católico, pertencente ao Presbitério da Arquidiocese de  Mariana, MG, onde atuou como Vigário Episcopal e membro dos Conselhos de Pastoral e Presbiteral da Arquidiocese. Atualmente exerce seu ministério como Pároco de &#8220;Santa Rita de Cássia&#8221;, em Viçosa, MG. Escritor e poeta, com duas de suas obras já publicadas, &#8220;Mensagens de Vida e Esperança&#8221;, Brasília, CNBB, 1994 e &#8220;Juntos no Caminho&#8221;, São Paulo, Edições Loyola, 1999. Nasceu aos 19 de março de 1958, em Abre Campo, MG, sendo seus pais Sebastião Quintão Filho e Ambrosina Mendes Quintão.</p>
	<h2>Auto-descrição</h2>
	<p><strong>Uma alegria:</strong> Ser cristão, católico e sacerdote.</p>
	<p><strong>Uma tristeza:</strong> O tanto de gente que ainda não conhece Jesus Cristo, no sentido de amá-Lo e seguir seus ensinamentos.</p>
	<p><strong>Livro de Cabeceira:</strong> A Palavra de Deus.</p>
	<p><strong>Expectativas para o futuro:</strong> Doar tudo de mim a Cristo, por meio de Sua Igreja, a começar dos mais desprezados e esquecidos.</p>
	<p><strong>A Paróquia:</strong> Continuo feliz e agradecido a Deus pela oportunidade de servir, por meio do Ministério Sacerdotal. Muito tem sido feito. Haveremos dar continuidade e fazer ainda mais, pois o Senhor Nosso Deus merece que nos doemos inteiramente a Ele na pessoa de cada irmão e irmã que ele congrega na estrada de nossa História.</p>
	<p><strong>Mensagem:</strong> Agradeço muitíssimo à RCC de Viçosa pelo carinho e amizade que temos cultivado. Sempre avante na Evangelização. Que a Santíssima Virgem Maria cubra a todos com o Seu manto de amor materno, São José e Santa Rita de Cássia nos protejam sempre!</p>
	<p><strong>RCC Viçosa: Quais os projetos que já foram realizados e os que pretende realizar para a ação social em Viçosa?</strong><br />
<strong>Padre Paulo Dionê Quintão: </strong>Assumi a missão de Pároco em Viçosa no dia 26 de agosto de 2003. Cheguei aqui com o propósito de levar adiante as conquistas positivas da longa e bela História da Paróquia Santa Rita de Cássia. Trouxe a expectativa de desempenhar a tarefa que me foi confiada em comunhão com o Bispo, com o Presbitério, em fraterna comunhão e intensa colaboração com as Religiosas e com os Fiéis Cristãos Leigos de nossas comunidades, dimensões, pastorais, movimentos, irmandades, associações e demais organismos da ação evangelizadora. Penso que a missão continua a mesma, pois compete ao Presbitério da Arquidiocese, em intima colaboração com o seu Pastor, o arcebispo, a solicitude por esta porção do Povo de Deus que se encontra na Igreja Particular de Mariana. Neste sentido, o Plano de Pastoral Arquidiocesano é o fio condutor desta unidade, pois o construímos juntos, à luz da Palavra de Deus e do Magistério Eclesiástico.</p>
	<p>Neste espírito de comunhão e participação, procurei dedicar-me à articulação da Pastoral da Criança e do Menor, criando o CENTRO DE CONVIVÊNCIA ao lado do Santuário, com extensão no Edifício Padre Carlos e núcleos de apoio nos bairros. Conseguimos expandir este trabalho de 47 crianças cadastradas para perto de duas mil. Além das crianças de zero a seis anos, temos a Pastoral do Menor, que atende perto de 380, (trezentos e oitenta), menores. Para este trabalho, contamos com dezenas de voluntários (as) e educadores (as). No dia 19 de fevereiro de 2009, concretizamos um grande sonho da comunidade: inauguramos o CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL SANTA RITA DE CÁSSIA.</p>
	<p>Intensificamos a ação da Pastoral Carcerária, com voluntários e oferta de material de limpeza, higiene pessoal, etc. para atender os 131, (cento e trinta e um), internos do Presídio Bom Jesus. Abraçamos a causa da APAC – Associação de Proteção e Assistência aos Condenados, que acolhe 41 recuperandos na antiga Cadeia, dando-lhes total assistência, ao lado da Diretoria e do voluntariado que abraça esta causa.</p>
	<p><strong>RCC Viçosa: Quando aqui chegou, quais as dificuldades encontradas? Como a população viçosense o recebeu?</strong><br />
<strong>Padre Paulo Dionê Quintão: </strong>Fui acolhido em Viçosa com um carinho indescritível. Não encontrei nenhuma resistência, somente apoio e interesse intenso por parte de todos. As dificuldades encontradas estão ligadas à extensão da Paróquia, abrangendo inúmeros bairros urbanos e rurais. Vi que seria impossível dar o acompanhamento pastoral necessário. Com o apoio de todos, elaboramos o projeto do desmembramento do território paroquial, criando, a 19 de fevereiro de 2005, a quarta paróquia em Viçosa, denominada Paróquia São João Batista. De lá até aqui facilitou imensamente o aperfeiçoamento dos serviços pastorais.</p>
	<p><strong>RCC Viçosa: Hoje o mundo está passando por vários momentos difíceis, como guerras, terremotos, fome, miséria. Qual seria a reação da Igreja para ajudar a solucionar estes problemas?</strong><br />
<strong>Padre Paulo Dionê Quintão: </strong>A Igreja não se deixa vencer por quaisquer abalos que afetam a humanidade, pois cremos que a vida não é só aqui. Com este pensamento multiplicamos todas as iniciativas possíveis para alterar o quadro ameaçador. Defendemos o respeito à natureza, iluminando a ecologia com a ética cristã, pregamos e insistimos no perdão na reconciliação e na harmonia entre os povos, vencendo os conflitos, pois nada justifica a guerra. Lutamos pela justiça social, pois sua ausência tem causado verdadeiras guerrilhas, por exemplo, o narcotráfico. Para superar a fome e a miséria, lutamos pela partilha e assim o fazemos, procurando viver uma vida modesta, sem ambições financeiras, praticando a partilha, por meio da pastoral do dízimo e a ação social no resgate da dignidade da Pessoa Humana.</p>
	<p><strong>RCC Viçosa: Quais as obras que já foram publicadas? Em que se baseiam suas obras?</strong><br />
<strong>Padre Paulo Dionê Quintão: </strong>Tive a alegria de publicar duas obras:<br />
- &#8220;Mensagens de Vida e Esperança&#8221; – Brasília, editora da CNBB, 1994.<br />
- &#8220;Juntos no Caminho&#8221; – São Paulo, edições Loyola, 1999.<br />
- Trata-se de uma coletânea de crônicas e poemas ligados aos temas reflexivos, com mensagens positivas e narrativas de eventos.</p>
	<p><strong>RCC Viçosa: Qual a mensagem que gostaria de deixar para a população de Viçosa?</strong><br />
<strong>Padre Paulo Dionê Quintão: </strong>Agradeço a fraterna acolhida, concedendo-me inclusive a Cidadania Honorária. Recordo, com alegria, a mensagem do Evangelho de Lucas, capítulo 5, versículos 11 e seguintes: Duc in altum! Faze-te ao largo! É hora de lançar novamente as redes. Desta vez em águas mais profundas. Por que não? Alguma vez foi fraca a pescaria? Mesmo assim, é hora de obedecer ao Senhor, como fizeram os discípulos no lago de Genezaré. Por certo o resultado será surpreendente! O brilho nos olhos de alguém que estava triste, a esperança devolvida a quem estava caído&#8230; Tudo vai manter nossa chama interior acesa, pois estabeleceremos longos e profundos diálogos com o Senhor, pois somos uma Igreja que vive da Eucaristia.</p>
	<p>Proponho a continuidade da caminhada, seguindo as diretrizes da Igreja. Cuidando de tudo que nos compete a todos. Abraçaremos sempre mais o que nos inspira o clássico capítulo 25, versículos 35 e seguintes, de Mateus, referindo-se ao “Juízo Final”, quando Jesus se identifica com todos necessitados: “Estive com fome, nu, preso, doente&#8230; e você veio me socorrer” e em João 10,10: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham plenamente”, dando maior consistência à ação social. A expansão do voluntariado, o apoio às obras sociais nos bairros e comunidades será a grande razão para cada um dos colaboradores perguntar: em que eu posso ajudar?</p>
	<p><strong><a href="/arquivos/curriculum_vitae_pe_dione.doc">Clique aqui</a></strong> para ver o Curriculum Vitae do Padre Paulo Dionê Quintão</p>
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		<title>Sínodo aprova Mensagem Final sobre A Palavra de Deus</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 00:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RCC Viçosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[palavra de Deus]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi apresentada e votada a Mensagem Final do Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja. O presidente delegado do 21ª Congregação Geral foi o cardeal William Joseph Levada, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. “É uma mensagem que encomendamos, antes de tudo, a vossos pastores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi apresentada e votada a Mensagem Final do Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja. O presidente delegado do 21ª Congregação Geral foi o cardeal William Joseph Levada, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. </p>

<p>“É uma mensagem que encomendamos, antes de tudo, a vossos pastores, aos generosos catequistas e a todos aqueles que lhes guiam na escuta e na leitura amorosa da Bíblia”, afirmam os bispos na mensagem.</p>

<p>“A vocês neste momento desejamos delinear a alma e a sustância desse texto para que cresçam e se aprofundem o conhecimento e o amor pela Palavra de Deus”, acrescentam.
A íntegra da mensagem pode ser encontrada em diversos idiomas no  Site do Vaticano (para ler em espanhou, acesse: <a href="http://www.vatican.va/news_services/press/sinodo/documents/bollettino_22_xii-ordinaria-2008/04_spagnolo/b34_04.html">www.vatican.va</a></p>

<p>Ainda na 21ª Congregação, os padres sinodais receberam uma reprodução do DVD “Bíblia Viva”, escrito e dirigido por Massimo My e produzido por Maria Teresa Tringali, com a supervisão de dom Gianfranco Ravasi e o patrocínio do secretário-geral do Sínodo dos Bispos, dom Nikola Eterovic. </p>

<p>“Bíblia Viva” narra a história de uma experiência de um grupo de crianças que buscaram entender como Deus tem falado ao homem durante os diferentes séculos e como atualmente continua a falar por meio dos textos sagrados, antigos e atuais. O filme é direcionado especialmente ao público jovem, mas também para os adultos. </p>

<p>Fonte: www.cnbb.org.br</p>]]></content:encoded>
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		<title>Morrer De Garrolê</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 02:31:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis Duarte</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bíblia Sagrada]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesse texto quero conversar com você sobre vermos a Bíblia como literatura. A princípio parece uma coisa óbvia, já que a Bíblia é um livro, ou melhor, uma coleção de livros e os livros, claro, são para serem lidos e por isso é mais do que óbvio que temos que entender a Bíblia como literatura. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Nesse texto quero conversar com você sobre vermos a Bíblia como literatura. </p>
	<p>A princípio parece uma coisa óbvia, já que a Bíblia é um livro, ou melhor, uma coleção de livros e os livros, claro, são para serem lidos e por isso é mais do que óbvio que temos que entender a Bíblia como literatura.</p>
	<p>Só que, quando se trata das Sagradas Escrituras, nem sempre a coisa é simples assim. </p>
	<p>Até porque, a Bíblia é para nós a palavra de Deus. E  por ser palavra de Deus, a Igreja a venera profundamente.</p>
	<p>O que acontece muitas vezes é que muitas pessoas entendem de modo equivocado o fato de termos a Bíblia como Palavra de Deus para nós e de veneramos a Bíblia como tal e acabam, por causa de um respeito às vezes fora da normalidade, tendo medo de ler a Bíblia.</p>
	<p>Eu acho bacana quando chego numa casa e a Palavra de Deus está aberta, geralmente num lugar de destaque na casa. A pessoa tem aquela Bíblia grande, ilustrada e coloca na sala, aberta, bem bonito. E é importante isso, dar destaque para a palavra de Deus, a Igreja nos incentiva a isso.</p>
	<p>Mas muitas pessoas ficam com medo ou respeito excessivo e não a lêem. Por isso quero comentar sobre a Bíblia como literatura.</p>
	<p>Para ficar mais fácil vamos separar as palavras: Bíblia e Sagrada.</p>
	<p>Bíblia significa um conjunto de livros. E como já dissemos, livro é para ser lido. Ato humano.</p>
	<p>E a outra palavra: Sagrada, segundo o dicionário é algo relativo às coisas divinas, algo santo, separado. Ato divino.</p>
	<p>Percebemos aí o que Deus quer: a união do divino com o humano.</p>
	<p>Na composição da Bíblia Sagrada temos no momento da redação dos livros, a mão humana, mas também, e principalmente, a inspiração divina que é o que torna a Bíblia algo sagrado para nós. Temos aí essa junção do ato humano e da ação divina.</p>
	<p>Fazemos o que cabe a nós no ato humano da leitura dos textos e Deus a dele ao nos enviar seu Espírito Santo que nos ilumina e encaminha nessa leitura.</p>
	<p>A Igreja nos ensina que a graça de Deus é oferecida a todo ser humano, mas que para produzir seu efeito é necessário que haja a cooperação humana. É o que a Igreja chama de livre adesão do homem à graça de Deus.</p>
	<p>Assim também o é com a Bíblia. Para que a Palavra de Deus, em toda sua sacralidade, para que o ato divino aconteça em nós, precisamos realizar o ato humano da leitura dos textos.</p>
	<p>E nesse artigo queremos dar algumas dicas desse nosso ato humano da leitura ao estudarmos a autoria bíblia, as formas literárias da bíblia e tudo mais. E dessa maneira, ao exercermos melhor nosso ato de leitura, nós nos tornamos mais abertos à graça de Deus que vem até nós nas Sagradas Escrituras.</p>
	<p>E claro, para encerrarmos não podia deixar de contar um causo lá das minhas Minas Gerais né não?  </p>
	<p>É igual aconteceu lá em Minas: A vó de um amigo meu viu esse camarada lendo um livro e disse assim para ele: Menino pára de ler esse trem que cê vai morrê de &#8220;garrolê&#8221;.</p>
	<p>Aí ele assustou e perguntou pra vó dele: que isso vó, que diacho é esse negócio de garrolê, que doença é essa?</p>
	<p>Uai menino, cê acabou de almoçar, tá com a barriga cheia e garro a lê esse livro. Vai passá mal. Lê de barriga cheia faz mal. Garro Lê!!! Ou seja, pegou para ler o livro. </p>
	<p>Precisamos agarrar à leitura da Bíblia. Ter um garrolê de Bíblia</p>
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